Navegando por Assunto "Mangueira Community"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Comunidades quilombolas amazônicas e a pandemia da COVID-19: um estudo de caso de Mangueiras e Salvá, em Salvaterra, na Ilha de Marajó, Pará(Universidade Federal do Pará, 2025-08-26) SOUZA, Luciana Otoni de; CORBIN, Hisakhana Pahoona; http://lattes.cnpq.br/3256845970027095; SIMONIAN, Ligia Terezinha Lopes; SILVA, Marilena Loureiro da; CASTRO, Nádile Juliane Costa de; STAEVIE, Pedro Marcelo; http://lattes.cnpq.br/6620574987436911; http://lattes.cnpq.br/7261982145077537; http://lattes.cnpq.br/2532971599666350; http://lattes.cnpq.br/4663239871125043; https://orcid.org/0000-0001-6690-7244; https://orcid.org/; https://orcid.org/0000-0002-7675-5106; https://orcid.org/Este estudo investigou os desafios enfrentados pelas comunidades quilombolas Mangueiras e Salvá, localizadas na Ilha de Marajó, no estado do Pará, região Amazônica. A pesquisa concentrou-se na vulnerabilidade socioeconômica e na falta de acesso a serviços básicos de saneamento e saúde, condições agravadas pela pandemia da COVID- 19. Foi adotado o método misto, utilizando a estratégia de estudo de caso múltiplo, fundamentada em trabalho de campo que incluiu entrevistas semiestruturadas, observação participante e registros audiovisuais. A análise dos dados combinou ferramentas estatísticas, análise de conteúdo e o software IRAMUTEQ. Também foi realizada avaliação dos determinantes sociais de saúde (DSS) das duas comunidades por meio do modelo MANSAL e da matriz SWOT. Os participantes da pesquisa foram lideranças comunitárias, moradores e representantes locais de grupos ligados à cultura, educação, saúde e pajelança. Os resultados indicaram que vulnerabilidades históricas foram intensificadas durante a pandemia, devido ao acesso precário à saúde formal, com serviços médicos e infraestrutura limitados. Plantas e ervas medicinais foram utilizadas como alternativas no tratamento e prevenção de sintomas da COVID-19. Conclui-se que são necessários estudos futuros que contemplem o período pós-COVID e novos elementos, de modo a promover diálogos relevantes para essas populações e para a ciência.
