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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ecologia de culicídeos vetores de febre amarela silvestre em relação ao microclima na Floresta Nacional de Caxiuanã-Melgaço-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2007) PINTO, Claudeth de Souza; MASCARENHAS, Bento Melo; http://lattes.cnpq.br/3279744837272788; CONFALONIERI, Ulisses Eugênio Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/0960107425984526
    Os vetores de febre amarela encontram-se distribuídos, nas Américas, nos gêneros, Haemagogus e Sabethes. Os culicídeos hematófagos têm seu ritmo de atividade hematofágica influenciado por fatores endógenos e fatores exógenos, tais como a resposta aos elementos micro-climáticos. O micro-clima e a estratificação dos hospedeiros são os principais determinantes para a ocupação do nicho ecológico de muitas espécies de culicídeos nas florestas tropicais. O estudo foi desenvolvido na torre de medição micrometeorológica na Floresta Nacional de Caxiuanã, Melgaço, Pará, objetivando analisar a distribuição vertical dos vetores de febre amarela silvestre em relação ao microclima da Floresta densa de terra firme, de julho de 2005 a abril de 2006, no solo em plataformas da torre a 8m, 16m e 30m durante 12 horas diurnas e 12 horas noturnas, utilizando atrativo humano. Em cada uma das alturas encontrava-se disponível termo-higrômetro para a medição da temperatura e umidade relativa do ar e no topo da mesma estava um pluviômetro para a medição da precipitação pluviométrica. Obteve-se 25.498 culicídeos, sendo 1028 pertencentes à Haemagogus e 502 à Sabethes, nas coletas diurnas. As espécies do gênero Sabethes e Haemagogus janthinomys mostraram-se acrodendrófilas, com preferência à realização do repasto a 16m e 30m, enquanto que H. leucocelaenus foi coletado em maior quantidade ao nível do solo. Os meses mais chuvosos apresentaram maior quantidade de vetores de febre amarela silvestre, porém essa influência não foi estatisticamente significativa. Por outro lado houve relação significativa entre temperatura, umidade relativa do ar e número de vetores de febre amarela silvestre.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O efeito da topografia e microclima na florística e estrutura de árvores e na produção de liteira em uma floresta ombrófila densa na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2012) FERREIRA, Laura Suéllen Lisboa; JARDIM, Mário Augusto Gonçalves; http://lattes.cnpq.br/9596100367613471; CATTANIO, José Henrique; http://lattes.cnpq.br/1518769773387350
    O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito da topografia e microclima (temperatura e precipitação) na florística e estrutura de árvores e produção de liteira em uma floresta ombrófila densa na Floresta Nacional de Caxiuanã. Na grade de 25 km2 do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBIO), foram escolhidas três áreas (A, B e C) onde foram demarcadas parcelas de 10 x 100 m, seguindo um mesmo perfil topográfico (baixio, intermediário e platô). Nestas parcelas, foram identificados todos os indivíduos arbóreos com DAP ≥10 cm para realização da fitossociologia, levando em consideração os parâmetros absolutos e relativos da densidade, freqüência e dominância, calculando assim, o índice de valor de importância (IVI). Os dados micrometeorológicos de temperatura foram obtidos a partir de datalogger Hobo Pro v2 e os dados de precipitação foram coletados pela estação automática do IBAMA. Foram encontradas 124 espécies, distribuídas em 33 famílias botânicas. As famílias mais ricas em número de espécies foram Sapotaceae (17), Chrysobalaneaceae (10), Lecythidaceae (10) e Caesalpiniaceae (8). As famílias mais abundantes em número de indivíduos foram Sapotaceae (65), Chrysobalanaceae (52) e Caesalpiniaceae (40). A área apresentou pequena diversidade florística constatada pelo baixo Índice de Diversidade de Shannon (H’= 3.16) e alta uniformidade nas proporções indivíduos/espécies dentro da comunidade vegetal, devido ao grau de equitabilidade de Pileou (J’= 0,94). Não houve diferenças significativas na riqueza e diversidade de árvores em relação aos platôs, intermediários e baixios, assim como, na densidade de espécies e área basal dos indivíduos. Não houve uma nítida separação na composição de espécies de árvores (DAP ≥ 10 cm) entre as parcelas amostradas na condição topográfica de platô, intermediário e baixio. A família com maior IVI foi Sapotaceae para a topografia de baixio e intermediário, e Lecythidaceae para o platô e as espécies com maior IVI para as três topografias foram Lecythis idatimon, Rinoria guianensis e Eschweilera coriacea. A média na produção de liteira total nas nove parcelas foi de 758,59 kg ha-1. Não houve diferença significativa na produção de liteira em relação à topografia e as temperaturas média e máxima, entretanto o mesmo não aconteceu em relação à precipitação e a temperatura mínima, onde houve diferença significativa. A fração foliar (73,55%) foi a mais representativa na composição de liteira, seguida de galhos (24,98%), frutos (3,88%) e flores (3,85%). A produção de flores e frutos não apresentou diferença significativa com a topografia. Não houve relação entre produção de flores com a precipitação e temperatura. Já, a produção de frutos apresentou diferenças significativas com a precipitação e temperatura máxima e mínima. A topografia não apresentou influencia na florística e estrutura de árvores e na produção de liteira nas nove parcelas estudadas, porém a variação na precipitação e temperatura apresentou forte influência na produção de liteira total e na produção de frutos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Variabilidade quantitativa de população microbiana associada às condições microclimáticas observadas em solo de floresta tropical úmida
    (2011-12) RODRIGUES, Hernani José Brazão; SÁ, Leonardo Deane de Abreu; RUIVO, Maria de Lourdes Pinheiro; COSTA, Antonio Carlos Lôla da; SILVA, Rommel Benicio Costa da; MOURA, Quêzia Leandro de; MELO, Ivan Fiuza de
    Este estudo é uma proposta de contribuição científica ao entendimento das inter-relações entre densidade de populações de microorganismos de solo, associadas à variabilidade microclimática sazonal em floresta tropical úmida, considerando também estudo de caso de evento extremo. Alguns organismos vivos, especialmente microorganismos de solo, são muito sensíveis às pequenas variações microclimáticas (luminosidade, temperatura, umidade do solo, vento, calor sensível, calor latente, etc. Seguramente estes fatores condicionantes são importantes para o entendimento da distribuição espacial destes seres vivos em ecossistemas naturais, habitados por uma enorme variedade de microorganismos (fungos e bactérias). Estes foram estudados quanto sua distribuição e densidade, utilizando a técnica "Pour Plate" de contagem em placas de "Petri" seguindo a metodologia utilizada por De-Polli e Guerra, descrita por Clark. O estudo foi realizado em duas áreas experimentais, PPBio (área de floresta densa natural) e ESECAFLOR (área de um hectare coberta para simulação de seca prolongada) em Caxiuanã-PA, com medidas contínuas de variáveis microclimáticas térmicas, úmidas e precipitações, além da avaliação de padrões de distribuição espacial e temporal da abundância e riqueza das espécies, para estabelecer um sistema de monitoramento de fungos e bactérias de solo associado à variabilidade climática na floresta nacional de Caxiuanã. As áreas experimentais são predominantemente de Yellow Latossolo. As análises microbiológicas mostraram que fungos desenvolveram-se melhor em época seca e bactérias na época chuvosa. Suas populações diminuem com a profundidade, exceto em ambiente alterado. As correlações de variações sazonais entre populações de fungos e bactérias e as variáveis temperatura e umidade do solo, se estabeleceram satisfatoriamente para qualquer época do ano em ambos os sítios estudados.
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