Navegando por Assunto "Mandibular condyle"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Análise antropométrica da relação entre os biotipos mandibulares com os padrões de fraturas condilares e grau de deslocamento condilar em vítimas de trauma facial(Universidade Federal do Pará, 2025-12-09) CRUZ, Eduardo Luis de Souza; CARNEIRO JÚNIOR, José Thiers; http://lattes.cnpq.br/4964530958369814; PEREIRA NETO, Armando Rodrigues Lopes; LORETTO, Sandro Cordeiro; FELIX, Valtuir Barbosa; http://lattes.cnpq.br/7629922418195629; http://lattes.cnpq.br/6988325260181483; http://lattes.cnpq.br/7171905375550371; https://orcid.org/0000-0003-1705-960X; https://orcid.org/0000-0003-1786-6524; https://orcid.org/0000-0002-2961-2487A mandíbula é o maior e mais resistente osso facial, sendo também o mais frequentemente acometido pelo trauma. A estrutura mandibular, tais como formato, altura, largura; a densidade óssea, volume cortical e medular, e a ação mecânica dos músculos mastigatórios são elementos intrínsecos que podem afetar a variabilidade, estabilidade e localização das fraturas, interferindo na resposta à magnitude, dissipação e direcionamento das forças mecânicas externas oriundas da energia do trauma. O estudo antropométrico das particularidades anatômicas pode fornecer dados relevantes para a melhor compreensão forense e, no que diz respeito a mandíbula esta pode ser considerada uma importante ferramenta para a compreensão do trauma mandibular, interferindo no diagnóstico e na tomada de decisão para o tratamento. Este projeto teve como objetivo investigar a relação entre gênero, idade, biótipo mandibular, os padrões de fratura condilar e seu grau de deslocamento. Para isso, uma amostra de 200 pacientes vítimas de trauma facial foi analisada para a coleta de dados como idade, gênero, tipo de fratura condilar; além disso, as tomografias computadorizadas foram analisadas para definir biotipos mandibulares e grau de deslocamento dos cotos ósseos condilares. Há uma associação forte e estatisticamente significativa entre o biotipo mandibular e o tipo de fratura condilar (p<0,001). É provável que a variável gênero possua associação com o biotipo mandibular na amostra analisada, com mandíbulas em V mais presente em mulheres (p=0,0004), menores ângulos de deslocamento de fraturas (p=0,01) devido a maior tendência para fraturas altas (p=0,01).
