Navegando por Assunto "Mobilidade social"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Mobilidade de camponeses entre assentamentos de reforma agrária: territorialidades em cheque no desenvolvimento local da Transamazônica, Pará, Brasil(2015-06) SANTOS, Ione Vieira dos; PORRO, Noemi Sakiara Miyasaka; PORRO, RobertoO artigo trata do papel da mobilidade espacial de famílias camponesas entre assentamentos da chamada reforma agrária no desenvolvimento local da região Transamazônica, Estado do Pará. A análise das práticas e narrativas de sujeitos locais no contexto de políticas públicas fundiárias e ambientais evidencia que essa execução vigente não se coaduna com os processos de territorialização concebidos pelos chamados beneficiários de reforma agrária.Tese Acesso aberto (Open Access) A mobilidade social das lideranças indígenas Tabajara e Potiguara na Paraíba e demais capitanias do Norte do Brasil (séculos XVI – XVIII)(Universidade Federal do Pará, 2021-05-04) MEIRA, Jean Paul Gouveia; COELHO, Mauro Cezar; http://lattes.cnpq.br/7187368960757936Essa tese teve como objetivo analisar o papel desempenhado pelas lideranças Tupi, pertencentes aos povos Tabajara e Potiguara, no processo de inserção dos indígenas na sociedade colonial a partir da conquista e colonização da Capitania Real da Paraíba, e demais capitanias do norte do Brasil, ao longo dos séculos XVI – XVIII. Durante os primeiros contatos entre indígenas e colonizadores, estes últimos tiveram a necessidade de se inserir na lógica das guerras travadas entre as sociedades Tupi para contrair alianças e conquistar o território. Os europeus foram inseridos no “universo” indígena a partir das relações de matrimônios estabelecidas com as filhas dos chefes Tupi. Os acordos matrimoniais entre indígenas e colonizadores foram fundamentais para o povoamento das capitanias de Pernambuco e Itamaracá na primeira metade do século XVI. Ao longo do referido século, muitos indígenas aliados foram escravizados, e tal conjuntura fez com que os chefes indígenas reestabelecessem os acordos de paz com os colonizadores através da prestação de serviços, notadamente de guerras, para não somente evitarem a escravização da sua gente, mas, também, para a preservação das terras coletivas a partir da inserção de tais indivíduos nos aldeamentos missionários. Muitos indígenas foram protagonistas nas guerras que resultaram na fundação da capitania da Paraíba e demais capitanias do norte do Brasil, assim como na conquista dos sertões, ao longo dos séculos XVI e XVIII. A prestação de serviços resultou em inúmeras recompensas, principalmente para as lideranças Tabajara e Potiguara, as quais puderam obter mobilidade social.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Mobilidades geográfico-profissionais de duas gerações de agricultores familiares assentados na Amazônia oriental(Museu Paraense Emílio Goeldi, 2016-04) SARTRE, Xavier Arnauld de; MARIN, Joel Orlando Bevilaqua; ASSIS, William Santos de; LOPES, Raquel da Silva; VEIGA JUNIOR, Iran PereiraA mobilidade social de agricultores familiares em áreas de frentes pioneiras da Amazônia, durante muitos anos, esteve associada à migração geográfica, em busca de uma terra para trabalhar. O afastamento cada vez mais importante das terras, a modernização do comportamento dos jovens e o aumento do nível médio de estudo implicaram mudanças importantes nestas estratégias, uma vez que os agricultores preferem atingir a mobilidade social por meio dos estudos escolares e da migração para a cidade. Se esses dados são conhecidos, a quantificação do fenômeno (em particular, com questionários biográficos) no caso de três assentamentos da Amazônia oriental e a diferenciação interna ao grupo dos agricultores (segundo o tipo de família e o lugar de moradia) constituem as principais inovações deste artigo.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Perversidades da ausência: política habitacional na Região Metropolitana de Belém(1999-12) RAVENA, NírviaArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Pescadoras de camarão: gênero, mobilização e sustentabilidade na ilha Trambioca, Barcarena, Pará(Universidade Federal do Pará, 2006-08) SIMONIAN, Ligia Terezinha LopesA partir deste artigo discute-se a relação entre gênero, mobilizações sociais e sustentabilidade no contexto da ilha Trambioca, município de Barcarena, Pará, especialmente quanto à experiência das pescadoras de camarão (Macrobrachium amazonicum). A pesquisa foi orientada pela metodologia antropológica do trabalho de campo e pela produção fotográfica, mas foram igualmente incorporadas estratégias que permitiram a produção de dados para uma análise quanto à economia política. Fundamentalmente, a mesma revelou uma experiência em que as mulheres pescadoras acabam sendo o destaque na produção de camarão nessa ilha, participando de todo o processo de produção, beneficiamento e comercialização. Em face à crise ambiental e econômica globalizada, tais pescadoras propõem a criação de camarão, com o que esperam aumentar a renda. Entretanto, nesse processo organizativo, elas percebem que os limites são muitos e que precisam de financiamento, capacitação e tecnologia voltadas para a criação de camarão. Conseqüentemente, muitas implicações apresentam-se para a sustentabilidade, em especial se a possibilidade de uma economia diferenciada for levada em consideração.
