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Navegando por Assunto "Mulheres extrativistas"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    As Catadoras de mangaba no Programa de Aquisição de Alimentos – PAA: um estudo de caso em Sergipe
    (Universidade Federal do Pará, 2014-09) MOTA, Dalva Maria da; SCHMITZ, Heribert; SILVA JÚNIOR, Josué Francisco da; PORRO, Noemi Sakiara Miyasaka; OLIVEIRA, Tania Carolina Viana de
    O artigo trata da experiência de um grupo de mulheres extrativistas na comercialização de frutas silvestres, no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), no estado de Sergipe. O quadro de análise insere-se no debate sobre pobreza e políticas públicas para grupos específicos no espaço rural. O foco aqui são as autodenominadas “catadoras de mangaba”, que assumiram uma identidade coletiva baseada no uso comum de recursos com baixo impacto ambiental e pertencem ao Movimento das Catadoras de Mangaba (MCM). Embora tenham sido recentemente reconhecidas como sujeitos de direitos específicos, vivenciam a diminuição dos recursos, sobre os quais praticam o extrativismo, e as dificuldades de comercialização resultantes da insegurança relativa ao acesso aos frutos e à sazonalidade. A pesquisa foi realizada entre 2008 e 2011 por meio de observação direta e entrevistas abertas e semiestruturadas. Os principais resultados mostram que o PAA tem influenciado no aumento da renda, do consumo e da autoestima. Houve reordenamento da rotina diária das catadoras de mangaba que, para participar do programa, relegaram atividades tradicionais a segundo plano. As regras do programa foram ressignificadas e adaptadas localmente. Constata-se o aumento da solidariedade entre as catadoras participantes, paralelamente à intensificação da concorrência pelos frutos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Mulheres extrativista da Ilha de Juba: seus saberes e suas práticas cotidianas na produção do azeite de andiroba
    (Universidade Federal do Pará, 2009-06) SILVA, Amarílis Maria Farias da
    Este artigo buscou investigar a relação entre os moradores da localidade da ilha de Juba – Cametá/PA, com a natureza, no período de tempo entre a instalação da hidrelétrica de Tucuruí, na década de 1980, até os dias atuais, a partir da realidade sociocultural das mulheres extrativistas desta localidade, objetivando investigare reconstituir os saberes e as práticas de mulheres produtoras do azeite de andiroba, que são, na sua maioria, trabalhadoras rurais, parteiras, pescadoras e donas de casa. A metodologia utilizada foi a pesquisa de campo, com a utilização de entrevista semiestruturadas, que foram gravadas, transcritas e analisadas. Tendo com referencial, para a análise, a história oral e a etno-história considerando, neste texto, a história ambiental. A pesquisa concluiu que a prática de extração do óleo de andiroba, representa para as mulheres andirobeiras, assim como para a comunidade da ilha de Juba, uma fonte de sobrevivência e de resistência social.
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