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Navegando por Assunto "Magmatismo arqueano"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Geocronologia Pb-Pb por evaporação em monocristal de zircão do magmatismo da região de Tucumã, SE do estado do Pará, Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 1996-10-16) AVELAR, Valter Gama de; LAFON, Jean Michel; http://lattes.cnpq.br/4507815620234645
    A região de Tucumã, no sudeste do Estado do Pará (Amazônia Oriental-Brasil), constitui-se numa continuidade a sudoeste da Província Mineral de Carajás-PMC. A compartimentação arqueana dessa região é representada por um terreno granito-greenstone preservado-(TGG), incluindo granitóides arqueanos (Granodiorito Rio Maria) e seqüências supracrustais (Grupo Tucumã), e pelo Cinturão de Cisalhamento Itacaiúnas-(CCI) que inclui ortognaísses granodioríticos e tonalíticos (Complexo Xingu), granulitos (Complexo Pium), e granitóides estratóides (Suíte Plaquê). No Proterozóico, a região é marcada pela intrusão de vários corpos anorogênicos (Granitos Seringa e Velho Guilherme), que cortam todas as unidades arqueanas. Os resultados geocronológicos, aqui apresentados para as rochas arqueanas e proterozóicas da região de Tucumã, foram obtidas através do método Pb/Pb por evaporação em microcristais de zircões separados de saprólito e de rochas frescas. Os zircões de um ortognaisse granodiorítico do Complexo Xingu forneceram uma idade Pb/Pb de 2972 ± 16 Ma (2σ), enquanto que os zircões do Granodiorito Rio Maria apresentaram uma idade de 2850 ± 17 Ma (2σ). Os zircões do Granitóide Estratóide da Suíte Plaquê definiram uma idade Pb/Pb de 2729 ± 29 Ma (2σ). Dentre os corpos de granitos anorogênicos, somente os zircões do Granito Seringa possibilitaram a determinação Pb/Pb definida em torno de 1893 ± 15 Ma (2σ). Os zircões do Granito Velho Guilherme não revelaram quantidades suficientes de Pb que possibilitassem o cálculo da idade dessa rocha. As idades Pb/Pb por evaporação obtidas nesse trabalho são similares às idades fornecidas pelo método U/Pb em zircões de rochas correlatas na PMC, particularmente na região de Rio Maria, e são interpretadas em termos de idades de cristalização. A idade obtida para a rocha do Granitóide Estratóide da Suíte Plaquê (2972 ± 29 Ma) deve ser entendida como uma idade mínima para a cristalização dessa rocha, face a ausência de outras informações geocronológicas U/Pb nesse tipo de rochas em toda a PMC. As idades Rb/Sr entre 2,57 Ga e 2,74 Ga, anteriormente obtidas respectivamente para as rochas gnaíssicas (Complexo Xingu) e para os granitóides arqueanos do TGG, bem como a idade Rb/Sr de 1,75 Ga obtida para o Granito Seringa, devem ser consideradas como idades rejuvenescidas. Os dados geocronológicos aqui apresentados indicam a existência de pelo menos 4 eventos magmáticos distintos para a região de Tucumã, confirmando que essa porção da PMC teve uma evolução similar aos terrenos granito-greenstone da região de Rio Maria, onde os mesmos eventos foram reconhecidos. A idade Pb/Pb por evaporação obtida para o ortognaísse granodiorítico do Complexo Xingu de 2972 ± 16 Ma, representa o dados mais antigo até então encontrado para as rochas arquanas de Tucumã. A idade Pb/Pb em torno de 2850 ± 17 Ma do Granodiorito Rio Maria, confirma a idade do magmatismo TTG associado aos greenstone-belts ocorrido a cerca de 2,85-2,87 Ga, na porção centro-sul da PMC. A idade 2729 ± 29 Ma do Granitóide Estratóide da Suíte Plaquê fornece uma idade para a estruturação do cinturão de cisalhamento Itacaiúnas. A idade de 1893 ± 15 Ma obtida para o Granito Seringa confirma que a formação dos granitos anorogênicos na PMC, ocorreu num curto intervalo de tempo durante o Proterozóico Inferior (1,87-1,89 Ga). As similaridades das idades 207Pb/206Pb fornecidas pelos zircões de material saprolítico e rocha fresca das mesmas rochas, demonstraram a eficácia do uso de saprólito para o estudo geocronológico Pb/Pb em zircões. Finalmente, a idades Pb/Pb em zircões de rochas arqueanas e proterozóica da região de Tucumã obtidas neste trabalho, demostram a potencialidade do método para a determinação da idade de cristalização de rochas antigas na região Amazônica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Geoquímica e Geocronologia U-Pb-Hf do Magmatismo Meso- Neoarqueano da Borda Norte do Bloco Amapá, Sudeste do Escudo das Guianas
    (Universidade Federal do Pará, 2021-12-06) GONÇALVES, Renato Cantão; LAFON, Jean Michel; http://lattes.cnpq.br/4507815620234645
    A porção sudeste do Escudo das Guianas (SEG), na região norte do Cráton Amazônico, é definida como uma ampla faixa móvel paleoproterozoica acrescida a um bloco arqueano fortemente retrabalhado durante o Ciclo Transamazônico (2,26 - 2,05 Ga). Esse bloco arqueano na porção central do estado do Amapá, denominado de Bloco Amapá, é constituído de uma associação granulito-gnaisse-migmatito meso-neoarqueana (~2,85 Ga e ~2,70-2,60 Ga) e por granitoides e sequências metavulcanossedimentares riacianas. O Bloco Amapá é delimitado a sul e norte pelos domínios riacianos Carecuru e Lourenço com relíquias crustais arqueanas. O Domínio Lourenço é formado por granitoides, gnaisses e sequências metavulcanossedimentares riacianas formadas em ambiente de arcos magmáticos (2,20-2,12 Ga), magmatismo sincolisional a tardi orogênico (~2,11-2,07 Ga) e metamorfismo granulítico (~2,06-2,04 Ga). No limite entre Bloco Amapá e Dominio Lourenço ocorrem unidades mesoarqueanas (Gnaisse Porfírio - 3,19 Ga e Complexo Tumucumaque - 2,85 Ga) e neoarqueanas (Complexo Guianense - ~2,65 Ga e Metagranitoide Pedra do Meio - 2,59 Ga). Nas adjacências do vilarejo Vila Bom Jesus, (município de Tartarugalzinho – AP), na transição entre domínios arqueano e riaciano ortognaisses e metagranitoides foram datados pelo método U-Pb em zircão por espectrometria de massa e laser ablation (LA-ICP-MS) de modo a investigar a extensão cartográfica do Gnaisse Porfírio e Metagranitoide Pedra do Meio. Adicionalmente foram utilizados dados petrográficos, análises geoquímicas em rocha total e geoquímica isotópica Lu-Hf em zircão por LA-ICP-MS, junto com dados anteriores de ortognaisses e granitoides da porção norte do Bloco Amapá, com o intuito de investigar o contexto geodinâmico de formação desses granitoides e os episódios de geração e retrabalhamento da crosta continental durante o Arqueano nesta porção do SEG. A datação U-Pb de um Biotita ortognaisse granodiorítico forneceu uma idade de cristalização 207Pb/206Pb de 2846 ± 36 Ma (MSWD = 1,3) para o precursor magmático do ortognaisse indica um epísodio magmático mesoarqueano. Três amostras de ortognaisse e metagranitoides forneceram idades de cristalização 207Pb/206Pb de 2654 ± 12 Ma (MSWD = 1,4), 2618 ± 31 Ma (MSWD = 1,15) e 2618 ± 22 Ma (MSWD = 0,71) respectivamente, indicando um episódio magmático neoarqueano prolongado. A datação U-Pb de um biotita ortognaisse granodiorítico com idade de cristalização 207Pb/206Pb de 2096 ± 24 Ma (MSWD = 0,75), indica a presença de rochas paleoproterozoicas imbricadas nas unidades arqueanas do setor investigado. Esses resultados levam a reconsiderar a configuração das unidades arqueanas da borda norte do Bloco Amapá. O Gnaisse Porfírio e o Complexo Tumucumaque devem constituir apenas enclaves ou xenólitos do embasamento mesoarqueano em ortognaisses granitoides neoarqueanos. O Metagranitoide Pedra do Meio represente plútons charnockíticos intrusivos no Complexo Guianense que é a unidade dominante no setor investigado. Os dados geoquímicos mostraram que todas as amostras mesoarqueanas da porção norte do Bloco Amapá têm assinatura de biotita granitos de derivação crustal. O magmatismo neoarqueano também é dominado por biotita granitos de derivação crustal, porém inclui também granitoides com afinidade para sanukitoides e para TTG de alta pressão, além de granitos híbridos. As assinaturas geoquímicas de biotita granitos, os valores subcondríticos de ƐHf(t) (-11,3 < ƐHf(t) < - 0,4) com idades modelo Hf-TDM ages entre 3,9 e 3,2 Ga, e a presença de zircões herdados na maioria das amostras neoarqueanas, com idades mesoarqueanas (3,0, 2,89, 2,84 Ga) e do Neoarqueano (2,77, 2,74, 2,72 Ga), indicam que esse episódio magmático neoarqueano prolongado retrabalhou unidades mais antigas do embasamento do Bloco Amapá (mesopaleoarqueanas), em contexto colisional sem evidencia de crescimento crustal durante o Neoarqueano. Entretanto, ainda fica em aberto quais massas continentais entraram em colisão para formar essa porção do Bloco Amapá no Neoarqueano tendo em vista que os outros domínios arqueanos dos crátons Amazônico (Província Carajás; Complexo Imataca) e Oeste Africano (Domínio Leo-Man; Escudo Reguibat) apresentam uma história geológica totalmente distinta do Bloco Amapá no Neoarqueano.
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