Navegando por Assunto "Montrichardia linifera"
Agora exibindo 1 - 7 de 7
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Dissertação Acesso aberto (Open Access) Análise da ação cicatrizante dos extratos da folha, pecíolo e caule da Montrichardia linifera (Arruda) Schott in vitro(Universidade Federal do Pará, 2020-02-17) BASTOS, Aline Costa; YAMADA, Elizabeth Sumi; http://lattes.cnpq.br/7240314827308306; BASTOS, Gilmara de Nazareth Tavares; http://lattes.cnpq.br/2487879058181806As lesões crônicas acometem uma grande parcela da sociedade, o tratamento para esses pacientes possui custos financeiros elevados e não se obtém um resultado tão satisfatório. Então, o objetivo desse trabalho foi investigar se os extratos etanólicos do caule, pecíolo e folha da Montrichardia linifera (Arruda) Schott possuem atividade cicatrizante in vitro. Para isso, foi realizado a identificação de classes de substância dos extratos por HPTLC, também foi realizado as análises de: citotoxicidade, cicatrização in vitro, morfologia por hematoxilina e eosina e imunomarção para BrdU. Com isso foi demonstrado a atividade antioxidante e a presença de terpenos nos três extratos e a presença de flavonoides e fenóis no extrato da folha. Também foi realizado uma curva seriada com concentrações de 100 a 0,19μg/ml dos extratos do caule, pecíolo e folha, nos tempos de 24, 48 e 72h, e não apresentaram citotoxicidade. A partir do teste de citotoxicidade foi escolhido para os próximos testes as concentrações de 0,78; 0,39; 0,19 μg/ml dos três extratos. Assim, o grupo controle no tempo de 6, 12 e 24h demonstrou área de lesão de 82,08±12,13, 56,14±15,75, 34,34±10,12%, respectivamente, enquanto que o extrato do caule apresentou área de lesão, no tempo de 6h, de 66,108±23,85, 66,10±13,13, 64,81±20,42%, respectivamente; no tempo de 12h, 38,86 ± 20,66, 40,45 ±14,64, 32,29±16,62, respectivamente; no tempo de 24h, 13,48±11,20, 10,67±7,94, 10,15±7,35%, respectivamente. O extrato do pecíolo apresentou área de lesão, no tempo de 6h, 74,02±15,16%, 80,32±22,50%, 75,56± 20,09%, respectivamente; no tempo de 12h, 38,86±20,66, 46,79±12,46, 40,98±5,45%, respectivamente; no tempo 24h, 13,48±11,21, 27,33 ± 13,86, 12,40±7,72%, respectivamente. Já o extrato da folha apresentou área de lesão, no tempo de 6h, 73,08±21,35, 72,91±18,19, 67,84±17,89%, respectivamente; no tempo de 12h, 48,76±21,17, 48,02±17,30, 44,54±18,70%, respectivamente, no tempo de 24h, 24,59 ± 14,58, 26,07 ± 16,73, 23,75 ± 15,76%, respectivamente. Na coloração por hematoxilina e eosina não houve mudança morfológica significativa. Na quantificação de células BrdU positivas, o grupo controle demonstrou uma média de 19,778 ± 3,80, enquanto os grupos tratados com os extratos nas concentrações de 0,78, 0,39, 0,19 μg/ml demonstraram, para o extrato do caule, média de 20,222±1,855, 37,889±7,407, 29,778±4,521 células BrdU positivas, respectivamente, para extrato do pecíolo, média de 20,222±2,587, 20,444±5,077, 24,889±3,551 células BrdU positivas, respectivamente; para o extrato da folha, média de 20,556±3,504, 23,778±5,974, 22,889±3,1798 células BrdU positivas, respectivamente. Portanto, o extrato do caule e pecíolo da Montrichardia linifera, em pequenas concentrações, demonstraram atividade cicatrizante in vitro.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Avaliação da composição mineral do chá da folha senescente de Montrichardia linifera (arruda) schott (araceae) por espectrometria de absorção atômica com chama (FAAS)(2011) AMARANTE, Cristine Bastos do; SILVA, Jesiel Cardoso Furtado da; MÜLLER, Regina Celi Sarkis; MÜLLER, Adolfo HenriqueArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Caracterização física, química e nutricional dos frutos da Aninga(2011-06) AMARANTE, Cristine Bastos do; SOLANO, Flávio Alípio Rodrigues; LINS, Alba Lucia Ferreira de Almeida; MÜLLER, Adolfo Henrique; MÜLLER, Regina Celi SarkisMontrichardia linifera, conhecida popularmente como aninga, pertence à família Araceae e forma grandes populações às margens dos rios e igarapés da Amazônia, principalmente de águas brancas (barrentas). Seus frutos fazem parte da dieta alimentar de peixes, tartarugas e de grandes herbívoros, como peixe-boi e búfalo, havendo, portanto, a hipótese de seu aproveitamento na nutrição animal. Entretanto, apesar de sua vasta distribuição na paisagem amazônica, não existem dados na literatura sobre a composição nutricional desses frutos. Com os objetivos de avaliar o seu potencial nutricional e contribuir para o conhecimento dessa espécie, foi realizada, neste trabalho, a caracterização física, química e nutricional dos frutos. A infrutescência pesa em média 500 g, com um conjunto de aproximadamente 80 frutos. O seu valor nutritivo se resume, basicamente, ao seu valor energético (≅ 350 kcal), devido principalmente ao teor de carboidratos (≅ 80%), possuindo baixo valor proteico (< 0,5%). As concentrações de manganês (≅ 1.800 mg kg-1) foram consideradas tóxicas, extrapolando o limite máximo tolerável em nutrição de bubalinos (1.000 mg kg-1).Dissertação Acesso aberto (Open Access) Caracterização química, avaliação da toxicidade oral aguda e da atividade antinociceptiva do extrato metanólico das folhas de Montrichardia linifera (Arruda) Schott(Universidade Federal do Pará, 2024-08) COSTA, Wellington Junior Taisho Nagahama; AMARANTE, Cristine Bastos do; http://lattes.cnpq.br/4101983776191966; https://orcid.org/0000-0002-8602-8180; BASTOS, Gilmara de Nazareth Tavares; http://lattes.cnpq.br/2487879058181806Introdução: Montrichardia linifera (Arruda) Schott é popularmente conhecida como “aninga”, “aningaçu”, “aningaíba” e “aninga-do-igapó”. As compressas e emplastros das folhas são da planta medicinal utilizados para tratar abscessos, tumores e dores causadas por ferroada de arraias. Objetivo: O estudo teve como objetivo investigar o potencial antinociceptivo do extrato metanólico das folhas de Montrichardia linifera (EMFML), bem como realizar a caracterização química e toxicidade oral aguda. Material e métodos: As folhas foram coletadas durante a estação chuvosa e o extrato metanólico foi obtido após extração em gradiente em diferentes solventes. O EMFML foi analisado por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) e ressonância magnética nuclear (RMN). A avaliação do teste de toxicidade oral aguda foi utilizada para observar a presença de substâncias tóxicas. Posteriormente, foram utilizados os testes de ácido acético, placa quente e formalina para avaliar os efeitos analgésicos. Resultados: A análise do CLAE fingerprint permitiu a identificação de rutina, quercetina e epicatequina. A análise dos espectros de RMN identificou rutina e quercetina, bem como os flavonoides luteolina e crisoeriol. O EMFML não demonstrou efeitos considerados tóxicos. No teste do ácido acético, o EMFML inibiu a dor periférica em 51,46% (p < 0,05) na dose de 50 mg/kg e 75,08% (p < 0,001) na dose de 100 mg/kg. O teste da placa quente avaliou o tempo de latência dos animais, demonstrando atividade central em 30 e 60 min aumentando em 164,43% (p < 0,01) e 122,95% (p < 0,05) na dose de 50 mg/kg, e 162,62% (p < 0,01) e 136,68% (p < 0,05) na dose de 100 mg/kg. O teste da formalina avaliou o efeito antinociceptivo central e periférico do EMFML. Na fase neurogênica, redução de 35,25% (p < 0,05) na dose de 50 mg/kg e 52,30% (p < 0,01) na dose de 100 mg/kg. Na dor inflamatória, foi observada uma redução de 66,39% (p < 0,0001) e 72,15% (p < 0,0001). Conclusão: A atividade antinociceptiva corrobora com o seu uso etnofarmacológico. Este efeito analgésico está provavelmente associado aos flavonoides identificados, todos possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antinociceptivas. Além disso, o EMFML não apresentou toxicidade.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Estudo fitoquímico biomonitorado pelos ensaios de toxicidade frente à Artemia salina e de atividade antiplasmódica do caule de aninga (Montrichardia linifera)(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2011) AMARANTE, Cristine Bastos do; MÜLLER, Adolfo Henrique; PÓVOA, Marinete Marins; DOLABELA, Maria FâniMontrichardia linifera é uma planta aquática de amplo uso na medicina tradicional amazônica. Entretanto, muito pouco se conhece sobre a sua composição química, e sua atividade biológica ainda não foi comprovada. Na busca de substância(s) biologicamente ativa(s), este trabalho realizou um estudo fitoquímico biomonitorado no qual foram testados os extratos hexânico e etanólico obtidos do caule desta espécie, dos quais apenas o extrato etanólico foi selecionado para o fracionamento cromatográfico por ter apresentado toxicidade contra a Artemia salina e atividade contra o Plasmodium falciparum, parasita causador da malária. As atividades biológicas concentraram-se na fração diclorometânica que apresentou alta toxicidade contra A. salina (DL50<31μg mL-1) e alta atividade antiplasmódica (IC50<10 μg mL-1), mostrando promissora atividade antimalárica. Desta fração, o composto aromático p-hidroxibenzaldeído foi isolado pela primeira vez nesta planta.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Estudos farmacognósticos, fitoquímicos, atividade antiplasmódica e toxicidade em Artemia salina de extrato etanólico de folhas de Montrichardia linifera (Arruda) Schott, Araceae(Universidade Federal do Pará, 2009-12) COSTA, Eliene dos Santos da Silva; DOLABELA, Maria Fâni; PÓVOA, Marinete Marins; OLIVEIRA, Davi de Jesus; MÜLLER, Adolfo HenriqueArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) The role of Lithodoras dorsalis (Siluriformes: Doradidae) as seed disperser in Eastern Amazon(Sociedade Brasileira de Inctiologia, 2017) BARBOSA, Thiago Augusto Pedroso; MONTAG, Luciano Fogaça de AssisA ictiocoria é um importante processo responsável pela alta diversidade de espécies vegetais nas florestas tropicais alagadas. Dessa forma, este trabalho teve como objetivo investigar o papel de Lithodoras dorsalis como dispersor de sementes na Foz Amazônica, Brasil. Analisando o conteúdo estomacal de 371 espécimes de Lithodoras dorsalis, o Potencial de Germinação (PG%) e o Índice de Velocidade de Germinação (IGS) de sementes removidas intactas foram investigados. Isto permitiu-nos avaliar o desempenho germinativo de duas importantes espécies de plantas na Amazônia, Euterpe oleracea (Açaí) e Montrichardia linifera (Aninga), após passagem pelo trato digestivo desta espécie de bagre. Dado que a digestão por L. dorsalis reduziu a viabilidade de germinação de M. linifera e que as sementes foram frequentemente destruídas durante o consumo, sugerimos que L. dorsalis tem um papel limitado como dispersor de sementes de M. linifera e, em vez disso, age como predador de sementes. No entanto, para a espécie E. oleracea, L. dorsalis foi um potencial dispersor, uma vez que o desempenho germinativo das sementes foi melhorado após a digestão. Além disso, o número de sementes consumidas foi diretamente proporcional ao tamanho corporal do bagre, reforçando o papel de doradídeos como potenciais dispersores de sementes em florestas tropicais.
