Navegando por Assunto "Morfometria"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Ensaios estereológicos e morfologia tridimensional na formação hipocampal de aves migratórias marinhas: análise quantitativa da imunomarcação seletiva de neurônios e micróglia em Calidris pusilla e Actitis macularia(Universidade Federal do Pará, 2013-08-14) DINIZ, Cristovam Guerreiro; SHERRY, David Francis; DINIZ, Cristovam Wanderley Picanço; http://lattes.cnpq.br/2014918752636286É objetivo do presente trabalho implantar como modelos para estudo da formação hipocampal das aves migratórias as espécies de maçarico Calidris pusilla e Actitis macularia que abandonam as regiões geladas do Canadá, fugindo do inverno, em direção à costa da América do Sul e do Caribe onde permanecem até a primavera quando então retornam ao hemisfério norte. Mais especificamente pretende-se descrever a organização morfológica qualitativa e quantitativa da formação hipocampal, empregando citoarquitetonia com cresil violeta e imunomarcação para neurônios e células da glia, sucedidas por estimativas estereológicas do número total de células identificadas com marcadores seletivos para aquelas células, assim como comparar a morfologia tridimensional da micróglia das aves com a dos mamíferos. As coletas de campo para a caracterização da formação hipocampal do Calidris pusilla e Actitis macularia em seus aspectos morfológicos foram feitas no Brasil na Ilha Canelas (0°47'21.95"S e 46°43'7.34"W) na Costa da Região Nordeste do Pará no município de Bragança, e no Canadá, na Baia de Fundy perto de Johnson's Mills na cidade de New Brunswick (45°50'19.3" N 64°31'5.39" W). A definição dos limites da formação hipocampal foi feita empregando-se as técnicas de Nissl e de imunomarcação para NeuN. Para a definição dos objetos de interesse das estimativas estereológicas e das reconstruções tridimensionais empregou-se imunomarcação com anticorpo anti-NeuN para neurônios e anti-IBA- 1 para micróglia. As estimativas estereológicas revelaram em média número similar de neurônios nas duas espécies enquanto que no hipocampo de Actitis macularia observou-se número de micróglias 37% maior do que no de Calidris pusilla. Além disso, encontrou-se que em média o volume da formação hipocampal do Actitis macularia é 38% maior do que o encontrado em Calidris pusilla. Os estudos comparativos da morfologia microglial das duas espécies de aves com a dos mamíferos Rattus novergicus e Cebus apella revelaram diferenças morfológicas significantes que indicam que as micróglias das aves mostram em média, menor complexidade (dimensão fractal), tem diâmetros e perímetros de soma menores e possuem ramos mais finos do que aquelas do rato e do macaco.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Hematological and morphometric differences of blood cells from rheas, Rhea americana (Struthioniformes: Rheidae) on two conservation farms(Universidade Federal do Pará, 2017-01) GALLO, Samira Salim Mello; EDERLI, Nicole Brand; OLIVEIRA, Francisco Carlos Rodrigues deAtualmente exames de sangue são ferramentas indispensáveis na medicina aviária. Este estudo teve como objetivo descrever e comparar valores hematológicos e morfométricos de eritrócitos, leucócitos e trombócitos de emas, Rhea americana. Para isso, foram selecionadas 58 emas de ambos os sexos de dois criatórios, um em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo (ES) e o outro em São Carlos, São Paulo (SP). Amostras de sangue foram coletadas e realizadas a hematimetria, Hto e dosagem de Hb que foram utilizados nos cálculos dos índices hematimétricos. Também foram efetuadas as contagens total e diferencial de leucócitos, além da dosagem de proteínas total e do fibrinogênio séricos. Os resultados referentes às duas propriedades analisadas foram comparados pelo Teste t. Ocorreram diferenças nos parâmetros da série vermelha entre as aves dos dois criatórios devido a um processo de anemia macrocítica hipocrômica observado nas emas do ES. Os valores para a série vermelha e índices hematimétricos como: hematimetria, 2,81±0,15 x106/μl; Hto, 44,20±2,86%; Hb, 12,12±0,74 g/dL; VCM, 15,75±0,89 fL; HCM, 43,18±1,82 pg; CHCM, 27,44±0,80, além dos valores da série branca como: leucometria total, 12.072±4.116/μL, heterofilo, 64,10±9,90%, eosinófilo, 2,05±2,06%, monócito, 6,40±2,99%, linfócito, 26,93±9,62%, basófilo, 0,52±1,27% foram sugeridos como os de referência para as emas criadas no Brasil. Diferenças estatísticas foram observadas no comprimento de eritrócitos, o qual estava maior nas emas de SP do que aquelas do ES. Em relação à largura, os heterófilos, linfócitos e monócitos das aves do ES foram estatisticamente maior do que aquelas das aves de SP. Concluiu-se que emas podem apresentar alterações morfométricas de células sanguíneas e diferenças nos elementos do sangue de acordo com o tipo de manejo a que são submetidos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Horizontal projections of area 17 in Cebus monkeys: metric features, and modular and laminar distribution(1997-12) AMORIM, Ana Karla Jansen de; DINIZ, Cristovam Wanderley PicançoArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Kudoa spp. (Myxozoa, Multivalvulida) parasitizing fish caught in Aracaju, Sergipe, Brazil(Universidade Federal do Pará, 2016-12) EIRAS, Jorge Costa; FUJIMOTO, Rodrigo Yudi; MADI, Rubens Riscala; JERALDO, Veronica de Lourdes Sierpe; MELO, Cláudia Moura de; SOUZA, Jônatas dos Santos de; DINIZ, José Antonio Picanço; DINIZ, Daniel GuerreiroEste estudo relata Kudoa spp. (Myxozoa, Multivalvulida) de espécies de peixes Lutjanus analis, Bagre marinus, Aspistor luniscutis e Lutjanus jocu que foram capturados na costa litorânea de Aracaju, Estado de Sergipe, Brasil. Os parasitas formavam plasmódios ovais rodeando o esófago em L. analis, enquanto que nas espécies B. marinus, A. luniscutis e L. jocu formavam plasmódios alongados no interior das fibras musculares. Fenômenos de liquefação do músculo do hospedeiro não foram observados. O presente estudo proporciona uma descrição morfológica e morfométrica de cada parasita, sendo feita uma comparação com todas as espécies conhecidas em todo mundo. A inexistência de dados moleculares prejudica a identificação específica dos parasitas. A importância destes parasitas é discutida e a necessidade de mais estudos relacionados a infecções em peixes brasileiros é enfatizada por causa do alto impacto econômico de algumas espécies de Kudoa que causam liquefação nos músculos dos hospedeiros e tornam estes peixes impróprios para consumo.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Microglia and neurons in the hippocampus of migratory sandpipers(Universidade Federal do Pará, 2015-11) DINIZ, Cristovam Guerreiro; MAGALHÃES, Nara Gyzely de Morais; SOUSA, Aline Andrade de; SANTOS FILHO, Carlos; DINIZ, Daniel Guerreiro; LIMA, Camila Mendes de; OLIVEIRA, Marcus Augusto de; PAULO, Dario Carvalho; PEREIRA, Patrick Douglas Corrêa; SHERRY, David FrancisTese Acesso aberto (Open Access) Morfometria e descrição de otólitos de dourada (Brachyplatystoma rosseauxii) (Castelnau, 1855) e de piramutaba (B. vaillantii) (Valenciennes, 1840) (Siluriformes: pimelodidae) e verificação de anéis de crescimento em otólitos de juvenis de dourada e de piramutaba na Ilha de Colares - Baía de Marajó-PA(Universidade Federal do Pará, 2008-10-09) PIRKER, Lilianne Esther Mergulhão; BARTHEM, Ronaldo Borges; http://lattes.cnpq.br/4192105831997326A dourada (Brachyplatystoma rousseauxii) e a piramutaba (B. vaillantii), são dois bagres migradores de água doce, exploradas pela pesca comercial artesanal e industrial na Amazônia. São de grande importância para a pesca comercial nesta região e atualmente seus estoques estão em estado de sobrexplotação. A literatura cientifica não registra trabalhos sobre a biologia e ecologia referentes aos estágios juvenis destes bagres. Em estudos de dinâmica populacional, a correta estimação da idade é essencial na estimativa dos parâmetros de crescimento, que são essenciais para a avaliação dos estoques. Os estudos de determinação de idade geralmente são feitos em espécimes subadultos e adultos e a idade dos juvenis é retrocalculada. O que pode levar aos erros de avaliação. A presente pesquisa teve como objetivos: (1) descrever e estimar as relações entre as medidas morfométricas dos otólitos lapillus com as medidas corporais de dourada e de piramutaba, e (2) verificar o surgimento dos primeiros anéis de crescimento nos espécimes juvenis. Para o estudo da morfometria e descrição foram utilizados otólitos de dourada e de piramutaba juvenis, sub-adultos e adultos provenientes dos Municípios de Colares (PA), Almeirim (PA), Santarém (PA), Manaus (AM), do Distrito de Mosqueiro (PA), e do estuário amazônico. O período de coletas foi diferente para cada local, e de setembro de 1996 a janeiro de 2006. As seguintes relações foram estimadas: comprimento furcal dos espécimes (CF) x peso total dos espécimes (PT); CF x comprimento máximo do otólito (CMO); CF x largura máxima do otólito (LMO); CF x peso total do otólito (PTO); PT x CMO; PT x LMO e PT x PTO. E as equações estimadas foram: Dourada: PT = 9,5 x 10-6 x Cf 3,0279, CF = 25,259 * CMO1,1571, CF = 40,626 * LMO1,2127, CF = 840,419 * PTO0,4077, PT = 0,125 * CMO3,6547, PT = 0,568 * LMO3,8294, PT = 7549,98 * PTO1,2651; Piramutaba: PT = 5,4 x 10-6 x Cf 3,1441, CF = 31,871 * CMO1,3381, CF = 55,852 * LMO1,3722, CF = 1641,064 * PTO0,4686, PT = 0,3127 * CMO4,1857, PT = 1,823 * LMO4,2788, PT = 66675,977 * PTO1,4508. A descrição dos otólitos classificou os lapilli de dourada e de piramutaba em três categorias conforme seu desenvolvimento e CF dos espécimes: dourada I (60 a 80 mm), dourada II (80 a 110 mm), dourada III (110 a 210 mm), piramutaba I (65 a 80 mm), piramutaba II (80 a 110 mm), e piramutaba III (110 a 190 mm). E no estudo da verificação de anéis de crescimento em lapillus foram utilizados somente os juvenis, com CF £ 200 mm. Na baía de Marajó, a dourada e a piramutaba forma o primeiro anel de crescimento com CF médio de 175,03 mm e 171,03 mm, respectivamente. E as duas espécies têm entre nove e doze meses de idade quando formam o primeiro anel de crescimento. Os raios médios do primeiro anel hialino do corte transversal do lapillus de dourada e de piramutaba foram 0,36 mm (± 0,03) e 0,33 mm (± 0,01), respectivamente. O raio total médio do corte transversal do lapillus de dourada foi de 0,64 mm (± 0,14) e o da piramutaba foi de 0,53 mm (± 0,09). A equação obtida entre o raio total do corte transversal do lapillus de juvenis de dourada com seu CF foi CF = 248,589 * Rt1,1901. E a equação estimada para a piramutaba foi CF = 400,494 * Rt1,7178. Douradas e piramutabas com CF de 60-70 mm têm idade de três a seis meses, com CF de 70-110 mm têm de seis a nove meses e com CF de 110-200 mm têm de nove a doze meses.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Morphology and morphometry of three Plasmodium juxtanucleare (Apicomplexa: Plasmodiidae) isolates(Universidade Federal do Pará, 2007-09) OLIVEIRA, Carina Elisei de; FERNANDES, Kátia Roberta; FORLANO, Maria Dalila; MADUREIRA, Renata Cunha; SCOFIELD, Alessandra; YOTOKO, Karla Suemy Clemente; SOARES, Cleber Oliveira; ARAÚJO, Flábio Ribeiro de; MASSARD, Carlos LuizNeste trabalho, três isolados de Plasmodium juxtanucleare foram analisados com base na morfologia, morfometria e parâmetros parasitológicos. Cada isolado foi coletado de aves (Gallus gallus) adultas infectadas naturalmente de áreas rurais de três municípios brasileiros: Seropédica (22º 48' S; 43º 41' W), no estado do Rio de Janeiro; Cruzeiro (22º 33' S; 44º 57' W), no estado de São Paulo; e Santa Bárbara do Tugúrio (21º 15' S; 43º 27' W), no estado de Minas Gerais. As amostras de sangue coletadas de cada ave infectada foram inoculadas em três grupos de dez aves (21 dias de idade). Esfregaços sangüíneos das aves infectadas experimentalmente foram realizados de dois em dois dias durante um período de 69 dias para avaliar a parasitemia. Para análises morfofisiológica e morfométrica, foram mensurados 30 indivíduos de cada estágio intraeritrocítico. Foram tomadas as medidas do diâmetro maior (DM) e diâmetro menor (dm), com os quais foi estimado o índice morfométrico (Mi=md/MD) e o tamanho (T=pab, a= md/ 2; b=MD/2). Os resultados indicaram uma parasitemia homogênea entre os três isolados, havendo diferenças apenas nas formas e tamanhos dos estádios parasitários.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Morphometric analysis of feedforward pathways from the primary somatosensory area (S1) of rats(Universidade Federal do Pará, 2016-05) SÁ, Andrea Lima de; BAHIA, Carlomagno Pacheco; DIAS, Ivanira Amaral; BATISTA, C.; LEAL, Walace Gomes; PINHO, André Luís Santos de; HOUZEL, Jean Christophe; DINIZ, Cristovam Wanderley Picanço; PEREIRA JÚNIOR, Antônio; CORREA, Vânia CastroDissertação Acesso aberto (Open Access) Pesca, policromatismo e aspectos sistemáticos de Potamotrygon scobina Garmam, 1913 (Chondrichthyes : Potamotrygonidae) da região da Ilha de Colares - Baía de Marajó - Pará(Universidade Federal do Pará, 2003-03-07) ALMEIDA, Mauricio Pinto de; BARTHEM, Ronaldo Borges; http://lattes.cnpq.br/4192105831997326O presente estudo incluiu espécimes da Família Potamotrygonidae, única dentre os elasmobrânquios em que todos os representantes são exclusivamente de água doce. Este trabalho foi desenvolvido na região estuarina da baía de Marajó, na ilha de Colares, durante os meses de maio, agosto, outubro e dezembro de 2000, dezembro de 2001 e março de 2002. As coletas compreenderam os gêneros Plesiotrygon, Poiamotrygon, Paratrygon e um quarto gênero não descrito, totalizando 723 exemplares capturados. Informações relacionadas à freqüência de ocorrência e biomassa indicaram uma predominância nesta região do gênero Potamotrygon, em especial da espécie P. scobina. O tamanho das raias capturadas foi influenciado pelos aparelhos de pesca. Observações sobre os padrões de coloração dorsal, estrutura de tamanho e sexual da espécie P. scobina foram realizadas. Os resultados da análise estatística multivariada e da genética molecular para P. scobina, mostraram que os morfotipos comumente definidos com base em padrões de coloração dorsal não se referem na realidade a espécies distintas. Três novos padrões de coloração dorsal para sub-adultos / adultos e dois novos padrões para juvenis foram observados em P. scobina. Os caracteres externos analisados para a referida espécie mostraram uma ampla variação em forma, número, tamanho e disposição dessas estruturas, mais evidentes nas classes sub-adulta / adulta. As raias de água doce nesta região são rotineiramente capturadas predominantemente para fins como alimento, medicinais e ornamentais. A conservação das espécies de raias de água doce requer maiores conhecimentos sobre sua biologia e taxonomia para acompanhamento de sua exploração e eventuais medidas de manejo.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Variação geográfica em Schizodon dissimilis (Garman, 1890) e diversidade genética e filogeográfica do grupo Schizodon fasciatus sensu lato (Characiformes: Anostomidae)(Universidade Federal do Pará, 2013) ABREU, João Marcelo da Silva; SCHNEIDER, Horacio; http://lattes.cnpq.br/3621033429800270Através da análise dos espécimes de Schizodon dissimilis depositados em coleções científicas registramos a ocorrência desta espécie nas bacias dos rios Pindaré-Mearim, Itapecuru, Turiaçu e Tocantins (trecho baixo), ampliando a área de distribuição da espécie que, até o momento, estava restrita à bacia do Rio Parnaíba. As análises realizadas demonstram uma tendência a separação das populações dessas bacias, onde as populações do rio Tocantins podem ser separadas das demais populações, assim como, as populações dos rios Turiaçu e Pindaré-Mearim, podem ser consideradas próximas. Provavelmente essas caracterizações são definidas por eventos geológicos ocorridos nessas áreas ou apenas por pressão seletiva. Porém, tais resultados não podem evidenciar uma separação definitiva entre essas populações em espécies distintas.
