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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise multitemporal da sustentabilidade de uma comunidade extrativista no estuário amazônico
    (Universidade Federal do Pará, 2022-04-08) NASCIMENTO, Thaylana Pires do; CATTANIO, José Henrique; http://lattes.cnpq.br/1518769773387350; https://orcid.org/0000-0001-8335-9593
    Dentre os ecossistemas existentes no bioma Amazônia existe as planícies de inundação (floresta ombrófila densa aluvial conhecida como floresta de várzea do estuário), onde habitam comunidades tradicionais, como os indígenas, quilombolas, seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco-de-babaçu e os ribeirinhos. As principais atividades econômicas realizadas nestas florestas de várzea são o extrativismo vegetal, principalmente coleta de frutos de açaí, extração de palmito e madeira, pesca artesanal e captura de camarão. O objetivo dessa pesquisa foi avaliar as mudanças em relação ao uso sustentável da Área de Proteção Ambiental da Ilha do Combú (APA Ilha do Combú), relacionando à atual economia proveniente dos produtos florestais não madeireiros com as estratégias econômicas utilizadas pelos ribeirinhos em um recorte temporal de 30 anos. A metodologia empregada foi pesquisa de campo a partir de entrevistas com aplicação de questionários semiestruturados em 10 famílias chaves. Levantou-se os benefícios e as desvantagens da criação da APA Combú, onde o amento do número de bares e restaurantes parece estar indo contra os anseios da população local. Concluiu-se com a confirmação da hipótese de que a intensificação do manejo do açaí nas propriedades resultou em aumentando da rentabilidade dos moradores da Ilha em relação ao que era alcançado em 1990. Entretanto, isto resulta em uma maior dependência deste produto em detrimento dos outros PFNM elencados em 1990.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Diversidade no uso e manejo de fogo por agricultores na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2022-06-08) SANTOS, Ian Paulo Monteiro; SILVA, Fernando Elias da; http://lattes.cnpq.br/7374917289764220; https://orcid.org/0000-0001-9190-1733; FERREIRA, Joice Nunes; http://lattes.cnpq.br/1679725851734904; https://orcid.org/0000-0002-4008-2341
    O uso indiscriminado do fogo vem se tornando um problema global devido ao aumento da incidência e severidade dos incêndios relacionados, principalmente, às mudanças climáticas. A Amazônia brasileira era um bioma livre de fogo, porém tem experimentado incêndios cada vez mais frequentes e intensos. O uso e manejo do fogo é histórico e bastante variável, especialmente na prática da agricultura. Diante disso propõe-se nessa dissertação avaliar o uso e manejo do fogo por diferentes tipos de agricultores (familiares e patronais) em duas regiões distintas na Amazônia Oriental. A coleta de dados foi feita em 2010 pela Rede Amazônia Sustentável (RAS) e em 500 propriedades rurais, distribuídas em 18 microbacias hidrográficas em cada região. Para comparar a diversidade de práticas de uso e manejo do fogo entre os produtores e as regiões, utilizouse a análise PERMANOVA. Em ambas as regiões, predomina o uso do fogo e os agricultores familiares foram aqueles que tiveram proporção de uso maior em comparação aos patronais. Entretanto, o uso do fogo foi também realizado pelos agricultores maiores de ambas as regiões. As duas finalidades principais para usar o fogo foram preparar a terra antes de implantar agricultura e realizar o manejo de pastagens degradadas. As capoeiras ou florestas secundárias (<20 anos) foram o tipo de vegetação mais usado, embora florestas primárias e capoeiras mais velhas também tenham sido usadas. A maioria dos agricultores construiu aceiros e queimou contra o vento, porém também usou o fogo no período mais quente do dia (entre 12h-15h) e antes das primeiras chuvas na região No momento da queima, os agricultores de ambas as regiões recebem auxílio humano, que ocorre predominantemente por pessoas da própria propriedade. Esse uso dominante do fogo na Amazônia reflete o padrão observado nas diferentes regiões tropicais, principalmente relacionado à agricultura itinerante. Observou-se, também, uma incompatibilidade entre o manejo realizado pelos agricultores e aquele recomendado por especialistas ou pela lei. A necessidade da adaptação da lei brasileira quanto às práticas de queimadas locais é emergente, já que ela pode tornar essa prática inviável. Espera-se com esse estudo contribuir para a elaboração de normas de uso e manejo do fogo que sejam mais adaptadas às realidades específicas de cada região e de cada produtor.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Diversidade no uso e manejo de fogo por agricultores na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2022-06-08) SANTOS, Ian Paulo Monteiro; SILVA, Fernando Elias da; http://lattes.cnpq.br/7374917289764220; https://orcid.org/0000-0001-9190-1733; FERREIRA, Joice Nunes; http://lattes.cnpq.br/1679725851734904
    O uso indiscriminado do fogo vem se tornando um problema global devido ao aumento da incidência e severidade dos incêndios relacionados, principalmente, às mudanças climáticas. A Amazônia brasileira era um bioma livre de fogo, porém tem experimentado incêndios cada vez mais frequentes e intensos. O uso e manejo do fogo é histórico e bastante variável, especialmente na prática da agricultura. Diante disso propõe-se nessa dissertação avaliar o uso e manejo do fogo por diferentes tipos de agricultores (familiares e patronais) em duas regiões distintas na Amazônia Oriental. A coleta de dados foi feita em 2010 pela Rede Amazônia Sustentável (RAS) e em 500 propriedades rurais, distribuídas em 18 microbacias hidrográficas em cada região. Para comparar a diversidade de práticas de uso e manejo do fogo entre os produtores e as regiões, utilizou￾se a análise PERMANOVA. Em ambas as regiões, predomina o uso do fogo e os agricultores familiares foram aqueles que tiveram proporção de uso maior em comparação aos patronais. Entretanto, o uso do fogo foi também realizado pelos agricultores maiores de ambas as regiões. As duas finalidades principais para usar o fogo foram preparar a terra antes de implantar agricultura e realizar o manejo de pastagens degradadas. As capoeiras ou florestas secundárias (<20 anos) foram o tipo de vegetação mais usado, embora florestas primárias e capoeiras mais velhas também tenham sido usadas. A maioria dos agricultores construiu aceiros e queimou contra o vento, porém também usou o fogo no período mais quente do dia (entre 12h-15h) e antes das primeiras chuvas na região No momento da queima, os agricultores de ambas as regiões recebem auxílio humano, que ocorre predominantemente por pessoas da própria propriedade. Esse uso dominante do fogo na Amazônia reflete o padrão observado nas diferentes regiões tropicais, principalmente relacionado à agricultura itinerante. Observou-se, também, uma incompatibilidade entre o manejo realizado pelos agricultores e aquele recomendado por especialistas ou pela lei. A necessidade da adaptação da lei brasileira quanto às práticas de queimadas locais é emergente, já que ela pode tornar essa prática inviável. Espera-se com esse estudo contribuir para a elaboração de normas de uso e manejo do fogo que sejam mais adaptadas às realidades específicas de cada região e de cada produtor.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Manejo de reserva da biosfera superposta a terras indígenas: transições para uma governança pluriversal
    (Universidade Federal do Pará, 2022-04-07) RIVERA ANGEL, Fredy Alexis; SIMONIAN, Ligia Terezinha Lopes; http://lattes.cnpq.br/6620574987436911; https://orcid.org/0000-0001-6690-7244
    Este trabalho discute a necessidade de incorporar a ontologia política na administração de Áreas Protegidas superpostas a terras indígenas para eliminar os desentendimentos entre os agentes da modernidade e as comunidades tradicionais. A importância do estudo desses processos reside em que muitas das áreas protegidas do mundo se encontram superpostas a terras de comunidades tradicionais. Pretende-se com este estudo analisar o desenvolvimento e a dinâmica do manejo da Reserva da Biosfera El Tuparro na Colômbia em zonas de fronteira com a Venezuela no Escudo Guianês. O problema investigado foi o desentendimento entre as diferentes partes envolvidas no manejo dessa reserva de biosfera, ante a presença de conflitos entre comunidades indígenas, Estado e outros atores externos, especialmente pela exploração de recursos naturais nessas terras indígenas. As bases metodológicas dessa atividade se sustentaram no uso de métodos mistos ou multimetodologia, especialmente através da combinação de métodos de coleta de dados e de pesquisa. Como método de procedimento, utilizou se o estudo de caso fazendo a abordagem através de um estudo etnográfico. Os resultados apontam que a sociedade civil subalterna não é incorporada de maneira ampla e sólida nos círculos de governança. Estado, por um lado, e camponeses, pescadores, organizações locais e comunidades tradicionais, por outro, não convivem nos espaços de governança através de relações de poder equitativo. São muitos os problemas enfrentados na governança da Reserva da Biosfera El Tuparro, especialmente pela ausência de uma estrutura clara e eficiente, que permita guiar e clarificar as responsabilidades de cada um dos atores legais, mas também pela presença de uma variedade de atores bastante heterogênea com diferentes interesses, colocando em risco o equilíbrio entre conservação e desenvolvimento. As comunidades mais oprimidas — indígenas, camponeses e pescadores — não são enxergados como potenciais parceiros no manejo e se acredita demasiado em que o único conhecimento válido seja o conhecimento científico que detêm os funcionários do governo. A participação cidadã não tem passado de uma simples consulta e, em alguns casos, nem sequer têm sido levadas em conta as comunidades indígenas, o que não ajuda na resolução de conflitos na área protegida. Os principais ganhos do turismo não ficam nas comunidades e se faz necessário gerar proveitos tanto para a população local como no concernente à proteção da biodiversidade. Concluiu-se, em síntese, que, na Reserva da Biosfera El Tuparro, desenvolveu-se um manejo do tipo “governança pelo governo”, uma governança caraterizada pela exclusão de amplos grupos sociais e onde não cabe realidades diferentes às observadas pelas instituições públicas e pelas organizações não governamentais parceiras, ou seja, deixando de fora a sociedade civil subalterna. As leituras da realidade que fazem as comunidades camponesas, indígenas ou de pescadores não são levadas em conta na governança da reserva de biosfera e essas realidades são reduzidas à realidade enxergada pelos órgãos públicos no departamento do Vichada.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Manejo místico
    (Universidade Federal do Pará, 2018) BARBOSA, Rafael Grigorio Reis; SOUSA, Géssica Silva de
    Mãos múltiplas para engravidar a terra, roçar, plantar, colher as folhas. Mãos místicas para macerar o encanto, o sumo de ervas e sabedorias. Mãos dos ancestrais, índios, negros, guerreiros, caboclos, reis e rainhas nos gestos das mães de santo. Quem guarda essa memória na voz e entre os dedos? Mãe Ângela, o Tempo quer apagar sua história e a História não sabe do seu tempo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Quando os paus de fruta da mata viram plantas: o amálgama entre a agricultura e floresta na Resex Arióca Pruanã, Oeiras do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2012-08-30) SILVA JUNIOR, Amintas Lopes da; SANTOS, Sonia Maria Simões Barbosa Magalhães; http://lattes.cnpq.br/2136454393021407; SABLAYROLLES, Maria das Graças Pires; http://lattes.cnpq.br/0250972497887101
    O presente estudo consiste em uma investigação, empreendida a partir de uma abordagem qualitativa, acerca do uso alimentar de espécies vegetais silvestres pelos moradores da vila de Melancial, uma das maiores aglomerações humanas da Reserva Extrativista Arióca Pruanã, no Estado do Pará. As espécies vegetais silvestres alimentícias levantadas são todas produtoras de frutos comestíveis. Foram registradas as práticas de manejo, coleta, preparo e consumo destas espécies, assim como o papel dos membros da família em cada uma das etapas mencionadas. Foram empreendidos esforços no sentido de compreender os fatores que levam as pessoas a coletar e consumir estas espécies e de registrar o conhecimento que as pessoas detêm sobre elas. Além disso, buscou-se verificar se estas espécies se encontram de alguma forma ameaçadas. Constatou-se que as estratégias de obtenção de alimentos são diversificadas em Melancial e se coadunam em um calendário complexo que inclui atividades como agricultura, pesca, criação de animais, caça, coleta de frutas silvestres e compra de rancho. Entretanto, se estas atividades têm em comum assegurar o acesso à alimentação, também se encontram imbricadas nas práticas cotidianas, que, em seu conjunto, resultam no manejo da paisagem. O repertório de conhecimentos necessários à manutenção dos modos de vida dos moradores de Melancial extrapola aquele estritamente relacionado às espécies da flora e da fauna. Este arcabouço inclui ainda a capacidade de analisar fenômenos climáticos, pedológicos, topográficos e hidrográficos, em um contexto marcado por distintas práticas e eventos sociais, além de formas de apropriação dos recursos. Fatores como o apreço pelas frutas e a manutenção de vínculos de pertencimento e identidade condicionam tanto quanto fatores fisiológicos e econômicos a opção pelas frutas silvestres na dieta das famílias. A divisão sexual do trabalho se evidencia sutilmente nas etapas de manejo, coleta, preparo e consumo das frutas silvestres. À exceção da exploração madeireira, não pairam ameaças sobre as espécies vegetais silvestres de uso alimentício. O domínio sobre o território parece estar se circunscrevendo cada vez mais aos limites da área comunitária. Os terreiros e sítios se destacam enquanto interface entre agricultura e extrativismo. A agricultura depende da floresta e a reconfigura em capoeiras e sítios, assim como a floresta se insinua nos terreiros à medida que espécies vegetais silvestres são aí introduzidas por mãos humanas. O resultado deste manejo é o agroflorestamento da paisagem, face visível do amálgama entre agricultura e floresta.
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