Navegando por Assunto "Morfologia larval"
Agora exibindo 1 - 8 de 8
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Comparative morphology of the first zoea of twelve brachyuran species (Crustacea: Decapoda) from the Amazon region(2013-06) SOUZA, Adelson Silva de; COSTA, Rauquírio André Albuquerque Marinho da; ABRUNHOSA, Fernando AraujoArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Development and functional morphology of the foreguts of larvae and postlarvae of three crustacean decapods(2008-02) ABRUNHOSA, Fernando Araujo; MELO, Marlon AguiarO desenvolvimento da estrutura do estômago e da função digestiva foi examinada em larvas e pós-larvas de Litopenaeus vannamei, Sesarma rectum e Callichirus major. O estômago do protozoea de L. vannamei é muito simples, sem válvula cárdiopilórica e apresenta um filtro pilórico rudimentar. Em mysis, o filtro pilórico parece ser mais desenvolvido. No juvenil I surgem calhas e dentes laterais pouco desenvolvidos. Os estômagos dos zoeae de S. rectum possuem a válvula cárdiopilórica e o filtro pilórico funcionais. Nos estágios megalopa e juvenil I o moinho gástrico é complexo. Em C. major, os estômagos dos zoeae se mostram especializados exibindo algumas estruturas rígidas, mas não apresentam moinho gástrico. Esta estrutura surge no megalopa e juvenil I. Os resultados suportam suposições anteriores que o comportamento alimentar de larvas e pós-larvas está diretamente relacionado com as características morfológicas dos estômagos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Morphological characterization of Eustrongylides sp. larvae (Nematoda, Dioctophymatoidea) parasite of Rhinella marina (Amphibia: Bufonidae) from Eastern Amazonia(Universidade Federal do Pará, 2016-06) MELO, Francisco Tiago de Vasconcelos; MELO, Caroline do Socorro Barros; NASCIMENTO, Luciana de Cássia Silva do; GIESE, Elane Guerreiro; FURTADO, Adriano Penha; SANTOS, Jeannie Nascimento dosOs nematoides do gênero Eustrongylides tem as aves como seus hospedeiros definitivos e utilizam outros vertebrados como hospedeiros intermediários/paratênicos (peixes, anfíbios, répteis), além de apresentar potencial zoonótico. Em anfíbios, as larvas podem estar localizadas em tecidos subcutâneos, fígado, mesentério e entre fibras musculares de membros inferiores. Rhinella marina, anfíbio o qual é distribuído amplamente no Brasil, apresenta uma complexa diversidade em sua helmintofauna, refletindo o seu hábitat no bioma amazônico. O presente estudo descreve, pela primeira vez, os aspectos morfológicos das larvas de terceiro estágio de Eustrongylides sp. em R. marina de Santa Cruz do Arari, Arquipélago do Marajó, Amazônia Oriental Brasileira, utilizando-se microscopia de luz e microscopia eletrônica de varredura.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Redescription of megalopa and juvenile development of Pachygrapsus gracilis (Decapoda: Grapsidae) from the Amazon region, reared in the laboratory(2011-08) ARRUDA, Danielle Cristina Bulhões; ABRUNHOSA, Fernando AraujoArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) The complete larval development of Armases benedicti (Rathbun) (Decapoda, Sesarmidae), from the Amazon region, reared in the laboratory(2006-06) LIMA, Jô de Farias; ABRUNHOSA, Fernando AraujoSão descritos e ilustrados em detalhes, os quatro estágios de zoea e um de megalopa do caranguejo Armases benedicti (Rathbun, 1897), a partir de larvas obtidas em laboratório. A média de duração de cada estágio larval foi 3, 2, 4, 4 e 13 dias, respectivamente. O período compreendido desde a eclosão até o surgimento do primeiro juvenil foi de 26 dias. Morfologicamente A. benedicti é muito similar às outras espécies do gênero, contudo, um pequeno espinho lateral é claramente observado na carapaça das zoeas desta espécie. Esta característica aparenta ser única dentre os Sesarmidae. Outra característica distinta desta espécie é a distribuição das cerdas do endópodo da maxila (2+2), o qual difere dos demais sesarmídeos que apresentam a distribuição (2+3), exceto para Sesarma tetragonum (Fabricius, 1798) o qual apresenta (2+2). Outras comparações morfológicas com trabalhos anteriores relacionados a larvas do gênero Armases Abele, 1992 são brevemente discutidas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) The early larval development of the tropical reef lobster Enoplometopus antillensis Lütken (Astacidea, Enoplometopidae) reared in the laboratory(2007-06) ABRUNHOSA, Fernando Araujo; SANTANA, Max William de Pinho; PIRES, Marcus Alexandre BorgesOs estágios iniciais da lagosta tropical Enoplometopus antillensis Lütken, 1865 foram descritos e ilustrados a partir de espécimes cultivados em laboratório. Fêmeas ovígeras foram capturadas em seu habitat, na profundidade cerca de 15 metros e transportadas para o laboratório. As larvas foram cultivadas em tanques de água recirculante por aproximadamente 15 dias e, então transferidas para quatro aquários (capacidade 10 litros). As larvas foram alimentadas com náuplios de Artemia sp. recém eclodidos. A microalga Dunaliella viridis AUTOR foi diariamente adicionada no cultivo. As larvas mudaram sete vezes alcançando o zoea VIII. O estágio megalopa não foi obtido. O período de intermuda de cada estágio variou de cerca de oito a 12 dias. Comparações morfológicas com trabalhos anteriores são brevemente discutidas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) The early phyllosoma stages of spiny lobster Panulirus echinatus Smith, 1869 (Decapoda: Palinuridae) reared in the laboratory(2008-02) ABRUNHOSA, Fernando Araujo; SANTIAGO, André Prata; ABRUNHOSA, Jacqueline PompeuOs estágios iniciais de lagosta tropical Panulirus echinatus eclodiram e foram cultivados em laboratório. Fêmeas ovígeras foram capturadas em seu habitat e cuidadosamente transportadas para o laboratório. As larvas foram cultivadas em tanques de recirculação de água e alimentadas com náuplios de Artemia e gônadas mexilhão Brachydonts sp. Microalga Dunaliella viridis foi adicionada em cada tanque de cultivo na concentração de 150 x 104 cel.mL–1. Os filosomas mudaram oito vezes e o período de intermuda de cada instar foi de cerca de 7 a 10 dias. As principais mudanças morfológicas de cada apêndice foram descritas, ilustradas e comparadas com trabalhos anteriores.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) The larval development of Pinnixa gracilipes Coelho (Decapoda, Pinnotheridae) reared in the laboratory(2006-06) LIMA, Jô de Farias; ABRUNHOSA, Fernando Araujo; COELHO, Petrônio AlvesPinnixa gracilipes Coelho, 1997 é um pequeno caranguejo pinoterídeo que vive em associação com Lepidophthalmus siriboia Felder & Rodrigues, 1993 no nordeste do Estado do Pará, Brasil. Larvas de P. gracilipes foram cultivadas em laboratório desde o nascimento ao estágio megalopa. O desenvolvimento completo durou cerca de 24 dias. O período médio de cada estágio foi 5, 4, 4, 5 e 6 dias, respectivamente. No presente trabalho, os cinco estágios zoeae e megalopa são descritos e ilustrados em detalhes. Comparações morfológicas com estudos anteriores sobre larvas da família Pinnotheridae são brevemente discutidas.
