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Navegando por Assunto "Maternidade"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo longitudinal de duplas mãe-bebê: o sofrimento psíquico na maternidade
    (Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2018-04) LOPES, Ana Beatriz Fernandes; SANTIS, Volanda Gemma Moraes; RABELLO, Silvana
    Trata-se de uma pesquisa de orientação psicanalítica no campo da Detecção Precoce de Psicopatologias Graves. Propõe um estudo longitudinal através do acompanhamento de duplas mãe-bebê numa instituição pública especializada nos cuidados à saúde da gestante, visando estudar a construção desse laço primordial e de alguns sinais de sofrimento psíquico nessa configuração. Pretende-se discutir os impasses metodológicos vividos, compartilhar achados e discutir uma concepção de sofrimento psíquico peculiar a essa etapa de vida.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Mãe adolescente e o recém-nascido pré-termo e de baixo peso: Estudo sobre cuidado, vínculo e desenvolvimento no ambiente hospitalar
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-17) FARIAS, Gabriela Ribeiro Barros de; PEDROSO, Janari da Silva; http://lattes.cnpq.br/4096274367867186; http://orcid.org/0000-0001-7602-834X; MAGALHÃES, Celina Maria Colino de; http://lattes.cnpq.br/1695449937472051; BENINCASA, Miria; REIS, Daniela Castro dos; ROJAS, Marcia de Fatima Maciel de; PINTO, Denise da Silva; http://lattes.cnpq.br/1600352232046792; http://lattes.cnpq.br/8805305887566391; http://lattes.cnpq.br/1926263861110172; http://lattes.cnpq.br/9586650002626739; https://orcid.org/0000-0003-1034-6999; https://orcid.org/0000-0002-9505-4516
    Introdução: anualmente, nascem quinze milhões de bebês de forma prematura em todo mundo, a maioria com histórico associado ao baixo peso, os quais necessitam de um suporte tecnológico e de cuidados especializados para manter sua estabilidade clínica e sobrevivência. Nestes termos, um percentual considerável destes nascimentos, advém de mulheres ainda na fase da adolescência, que também demandam um cuidado especializado e uma rede familiar de suporte para garantir uma assistência pré, peri e pós-natal segura e eficaz. Considerando as particularidades vinculadas aos dois contextos, este estudo vislumbra como se processam os aspectos relativos ao desenvolvimento neurocomportamental dos bebês, quais as necessidades de cuidado e o que permeia a relação que se estabelece entre mãe e bebê ainda no ambiente hospitalar, considerando a necessidade de internação do bebê mediante sua condição clínica e os processos que envolvem o início da maternidade quando esta ocorre ainda na fase da adolescência. Objetivo: analisar a relação entre o vínculo/apego entre mãe adolescente-bebê, o cuidado materno e o desenvolvimento neurocomportamental do bebê pré-termo e de baixo peso no ambiente de uma unidade neonatal. Método: trata-se de uma pesquisa transversal, exploratória, descritiva, de abordagem quanti-qualitativa. A pesquisa foi desenvolvida em um hospital materno infantil do norte do Brasil, referência em Método Canguru, especificamente na Unidade Canguru - UCINCa. Participaram trinta e uma díades, mães adolescentes e seus respectivos bebês pré-termo e de baixo peso. Foram aplicados os instrumentos: ficha de dados Sócio Demográficos e Clínicos; MPAS, Exame Neurológico Neonatal de Hammersmith e entrevista semiestruturada. Os dados foram analisados por meio do Teste de Correlação de Pearson e ANOVA, organizados por tabelas contendo frequência e médias (nível de significância α = 0,05 ou 5%;); para análise léxica das entrevistas utilizamos o Software Iramutec, versão 0.7 alpha2, através da Classificação Hierárquica Descendente. Resultados: os dados quantitativos indicaram boa resposta de apego materno no MAPS, padrão neuroevolutivo adequado a idade gestacional corrigida dos recém-nascidos; correlações significativas entre o padrão de apego materno aos dados sócio-demográficos, especialmente os relacionados a rede social de apoio e escolaridade materna; contudo, baixa correlação entre o desenvolvimento neurológico ao padrão de apego. Os dados qualitativos demonstrou envolvimento significativo da mãe adolescente no acompanhamento e cuidado disponibilizado a seu bebê, resgatando seu papel materno no decorrer do acompanhamento do seu bebê. Conclusão: esta pesquisa demonstrou que as variáveis maternas e clínicas do bebê apresentam relação direta com a formação do vínculo entre mãe e bebê; o padrão de desenvolvimento neurocomportamental permanece evoluindo neurologicamente independente das variáveis maternas e do bebê; o cuidado materno se estabelece mediante o envolvimento da mãe na rotina da unidade neonatal; e a maternidade adolescente mostrou similaridade sobre vínculo e cuidado quando comparada a estudos realizados com mães adultas. A rede social de apoio confere uma influência direta sobre os aspectos emocionais da mãe adolescente, reforçando assim a importância de promover o envolvimento da família nos cuidados, a qual interfere na qualidade de vida da mãe e do bebê após a alta hospitalar. Políticas de apoio familiar, prevenção de gestação adolescente e acompanhamento do pré-natal eficiente e direcionado a esta clientela, são subsídios essenciais para um melhor prognóstico do desenvolvimento neuropsicomotor do bebê, assim como pode minimizar os riscos de morbimortalidade materna e neonatal e promover maior vínculo entre a mãe e o bebê.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Maternidade em Contexto de Cárcere: Trajetória de Vida, Experiências Adversas na Infância, Forças de Caráter e Crescimento Pós-Traumático
    (Universidade Federal do Pará, 2026-03-26) SOUSA, Alice Fernandes dos Santos; MAGALHÃES, Celina Maria Colino de; http://lattes.cnpq.br/1695449937472051; REIS, Daniela Castro dos; http://lattes.cnpq.br/8805305887566391; https://orcid.org/0000-0002-9505-4516; TORRES, Marck de Souza; SOARES, Natália Fernandes; http://lattes.cnpq.br/5839048686058921; http://lattes.cnpq.br/0347128986960373; https://orcid.org/0000-0002-0717-982X
    As pesquisas relacionadas a temática do cárcere, sejam a nível nacional ou internacional, são pouco voltadas para as características da população feminina encarcerada, especialmente se tratando das mulheres grávidas ou acompanhadas de seus filhos presentes nesse contexto e de suas características psicológicas. O sistema carcerário foi criado inicialmente para atender as necessidades de uma população predominantemente masculina, porém, a população feminina encarcerada está aumentando exponencialmente na última década, com o Brasil ocupando o terceiro lugar no ranking de países que mais encarceram mulheres. Com esse aumento do encarceramento feminino, fica cada vez mais evidente que as necessidades particulares dessa população estão sendo negligenciadas e que as mulheres que vivenciam a maternidade em contexto de cárcere sofrem com as violações de direitos e com condições precárias. Dessa forma, para melhor compreensão e melhor gestão desse público dentro do sistema, se faz necessário identificar suas características com foco em suas trajetórias de vida. Essa pesquisa faz parte do projeto Mães e Crianças em Contexto de Cárcere: Trajetórias de Vida, Práticas de Cuidados e Rede de Apoio, que acontece no Brasil e em Portugal. O objetivo desta pesquisa é analisar a Trajetória de Vida, por meio das Experiências Adversas na Infância e das características psicológicas (Forças de Caráter e Crescimento Pós-Traumático), em mulheres grávidas ou que se encontram no cárcere acompanhadas de seus filhos. O estudo é transversal, descritivo, exploratório, com abordagem quantitativa e qualitativa. Os dados expostos nesse estudo incluem 347 registros de dados biopsicossociais coletados ao longo de uma década, entre 2014 e 2024, o que foi possível através da realização de diversos projetos na Unidade Materno Infantil da Unidade de Custódia e Reinserção Feminina do município de Ananindeua, região Metropolitana de Belém, com parceria com a Universidade Federal do Pará; além de uma amostra de conveniência composta por um grupo de 17 participantes gestantes ou acompanhadas de seus filhos presentes na unidade no ano de 2025. Os instrumentos utilizados foram: Censo dos atendimentos realizados pelo projeto “manutenção da brinquedoteca ‘bebê contente’”; Questionário de Caracterização Biopsicossocial e Trajetória de Vida – Maternidade no Cárcere, desenvolvido pela autora; o Questionário Internacional de Experiências Adversas na Infância, adaptado para uso no Brasil; Escala de Forças de Caráter, adaptada para uso no Brasil, e o Inventário de Crescimento Pós-Traumático, adaptado para uso no Brasil. Foram realizadas análises exploratórias e correlacionais (Spearman). Estudar essa população é indispensável para compreender a intensificação de seu encarceramento e seus desafios, a fim de que ocorram mudanças no sistema carcerário que propiciem um tratamento mais digno para essas mulheres e seus filhos inseridos nesse contexto.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Relação entre qualidade de vida e fatores de apego adulto em mães de crianças com e sem diabetes tipo 1
    (Universidade Federal do Pará, 2023-03-20) CARNEIRO, Maria de Nazareth de Lima; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569; TEIXEIRA, Rachel Coêlho Ripardo; http://lattes.cnpq.br/7663300976857946; https://orcid.org/0000-0003-0515-7560; DUTRA, Natália Bezerra; CARVALHAL, Manuela Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/9477887434121232; http://lattes.cnpq.br/0708921042608519; https://orcid.org/0000-0002-0766-0795; https://orcid.org/0000-0003-1397-0471
    De acordo com a Teoria do Apego, nos primeiros anos de vida a criança/bebê e seu cuidador principal criam um vínculo que representa segurança física e emocional. Ele irá refletir nos relacionamentos durante toda a vida do indivíduo, mesmo em situações gratificantes ou desgastantes como a maternidade. Mães normalmente passam por situações de prazer e estresse, e quando a criança apresenta alguma situação clínica específica como a diabetes mellitus tipo 1, a literatura aponta maiores níveis de estresse materno. Isso pode ter associação com a redução da percepção da qualidade de vida, e com maior ansiedade e evitação de apego adulto. Esse trabalho verificou se há relação entre fatores de apego adulto (ansiedade e evitação) de mães de crianças com diabetes mellitus tipo 1 com a percepção de qualidade de vida dessas mães. Foi realizado um estudo transversal descritivo analítico, com amostra por conveniência de mães adultas de todo o território brasileiro. Foram avaliados dois grupos, o grupo “A” (mães de crianças com diabetes mellitus tipo 1) e o grupo “B” (mães de crianças sem doenças crônicas). A captação das participantes ocorreu por meio da internet em um questionário do Google Forms®. Como instrumentos, foram utilizados: um questionário sociodemográfico; a escala de apego Experience in Close Relationship e o questionário de percepção de qualidade de vida WHOQOL-abreviado. Para a análise estatística, foi utilizado o Statistical Package for the Social Science, versão 24.0, considerando o nível de significância de p<0,05. Foram avaliadas 100 mães adultas brasileiras, e apesar de não ter sido encontrada relação entre os fatores de apego adulto e percepção de qualidade de vida, foi encontrado uma baixa percepção de qualidade de vida com significância estatística em quase todos os domínios avaliados no grupo de mães de crianças com diabetes mellitus tipo 1. Portanto, deve-se considerar a inserção de cuidados na saúde para essa população, a fim de diminuir os impactos causados pela menor percepção de qualidade de vida nessas mães, uma vez que o bem-estar materno tem relação direta com o cuidado de seus filhos.
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