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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Inteligência Artificial, Museus e Patrimônio: entrevista com Lucia Santaella
    (Universidade de Brasília, 2021-12) SILVA, Carmen Lucia Souza da
    Lucia Santaella é pesquisadora 1 A do CNPq. É professora titular no programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com doutoramento em Teoria Literária na PUC-SP e Livre-Docência em Ciências da Comunicação na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). É Coordenadora da Pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital. Recebeu o prêmio Jabuti em 2002, 2009, 2011 e 2014, o Prêmio Sergio Motta, Liber, em Arte e Tecnologia, em 2005, e o prêmio Luiz Beltrão - maturidade acadêmica, em 2010. Desde 1996 tem feito estágios de pós-doutorado em Kassel, Berlin e Dagstuhl, Alemanha, sob os auspícios do DAAD/Fapesp. Tem 51 livros publicados, dentre os quais seis são em coautoria e dois de estudos críticos. Organizou 26 livros e publicou perto de 500 artigos no Brasil e Exterior. Suas áreas mais recentes de pesquisa são: Comunicação, Semi-ótica Cognitiva e Computacional, Inteligência Artificial, Estéticas Tecnológicas e Filosofia e Metodologia da Ciência. Nesta entrevista, Lucia Santaella trata sobre Inteligência Artificial e as transformações tecnológicas em curso que afetam os Museus e o Patrimônio Cultural, englobando questões epistemológicas e sociais.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Museus e Patrimônio: Pensamento Cibertecnológico e Cultura Digital
    (Universidade de Brasília, 2021-12) SILVA, Carmen Lucia Souza da; MELO, Ana Claudia da Cruz
    Neste trabalho, apresentamos uma reflexão sobre como as tecnologias digitais altera- ram, nas últimas décadas e, inclusive, em um contexto de isolamento social motivado pela pandemia da Covid-19, a maneira como vi- venciamos os museus e o patrimônio cultural. Revisitamos ideias e pensamentos de teóricos como Wiener, Haraway, Preciado e Levy para refletir, da cibernética ao ciborgue e à cultura datacêntrica, sobre estas transformações ao considerar a inter-relação entre sujeito-tec nologia-sociedade. Para isso também pontua mos marcos formativos ou históricos, no Bra sil e no mundo, que culminam em uma gama de recursos que expandem memórias e espa ços museológicos com o impulso de cibertec nologias. Adventos que estão na base do que se nomina cultura digital, onde a sociedade se remodela afetada por adendos tecnológicos. Trazemos, ainda, resultados de cartografias de espaços na internet de instituições museais brasileiras, realizadas entre 2018 e 2020, que sinalizam o quão estamos em um processo de imersão na cultura digital.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Museus em periferias urbanas brasileiras
    (Universidade Federal do Pará, 2019-04) ALCÂNTARA, Camila de Fátima Simão de Moura
    Atualmente, no Brasil, iniciativas comunitárias nos centros urbanos expressam seus valores sociais e culturais por meio de processos museológicos. Neste artigo, o objetivo é investigar os museus e as cidades como campos etnográficos da antropologia, ao identificar esses processos em bairros periféricos dos centros urbanos brasileiros. O estudo se aplica à ação-piloto do Programa Pontos de Memória do Instituto Brasileiro de Museus, diante da experiência etnográfica com o Ponto de Memória da Terra Firme, iniciativa comunitária que desenvolve processo museológico no bairro da Terra Firme em Belém, Pará. A partir da análise das estratégias e relações estabelecidas para a consolidação dos Pontos de Memória conclui-se que esses processos museológicos se dão a partir de uma vontade política de registro da memória social por meio da apropriação de patrimônios reconhecidos pelos seus moradores, consolidando-se, assim, em museus comunitários.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Museus, Espaços e Tecnologias Digitais: entrevista com Lucrécia D’alessio Ferrara
    (Universidade de Brasília, 2021-12) SILVA, Carmen Lucia Souza da
    Lucrécia D’Alessio Ferrara é doutora em Literatura Brasileira pela Pontifícia Univer- sidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e livre-docente pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). É professora titular emérita da PUC- -SP e professora titular aposentada da USP. Atualmente exerce a função de professora titular junto ao programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica da Universida- de Católica de São Paulo e líder do Grupo de Pesquisa Espaço-Visualidade/Comunicação- -Cultura (ESPACC). Seus interesses de estudo estão voltados para a epistemologia da comu- nicação em suas possíveis interfaces temáti- cas com a cultura, a semiótica, a arquitetura, a cidade e o design. Nesta entrevista, Lucrécia D’Alessio Ferrara discute o museu por tem- pos e espaços, inclusive diante das tecnologias digitais, e ainda discorre sobre Museologia e Comunicação.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O potencial da cultura material na educação museal sobre formas de violência na Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2023-07-04) OLIVEIRA, Nadison Gomes de; ALMEIDA, Marcia Bezerra de; http://lattes.cnpq.br/1085631337892211
    O objetivo principal deste trabalho é analisar e refletir sobre possibilidades de práticas de educação museal que através da cultura material abordem o tema da violência em instituições museológicas na região amazônica. Com o intuito de compreender maneiras em que a cultura material pode ser utilizada em atividades de educação museal e/ou patrimonial voltadas para problemas sociais e políticos envolvendo diferentes formas de violências na região, principalmente, contra grupos considerados socialmente minoritários, envolvendo questões étnico-raciais, de gênero e sexualidades. Como metas para alcançar este objetivo me proponho a compreender a importância da cultura material e algumas possibilidades em que podem se tornar agentes em práticas educativas nos museus; mapear as compreensões de museus, educação museal e violências em museus da região amazônica, através de relatos de discentes do curso de Museologia da Universidade Federal do Pará e pessoas museólogas formadas, que atuam ou atuaram em instituições na região; e comparar as práticas relatadas com as noções de educação presentes em cartas patrimoniais e de museus, e também, com a Declaração Universal de Direitos Humanos, para compreender se as ações descritas, localizadas na região amazônica, estão condizentes com as diretrizes que visam a manutenção de práticas para o desenvolvimento da democracia e da paz. Com isso surgem reflexões de como a memória e o poder são elementos intrínsecos dos museus; propostas para educar sobre violências de forma sensível e engajada através das coisas; e a possibilidade de pensar em uma Museologia amazônica e uma educação museal regional.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Quando o campo é o museu: uma etnografia da relação homem, tempo e os objetos na cidade de Belém
    (Universidade Federal do Pará, 2016-03-14) COSTA, Dayseane Ferraz da; SILVEIRA, Flávio Leonel Abreu da; http://lattes.cnpq.br/1972975269922101
    A ideia central discutida nesta tese é a de que os museus se constituem em espaços profícuos para uma abordagem etnográfica acerca da relação homens, temporalidades e objetos. Considerando a longa tradição da pesquisa antropológica em instituições museais, busco problematizar um viés que vai além da perspectiva da investigação de coleções etnográficas e de culturas representadas pelas mesmas, como foi muito recorrente dentro da referida tradição. A partir da investigação de três espaços museológicos e da instituição gerenciadora dos mesmos evidencio o universo relacional que dinamiza essa realidade cotidianamente ligada à cultura material ali existente. Em meio a memórias selecionadas para serem perpetuadas; a histórias narradas por textos e objetos e a culturas representadas acerca da Amazônia, chamo atenção para a dimensão humana que lida com tais representações interagindo socialmente por meio de ações, escolhas, conflitos e negociações. À dimensão subjetiva, atrelo também a dimensão material, ou seja, os objetos que formam coleções e que possuem uma trajetória de uso e reuso dentro da sociedade fora e dentro dos museus. Neste último aspecto problematizo a história de três coleções e seus colecionadores. Nos três capítulos do trabalho procuro colocar as questões pontuadas acima, que foram sendo formuladas advindas também da minha vivência no campo que pesquiso, o qual me propus a investigar sob o prisma da Antropologia. Os capítulos que se seguem dão conta primeiramente da minha experiência etnográfica e do meu envolvimento com meu objeto de estudo; em seguida discuto a construção metodológica da pesquisa, bem como os aportes teóricos que embasaram minha análise. Em um segundo, momento problematizo as dinâmicas institucionais e as relações intercambiantes que se engendram dentro dos museus e da unidade sistêmica que os gerencia; neste aspecto reflito sobre a minha própria condição como pesquisadora e como nativa do lugar. Por fim, analiso a relação dos sujeitos sociais com os objetos que estão salvaguardados nos museus, os quais se apropriam deles de diversas maneiras; as exposições e narrativas expositivas também são problematizadas dentro dos espaços museológicos pesquisados, como representações que constroem leituras sobre a história, as culturas e o passado das Amazônia e da cidade de Belém.
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