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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Aves da marujada: a ultilização de penas na confeccão do chapéu da maruja
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05) SANTOS, Ana Mabell Seixas Alves
    Este trabalho objetiva compreender a utilização de penas de aves como matéria-prima fundamental para a confecção do chapéu da maruja em Bragança-PA, enfatizando a relação entre as artesãs que produzem os chapéus e os animais escolhidos para este fim. A preferência por uma espécie de pato, que implicou no gradual desuso de penas de outras aves – tais como guarás, garças e galinhas – obedece a critérios de ordem prática e estética que tem afetado a cadeia produtiva do chapéu ao longo dos anos. A obtenção e o sacrifício das aves, bem como a escolha e retirada das penas e o posterior tratamento necessário à sua durabilidade são marcados por uma relação que revela nuances de animização e modos distintos de lidar com a religiosidade. A dualidade entre os elementos humano e o não humano resulta na materialização do saber artesanal e na vivência de um ofício algumas vezes descrito como devocional. O trabalho foi desenvolvido com base em trabalho de campo, com entrevistas a cinco artesãs, e na produção bibliográfica sobre cultura material, da qual é possível destacar Miller (2010) e Hall (2003).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O corpo velho no retumbão da marujada: des/com/passos antrópicos bragantinos
    (Universidade Federal do Pará, 2021-12-20) SOUZA, Hildeana Nogueira Dias; ANJOS, Francisco Valdinei dos Santos; http://lattes.cnpq.br/5035093639365870; RAMOS, João Batista Santiago; http://lattes.cnpq.br/8078757512392983
    O presente trabalho é resultado de uma pesquisa sobre a Marujada de Bragança. Trata-se de uma manifestação cultural e religiosa, parte importante da Festa de São Benedito. Esta manifestação despertou em mim o desejo de pesquisar e explorar a questão do corpo velho na dança do Retumbão da Marujada em Bragança/PA. O estudo foi realizado no município de Bragança, nordeste do Pará, com pessoas idosas da Irmandade de São Benedito. Os dados foram coletados em meio à pandemia ocasionada pela COVID-19. Em dezembro de 2020, foram realizadas as primeiras entrevistas, as demais foram efetivadas durante os meses de janeiro a junho de 2021, totalizando 12 sujeitos entrevistados, homens e mulheres, na faixa etária de 60 a 84 anos. A pesquisa teve como objetivo geral, investigar as memórias que constroem/sustentam as identidades de pessoas velhas, no sentido de resgatar nas memórias de suas trajetórias na Marujada. Para atingir tal objetivo foi realizado um estudo de abordagem qualitativa. As técnicas utilizadas foram de levantamento bibliográfico, observação direta e entrevistas baseadas na história oral como técnica de produção de dados. A relevância deste trabalho se evidencia pela possibilidade de discutir sobre as vertentes do corpo velho e contribuir para a reflexão sobre a importância da memória, como forma de ouvir os velhos e consequentemente, contribuindo teoricamente para a vivência de melhor qualidade de vida na velhice.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    (Des)silenciando os rastros da marujada de São Benedito em crônicas da revista Bragança ilustrada
    (Universidade Federal do Pará, 2013-06) ALENCAR, Larissa Fontinele de
    Propõem-se a análise das crônicas “O Esperado” de Lobão da Silveira e “O Chamado” de Jorge Ramos, ambas publicadas na década no ano de 1952, na revista Bragança Ilustrada, a partir da suposição do silenciamento de rastros reminiscentes ao período de escravidão dos negros e à religião afrodescendente no Brasil, que produzem múltiplos indicadores de uma resistência silenciosamente observada em códigos literários que omitem as evidências de uma cultura originariamente africana sincretizada com o catolicismo dominante na época do Brasil-Colônia. Deste modo, ressaltaremos estudos do rastro e do silêncio, assim como uma breve discussão teórica sobre a memória, dialogando com uma abordagem etnográfica sobre a Marujada de São Benedito de Bragança-Pa para, em seguida, analisarmos as crônicas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A indumentária da maruja como " tela de representação" na devoção da Beneditina em Bragança - PA
    (Universidade Federal do Pará, 2017-06) SANTOS, Ana Mabell Seixas Alves; SARAIVA, Luis Junior Costa
    Este artigo é parte de uma pesquisa desenvolvida para uma Dissertação de Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Linguagens e Saberes na Amazônia (PPLSA-UFPA), e tem por tema uma contextualização do conceito de “tela de representação” proposto por Hall (2003). Este conceito trata da utilização, pela cultura negra, do corpo como capital cultural devido à impossibilidade de outros recursos expressivos no sistema escravista e na dominação eurocêntrica durante a diáspora. Compreendemos a figura da maruja em Bragança-PA, que resulta de uma devoção fundada na cidade por negros escravizados no final do século XVIII e marcada por tensões de poder, como uma tela de representação. Deste modo, a indumentária da maruja articula repertórios africanos com elementos do catolicismo, comunica identidades, corporifica a fé em São Benedito e delimita espaços no contexto da festividade do santo preto.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Narrativas de crianças sobre o saber/fazer em festas amazônicas: o caso da marujada de São Benedito e São Sebastião em Tracuateua/PA
    (Universidade Federal do Pará, 2021-03) SILVA, Dilma Oliveira da; CARVALHO, Nazaré Cristina
    O estudo tem como objetivo analisar os saberes e os fazeres vivenciados pelas crianças durante a festa da marujada no município de Tracuateua/PA. A problemática fomentada norteou-se pela seguinte pergunta: qual a percepção das crianças da marujada de Tracuateua/PA sobre os saberes/fazeres dessa festividade? Para isso, foi necessário discutir as categorias cultura, educação, saberes e infância sobre novos olhares na perspectiva da cultura representada como “teia de significados” construídos nas relações sociais dos homens; a educação como uma “fração dessa cultura” e que pode ser desenvolvida em diferentes lugares com diversos grupos sociais; os saberes enquanto um aprendizado transmitido entre gerações numa heterogeneidade de fazer; a infância foi analisada à luz da “sociologia da infância”, compreendendo a criança como protagonista de suas vivências. Este estudo teve como intérpretes 16 (dezesseis) crianças, sendo 10 (dez) meninas e 6 (seis) meninos, com faixa etária entre 6 (seis) e 12 (doze) anos de idade, participantes da festa. O percurso metodológico foi caracterizado pela abordagem qualitativa com técnicas de pesquisa como rodas de conversas, observação, diários de campo, registros fotográficos e a dinâmica com desenhos. Dessa forma, partindo da diversidade de conhecimento construídos no cotidiano da marujada identificou-se saberes e fazeres inerentes a festa vivenciados e partilhados do/pelo movimento entre marujos e marujas de diferentes gerações por meio da escuta, da observação e da oralidade.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O sagrado em preto e branco: um recorte da festa de são Benedito
    (Universidade Federal do Pará, 2019-09) SERRA NETTO, Helio Figueiredo da
    A festa de São Benedito, conhecida como Marujada, ocorre todo mês de dezembro na cidade de Bragança no estado do Pará. Uma das características estéticas desse evento se manifesta na vestimenta dos devotos, conhecidos como marujos. O chapéu peculiar, a roupa branca, os pés descalços e os detalhes em vermelho (ou azul), criam a identidade dessa manifestação e constituemse como uma expressão imagética única. Ainda que as cores sejam predominantes nessa manifestação cultural, chamando a atenção de grande parte das pessoas que participam da festa, o objetivo deste artigo foi construir uma narrativa fotográfica que fosse além das cores e, ao se construir imagens em preto e branco, procurou-se captar o mais profundo da festa: a relação com o sagrado. Este artigo é um desdobramento de tese de doutorado que buscou refletir sobre a relação com o excesso tecnológico que vivenciamos hoje e como certas imagens podem nos redimir da violência nele embutida. Todas as imagens são de autoria do titular do artigo e foram construídas na Marujada do ano de 2015.
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