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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    1952: a poesia de O Estranho de Max Martins
    (Universidade Federal do Pará, 2011-08-31) ALENCAR, Melissa da Costa; CHAVES, Lília Silvestre; http://lattes.cnpq.br/4273510661737259
    Essa dissertação estuda a poesia do livro O Estranho, 1952, do poeta paraense Max Martins, e seu entrelace com a poesia moderna. Para isso, consideramos que a poética de Max dialoga com os textos de poetas brasileiros de renome nacional e universal. De acordo com Haroldo de Campos, a relação de uma poética com a tradição literária e o projeto que o texto artístico necessita é um encontro entre códigos, em uma rara capacidade de transferir mesmo as efemérides mais íntimas para o horizonte do fazer, em criação, na luta corpo-a-corpo com a palavra. Essa luta com o verbo é parte fundamental no jogo poético de Max Martins. Em O Estranho, ao questionar o lugar da poesia no seu próprio tempo, o poeta desmembra o texto e revela o homem e a escrita à margem. A poesia do estranho - o termo sugere o gauche drummondiano - constitui um "dialeto" talvez ininteligível para alguns. Como sugere o poema inicial dessa obra, a linguagem pode até mesmo ser incompreensível, daí o vocábulo "estranho" (do título do livro e do primeiro poema), ou seja, uma linguagem de choque, que se estranha com a realidade, no entanto, é o que quer o poeta, a transmutação da realidade cotidiana no poético. Neste trabalho, traçamos os aspectos relevantes da lírica moderna a partir de um estudo sobre os conceitos de Moderno, Modernidade e Modernismo, passando rapidamente pelo modernismo no Brasil, para chegar ao modernismo paraense e, especificamente, à geração de Max. Finalmente, propomos uma interpretação dos poemas do livro (analisando-os sobretudo à luz da leitura crítico-reflexiva de Benedito Nunes, primeiro crítico dos poemas de Max Martins). Foi feito também um histórico editorial dos poemas antes e depois da publicação de O Estranho. Com isso, pretendemos contribuir para os estudos literários no que tange falar mais demoradamente sobre os aspectos importantes da poesia de Max Martins, especialmente sobre sua iniciação no mundo poético.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartas literárias: cartografia sócio-literária de pessoas e paisagens de Belém a partir da poesia de Bruno de Menezes
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11-29) SANTOS, Joice Freitas dos; FERNANDES, José Guilherme dos Santos; http://lattes.cnpq.br/7023812449790431; https://orcid.org/0000-0001-9946-4961
    O presente trabalho propõe uma nova perspectiva sobre o cruzamento entre a Geografia e Literatura: uma cartografia sócio-literária da poesia de Bruno de Menezes, levando em consideração a existência de pessoas e paisagens no espaço de Belém do Pará. A questão que guiou o trabalho foi comprovar que Bruno de Menezes era um poeta-cartógrafo, explicando a relação da ficção com a cartografia; investigando como os espaços influenciaram na estilística da poesia; estabelecendo uma comparação de como estão os espaços citados e como eram na época dos escritos. Neste sentido, contribuiu para a comunidade acadêmica ao dar prosseguimento nos estudos sobre o poeta paraense negro, periférico, autodidata e precursor do Modernismo na capital paraense, além de continuar as pesquisas sobre Cartografia Literária que, como comprovamos, ainda está em fase de adensamento. Como metodologia, utilizamos as principais teorias da cartografia literária, para síntese em tabela a Malha de Saberes criada por Fernandes et al (2021), para apresentação dos mapas as teorias de Moretti (2003), para análise dos espaços e classificação da espacialidade no poema os postulados de Ozíris (2007). O produto desta pesquisa foi uma correlação entre os elementos visuais e textuais, com mapas e tabelas que sintetizam a capacidade do autor em retratar a cidade em poesia. O leitor verá que os espaços mais recorrentes nos poemas foram os bairros do Jurunas, Cidade Velha, Campina, Umarizal, Telégrafo, Pedreira e Sacramenta (Nazaré e Guamá aparecem algumas vezes), com pessoas que existiram na periferia de Belém nos séculos XVIII, XIX e XX, mas não tiveram sua existência marcada nos documentos oficiais. É o princípio do que desejamos ser um retorno para a sociedade com disponibilização dos mapas e outros recursos tecnológicos para o público. Assim, o trabalho buscou mostrar que os espaços de Belém têm memória, contando um pouco da história de ocupação desses lugares.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Em águas e lendas da Amazônia: os outros brasis de Waldemar Henrique e Mário de Andrade (1922-1937)
    (Universidade Federal do Pará, 2009) DIAS, Robert Madeiro; FIGUEIREDO, Aldrin Moura de; http://lattes.cnpq.br/4671233730699231
    Mário de Andrade e Waldemar Henrique são conceituados artistas brasileiros. O primeiro como intelectual de renomada importância dentro do movimento modernista, da agitada Semana de 1922 às inúmeras pesquisas e estudos sobre música e folclore. Foi um intelectual formador de uma inteligência do pensamento nacional. Waldemar Henrique foi o autor de uma gigantesca obra musical, suas primeiras composições remontam a ―Olhos verdes‖, de 1922, no Rio de Janeiro recebendo a denominação de ―Valsinha do Marajó‖, e ―Minha Terra‖, de 1923. Na década de trinta o seu trabalho ampliou-se tematicamente estendendo-se a motivos de folclore negro, a danças dramáticas regionais, a canções e lendas da Amazônia. Seus estudos de música assim confluíram com o folclore e seu nome constantemente é lembrado pela associação que perdura entre seu trabalho artístico e a Amazônia. Este estudo fundamenta-se na ―noção de experiência‖ da Amazônia, nestes dois intelectuais, em um momento de suas obras em que este lugar conflui pelo conjunto de lendas que dá suporte e constrói a narrativa de Macunaíma, em Mário de Andrade, e pela série musical inspirada no universo lendário amazônico de Waldemar Henrique. Um, nascido e criado nesses matos e rios, nos dá conta de um olhar nativo, o outro, um viajante a conhecer coisas novas e a perceber, como afirma, ―outros brasis‖. Semelhanças e diferenças de suas abordagens movem-nos a conclusões sobre a própria Amazônia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Itinerário de Bruno de Menezes: poeta modernista de Belém do Pará (1893-1931)
    (Universidade Federal do Pará, 2019-09-30) REIS, Carolina Menezes de Brito; CHAVES, Lília Silvestre; ttp://lattes.cnpq.br/4273510661737259; NASCIMENTO, Maria de Fátima do; http://lattes.cnpq.br/6007359856182459
    Bruno de Menezes, autor paraense de diversas obras, seja em prosa, poesia, teatro ou estudo crítico, chama atenção pela diversidade da sua literatura, especialmente a partir de sua terceira publicação, Poesia (1931), conhecida como primeira edição do livro de maior destaque do autor, Batuque (1939). No entanto, o que se percebe, é que o escritor já havia iniciado o movimento modernista no estado desde 1913, com a publicação do poema “O Operário”, no jornal O Martelo, em que reivindicava os direitos dos trabalhadores, geralmente explorados pelos patrões da sociedade do final da Belle Époque. O objetivo deste trabalho foi contextualizar a relevância do papel de Bruno de Menezes na construção da literatura modernista no Pará. Os múltiplos “Brunos” se devem às vivências do autor serem relevantes para a literatura brasileira, uma vez que seus escritos na Revista Belém Nova trouxeram inquietação e afloraram a renovação artística que acontecia desde a publicação da revista Klaxon (1922). A metodologia empregada é o atual método de pesquisa contemporâneo, onde há uma infinidade de canais de pesquisa, ou seja, a busca, não apenas em impressos – teses, dissertações, livros, revistas, documentos do arquivo – mas também em diversos meios eletrônicos, publicações de críticos em jornal, documentos e fotos do poeta. O recorte desta dissertação se deu desde o nascimento do poeta até o ano de 1931, evidenciando aspectos relevantes da poesia afro e a vasta fortuna crítica de Bruno de Menezes. Ressalta-se a necessidade de estender esse tipo de pesquisa a outros escritores paraenses, uma vez que contribuíram para a literatura modernista brasileira.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Jogos políticos na terra imatura: as experiências políticas dos modernistas paraenses - 1930-1945
    (Universidade Federal do Pará, 2009) MAIA, Maíra Oliveira; COELHO, Geraldo Mártires; http://lattes.cnpq.br/5007416707293009
    Esta dissertação buscou mostrar a influência das experiências políticas dos literatos modernistas entre 1930 e 1945 nas obras de arte que eles criaram, assim como a influência recíproca do movimento modernista como um todo na atuação política dos intelectuais paraenses, na criação de um sentimento de grupo, na luta por justiça social e por liberdade. Quem nos conduz a este objetivo são dois dos maiores literatos do modernismo paraense, extremamente engajados em movimentos sociais: Bruno de Menezes e Dalcídio Jurandir. Nas obras de ambos encontramos relatos e sinais da luta pela sobrevivência cotidiana, a preocupação com o bem-estar social, o engajamento em partidos políticos de esquerda, em movimentos contra a ordem social estabelecida e os conflitos e traumas gerados por essas experiências.
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