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Navegando por Assunto "Melatonina"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Influence of melatonin on the development of functional nicotinic acetylcholine receptors in cultured chick retinal cells
    (2005-04) SAMPAIO, Lucia de Fatima Sobral; HAMASSAKI, Dânia Emi; MARKUS, Regina Pekelmann
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Localização do receptor de melatonina Mel1a e da enzima NRH: quinona redutase 2 em embrião e retinas inteiros de Kinosternon scorpioides
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06-27) SILVA, Renata Nunes; SAMPAIO, Lucia de Fatima Sobral; http://lattes.cnpq.br/7145234400169550
    A melatonina hormônio produzido pela glândula pineal, e também por outros tecidos como a retina é responsável por sinalizar aos seres vivos se está claro ou escuro. Melatonina tem ação no desenvolvimento via o receptor de membrana Mel1a e a enzima NRH: quinona redutase 2 (QR2). Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi iniciar a localização do receptor de membrana Mel1a e da enzima NRH: quinona redutase 2 (QR2) no desenvolvimento de vertebrados, tomando como modelo animal o desenvolvimento da tartaruga de água doce Kinosternon scorpioides (muçuã). Para tanto, retinas e embriões inteiros de 21 dias (E21) e de animais pós-eclodidos (PH) com 60 dias de vida foram submetidos à imunohistoquímica e imunoensaios, usando anticorpos comerciais e visualizados com o anticorpo fluorescente Texas red. Tanto o receptor Mel1a, quanto a enzima QR2 foram localizados em importantes caracteres morfológicos externos em E21 e nas retinas de embriões E21 e PH. Os resultados mostraram que o receptor Mel1a está presente em E21 nas regiões maxilar e mandibular, no contorno externo do olho, na íris, fissura coróide, pescoço, membros anteriores e posteriores alongados, carapaça rudimentar, além da parte interna da cauda em brotamento. As marcações que a enzima QR2 produziu nos embriões de 21 dias (E21) ocorreram nos caracteres morfológicos externos a seguir. Na cabeça, região maxilar; no olho, cristalino e íris; membros anteriores e posteriores alongados e na cauda em brotamento. Nenhuma fluorescência foi observada nos controles negativos incubados sem o anticorpo primário. Sendo assim, nossos achados sugerem que melatonina tem participação no desenvolvimento de Kinosternon scorpioides, seja na ossificação, papel do receptor Mel1a, seja na proteção contra xenobióticos, papel da QR2. O papel da melatonina no desenvolvimento de tartarugas ainda está longe de ser completamente desvendado, mas encontramos algumas respostas interessantes e surgiram perspectivas para investigações futuras.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Melatonina previne danos cerebrais e déficits cognitivos induzidos pela infecção por Plasmodium berghei anka em modelo murino de malária cerebral
    (Universidade Federal do Pará, 2021-05) ATAIDE, Brenda Jaqueline de Azevedo; OLIVEIRA, Karen Renata Herculano Matos; http://lattes.cnpq.br/3032008039259369
    A malária cerebral é caracterizada por deficiências cognitivas permanentes em crianças infectadas com Plasmodium. As terapias antimaláricas mostram pouca eficácia para evitar déficits neurológicos e alterações do tecido nervoso provocadas pela malária grave. A melatonina é um hormônio endógeno com papel bem descrito, envolvido no controle das funções cerebrais e na manutenção da integridade da barreira hematoencefálica. Avaliamos o efeito da melatonina nas alterações histológicas, rompimento da barreira hematoencefálica e deficiências neurocognitivas em camundongos que desenvolveram malária cerebral. Camundongos suíços infectados com Plasmodium berghei cepa ANKA foram utilizados como modelo de malária cerebral. O tratamento com melatonina (5 e 10 mg/kg) foi realizado por quatro dias consecutivos após a infecção, e os dados mostraram um aumento na taxa de sobrevivência em camundongos infectados tratados com melatonina. Também foi observado que o tratamento com melatonina impediu a formação do edema cerebral e evitou a quebra da barreira hematoencefálica induzida pela infecção por Plasmodium berghei. Além disso, a coloração com hematoxilina e eosina demonstrou que a melatonina atenua as alterações histológicas em animais infectados com Plasmodium. A melatonina também foi capaz de prevenir danos motores e cognitivos em camundongos infectados. Esses resultados mostram pela primeira vez que o tratamento com melatonina preveniu danos histológicos cerebrais e alterações neurocognitivas induzidas pela malária cerebral.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Polimorfismos na região promotora, Éxon I e Éxon II do gene do receptor da melatonina associados às características reprodutivas em búfalas na Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06-18) BARBOSA, Elizabeth Machado; RIBEIRO, Haroldo Francisco Lobato; http://lattes.cnpq.br/1614582293203770
    A produção de bubalinos no Estado do Pará é uma atividade de alta representatividade para a economia regional e produção de carne, leite e derivados. Portanto, é necessário desenvolver novas tecnologias que aumente o desfrute da produção e reprodução de bubalinos na região Amazônica. Sendo assim, os objetivos desta tese de pesquisa foram caracterizar a região promotora do gene do receptor da melatonina 1 A (MTRN1A) e identificar polimorfismos nos éxons I e II do referido gene e associá-los a características reprodutivas de relevância econômica em búfalas na região Amazônica. Foram coletados amostras de pelos de 400 búfalas e foram usados 60 animais para caracterização da região promotora, 140 para detectar o polimorfismo (SNPs) no éxon II e 77 para detectar o polimorfismo no éxon I. Foi realizada a extração de DNA pelo método fenólico. Em seguida selecionaram-se os diferentes iniciadores para realizar as reações em cadeia da polimerase (PCR). A região promotora do MTRN1A foi sequenciada em um total de 1621 pares de base pelo método de Sanger, o polimorfismo no éxon II foi detectado através da técnica de PCR-RFLP (Polimorfismo de restrição de comprimento de fragmentos) com a enzima HpaI e o polimorfismo no éxon I foi detectado através do sequenciamento de DNA pelo método Sanger. Foram avaliadas as frequências alélicas e genotípicas de todos os SNPs, os coeficientes de endocruzamento (Fis) e as probabilidades de Hardy-Weinberg. Os SNPs da região promotora e do éxon I foram associados com características reprodutivas das búfalas pelo ANOVA, ou teste t de Student e/ou teste qui-quadrado. O nível de significância foi de 0,05. Foram detectados 26 SNPs na região promotora nas posições -1511 (C→T), -1465 (G→T), -1422 (A→G), -1411 (G→A), - 1395 (G→T), -1298 (A→G), -1295(G→A), -1242 (A→C), -1150 (C→T), -1147 (G→C), - 1136(A→G), -911 (G→A), -909 (A→G), -724 (C→G), -656 (A→C), -649 (T→C), -644 (G→A), -511 (A→C), -481 (G→A), -425 (C→T), -395 (G→A), -383 (G→T), -254 (C→T), - 206 (T→C), -133 (T→G) e -94 (C→T) e um bloco de deleção (ACAA) na posição -1483. Do total de SNPs detectados, 75% dos alelos selvagens tiveral frequências maiores que 0,5. Para a característica Intervalo entre Parto (IEP), somente cinco SNPs (-1298, -1136, -911, -724 e - 656) foram significativamente associados (P<0,05) e outros três SNPs (-1395, -724 e -94) foram associados significativamente (P<0,05) com a característica Idade ao Primeiro Parto (IPP) e nenhum para a característica concentração de partos (P>0,05). Um total de 11 SNPs foi fortemente associado a fatores de ligação para a regulação gênica. O SNP no éxon II por PCR-RFLP (HpaI) na posição 306 de (T→C), sendo o alelo T mais frequente nos animais de Terra Firme (0,529) e o C em animais de Várzea, as duas populações apresentaram coeficientes de endocruzamento Fis (0,040 e 0,091, respectivamente) e fortes desvios de Hardy-Weinberg (P>0,05). A mutação ocorre no 106° codon e é do tipo sinonímio sem alteração da estrutura de alças do RNA mensageiro. O SNP no éxon I foi detectado na posição 62 (T→C) e do tipo não sinonímio, trocando de Leucina para Prolina. O alelo mutante C foi o mais frequente (0,623), coeficiente de endocruzamento Fis=0,397 e desvios de Hardy- Weinberg (P<0,05). Nenhum dos genótipos foram associados ao interval entre partos e a idade do primeiro parto (P>0,05). Portanto, os SNPs são fortes candidatos para seleção, mas seria interessante avaliá-los em outros rebanhos na região Amazônica e/ou em outras regiões do Brasil e/ou em outros países para efetivá-los como excelentes marcadores moleculares para características reprodutivas de bubalinas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Preferência Claro/Escuro em Danio rerio: Efeitos da Melatonina Sobre o Horário da Coleta e de Regime de Luz
    (Universidade Federal do Pará, 2014-12-12) DIAS, Cláudio Alberto Gellis De Mattos; GOUVEIA JUNIOR, Amauri; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274
    O Danio rerio é um modelo animal amplamente utilizado e com protocolos bem estabelecidos para experimentos comportamentais em aquários branco/preto. O lado branco do aquário parece causar aversão e a preferência parece ser por permanecer maior tempo no lado escuro. A melatonina é um indolamina com influência no funcionamento fisiológico de animais. Os objetivos deste trabalho são: fazer um levantamento na literatura sobre melatonina e sua correlação com peixes e com o Danio rerio; comparar a eficiência de dois aparatos de isolamento em testes comportamentais; testar a influência de quatro períodos do dia e de cinco fotoperíodos na variação da resposta em Zebrafish submetidos ao teste claro-escuro; comparar o tempo de permanência em cada lado do aquário teste no período noturno, com sujeitos isolados em fotoperíodo de 12/12 horas; comparar o tempo de permanência em cada lado do aquário teste no período, com sujeitos isolados em fotoperíodo de 12/12 horas, com exposição a sete diferentes concentrações de melatonina; comparar estatisticamente a amostra em quartis dentro de cada concentração; e comparar estatisticamente a amostra em quartis entre os primeiros, segundos e terceiros quartis de cada concentração. O Zebrafish e os peixes parecem ter sua fisiologia e comportamento influenciados pela melatonina (tanto endógena quanto exógena). Ambos os aparatos de isolamento demonstraram ser igualmente eficazes para testes comportamentais. A luminosidade parece arrastar o ciclo circadiano do Zebrafish, diminuindo sua aversão ao lado branco do aquário, no fotoperíodo 12/12 horas e período de coleta noturno. Ela parece influir na alteração causada pelo fotoperíodo, diminuindo ou anulando o arrastamento. Na amostra analisada parece haver subpopulações que respondem de maneira diferente a exposição à mesma concentração de melatonina. Estudos com cepas específicas de Zebrafish e com um leque maior de concentrações de melatonina parecem ser necessários para identificar a possível dose específica para contrabalancear a atuação luminosa no arrastamento do ciclo circadiano em Danio rerio.
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