Navegando por Assunto "Massacre"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) “Bandido bom é bandido morto”? análise do discurso crítica aplicada a reações sobre chacinas publicadas pelo jornal Diário Online em sua página no Facebook(Universidade Federal do Pará, 2020-06) LEITE, Vivianne Carolina Oliveira de Sousa; ALENCAR, Breno Rodrigo de OliveiraEste trabalho apresenta os resultados de uma pesquisa sobre as reações de internautas ao noticiário da violência em redes sociais, em particular aquelas relacionadas às chacinas de Belém (2014), Tapanã (2018) e Guamá (2019) ocorridas na cidade de Belém e publicadas pelo jornal Diário Online (DOL) em sua página no Facebook. Por meio de dele procuramos identificar padrões de reações às manchetes; analisar a intencionalidade das manchetes do jornal Diário Online; e interpretar os significados sociais em torno de reações dos usuários das redes sociais sobre o fenômeno da violência urbana na cidade de Belém. Para atingir estes objetivos fizemos uso da Análise do Discurso Crítico como metodologia de análise das reações dos internautas às manchetes sobre chacinas publicadas pelo Jornal Diário Online em sua página no Facebook entre os anos de 2016, 2017, 2018 e 2019.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Campo minado: vidas esfaceladas(1998) BARP, Wilson JoséTese Acesso aberto (Open Access) Fronteira da cidadania: cartografia da violência na Amazônia brasileira(Universidade Estadual de Campinas, 1997-12-05) BARP, Wilson José; ALMEIDA, Mauro William Barbosa de; http://lattes.cnpq.br/5681088831196646A pesquisa propõe-se como desafio a análise das diferentes formas de violência exercidas pelos diversos agentes sociais envolvidos da dinâmica de dominação e legitimação do poder na Amazônia. Concentramos a análise na Amazônia Ocidental – e particularmente no estado do Acre, o qual, em um primeiro momento, baseou-se em uma economia extrativista e, posteriormente, sofreu profundas transformações ao ser reocupado pela economia agropecuária e madeireira e por atividades urbanas, ao mesmo tempo em que a terra passa a despertar crescente interesse na forma de reservas extrativistas, parques florestais e áreas indígenas, sendo reivindicada juridicamente pelo Estado, instituições não-governamentais, proprietários e supostos proprietários. Para balizar a pesquisa – hipótese principal - a fronteira aparece como solução para transferir os excedentes populacionais. No caso da Amazônia brasileira, a ocupação da fronteira está associada a práticas da violência para determinar o controle da terra e dos recursos naturais, durante o processo de ocupação da terra por novos grupos populacionais. A fronteira amazônica foi tradicionalmente também o local de práticas de violência associadas ao controle do trabalho, ao monopólio da terra e do comércio – poder político local. Assim, a violência aponta para poder, dominação e legitimação. Mas a violência como instrumento não é privilégio da classe dominante para oprimir os dominados. Esta última, também lança mão deste instrumento para resolver suas pendências internas, ou para contrapor-se à violência da classe dominante, o que nos remete a refletir a violência como um elemento mais amplo da sociedade.
