Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Maracanã - PA"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 5 de 5
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação e comparação de projetos comunitários de ostreicultura localizados no nordeste paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2009) HOSHINO, Priscila; MCGRATH, David Gibbs; http://lattes.cnpq.br/4373475491613670
    A aqüicultura vem sendo caracterizada como estratégia para minimizar a redução do pescado. no Pará, a ostreicultura foi implantada em 2003 como oportunidade de ocupação e renda no litoral nordeste paraense, em 2005 esta iniciativa foi estendida para outras comunidades com diferentes níveis de familiaridade com o molusco, seja pelo apoio na realização de pesquisas no setor ou pela atividade extrativista. A pesquisa avaliou o desempenho da ostreicultura comunitária no estado do Pará, foram estudados três projetos com pelo menos dois anos em atividade e com diferentes níveis de preservação e atividade extrativista de ostra. A implantação dos primeiros cultivos ocorreu simultaneamente e com similaridade de apoio institucional, mas com diferentes desempenhos, as principais dificuldades dos produtores é de obter licença para atividade e a necessidade de cuidados com a variação de maré. É necessário que estudos de viabilidade sejam mais rígidos, com maior comprometimento das instituições interessadas no setor em realizar as ações que as compete, realizar eventos onde possam ser disseminadas informações e discutidos os gargalos da aqüicultura no Pará e a formação de uma sólida rede de parceiros para capacitar os grupos na organização, gestão das atividades e auxilio no acesso ao mercado. Os criadores de ostras, na sua maioria, são pequenos agricultores, pescadores artesanais, que têm na ostreicultura uma forma de suplementar a renda familiar, ao mesmo tempo como uma maneira de conseguir alimento para seus familiares. No entanto, a ostreicultura é uma atividade secundária para os mesmos, pois ainda não oferece condições de mantê-los. Mas vários criadores já declararam que a partir do momento que conseguirem aumentar a produção de ostras se dedicarão exclusivamente a essa atividade.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Comunidades tradicionais em áreas litorâneas da Amazônia: estudo sobre desenvolvimento local em Vila Mota, Pará, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2014-04) PINHEIRO, José Olenilson Costa; DARNET, Laura Angélica Ferreira
    O trabalho apresenta a dimensão socioeconômica em Vila Mota, no município de Maracanã, Pará, e seu reflexo no processo de desenvolvimento local, entendido como satisfação das necessidades humanas fundamentais. Vila Mota é uma comunidade tradicional pesqueira situada na Reserva Extrativista Marinha de Maracanã (RESEX Maracanã). As condições de vida do lugar foram observadas e analisadas com base em alguns indicadores que compõem o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e suas variantes, sendo identificados fatores limitantes e potencializadores para o desenvolvimento local. Em 2007, foram pesquisadas 72 famílias, compondo uma amostra de 48% do total então existente. Os resultados obtidos indicaram que a economia doméstica ficava comprometida nas famílias que desenvolviam como única atividade produtiva a pesca artesanal, haja vista que os rendimentos monetários para 62,5% dessas famílias mostraram-se inferiores a um salário mínimo. As condições de educação e os recursos naturais existentes eram fatores potenciais para o desenvolvimento, embora a grande maioria dos moradores desconhecesse as finalidades da RESEX Maracanã. A ausência da cultura de cooperação e de associação, a falta de uma estrutura de produção, transporte e comercialização, além da deficiência dos serviços de saúde, eram reflexos de uma baixa capacidade organizativa, que impactava diretamente o desenvolvimento da comunidade.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Eficiência de diferentes abordagens metodológicas e caracterização das associações macrobentônicas estuarinas da zona costeira amazônica
    (Universidade Federal do Pará, 2009-06-10) MONTEIRO, Viviane Ferreira; ROSA FILHO, José Souto; http://lattes.cnpq.br/3223362071251898
    As associações macrobentonicas estuarinas de regiões costeiras amazônicas foram caracterizadas usando diferentes aberturas de malha e profundidades de amostragem. As amostragens aconteceram na ilha de Algodoal e península de Ajuruteua (PA), nos períodos chuvoso e seco (junho e dezembro de 2007, respectivamente), nos habitats borda do mangue, mangue, areno-lamoso e arenoso. Em cada habitat foram coletadas oito amostras biológicas, utilizando tubo cilíndrico de 0,0079 m², assim como amostras para caracterização do substrato (textura, umidade e concentrações de matéria orgânica), e concentrações de clorofila a e feopigmentos. Cada amostra biológica foi dividida em três estratos (0-5, 5-10 e 10-20 cm), sendo cada estrato peneirado em malhas de 1,0, 0,5, 0,3 e 0,25 mm de abertura. Foram utilizadas técnicas univariadas (ANOVA) e multivariadas (MDS, ANOSIM, SIMPER e BIOENV) para a analise dos dados. A macrofauna foi composta por 68 táxons com dominância de Annelida (Tubificidae e Capitellidae). As malhas de 0,3 e 0,25 mm foram as mais eficientes na retenção de organismos e espécies, enquanto a malha de 1,0 mm perdeu quantidades significativas de organismos, sobretudo de Tubificidae. As amostras coletadas a 10 e 20 cm de profundidade não diferiram significativamente quanto numero de táxons e organismos. Foram observadas variações espaciais significativas na estrutura da macrofauna entre habitats em ambos os locais e ocasiões de amostragem, com densidade e riqueza superiores nos habitats lamosos. As variáveis ambientais mais correlacionas com a fauna foram a quantidade de argila, a concentração orgânica e o teor de umidade nos sedimentos. Foi possível concluir que: 1. A fauna bentônica na ilha de Algodoal e península de Ajuruteua foi composta por poucos táxons, sendo eles tipicamente estuarinas e de pequenas dimensões, dominada por Annelida; 2. para a caracterização da macrofauna bentônica e necessário a tomada de amostras somente ate a profundidade de 10 cm de sedimento e o peneiramento em malha de 0,3 mm de abertura; 3. os habitats lamosos tiveram geralmente maiores densidades e riqueza; 4. apenas na ilha de Algodoal se observou variação temporal na estrutura da macrofauna; 5. a quantidade de argila, feopigmentos e teor de umidade nos sedimentos foram os principais fatores responsáveis pela estruturação da fauna.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estrutura populacional, uso de ambientes e crescimento corporal de Rhinoclemmys punctularia punctularia (DAUDIN, 1801), na Ilha de Algodoal/Maiandeua, Maracanã, Pará, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2010-02-26) FIGUEIREDO, Manoela Wariss; PEZZUTI, Juarez Carlos Brito; http://lattes.cnpq.br/3852277891994862; ISAAC, Victoria Judith; http://lattes.cnpq.br/3696530797888724
    Para Rhinoclemmys punctularia punctularia (DAUDIN, 1801), até o presente trabalho, não existiam estudos mais aprofundados que abordassem sua ecologia em ambiente natural. Em geral, os trabalhos existentes são baseados em poucos registros em diferentes locais de abrangência da espécie e dados de animais em de cativeiro, tais trabalhos descrevem a espécie como generalista em relação à sua alimentação e ao uso de ambientes. Este estudo teve como objetivo avaliar o uso de ambientes, a estrutura populacional e estimar as constantes de crescimento de Rhinoclemmys punctularia punctularia na Ilha de Algodoal/Maiandeua. Como metodologia foram realizadas pescarias experimentais em diferentes ambientes da APA de Algodoal/Maiandeua, entre os anos de 2008 e 2009. Dos ambientes amostrados foram capturados espécimes somente ambientes sem influência de águas marinhas e com abundantes recursos alimentares, tais como frutos de Annona sp. e Chysobalanus sp.. Dos ambientes utilizados por R. p. punctularia (igapó, poças temporárias e lagoas de região de planície), os maiores rendimentos foram encontrados nos lagoas de região de planície, onde há uma maior disponibilidade de frutos de Annona sp. e Chysobalanus sp nos corpos d’água que a espécie ocupa. A população de R. p. punctularia em Algodoal/Maiandeua é composta principalmente por indivíduos adultos e é levemente desviada para fêmeas (0.43 machos). O comprimento médio das fêmeas é de 195.42±18 mm (amplitude de 43-226 mm) (n=68) enquanto os machos é de 167±12.7 mm (amplitude de 133-197mm) (n=64), sendo as fêmeas estatisticamente maiores que os machos (U=454.02; GL= 132; p=0.0001; n=132). Em ambos os sexos houve uma relação significativamente negativa entre a taxa de crescimento e comprimento da carapaça. Através do modelo de von Bertallanfy foi estimado um valor de k=0.19 ano-1 para os machos e de k=0.16 ano-1 para as fêmeas, já os valores de L∞ foram de 207.36 mm e 237.89 mm para os machos e para as fêmeas, respectivamente. Ao alcançarem o CRC de 237 mm para as fêmeas e de 207 mm para os machos, a espécie atinge a idade de aproximadamente 33 anos em ambos os sexos.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo morfoestratigráfico e sedimentológico dos depósitos holocênicos da planície costeira de Maracanã – NE do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2007-03-15) CARVALHO, Charles de Almeida; EL-ROBRINI, Maâmar; http://lattes.cnpq.br/5707365981163429
    A Planície Costeira de Maracanã (PCM) está inserida no litoral de "falsas rias" do nordeste do Estado do Pará, e desenvolvida sobre os sedimentos terciários das Formações Barreiras e Pirabas e quatemários do Pós-Barreiras. A PCM sofre influência de macro-marés (>4m de amplitude). A planície de Maracanã está compartimentada em três domínios geomorfológicos distintos: (1) o Planalto costeiro, que corresponde às falésias (ativas e inativas) e às plataformas de abrasão esculpidas nas lateritas da Formação Barreiras e exposição do calcário da Formação Pirabas; (2) a Planície Costeira, na qual estão inseridos os campos de dunas costeiras e de Paleodunas, as praias (praia de flecha-barreira), a planície de maré lamosa (manguezais), a planície arenosa (barras arenosas), a planície de crista de praia, delta de maré vazante e lagos, e; (3) a Planície Estuarina, que compreende o funil estuarino, canal de maré e a planície de inundação. Na PCM foram identificadas nove unidades morfostratigráficas: (1) Planície de Maré Lamosa (Manguezais), (2) Barra em Pontal, (3) Planície Arenosa, (4) Dunas atuais, (5) Paleodunas (6) Praia, (7) Delta de maré vazante, (8) Planície de Crista de praia e (9) Lagos. A estas unidades estão associadas três fácies estratigráficas: (1) Fácies Areia e Lama de Barra em Pontal (arenosa e lamosa), com intercalação (acamamento heterolítico) entre as camadas de argila e areia de coloração cinza esverdeada e cinza claro a esbranquiçada, respectivamente, (2) Fácies Areia Marinha, que se desenvolve sobre os manguezais de inframaré, sendo constituída por areias de coloração cinzaoliva-clara (areias de cordões de planície de praia) e, coloração cinza amarelado (areias de praias atuais) e, (3) Fácies Areia com Lama Estuarina, constituindo uma intercalação de camadas de espessuras variáveis (25 a 0,5 em), com lama de colorações cinza escura (rica em matéria orgânica e restos vegetais) e cinza esverdeada. Três seqüências deposicionais foram caracterizadas na PCM: (1) Sucessão Marinha Transgressiva Basal (51); (2) Sucessão Marinha Regressiva (52) e Sucessão Marinha Transgressiva Atual (53). A sucessão transgressiva 51 é caracterizada por apresentar na base areia grossa a média (canal de maré), e logo após, lama escura, com fragmentos e restos vegetais (rica em matéria orgânica), classificada como argila areno siltosa Na base, as areias médias a grossas apresentam-se moderadamente selecionadas, entretanto no topo, as areias finas a medias são muito bem seleciona das, e assimetria levemente negativa. A distribuição dos argilominerais mostrou-se de forma homogênea, com médias percentuais de 45, 37 e 18% de caulinita, ilita e esmectita, respectivamente. Estas porcentagens mantiveram a mesma proporção entre eles ao longo da sucessão. Os minerais pesados apresentaram maior concentração nas fácies essencialmente arenosas (fácies de praia), no entanto, a quantidade relativa desses minerais apresentou um leve aumento no sentido base - topo dessa seqüência, com valores maiores de zircão (56%), estaurolita (19%) e epidoto (8%). Esta seqüência marca a deposição de lama estuarina e areia e lama marinha em nível de mar transgressivo. A Seqüência Regressiva 52 é constituída na base por areias finas a muito finas, bem selecionadas e aproximadamente assimétricas, classificadas corno areia argilosa (planície arenosa). Os argilominerais são representados por um leve aumento da esmectita (39 para 51%) e urna diminuição da caulinita, no sentido base-topo do depósito de planície de maré lamosa. Na barra em pontal constituída por areia e lama, o mineral pesado predominante foi a estaurolita (44%), o zircão (35%) e a turmalina (9%), enquanto que na base da seqüência (areia), tem-se o zircão (39%) e a estaurolita (27%). É caracterizada por urna seqüência regressiva marinha basal, onde, possivelmente o nível do mar estava em fase regressiva, evoluída a partir do planalto costeiro, constituindo depósitos progradacionais sobre a sequencia S1. A Seqüência Transgressiva S3 corresponde as unidades de dunas atuais (topo), praia de flecha-barreira e barras arenosas e lamosas (base). O deposito de dunas costeiras atuais apresenta estratificações cruzadas com leve inclinação e laminações finas de lama. O deposito de praia apresenta estratos cruzados de baixo angulo. O depósito de barras arenosas apresenta uma estrutura maçica, e as vezes, uma leve bioturbação. As areias finas a muito finas são predominantemente quartzosas, com grãos bem selecionados, e granocrescência descendente. O teor de minerais pesados apresentou uma leve diminuição da base para o topo, com valores de 41% (estaurolita), 37% (zircão), 10% (cianita), 7% (turmalina) e depois 32, 39, 9 e 11%, respectivamente para os mesmo minerais, na base da sucessão. A composição dos minerais pesados, juntamente com as características texturais, evidenciam uma maturidade dos sedimentos e as feições dos grãos de turmalina e zircão (arredondados) mostram que os sedimentos sofreram longo transporte, retrabalhamento ou intensa abrasão. Os parâmetros granulométricos e a distribuição mineralógica revelaram um comportamento muito homogêneo, não sendo possível determinar e desenhar limites claros entre as sequencias estratigráficas, ou na contribuição continental ou marinha do suprimento sedimentar na PCM. A presença de feições morfológicas (cheniers, feições de paleocanais, e paleodeltas, e outras) e as características estratigráficas (conteúdo mineralógico, fácies sedimentares, estruturas, cor, etc,.) sugerem a ocorrência de oscilações do nível do mar e migração da posição de linha de costa. A presença de depósitos de ambiente transição (planície de maré) mostra as evidências estratigráficas na região. A PCM, assim como outras áreas costeiras do nordeste do Estado do Pará (Bragança, Salinópolis e Marapanim), descritos por Souza Filho (1995), Silva (1996) e Silva (1998), esta em processo atual de transgressão (extensas planícies arenosas e praias).
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA