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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A dialética da contribuição do brinquedo de miriti para o desenvolvimento infantil e processo de individualização da criança
    (Universidade Federal do Pará, 2007) MENESES, Alcione Sousa de
    Este ensaio discute, tomando como fundamento o apostes dos teóricos da Escola de Frankfurt (especificamente Adorno, Horkheimer, Benjamin Marcuse), as marcas sociais pregadas ao brinquedo nas sociedades tencno-burocráticas e sua nefasta consequência à formação autônoma. Com este objetivo, é patente a reflesão sobre cultura e educação em sentido lato a partir da tese que aqui se defende, qual seja, a crítica radical ao processo de socialização da criaça imanente ao brinquedo, dado a perda de singularidade deste e sua capacidade de desenvolver a individualidade na cultura tornada mercadoria por (con)formar subjetivamente a criança à heteronomia nos processos de identificações sucessivas, especialmente mediadas pelos brinquedos massificdos wnquanto objetos e narrativas. Considera-se que, subjacente ao brinquedo, encontra-se subsumido o processo de individuação, o qual presupõe a relação dialética entre indivídou e cultura, incluindo aí as potencialidades e os limites formativos dos brinquedos com consequências para o processo de desenvolvimento se cosiderarmos este a partir da multideterminação do ser humano enquanto ser complexoe com existência peculiar.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Travessia poética: memórias das paisagens amazônicas como potência no processo autoetnográfico de criação/reflexão artística
    (Universidade Federal do Pará, 2019-09-10) CAMORIM, Germana de Alencar; ALMEIDA, Ivone Maria Xavier de Amorim; http://lattes.cnpq.br/5012937201849414
    Esta dissertação busca compreender o meu processo criativo, por meio da minha percepção como participante desta cultura, utilizo as paisagens amazônicas, humanas e emocionais como esquema motor da pesquisa, além da análise de seus esquemas simbólicos como o barco, o rio/água e a floresta e da influência da cultura popular na produção artística em sua relação com a matéria miriti e em trocas simbólicas por intermédio de narrativas autoetnográficas e estas como instrumentos culturais. Por fim, exponho o processo produtivo em etapas. Travessia Etnopoética tem como base a compreensão dos processos particulares desta cultura, e tem como método de reflexão a autoetnografia, que busca compreender o meu percurso, por meio das minhas experiências com o meio em que vivo, ou melhor, busco compreender como as paisagens amazônicas, humanas e emocionais norteiam o meu processo criativo, que se desenvolve por meio da utilização de algumas técnicas artísticas como a fotografia e a serigrafia, tendo o miriti como matéria e/ou suporte que identifica o meu espaço territorial, assim como a paisagem como referência identitária e de consciência socioespacial de pertencimento. Em uma composição íntima, como uma estrutura de um ser, onde as imagens trabalhadas (fotografias) seriam uma espécie de fisionomia, em paralelo com o humano – pele, aquilo que dá rosto, que vai sobre o corpo (miriti), ou em uma relação dualística de geografias, paisagem humana dentro da paisagem geográfica, uma geografia íntima que carrega a subjetividade de uma relação mnemônica que constitui e me construiu como artista, como um fôlego que dá vida a esses seres, a essas geografias que despertam a minha memória afetiva como artista-pesquisadora e resultam na produção artística de objetos autorais desenvolvidos em diversas linguagens e técnicas, tendo como suporte o miriti. A condução da pesquisa tem sido guiada a partir de aportes teóricos estabelecidos e norteada pela metodologia autoetnográfica. O arcabouço teórico utilizado encontra amparo em Bastos et al. (2016), Pizarro (2012), Loureiro (2000) e Benjamin (2012).
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