Navegando por Assunto "Máscara"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Cultura material e identidade: as máscaras indígenas dos povos Ticuna e Pankararu(Universidade Federal do Pará, 2020-12) LOPES, Rita de Cássia DominguesO trabalho tem como objetivo apresentar e discutir a temática da cultura material como sendo um dos elementos importantes dos grupos humanos, assim, a produção e utilização desses elementos da cultura material marcam a identidade desses grupos. Nesta perspectiva, serão apresentados dois exemplos de cultura material através das máscaras: a máscara Taí ou Tae do povo indígena Ticuna (Amazonas) e a máscara Praiá do povo indígena Pankararu (Pernambuco). A pesquisa empreendida foi bibliográfica consultando referências reconhecidas sobre o assunto. Os resultados foram que os objetos, entre eles as máscaras, podem ser concebidos como elementos portadores de valores culturais, pois requer conhecimento e domínio de determinadas técnicas, do universo cosmológico, de relações próprias com o meio ambiente, a economia, a mitologia, os rituais, revelando o estilo de vida do grupo/povo e sua identidade.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos da manipulação do número de escolhas sobre o desempenho em tarefas de discriminação simples em macaco-prego (Cebus cf. apella)(Universidade Federal do Pará, 2010-11) QUEIROZ, Lidianne Lins de; BRINO, Ana Leda de Faria; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024Em um treino discriminativo, há diversas variáveis que podem afetar a precisão da aquisição do repertório. Uma variável pouco analisada é o número de escolhas apresentado nas tentativas discretas de treino, buscando verificar em que situações o controle discriminativo pode ser mais facilmente estabelecido. Este trabalho tem como objetivo geral descrever os efeitos da manipulação do número de escolhas sobre o desempenho em tarefas de discriminação simples em macacos-prego (Cebus cf. apella). No Experimento I, os sujeitos foram submetidos a um treino discriminativo com três tipos diferentes de tentativas (2, 4 e 9 escolhas). Um teste de controle de estímulos avaliou se o repertório aprendido podia ser mantido quando os estímulos utilizados nos três tipos de tentativa eram apresentados na forma de duas escolhas. No Experimento II, buscou-se adicionalmente avaliar se as respostas corretas nos treinos prévios de discriminação ocorriam em função de escolha por seleção do S+, por rejeição do S-, ou por controle misto (seleção e rejeição). Esta avaliação foi realizada através do procedimento de máscara. Os resultados do Experimento I sugerem que a exposição a um número maior de escolhas é uma estratégia eficiente para estabelecer o responder discriminado, pois o desempenho permanece mesmo quando o número de escolhas é posteriormente reduzido para dois. Os resultados obtidos no Experimento II mostram dados diferentes para os dois sujeitos. M30 apresentou controle por rejeição e preferência pela máscara e M31 apresentou controle misto no responder. O presente estudo mostra um caminho para aprofundar a análise do controle de estímulos nos estudos específicos sobre a manipulação do número de escolhas e indica que essa variável pode ser um meio eficaz de reduzir a dificuldade de aquisição de discriminações em contexto aplicado.Tese Acesso aberto (Open Access) Estudos sobre controle de estímulos em macacos-prego(Universidade Federal do Pará, 2011) CRUZ, Ilara Reis Nogueira da; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024Nos estudos sobre controle de estímulos com não-humanos, frequentemente verificam-se incoerências entre as relações de controle planejadas pelo experimentador e as relações de controle realmente estabelecidas ao longo do treino. Diante disto, a Escola Experimental de Primatas tem desenvolvido diferentes procedimentos de ensino, visando a facilitação no estabelecimento de relações condicionais em macacos-prego. O presente trabalho consiste em uma coletânea que envolve três relatos de pesquisa em forma de artigos. O Capítulo 1 descreve um estudo, envolvendo dois experimentos, que avaliou o procedimento de modelagem do estímulo como viabilizador do estabelecimento de relações condicionais arbitrárias. Neste estudo foram realizados dois experimentos. No Experimento I, dois macacos-prego, M12 e M15, adquiriram com rapidez as discriminações e um terceiro sujeito (M09) requereu longo treino. No Experimento II, o procedimento foi modificado e feito um novo treino com o sujeito M09, resultando em melhora no desempenho. Foram, entretanto, constatadas digressões de controle de estímulos dificultando o término do processo de modelagem. Dois macacos-prego participaram do experimento apresentado no Capítulo 2 que objetivou verificar, através do procedimento de máscara, se durante o treino de emparelhamento ao modelo por identidade estavam sendo desenvolvidas as relações de controle por seleção do S+, rejeição do S- ou ambas (controle misto). O sujeito M09 apresentou controle por rejeição inicialmente em uma das relações de identidade e controle misto nas outras relações testadas. O sujeito M16 apresentou controle misto em todas as relações testadas com a máscara. Ainda baseando-se no controle de estímulos, é apresentado no Capítulo 3 um estudo que visou verificar se a utilização de estímulos reforçadores específicos durante um treino de relações condicionais seria suficiente para que estes estímulos reforçadores se tornassem nodais para a formação de classes de equivalência em macacos-prego. Neste estudo ficou demonstrado que o reforçamento específico não foi suficiente para a formação de classes. É possível que propriedades semelhantes entre alguns estímulos de classes potenciais diferentes tenham dificultado o treino, além do fato de que os reforçadores específicos utilizados podem não ter sido suficientemente distintos para se tornarem nodais.
