Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Metassomatismo (Socotó) Bahia"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 1 de 1
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo geológico e aspectos econômicos de um depósito de esmeralda clássico, Socotó-BA
    (Universidade Federal do Pará, 1990-12-17) COLLYER, Taylor Araújo; KOTSCHOUBEY, Basile; http://lattes.cnpq.br/0096549701457340
    O comércio mundial de gemas, que hoje envolve valores da ordem de 80 bilhões de dólares/ano, remonta a milênios, tendo tido grande influência no desenvolvimento da civilização humana. A esmeralda ocupa um lugar de destaque nesta comercialização, e o Brasil, com grandes províncias gemológicas é uma importante fonte deste mineral. A produção brasileira com aproximadamente 80 toneladas/ano de esmeralda bruta, é favorecida pela relativa estabilidade político-social do país, o que constitui uma vantagem em relação a outros países produtores. Em contrapartida, a exportação de gemas no estado bruto, a ausência de uma política mineral e de pesquisa neste setor, impedem a geração de recursos maiores, beneficiando apenas pequenos grupos geralmente estrangeiros. O presente trabalho objetiva mostrar que o depósito de esmeralda de Socotó, pelas suas características clássicas, pode servir de modelo em vista de prospecção em outras áreas apresentando ambiente geológico semelhante, bem como, permitir o esclarecimento de algumas questões relacionadas à formação deste mineral. O quadro geológico de Socotó consiste principalmente em um corpo de rochas básico-ultrabásicas intensamente fraturadas/falhadas, correspondendo a "roof pendant" ou um mega -encrave encaixado no batólito granitóide de Campo Formoso. O magma intrusivo de composição granítica, rico em molibdênio, elementos voláteis e berílio, reagiu com as rochas meta-ultrabásicas; fornecedoras dos elementos cromóforos Cr, Fe e V, o que resultou ao longo de diques e veios, em abundante mineralização esmeraldífera controlada por fatores geoquímicos, físicos e estruturais. Um intenso metassomatismo permitiu na auréola de contato, o desenvolvimento de pelo menos três zonas concêntricas, caracterizadas por associações minerais específicas, a saber: uma zona externa, uma zona intermediária e uma zona mais interna no encrave. Através de levantamento geofísico por cintilometria e magnetometria, foram definidas a forma e as seguintes dimensões para este encrave: 2.150 metros de comprimento, 180 a 335 metros de largura e uma espessura de até 161 metros. A análise da magnetização remanescente, mostrou a evolução térmica dos granitóides, desde a sua colocação há 1973 ± 24 m.a (Torquato et aI, 1978), até o fechamento do ciclo mineralizador há 1784 ± 47 m.a, idade obtida pelo método Rb/Sr em flogopitas associadas a esmeralda. Finalmente, o reconhecimento dos diferentes tipos de inclusões e de grande quantidade de tubos de crescimento e canais ao longo do eixo C dos cristais de esmeralda, preenchidos ou não por minerais, permitiu a previsão, com objetivos econômicos, de tratamento químico convencional ou complexo, envolvendo a aplicação de raio laser e o deslocamento de átomos ao longo desses filamentos naturais.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA