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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Adsorção de molibdato em minerais de argilas naturais e modificadas com ácido sulfúrico, ácido húmico e uréia
    (2013-03) PEREIRA, Patrícia Magalhães; LEMOS, Vanda Porpino; RODRIGUES, E.; FAIAL, Kelson do Carmo Freitas
    Sedimentos argilosos provenientes do município Assis Brasil, Acre, foram lixiviados com soluções de ácido sulfúrico, ácido húmico e uréia, visando avaliar a capacidade de retenção de molibdato nesses materiais e investigar a viabilidade do processo de adsorção na interface sólido-solução. Os materiais foram caracterizados a partir de dados de difração de raios X, espectros FTIR, cargas superficiais e composição química. Os modelos de isotermas de Langmuir, Freundlich e Sips foram usados no ajuste dos dados experimentais de adsorção. Os minerais identificados nos sedimentos argilosos foram esmectita, caulinita, ilita, quartzo, albita, microclineo e calcita. A modificação química promoveu a amorfização da amostra modificada com ácido sulfúrico e delaminação ao longo do plano 001 da amostra modificada com uréia. Os ajustes matemáticos definidos pelos parâmetros (KL,Kf) das isotermas de adsorção, avaliação de Ce vs. Qe, pH vs. Qe ,Qmáx (sips) e Kd indicaram que a amostra S10H15 é a mais eficiente na adsorção de MoO42-, com qMax = 6,83 mg.L-1.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Aplicação de Al-PILC na adsorção de Cu2+, Ni2+e Co2+ utilizando modelos físico-químicos de adsorção
    (2007) GUERRA, Denis de Jesus Lima; AIROLDI, Claudio; LEMOS, Vanda Porpino; ANGÉLICA, Rômulo Simões; VIANA, Rúbia Ribeiro
    Amostra de esmectita pertencente a Serra de Maicuru (Estado do Pará, Norte do Brasil, região amazônica) foi pilarizada com Al13, A Argila pilarizada com alumínio (Al-PILC) foi caracterizada por DRX, MEV e EDS. Para a análise textural foram utilizadas isotermas de adsorção-desorção utilizando o nitrogênio. Este artigo é dirigido ao estudo da adsorção de metais pesados. A adsorção dos íons de Cu2+, Ni2+e Co2+ foi realizadas com a matriz Al-PILC em temperatura ambiente com soluções aquosas contendo os íons metálicos. Os modelos de adsorção adotados foram os de Langmuir, Freundlich e Temkin que foram aplicados aos valores obtidos experimentalmente com regressão linear. A equação de Langmuir foi o melhor modelo de linearização com r = 0,999. A equação de Freundlich apresentou limitações em altas concentrações, mas foram obtidos valores (Kf e n) bastante aceitáveis utilizando este modelo. Os parâmetros foram utilizados para calcular a quantidade de Nf em função de Cs.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação ambiental dos recursos hídricos, solos e sedimentos na área de abrangência do depósito de resíduos sólidos do Aurá - Belém-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2002-03-27) PIRATOBA MORALES, Gundisalvo; FENZL, Norbert; http://lattes.cnpq.br/6834981018643186
    O município de Belém, com 1.754.099 habitantes, produz aproximadamente 1.200 toneladas/dia de todo tipo de resíduos, que são depositados precariamente nos limites com o município de Ananindeua, na área conhecida como "lixão" do Aurá. Nos últimos 11 anos, a área tem acumulado aproximadamente três milhões duzentas mil toneladas de resíduos sólidos, transformando essa área numa fonte pontual e permanente de poluição antropogênica, que altera as condições ambientais dos recursos ambientais da área de abrangência. A comparação das sondagens de eletrorresistividade vertical (SEV), realizadas na área antes que esta fosse transformada em depósito de lixo (1991), com aquelas realizadas oito anos depois (1998), mostram que a resistividade do terreno tem sofrido drástica modificação, chegando a apresentar valores até 109 vezes menores que os valores originais, indicando que as camadas estão sendo atingidas pelo lixiviado oriundo da degradação dos resíduos. Os quinze perfis realizados na área pelo sistema de imageamento elétrico, permitiram confirmar os trabalhos realizados das SEV'S, evidenciando que o lençol freático está sendo atingido, pela infiltração e deslocamento de chorume tanto vertical como horizontalmente. As características hidrogeológicas da área mostraram que, na mesma, predomina o tipo de aqüífero livre pontualmente confinado, com gradiente hidráulico de aproximadamente 0,695%, com uma porosidade efetiva de 28%, coeficiente de permeabilidade de 1,1 x 10-3 a 0,9 x10-4 cm/s e fluxos subterrâneos ocorrendo do norte para o sul na direção do rio Guamá, deslocando-se a uma velocidade aproximada de 14,79 m/ano. A análise estatística multivariada mostrou que as amostras de águas superficiais coletadas simultaneamente em três pontos de controle, durante um ciclo de maré, independente da sazonalidade, comportam-se como amostras significativamente diferentes, evidenciando que os recursos hídricos superficiais estão atingidos pelo deslocamento superficial de chorume. Com os valores da concentração de cada um dos parâmetros traçadores de chorume (pH, condutividade, alcalinidade, amônia, carbono orgânico total, cloreto, sódio, potássio, cálcio, e magnésio), e a vazão do rio Aurá, no ponto de controle do mesmo, próximo do rio Guamá, é possível estimar a quantidade de poluentes que o depósito de resíduos sólidos está enviando para o sistema hídrico. Durante um ciclo de maré (6:00 até 18:00 horas), no período de seca, o depósito de resíduos sólidos estaria despejando para o sistema hídrico local, a quantidade aproximada de 13.115 kg de cloreto, 417 kg de amônia e 129.767 kg de sais. Para as águas subterrâneas, a análise estatística multivariada indicou que as amostras coletadas nos poços de monitoramento existentes na área apresentam diferenças significativas, evidenciando que os poços localizados à jusante do depósito estão sendo atingindos pelo deslocamento de chorume. A presença de camadas arenosas, na área onde estão depositados os resíduos sólidos, favorecem o deslocamento tanto vertical como horizontal dos diferentes poluentes oriundos do chorume. As análises de metais pesados, realizadas mediante a metodologia de extração seqüencial, mostraram diferentes participações percentuais nas fases geoquímicas potencialmente biodisponíveis nas amostras de solos e sedimentos estudados. Nas amostras de solos a fração potencialmente biodisponível (fases geoquímica trocável, redutível e orgânica), em média, contém 32% do total de Cádmio (Cd), 11,8% do total de Cromo (Cr), 23% do total do Cobre (Cu), 12,32% do total de Níquel (Ni), 43,1% do total de Chumbo (Pb) e 31,01% do total de Zinco (Zn). A participação percentual das fases potencialmente biodisponíveis dos sedimentos da área foi maior se comparada com as amostras de solos. Nesses sedimentos, a quantidade de metais pesados da fração potencialmente biodisponível, mostrou maiores valores na época de seca que na época de chuva; assim por exemplo, 33% do total de Cd quantificado na época de chuva, mudou para 37% na época de seca, o Pb mudou de 61 para 70% o Zn de 51 para 54%, entre outros. Os metais analisados pelo ataque total nas amostras de solos, comparados com os valores de background de arenitos, indicam que os elementos Fe (3,1%), Cu (18,5 ppm), Ni (10,1 ppm), Pb (69,5 ppm), Cr (76 ppm) e Cd (>1 ppm), encontram-se acima dos limites considerados normais. No caso das amostras de sedimentos considerando os valores de background da EPA (concentração total) estariam moderadamente poluídos com Cr (média de 64,6 ppm), e fortemente poluídos com Fe (3,8%) e Mn (600 ppm). Esses mesmos resultados mostram que os sedimentos não estariam poluídos com Pb e Zn, Considerando a fase potencialmente biodisponível e utilizando a ferramenta de um Sistema de Informação Geográfica (SIG), pode-se afirmar que, na época de chuva as amostras de sedimentos não estariam poluídas com Cr (fração potencialmente biodisponível - PBD, menor que 20% do total), estariam altamente poluídos com Pb e Zn (PBD maior que 50%) e moderadamente poluídas com Cu, Ni e Cd (PBD entre 20 e 50 %).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação atual da qualidade das águas dos lagos Bolonha e Água Preta, situados na área fisiográfica do Utinga (Belém-PA).
    (Universidade Federal do Pará, 1992-12-17) RIBEIRO, Hebe Morganne Campos; LIMA, Waterloo Napoleão de; http://lattes.cnpq.br/1229104235556506
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da exposição ao mercúrio e seus compostos sobre o desenvolvimento neuropsicomotor em crianças de Porto Velho-RO
    (Universidade Federal do Pará, 2002-06-27) MARQUES, Rejane Corrêa; AMORIM, Marúcia Irena Medeiros de; http://lattes.cnpq.br/6969908284845675
    Foram estudados 100 binômios mãe-filho para verificação dos níveis de mercúrio total ao nascimento e o curso da exposição pós-natal sobre o desenvolvimento e crescimento de lactentes durante o primeiro semestre de vida, na cidade de Porto Velho. Para avaliação da exposição pré-natal, verificaram-se os níveis de mercúrio total ao nascimento, em amostras de cabelo da mãe e recém-nascido, placenta, cordão umbilical e sangue materno. Os recém-nascidos foram submetidos a exame clínico e físico de rotina. As mães responderam um questionário com informações relevantes na busca de fatores de risco para a acumulação mercurial ou que poderiam afetar o desenvolvimento neuropsicomotor de suas crianças. Para avaliação da exposição pós-natal, 86 crianças foram submetidas a uma avaliação física e do desenvolvimento neuropsicomotor na semana em que completavam seis meses de idade. O teste de Gesell foi o instrumento utilizado oara avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor. Também foi coletada uma nova amostra de cabelo da criança para verificação dos níveis de mercúrio total aos seis meses de idade. Todos os dados foram analisados, comparados e submetidos a tratamento estatístico. Das vinte e três crianças (26%) que apresentaram atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, 11 eram do sexo masculino e 12 eram do sexo feminino. Estas alterações foram correlacionadas com os níveis de mercúrio total no cabelo da criança ao nascer e aos seis meses de vida. Também foram encontradas correlações estatisticamente significantes entre o perímetro cefálico e os níveis de mercúrio total nas diversas amostras estudadas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da presença de metais pesados na água potável fornecida à população urbana de Altamira e o seu possível impacto epidemiológico sobre doenças crônicas renais
    (Universidade Federal do Pará, 2024-04-30) STORCH, Wesley; FAIAL, Kleber R. Freitas; http://lattes.cnpq.br/0166366420811929; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0002-8575-1262; PEREIRA, Adenilson Leão; http://lattes.cnpq.br/3184636120604556
    O rio Xingu é crucial para o abastecimento de água potável em Altamira, mas enfrenta riscos de poluição por metais pesados, especialmente mercúrio, devido à mineração ilegal e atividades da UHBM. O mercúrio pode bioacumular em humanos e estar associado ao aumento do risco de hipertensão e doenças renais. Este estudo avaliou a presença de metais pesados na água potável de Altamira e traçou o perfil epidemiológico de doenças renais crônicas (DRC) em Altamira e região do Xingu. Foram medidas as concentrações de Al, As, Cr, Cd, Pb, Fe e Hg em 24 amostras de água coletadas em julho de 2022, usando ICP/MS pelo Instituto Evandro Chagas, comparando com os limites da legislação brasileira e da OMS. Dados de mortalidade por DRC, diabetes mellitus (DM) e hipertensão arterial sistêmica (HAS) entre 2000 e 2020 foram analisados utilizando dados públicos do DATASUS. Além disso, dados de prontuários de pacientes com DRC tratados no HRPT de 2007 a 2023 também foram analisados. As concentrações de metais nas amostras de água analisadas estiveram dentro dos limites estabelecidos, exceto pelo alumínio (Al) que demonstrou-se elevado em duas amostras de água. Os dados de mortalidade obtidos do DATASUS entre 2000 e 2020 demonstraram um aumento significativo da mortalidade por HAS em Altamira (R²=0,80), enquanto a mortalidade por DRC (R²=0,30) e DM (R²=0,31) teve um impacto menor na taxa de mortalidade no período estudado. Considerando os dados dos prontuários médicos de pacientes com DRC tratados no HRPT, foi possível identificar que entre 2007 e 2023, 174 pacientes com DRC tratados no HRPT eram de Altamira, sendo 64,4% homens e 35,6% mulheres. Quanto à idade, 48,85% possuíam mais de 60 anos e 36,78% possuíam entre 41 e 60 anos. A principal comorbidade associada à DRC foi HAS (56,90%), seguida pela associação de HAS e DM (36,94%). Altamira apresentou uma prevalência média de 8,99 casos por 100 mil habitantes e uma incidência média de 10,24 casos novos por ano de DRC no período analisado. Na região do Xingu, foram identificados 403 casos de DRC, com predominância em homens (61,5%) com média de idade de 60 anos. A principal comorbidade associada à DRC foi HAS (49,88%), seguida pela associação de HAS e DM (37,47%). A prevalência média de DRC na região foi de 6,97 casos por 100 mil habitantes e uma incidência média de 23,70 casos novos por ano de DRC no período analisado. Os níveis de metais nas amostras de água analisadas estão dentro dos limites recomendados pela legislação brasileira e pela OMS. A alta prevalência de DRC em Altamira e na região do Xingu levanta preocupações sobre impactos na saúde pública. A contaminação histórica por mercúrio pode estar relacionada à alta mortalidade por HAS e à prevalência de DRC associada à HAS. Esses resultados ressaltam a necessidade de monitoramento contínuo da qualidade da água e de políticas públicas para mitigar os impactos da DRC na região.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação de risco ambiental por contaminação metálica e material orgânico em sedimentos da bacia do Rio Aurá, Região Metropolitana de Belém - PA
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2013-03) SIQUEIRA, Gilmar Wanzeller; APRILE, Fábio Marques
    A bacia do Rio Aurá está situada na região metropolitana de Belém, entre os municípios de Belém e Ananindeua, onde a taxa populacional tem aumentado sem qualquer medida de controle social ou ambiental. A região é intensamente explorada, sendo que os principais problemas ambientais são o desmatamento, erosão, inundação, poluição e contaminação das águas, especialmente por metais pesados e compostos orgânicos. O comportamento geoquímico dos elementos Al, Fe, Mn, Cr, Ni e Cu e os teores de compostos orgânicos foram avaliados em 30 pontos de amostragem no período entre 2008 e 2010 nos sedimentos fluviais. O aterro sanitário não controlado localizado nas proximidades da bacia do Rio Aurá é responsável, em parte, pela contaminação dos sedimentos. O estresse ambiental é resultado das atividades antrópicas locais, que contribuem no transporte de material clástico contendo metais para o rio. As variáveis estudadas foram classificadas segundo mecanismos de transporte e fonte (autóctone ou alóctone). Os resultados demonstraram que a principal contribuição de íons Al e Fe foi o aterro sanitário; Mn e Ni vieram principalmente dos solos adjacentes; Cr foi modificado (III/VI) por processo alobioquímico e Cu por processo bioinduzido.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação geoquímica da ocorrência de metais pesados selecionados em sedimentais pelíticos da plataforma continental do Amazonas no trecho entre a foz do rio Pará e o cabo Orange
    (Universidade Federal do Pará, 2003-04-10) LIMA, Edgar Alexandre Reis de; LIMA, Waterloo Napoleão de; http://lattes.cnpq.br/1229104235556506
    Nas últimas décadas as Plataformas continentais, como um todo, têm sido alvo de pesquisa científicas com objetivos de exploração de suas reservas, minerais e biológicas, e também de monitoramento ambiental. A plataforma continental do amazonas (PCA) vem sendo estudada desde os anos 60 com os primeiros trabalhos de Gibbs no rio Amazonas; posterirmente outros projetos tais como CAMREX, AMASSEDS, PROMAR, GEOMAR, REMAC, JOINT, REVIZEE, entre outros foram implementados, visando sedimentologia, geoquímica, oceanografia, biologia, e que geraram inúmeros trabalhos. Este Trabalho teve como objetivo principal o estudo geoquímico de metais pesados em sedimentos pelíticos da plataforma continental do Amazonas, no trecho situado entre a foz do rio Pará e o cabo Orange, até uma isóbata de 40m, incorporando as plataformas interna e intermediária, onde se procurou verificar as formas de associações desses metais com a granulometria, os argilominerais, a matéria orgânica e o teor de carbonatos. Este estudo faz parte do programa REVIZEE (Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos da Zona Econômica Exclusiva), tem sido os sedimentos coletados em duas campanhas de diferentes períodos sazonais: uma campanha denominada Operação Norte 2 (NIII) no período de descarga máxima (maio a junho de 1999). A coleta dos sedimentos e parâmetros físicos e físico-químicos das águas costeiras sobrejacentes à plataforma foi efetuada a bordo do navio oceanográfico Antares pertencente à Marinha do Brasil. Os trabalhos de laboratório foram efetuados na Universidade Federal do Pará. Os procedimentos em sendimentologia mostraram domínio da fração silte+argila (acima de 60% na maiorioa das amostras) sobre a fração areia, embora, em certos casos, dominasse essa última (variação de 63 a 67,71% em duas amostras). A elaboração de uma tabela de composição centesimal dos minerais presentes no sedimento, mediante integração de resultados oriundos de difratometria de raios-X e de análise química de elementos maiores e menores, permitiu evidenciar o domínio de argilominerais ( caulina e ilita) na maioria das amostras, seguidos pela sílica (principalmente quartzo). Os teores de cálcio permitiram o cálculo dos porcentuais de carbonatos e dados da perda ao fogo conduziram à quantificação dos componentes CO2 (oriundo de carbonato) e H2O ( associada aos Argilominerais e aos colóides de Fe, Ti, Mn. Neste último caso, verificou-se, por cálculo estequiométrico que a maioria das amostras apresentam percentuais de Fe (OH)3 entre 0,8 a 7,34.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização da assinatura isotópica de Pb atual e da concentração de metais pesados em sedimentos de fundo da foz do rio Guamá e da Baía do Guajará (Belém - Pará)
    (Universidade Federal do Pará, 2007-11-09) NASCIMENTO, Suziane Magalhães do; LAFON, Jean Michel; http://lattes.cnpq.br/4507815620234645
    Belém lança uma quantidade significativa de efluentes domésticos in natura e efluentes industriais na foz do rio Guamá e na baia do Guajará. Estudos anteriores sugerem que os sedimentos depositados nas margens do rio e da baía tem a sua composição química influenciada por esses inputs antropogênicos. Este trabalho teve como objetivo a caracterização da assinatura isotópica de Pb atual, associada ao estudo da distribuição da concentração de Pb e de outros metais pesados (Cu, Cr e Ni) em sedimentos de fundo do sistema hidrográfico de Belém (rio Guamá e baía do Guajará), visando avaliar as variações regionais naturais e evidenciar possíveis contribuições antropogênicas ligadas as atividades industrial e urbana da cidade de Belém. Foram coletadas, em pontos georeferenciados, 33 amostras de sedimentos de fundo ao longo do rio Guamá e na baía do Guajará, com auxilio de uma draga de Petersen, com capacidade de amostrar os 10 primeiros cm do fundo lamoso. Quatorze amostras são provenientes da margem esquerda do rio, incluindo as ilhas do Cumbú e Grande, ate a sua desembocadura na baía e nove amostras da margem direita, na orla da cidade. Na baia de Guajará, foram coletadas nove amostras de sedimentos de fundo da margem de diversas ilhas (Oncas, Jutuba, Jararaca e Mirin) e uma amostra da orla de Belém, para analises de teor e composição isotópica de Pb. No laboratório, as amostras foram secas em uma estufa (50°C), desagregadas em gral de ágata e a fração fina (silte + argila) foi separada em peneiras de aço inox com 63 μm de abertura de malhas. A composição mineralógica da fração fina foi determinada por difração de raios-X. Os teores totais e parciais de metais pesados foram determinados, respectivamente, por ICP-MS em laboratório comercial (Acme ltda), e por ICP-OES no Laboratório de Toxicologia do Instituto Evandro Chagas, Belém. A determinação das composições isotópicas de Pb foi realizada em amostras lixiviadas no Laboratorio Para-Iso do Instituto de Geociências da UFPA, utilizando HNO3 e no Laboratório de Geocronologia do Centro de Pesquisas Geocronologicas da USP, com uma mistura HNO3 + HCl. As composições isotópicas do Pb foram determinadas por TIMS com espectrômetros de massa VG Isomass 54E com monocoletor, no laboratório da UFPA e VG354 equipado com multicoletores, no laboratório da USP. Os resultados obtidos indicam a presença de esmectita, illita e caulinita na fração fina dos sedimentos. As análises de metais pesados mostraram as seguintes concentrações totais e parciais para as amostras da margem direita do rio Guamá: Pbtotal (11 – 23 mg Kg-1); Pbparcial (9 - 18 mg Kg-1); Crtotal (26 - 69 mg Kg-1); Crparcial (11 - 33 mg Kg-1); Nitotal (7 - 29 mg Kg-1); Niparcial (6 - 26 mg Kg-1); Cutotal (7 - 23 mg Kg-1); Cuparcial (6 - 17 mg Kg-1). Para as 7 amostras da margem esquerda, as concentrações totais e parciais foram as seguintes: Pbtotal (16 -20 mg Kg-1), Pbparcial (13 - 19 mg Kg-1); Cr total (34 - 56 mg Kg-1), Crparcial (16 - 26 mg Kg-1); Nitotal (12 - 21 mg Kg-1), Niparcial (12 - 16 mg Kg-1), Cutotal (9 - 14 mg Kg-1) e Cuparcial (7 - 12 mg Kg-1). Os sedimentos das duas margens do rio apresentam uma mesma tendência de leve diminuição das concentrações de metais pesados em direção a baía, entretanto no lado sul das ilhas da margem esquerda, observa-se uma tendência contraria com aumento dos teores nessa mesma direção. Essas diferenças retratam provavelmente variações na hidrodinâmica do sistema aquático do rio Guamá com o efeito conjugado de correntes e mares. Nos sedimentos da margem direita do rio, variações locais significativas de teores de metais pesados foram identificadas, as quais são relacionadas a confluência com o rio Aurá que provoca perturbações locais da hidrodinâmica do Rio Guamá e uma redistribuição das concentrações ao longo da margem do rio Guamá. As condições físico-químicas das aguas do rio Aurá são provavelmente modificadas pelos efeitos do deposito de lixo região metropolitana de Belém, localizado as proximidades do traçado do rio, aumentando a capacidade de solubilizar os metais pesados o que se traduz por baixas concentrações de metais pesados nos sedimentos de fundo do rio Aura ate a desembocadura no rio Guamá. Dessa forma o rio Aurá não contribui para um aumento significativo dos teores de metais pesados no rio Guamá. Os diagramas de correlação mostram uma boa correlação dos metais pesados com a matéria orgânica (r = 0,80-0,83) e excelentes correlações com o Al, Mg e Fe (r = 0,95-0,99) para as amostras da margem direita do rio Guamá, indicando que os metais pesados devem estar complexados a matéria orgânica, adsorvidos nas estruturas dos argilominerais (esmectita, illita e caulinita) e, provavelmente, podem estar associados a oxihidróxidos de ferro, apesar dos mesmos não terem sido identificados. As amostras da margem esquerda, não apresentaram nenhuma correlação de Pb e Cr com a matéria orgânica (r = 0,24 e 0,40), porem identificou-se excelentes correlações com Al e com Fe (r = 0,94-0,97). No caso de Cu e Ni, também não houve uma boa correlação com a matéria orgânica (r = 0,59 e 0,72) enquanto que as correlações com Al, Mg e Fe foram boas (r = 0,74-089). Considera-se, portanto que os argilominerais e, possivelmente, oxi-hidróxidos de ferro foram preponderantes para a fixação dos metais pesados. Os sedimentos das margens direita e esquerda do rio Guamá possuem respectivos teores totais de Pb (23 e 20 mg Kg-1) e Cu (23 e 14 mg Kg-1) inferiores aos valores de 35 mg Kg-1 (Pb) e 36 mg Kg-1 (Cu) do TEL (Threshold effect level), estabelecido pela NOAA-EPA como guia de qualidade de sedimentos e que define o nível abaixo do qual os efeitos 8 biológicos adversos ocorrem raramente. Dessa forma, os sedimentos do rio Guamá, embora estejam em contato com efluentes domésticos, não representam nenhum risco, para o ecossistema aquático, no caso dos metais Pb e Cu. Os teores totais de Cr (69 e 56 mg.Kg-1) e Ni (29 e 21 mg Kg-1) dos sedimentos das margens direita e esquerda, encontram-se superior ou igual aos respectivos valores do TEL de 37 e 18 mg Kg-1, e podem representar um risco possível para os organismos aquáticos deste rio. Entretanto e provável que essas concentrações de Cr e Ni sejam de origem natural, sem influencia significativa de ações antrópicas. A assinatura isotópica bastante homogênea encontrada para os sedimentos do rio Guamá, associada aos baixos teores de Pb indicam uma origem geogênica desse metal e permite estabelecer um valor para o “background” local da concentração Pb em torno de 18-23 mg Kg-1. Permitem também considerar uma assinatura isotópica de 1,200-1,194 para a razão 206Pb/207Pb do Pb de origem natural. Teores mais baixos de Pb encontrados em alguns pontos da margem direita do rio Guamá (11-13 mg Kg-1), associados a uma assinatura isotópica levemente antropogênica (1,193-1,186) são interpretados com sendo o reflexo, nos sedimentos do rio Guamá, da influência do rio Aurá, afetado pelo aterro sanitário. O aumento significativo dos teores de Pb nos sedimentos de fundo da baía do Guajará e um indicio de possíveis riscos biológicos futuros no sistema hidrográfico de Belém. A correlação estabelecida entre o aumento dos teores de Pb (de 28 ate 46 mg Kg-1) e a diminuição da razão isotópica 206Pb/207Pb (de 1,188 ate 1,172), descarta a possibilidade desse aumento na baia de Guajará ser de origem geogênica e das diferenças de teor com o rio Guamá serem resultado apenas de processos hidrodinâmicos distintos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização geoquímica de sedimentos de fundo da orla de Belém-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2001-09-14) PEREIRA, Kátia Regina de Brito; CORRÊA, José Augusto Martins; http://lattes.cnpq.br/6527800269860568
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização geoquímica de sedimentos de fundo nas proximidades do distrito de Icoaraci - PA
    (Universidade Federal do Pará, 2002-08-30) CARVALHO, Zilma Lima de; CORRÊA, José Augusto Martins; http://lattes.cnpq.br/6527800269860568
    A baía do Guajará é o principal corpo hídrico receptor dos esgotos da rede oficial de Belém, recebendo um volume diário de 18.294 m3/dia, que é despejado in natura a partir do canal do Una. Esse trabalho tem o objetivo de avaliar a influência do lançamento desse esgoto sobre a qualidade dos sedimentos da orla da baía de Guajará. Para efeito de comparação foram escolhidas duas áreas: uma mais impactada, localizada entre o canal do Una e o distrito de Icoaraci (Área 1) e outra, menos afetada pelo lançamento do esgoto, localizada próxima à ilha do Cumbu (Área 2). Os sedimentos foram coletados em 18 pontos, 12 na Área 1 e 6 na Área 2. Foram determinadas as composições mineralógicas por difração de raios X e foi estudada a concentração de metais na amostra total e na fração solúvel. Os seguintes metais: Cu, Cr, Ni, Pb, Zn, Mn e Fe. As concentrações foram determinadas através da espectrometria de absorção atômica. Os resultados mostram que os sedimentos estudados são argilosos e constituídos principalmente por caulinita, ilita e esmectita. Na Área 1 apresentam em média 2,6% em peso de matéria orgânica, com concentrações médias de carbono e nitrogênio orgânico de 1,51% e 0,08%, respectivamente. A concentração do fósforo total apresenta uma média de 216 mg/kg e na medida em que os pontos amostrados se afastam do canal de Val de Cans, mostra um forte decréscimo (308 mg/kg a 132 mg/kg). Os metais da fração total, apresentaram as seguintes concentrações: Cu (16 mg/kg), Cr (66 mg/kg), Ni (24 mg/kg), Pb (59 mg/kg), Zn (70 mg/kg), Mn (531 mg/kg) e Fe (37.181 mg/kg). Em relação à fração remobilizável, as percentagens observadas foram as seguintes: Cu (50%), Cr (15%), Ni (17%), Pb (51%), Zn (71%), Mn (83%), e Fe (47%). Na Área 2, a concentração média de carbono orgânico foi de 0,43% em peso e a do nitrogênio orgânico foi de 0,1% em peso. A matéria orgânica atingiu um valor de 0,74% em peso e o fósforo orgânico 495 mg/kg. Em relação aos metais a concentração média observada foi: Cu (13 mg/kg), Cr (36 mg/kg), Ni (35 mg/kg), Pb (55 mg/kg), Zn (33 mg/kg), Mn (214 mg/kg) e Fe (17.029 mg/kg). Na fração rebobilizável,, os metais apresentaram o seguinte percentual em relação ao conteúdo total: Cu (41%), Cr (12%), Ni (32%), Pb (32%), Zn (73%), Mn (67%) e Fe (70%). As concentrações de metais encontradas na Área 2, foram inferiores àquelas observadas na Área 1, com exceção do fósforo. Os resultados confirmam a forte influência antropogênica na qualidade dos sedimentos do estuário do Guajará.
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    Comportamento de metais pesados e nutrientes nos sedimentos de fundo da Baía do Guajará e Baía do Marajó
    (Universidade Federal do Pará, 2010-01-28) HOLANDA, Nielton de Souza; ANGÉLICA, Rômulo Simões; http://lattes.cnpq.br/7501959623721607
    As atividades humanas influenciam as características físico-químicas das águas, sedimentos e organismos em ambientes aquáticos situados em regiões industrializadas e com alta densidade populacional. Com o uso crescente dos estuários como reservatório para uma grande quantidade de resíduos, os ecossistemas estuarinos e costeiros estão sendo gradualmente sujeitos a significativos impactos. Os sedimentos de fundo desempenham um papel importante no registro desses impactos uma vez que tem a capacidade de reter espécies químicas orgânicas e inorgânicas. O objetivo desta pesquisa é estudar o comportamento geoquímico de metais nos sedimento de fundo da Baía do Guajará, rio Guamá e da Baía do Marajó. As duas regiões foram escolhidas por suas características opostas: a Baía do Guajará (Área 1) sob forte influencia antropogênica e a Baía do Marajó (Área 2) considerada de referencia. Foram coletados 83 pontos na Área 1 e 60 pontos na Área 2. Foram determinadas concentrações químicas dos seguintes metais: Ba, Cr, Cu, Fe, Pb, Ni , V e Zn e, também, os teores de nitrogênio, carbono, matéria orgânica, o fósforo total e o fósforo ligado a compostos orgânicos. O estudo mineralógico definiu em comum nas duas áreas a presença de quartzo, caulinita, ilita e esmectita. Na Área 1 foi encontrado pico de K-feldispado e halita. A área 1 apresenta teor médio de nitrogênio de 0,08 %, teores médios de carbono de 1,51 % , matéria orgânica de 2,60 % e concentração média de fósforo e fósforo ligado a compostos orgânicos 307 mg/Kg e 126 mg/Kg, respectivamente. A concentração de metais apresentou os seguintes valores: Ba (529 mg/Kg); Cr (91 mg/Kg); Cu (17 mg/Kg); Fe (6,82 %); Ni (32 mg/Kg); Pb (27 mg/Kg); V (120 mg/Kg) e Zn (69 mg/Kg). A área 2 apresenta teor médio de matéria orgânica 1,70 %, de carbono e de nitrogênio 0,98 % e 0,08 % respectivamente. A concentração de fósforo e fósforo ligado a compostos orgânicos 193 mg/Kg e 7 mg/Kg, respectivamente. A concentração de metais apresentou os seguintes valores: Ba (596 mg/Kg); Cr (102 mg/Kg); Cu (21 mg/Kg); Fe (8,31%); Ni (40 mg/Kg); Pb (28 mg/Kg); V (141 mg/Kg) e Zn (85 mg/Kg). Os teores de carbono e fósforo (0,98 %; 193 mg/Kg) encontrados na área 2 foram menores que os encontrados na área 1 (1,51 %; 307 mg/Kg) demonstram a influencia dos efluentes que são lançados no estuário guajarino. Em ambas as áreas observa-se, a mesma tendência decrescente dos teores: Fe2O3>Ba>V>Cr>Zn>Ni>Pb>Cu . Na área 1 foram encontrados valores mais elevados de metais isoladamente enquanto que na área 2,com as maiores médias, a distribuição é homogênea; nas duas áreas os metais tem uma leve tendência de se concentrar onde há maior teor de matéria orgânica.
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    Composição mineral da cana-de-açúcar in natura hidrolisada com cal virgem (CaO)
    (Universidade Federal do Pará, 2014-12) DOMINGUES, Felipe Nogueira; OLIVEIRA, Mauro Dal Secco de; MOTA, Diego Azevedo; OLIVEIRA, Raimundo Parente de; SANTOS, Juliana dos; MIRANDA, Augusto Sousa; GODOY, Bruno Spacek
    Objetivou-se avaliar a composição mineral da cana-de-açúcar in natura hidrolisada com doses crescentes de cal virgem e diferentes tempos de exposição ao ar. As doses de cal virgem (CaO) utilizadas foram 0,0 (controle); 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0% com base na matéria natural da cana e os tempos de exposição ao ar 0; 24; 48; 72 e 96 horas. A composição mineral foi avaliada através das concentrações cálcio (Ca), fósforo (P), potássio (K), magnésio (Mg); zinco (Zn), cobre (Cu), manganês (Mn), cromo (Cr), chumbo (Pb) e cádmio (Cd). Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado. Os dados foram analisados utilizando uma análise de variância com medidas repetidas, para a comparação das médias foi utilizado o teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. A variação no teor de Ca (P<0,05) ocasionou alteração na relação Ca:P da cana-de-açúcar hidrolisada, chegando a relação de 36,46:1 na dose mais elevada de cal (2,0%). Os teores de P, K, Mg, Zn e Cu diminuíram com a elevação da dose de cal (P<0,05). Em relação ao fator tempo, houve um acréscimo na concentração K, Mg e Mn (P<0,05). O tratamento da cana-deaçúcar com cal virgem (CaO) microprocessada aumenta o teor de Ca do volumoso ocasionando um aumento na relação Ca:P. Há presença de Pb na cal virgem, porém abaixo da concentração tóxica para ruminantes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Contaminação ambiental por mercúrio no distrito mineral de Nambija - Amazônia do Equador
    (Universidade Federal do Pará, 2000-08-08) RAMIREZ REQUELME, Marlis Elena; RAMOS, José Francisco da Fonseca; http://lattes.cnpq.br/8189651755374537
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    Contaminação no lago Xolotlán causada pelos despejos vertidos pela área metropolitana da cidade de Manágua, Nicarágua
    (Universidade Federal do Pará, 1995-05-25) ALBUQUERQUE ESPINOZA, Noemi Marlene; FENZL, Norbert; http://lattes.cnpq.br/6834981018643186
    O lago Xolotlán, o menor dos dois grandes lagos que ocupam a Depressão Nicaraguense, está sendo poluído pela área metropolitana da cidade de Managuá desde 1928 quando começa a ser utilizado como corpo receptor dos esgotos sanitários dessa cidade. Atualmente recebe, além disso, as águas residuárias das principais indústrias da Nicarágua (localizadas em Manágua); sedimentos, lixo, alto teor de nutrientes e poluentes orgânicos da bacia de drenagem e as águas que percolam do principal lixão da cidade de Manágua (Lixão Acahualinca). Para determinar os níveis de contaminação por cromo, cobre, arsênio, cádmio, mercúrio e chumbo no litoral Sul do lago Xolotlán foram realizadas duas campanhas de amostragem em seis perfis com direção norte que partiram desde os pontos de descarga de três coletores de esgotos sanitários, um efluente de águas residuárias industriais, um canal de drenagem pluvial e na frente de um aterro "sanitário". Na primeira campanha, a amostragem foi realizada até uma distância de 1000 metros da costa do lago e na segunda, até 500 metros. Foram coletadas amostras de água e sedimentos para análise de elementos traços e amostras de água para a determinação de variáveis físicas e físico-química. Uma terceira campanha de amostragem foi realizada em dois perfis para determinar as concentrações de ƩDDT e do toxafeno em sedimentos do lago Xolotlán. Para a determinação dos elementos traços foi utilizado o método de espectrometria de absorção atômica. A ƩDDT e o toxafeno foram determinados pelo método de cromatografia gasosa. Na análise das variáveis físicas e físico-químicas foram utilizados os métodos descritivos por APHA (1992). As concentrações de cromo, cobre, arsênio e cádmio em água foram inferiores aos limites estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) do Brasil em 1987 para águas salobras destinadas à recreação de contato primário, à proteção de comunidades aquáticas e a criação de espécies destinadas à alimentação humana. O chumbo esteve justamente no limite estabelecido pelo CONAMA para esse poluente (10ppb) no ponto de descarga do afluente amostrado de águas residuárias industriais na primeira amostragem. As concentrações de mercúrio em água foram elevadas em todo o perfil do efluente de águas residuárias, variando desde 0,6 até 0,1 ppb, nas duas amostragem. Em sedimentos do litoral do lago Xolotlán o cromo foi encontrado numa concentração média de 15,1 µg/g e sua distribuição na maioria dos perfis indica contaminação por fontes pontuais, à semelhança do que ocorre com o cobre (57 - 28 µg/g) e o arsênio (1,3 - 11,2 µg/g). A contaminação por cádmio (0,7 - 4,7 µg/g) é produto da atividade vulcânica. Os sedimentos amostrados no ponto de descarga do efluente de águas residuárias amostrados apresentam uma forte contaminação por mercúrio (57,6 µg/g), que diminui com a distância. Por sua vez, a contaminação por chumbo (concentração média de 36,8 µg/g) está difundida em toda a área de estudo e, com exceção de um perfil, sua distribuição espacial indica contaminação por fontes não pontuais. O toxafeno só foi detectado no ponto de descarga das águas residuárias industriais, mas a concentração foi elevada (10 ppm). A distribuição da ƩDDT sugere contaminação por uma fonte pontual não identificada. Os resultados das análises das variáveis físico-químicas demonstram que a atividade vulcânica está contribuindo com altos valores de Ph, sólidos, boro, fluoretos e concentrações de íons maiores. A diminuição significativa na concentração de nutrientes e das demandas química e bioquímicas de oxigênio, com a distância das fontes de contaminação pontuais revelam que o lago Xolotlán possui uma elevada capacidade de estabilização.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Desorption of heavy metals from ion exchange resin with water and carbon dioxide
    (2006-06) SILVA, Denilson Luz da; BRUNNER, Gerd
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Determinação espectrofotométrica do arsênio em cabelo usando o método do dietilditiocarbamato de prata (SDDC) e trietanolamina/CHCl3 como solvente
    (2002) PEREIRA, Simone de Fátima Pinheiro; FERREIRA, Sérgio Luis Costa; COSTA, Antonio Celso Spínola; SARAIVA, Augusto Cesar Fonseca; SILVA, Antonia Kelen Frota
    Pelo uso de técnicas mais baratas, como a do SDDC, é possível determinar níveis traços de arsênio em cabelo; entretanto esta técnica apresenta alguns inconvenientes como baixa estabilidade e o odor desagradável da piridina. A piridina foi substituída por trietanolamina/CHCl3 e as características analíticas do complexo foram estudadas. O complexo foi estável por 270 minutos, a faixa de aplicação da lei de Beer foi de 0,0 a 25,0 mg As, a repetibilidade foi de 0,028 mg As, o limite de detecção foi de 18,6 mg de As/L e a sensibilidade (e)? de 1,12 104 L.mol-1.cm-1. O método foi aplicado à amostras de cabelo. A lavagem das amostras foi feita com extran e água desionizada e seca em estufa (40-60ºC). 0,1000 g de amostra foi submetida à 11 métodos de digestão. O melhor método foi o que usou uma solução 1:1 de HNO3 e H2SO4 concentrados em temperatura de 100-110ºC com evaporação até fumos de SO3. O tempo de abertura é um inconveniente neste tipo de digestão.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Dinâmica da distribuição dos poluentes metálicos e orgânicos nos sedimentos de fundo dos canais de drenagem de Belém, Pa
    (Universidade Federal do Pará, 1995-10-17) NASCIMENTO, Fernanda Souza do; FENZL, Norbert; http://lattes.cnpq.br/6834981018643186
    Os canais de drenagem Quintino, Tamandaré, Reduto e Una localizam-se no centro urbano de Belém (PA), e são os principais receptores hídricos da carga de poluentes proveniente das atividades econômicas e domésticas da cidade. O objetivo do trabalho é o estudo da distribuição temporal (das estações climática seca de 1993 à chuvosa de 1994) e espacial (das diversas frações granulométricas dos sedimentos) dos poluentes matálicos (Rb, Be, Sr, Ba, Sc, Y, La, Ce, Th, U, Zr, V, Nb, Cr, Mo, W, Co, Ni, Cu, Ag, Zn, Cd, Hg, Ga, Sn, Pb, e Sb, incluindo C, N, As, S e Se) e orgânicos (hidrocarbonetos poli-aromáticos (PAH) derivados de combustão natural ou antropogênica tais como, fluoranteno, indeno (1,2,3-cd)pireno, benzo(b)fluoranteno, benzo(ghi)perileno, benzo(a)pireno, benzo(k)fluoranteno) nos sedimentos de fundo desses canais e do rio Guamá. O rio Guamá é a principal via de drenagem que contorna a parte sul de Belém, cujas concentrações dos metais e dos orgânicos dos sedimentos coletados são adotados como o background da área de studo. O procedimento analítico realizado para a identificação dos componentes químicos e sedimentológicos dessas amostras utilizou a fluorescência de raios X, análise elementar, análise sedimentológica e cromatografia líquida. Os resultados mostram significativas diferenças na composição química e mineralógica deses sedimentos. As concentrações de metais e orgânicos nas amostras dos canais são em média 40 % superiores no período de seca em relação ao período de chuvas. A distribuição dos metais é influenciada pela composição sedimentológica, mostrando a tendência de se acumular preferêncialmente nas frações finas (<40µm), enquanto os orgânicos mostram uma distribuição independente às frações granulométricas. Entretanto, ambos (os metais e os orgânicos), apresentam elevadas concentrações (entre 15 e 25% superiores) também nas frações mais grossas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Distribuição de metais pesados e hidrocarbonetos poliaromáticos em sedimentos de fundo dos rios Magdalena e Bogotá (Colômbia).
    (Universidade Federal do Pará, 1997-09-08) PIRATOBA MORALES, Gundisalvo; FENZL, Norbert; http://lattes.cnpq.br/6834981018643186
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Distribuição de metais pesados e isótopos de Pb em sedimentos do rio Amapari, setor de Pedra Branca do Amapari – Porto Grande, Amapá
    (Universidade Federal do Pará, 2011-03-18) SILVA, Danúbia Tavares da; LAFON, Jean Michel; http://lattes.cnpq.br/4507815620234645
    O trabalho consiste de um estudo geoquímico de metais pesados e de geoquímica isotópica de Pb em sedimentos provenientes da bacia hidrográfica do rio Amapari, o qual é um dos principais afluente da margem direita do rio Araguari. A área estudada é localizada na região central do Estado do Amapá, mais especificamente, no trecho do rio entre Porto Grande–Pedra Branca do Amapari. O Trabalho tem por objetivo investigar a distribuição de metais pesados, os quais são: Pb, Cu, Zn, Ni, Mn, Cd, Cr e de outros metais como o As, Al, Fe, Th e U associados à determinação da composição isotópica de Pb em sedimentos recentes em diversos pontos de amostragem representativos do rio Amapari e seus tributários. O estudo visa evidenciar e distinguir as contribuições naturais provenientes das principais unidades geológicas presentes na bacia de drenagem e as possíveis contribuições relacionadas às atividades de mineração nessa região do Estado do Amapá, em particular, da extração de ouro e ferro no setor de Pedra Branca do Amapari – Serra do Navio, que constitui o maior empreendimento de mineração no Estado. A estratégia de coleta das amostras de sedimentos recentes (solos aluviais), que são sedimentos depositados na margem superior do rio durante os eventos de inundação, dependeu basicamente da ocorrência de afloramentos adequados e da acessibilidade. Os sedimentos, coletados em novembro de 2007, correspondem a um conjunto de amostras proveniente do rio Amapari e desembocaduras de igarapés nesse rio e a três conjuntos de amostras coletadas em tributários da margem direita (rio Cachorrinho e rio Cupixi); e esquerda (igarapé Cupixizinho), totalizando 25 pontos de amostragem. Nessas amostras foram realizadas análises granulométrica, mineralógica, química e isotópica. A análise granulométrica foi efetuada para determinar as percentagens de material fino (silte + argila) e de argila. A composição mineralógica foi determinada por Difração de Raios-X. As análises químicas foram realizadas em laboratório comercial (ACME Analítica Laboratório), no qual foram determinados os teores de elementos maiores e traços por ICP-EOS e ICP-MS em dissolução total em 8 amostra total e 22 da fração fina. Os elementos de maior interesse foram: Al, Fe, Pb, Mn, Cu, Zn, Ni, As, Cd, Cr, Th e U. Para as análises isotópicas, as amostras de fração fina sofreram abertura química total (20 amostras) e lixiviação ácida (5 amostras). A separação e purificação do Pb foram realizadas por cromatografia de troca iônica. As composições isotópicas foram determinadas em modo estático com um espectrômetro de massa de termoionização modelo Finnigan MAT 262, com multi-coletores, do Laboratório de Geologia Isotópica (Pará-Iso) do IG da UFPA. Os resultados geoquímicos mostraram que todos os metais pesados se comportaram de forma similar e são enriquecidos nas mesmas amostras indicando que os sedimentos sofreram os mesmos processos de enriquecimento para todos os metais investigados, com exceção do cádmio que teve um comportamento diferente. Não foi possível evidenciar nenhuma relação clara entre granulometria e teores de metais pesados. Portanto, a quantidade de argilas presente no sedimento não parece ter sido preponderante nas concentrações dos metais pesados, ao contrário do que ocorre geralmente em sedimentos de fundo. Não foram observadas variações na composição mineralógica entre fração fina e fração superior a 62 μm, o que justifica a similaridade das composições químicas entre essas frações. Em ambas, a mesma paragênese formada por quartzo, caulinita, gibbsita e muscovita foi identificada. Alguns outros minerais foram encontrados em algumas das amostras, os quais devem representar relíquias das paragêneses primárias (anatásio, rutilo, microclínio, etc.) Esses minerais não influenciaram as concentrações dos metais pesados investigados. Os metais pesados apresentaram uma correlação melhor com o Fe do que com o Al, apesar de não terem sido detectados minerais de Fe nas amostras. As composições isotópicas de Pb apresentaram grandes variações. Foi possível construir isócronas no diagrama 207Pb/204Pb vs. 206Pb/204Pb que definiram sistematicamente idades paleoproterozóicas, em torno de 2,0 Ga (rio Amapari: 1964 ± 88 Ma, mswd = 1,6), indicando que os sedimentos são provenientes essencialmente das unidades supracrustais paleoproterozóicas (metasedimentos e rochas máficas) e dos granitoides associados. Apesar de aflorar em extensos locais no percurso do rio Amapari e tributários, o embasamento arqueano, não contribui significativamente para a fonte dos sedimentos. Em termos de distribuição geográfica, as concentrações de metais variam de forma bastante significativa, porém aleatória nos diversos pontos de amostragem do rio Amapari, mostrando que não houve homogeneização e que os sedimentos retratam as heterogeneidades das rochas fontes. Qualquer que sejam os processos que levaram a essa distribuição, os mesmos são provavelmente naturais já que nenhuma correlação foi estabelecida entre os teores dos metais e a localização das amostras em relação às áreas com atividades de mineração. A comparação dos teores de metais pesados do rio Amapari e seus tributários com aqueles determinados por outros autores em sedimentos de fundos de um igarapé na proximidade dos depósitos de Fe e de Au da Serra do Navio – Pedra Branca de Amapari confirma essa hipótese.
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