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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Famílias hyriidae e mycetopodidae (Mollusca:Bivalvia) da Formação Solimões (Mio-Plioceno) bacia do Solimões, AM, Brasil: taxonomia, inferências paleobiogeográficas e paleoambientais.
    (Universidade Federal do Pará, 2024-06-16) ARAÚJO, Lorena Lisboa; RAMOS, Maria Inês Feijó; http://lattes.cnpq.br/4546620118003936; https://orcid.org/0000-0003-0276-0575
    A Formação Solimões é um pacote sedimentar formado por depósitos do Neogeno localizados no oeste da Amazônia. Esta unidade litoestratigráfica se correlaciona com a Formação Pebas, no Peru, e se destaca por possuir um rico e diverso conteúdo fossilífero, principalmente de moluscos. Os estudos sobre bivalves fósseis na Amazônia Ocidental começaram no século XIX com o paleontólogo Gabb, em 1868. Esses organismos, que possuem conchas bivalves calcárias, são importantes, principalmente, para estudos paleoecológicos e paleoambientais. Apesar da abundância e diversidade dos moluscos do Neogeno da Amazônia Ocidental, no Brasil, poucos são os estudos taxonômicos, paleoecológicos, bioestratigráficos e paleobiogeográficos mais aprofundados. Assim, o presente estudo tem como objetivo a identificação taxonômica de moluscos bivalves das famílias Hyriidae e Mycetopodidae e auxiliar no refinamento das inferências paleoambientais, paleoecológicas e nos aspectos paleobiogeográficos da fauna identificada. O material estudado compreende 200 amostras coletadas em trechos de afloramentos nas margens dos rios Juruá e Javari, próximos aos municípios de Eirunepé e Atalaia do Norte, Estado do Amazonas. As análises taxonômicas permitiram identificar os gêneros Castalia, Diplodon e Prisodon da família Hyriidae, e Haasica, da família Mycetopodidae. Os táxons identificados são exclusivamente dulcícolas, com registros em ambientes lacustres e fluviais, atestando estas condições para o Mioceno superior, na área de estudo. O gênero Castalia tem amplo registro geográfico, principalmente para a América do Sul; seu registro fóssil mais antigo é do Cretáceo. Sua ausência no Paleogeno, é devido aos estudos deste período, no Brasil, serem restritos às bacias estritamente marinhas. Por outro lado, o gênero Diplodon é encontrado desde o Jurássico até o Mioceno superior. Os gêneros Prisodon e Haasica tiveram sua primeira evidência fóssil identificada neste estudo, com ocorrência registrada no Mioceno.
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