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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    A biologia e a invenção de um corpo normal
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12-13) TAVARES, Geórgia de Souza; CHAVES, Sílvia Nogueira; http://lattes.cnpq.br/9353964127402937; https://orcid.org/0000-0002-9771-4610
    Vida! Fala tanto de uma qualidade inerente aos vivos quanto do que os vivos fazem. Sem dar conta as duas perspectivas são misturadas, e mais, são atreladas uma à outra. É o que nos torna vivo que diz como devemos nos comportar? É a anatomo-fisiologia que determina qual a conduta correta para viver a vida? Os termos gregos bíos (formas de vida) e zoé (vida comum dos animais, homens e deuses) aparecem para cortar a certeza de que a biologia estuda a vida, tida dessa perspectiva como unidade coesa. A tese aqui defendida é a de que o tripé forma - função - reprodução é a base de uma biologia da norma/moral, sustentando a construção de um modo de vida padrão. Com as ferramentas analíticas de Michel Foucault, o corpo humano e os espaços de entrelaçamento de vida, vivo e vivência se colocam como protagonistas. Como critério para a escolha dos materiais que compõe a tese, emergiram aqueles que fazem ver como a biologia da norma faz parte de nossas vidas, direcionando nossas ações, validando o que dizem e dizemos ser as ações corretas. O foco foi colocado no dito sobre uma moral para o comportamento humano que faz uso da biologia como argumento de validação. Por isso a diversificação de elementos que viraram documentos. O material utilizado perpassou o ensino formal (livros didáticos; acadêmicos); a mídia (jornais televisivos, revistas); espaços de lazer (filmes, literatura); leis e decretos. A partir daí construimos argumentos para responder as perguntas: Que vida é essa que a Biologia diz estudar? Como esse tripé (forma – função – reprodução) sustenta a vida bíos (vida qualificada) tal qual é apresentada hoje? Que vivos estamos fabricando com essa perspectiva? Entendendo que a vida que diz muito mais dos aspectos políticos do que puramente dos anatomo-fisiologicos, chegamos na construção de dois novos termos para dar conta da diversificação: zoélogia e bíoslogia, lugar de corpos vivos, que escapam, não cravam as curvas das médias por inteiro. E a pluralidade dos modos de vida perpassam a zoélogia. Se em sua superfície vemos uma vida comum, natural, vida-bicho, é que em sua base a contingencia garante as possibilidades tão caras ao vivo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estética e Política nas Cartas de Friedrich Schiller
    (Universidade Federal do Pará, 2020-11-26) SOUSA, Alcione Santos de; CORÔA, Pedro Paulo da Costa; http://lattes.cnpq.br/3785172545288511
    A finalidade da nossa pesquisa é analisar a combinação dos elementos da estética e os elementos que são próprios da moral ou da política, tal como isso é feito por Friedrich Schiller em suas Cartas sobre estética, traduzidas no Brasil, em uma versão mais recente como: A Educação estética do homem numa série de cartas. Para realizar nossa intenção, faremos, inicialmente, uma exposição tentando mostrar como podemos reconhecer na tradição filosófica a preocupação com esse tipo de temática, o que nos faz remontar aos gregos. Desse modo, é com os tragediógrafos que reconhecemos a associação da tragédia com a polis, em um horizonte que vincula a arte e a política como fundadoras da formação moral do homem grego, propiciando mais tarde, nas Cartas de Schiller, o debate sobre a condição de nosso conhecimento no âmbito da estética e da moral. Como podemos ver, ao analisarmos a questão da compatibilidade ou complementariedade entre os domínios da arte e da moral (política), sob a ótica do autor das Cartas ao propor que a reciprocidade entre os dois impulsos - o sensível e o racional, unificase no homem. Notamos que esta possibilidade é o que faz Schiller propor a primazia da educação estética para uma formação moral com vista à política mais natural, ou sem saltos, da humanidade. Segundo Schiller, cabe a cultura estética promover o enobrecimento do caráter, já que as tentativas da razão, isoladamente, não apresentam resultados tão satisfatórios para o homem moderno. O que ocasiona a formação do Estado estético, por meio da qual podemos encontrar a ideia de humanidade perfeita - como outrora já esteve presente entre os gregos. De tal modo, o homem educado, esteticamente, consegue vencer a condição de sua natureza, pela exigência da razão, mas, sem perdê-la completamente de vista, pois essa apenas cede lugar à lei moral, como uma espécie de jogo entre esses dois domínios. A beleza como liberdade no fenômeno, é o que sustenta e dá prova que a moral é símbolo do bem – conforme à natureza – liberdade. É nesse sentido que as Cartas de Schiller são fundadas na ideia de que a beleza busca promover o acordo entre razão e sensível, unificadas no homem, e faz deste um ser completo, como sua natureza mista. Assim, Schiller estabelece uma educação moral do homem iniciada pela liberdade da arte servindo, assim, à finalidade política.
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    Artigo de EventoAcesso aberto (Open Access)
    A moral no âmbito político e suas consequências na sociedade
    (Executiva Paraense dxs Estudantes de Pedagogia, 2018-07) BARBOSA, Elielton João Carneiro; LIMA, Tamires Macedo de
    O artigo tem o objetivo de compreender a moral política individual, que está influenciando a sociedade no nosso atual momento, buscando relação com a moral na perspectiva de Kant em diversas óticas de pensamento e conclusões expostas em arti- gos que foram pesquisados de forma digital na revista Princípios Revista de Filosofia. O problema de investigação consiste em saber como a relação entre a moral e a política do nosso cotidiano está perdendo a noção de sociedade? Centramos nossa investigação em assuntos do cotidiano para os quais não damos importância e mesmo assim estamos violando direito de algum determinado grupo de pessoas e transgredindo um conjunto de normas.
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