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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Cartografias experienciais de formadores de professores de matemática: consciência de si e autoformação
    (Universidade Federal do Pará, 2018-05-03) BELO, Edileusa do Socorro Valente; MANFREDO, Elizabeth Cardoso Gerhardt; http://lattes.cnpq.br/5159121717599196; https://orcid.org/0000-0002-5391-0097
    A dimensão pessoal do professor é considerada parte constituinte de sua identidade profissional, entretanto, em que sentido as experiências pessoais incidem e transformam nossas práticas pedagógicas? Esta pesquisa teve como objetivo central investigar experiências de formadores de professores de matemática, buscando compreender processos autoformativos produzidos pelos formadores a partir da reflexão sobre suas experiências. Para alcançar esse intento, desenvolvi a pesquisa com dois formadores de professores de Matemática da Universidade Federal do Pará, os quais acompanhei nas disciplinas Cálculo I e Introdução à Análise Real. Participei de suas aulas, gravando-as em áudio e vídeo; utilizei o diário de campo registrando aspectos de suas práticas, para depois, ao analisar os textos de campo, buscar compreender as experiências constituintes de suas práticas. A partir disso, proponho diálogos com os formadores buscando delinear reflexões expressas por eles quando questionados a respeito dessas experiências. No design metodológico, opto pela pesquisa narrativa por suas características de compreender as experiências e pela ênfase na continuidade dessas experiências ao longo das vidas dos sujeitos. De posse do corpus da pesquisa, utilizo a Análise Textual Discursiva para perceber unidades de significados e construir categorias analíticas, denominadas de Núcleos Experienciais. Defendo que o processo de autoformação docente de formadores de professores de matemática pode ser motivado pela consciência de que suas experiências repercutem, constituem e se integram às suas práticas pedagógicas, possibilitando assim, docência no Ensino Superior em Matemática, pautada no sentido dialógico assumido por eles, como sujeitos de si e de suas práticas pedagógicas. A pesquisa mostrou que nas práticas pedagógicas dos formadores existem núcleos experienciais que funcionam como elementos base/balizadores para eles lidarem com o aluno, com o saber matemático, com as práticas avaliativas, enfim, com tudo que envolve os processos de ensino e que, ao refletirem a respeito de suas experiências, reconhecem-nas como importantes para suas práticas atuais. Portanto, propostas (auto)formativas direcionadas a formadores de professores de matemática devem considerar os núcleos experienciais e os saberes deles emergentes, porque tais saberes compõem as relações integrantes do processo educativo da formação de professores de Matemática e que, ao desenvolverem um processo permanente de reflexão crítica sobre suas experiências, tomam para si, o processo autoformativo. Como fruto do processo de investigação, apresento três propostas formativas embasadas em aspectos experienciais evidenciadas pela pesquisa: Os desafios fora da área de conforto; O poder do diálogo para a consciência de si e; Autoformação pela reflexão sobre a prática docente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Clube de ciências da Universidade Federal do Pará: ensino de ciências e divulgação científica: um estudo iconográfico antropológico narrativo
    (Universidade Federal do Pará, 2021-08-04) BANDEIRA NETTO, Felipe; GONÇALVES, Terezinha Valim Oliver; http://lattes.cnpq.br/0496932429575513; https://orcid.org/0000-0001-8285-3274
    Busco nesta dissertação analisar aspectos epistemológicos e históricos do ensino de Ciências no Clube de Ciências da Universidade Federal do Pará – CCIUFPA. Para isso, faço uso de imagens fotográficas do acervo do Clube de Ciências e do acervo pessoal de professores e coordenadores egressos deste espaço formativo. Nesta pesquisa, início tratando dos meus primeiros contatos com a fotografia, que se desenha desde minha infância no Quilombo de Mangueiras, localizado no Arquipélago do Marajó, na cidade de Salvaterra, no Estado do Pará, até o momento atual desta pesquisa de mestrado. A problematização desta pesquisa ocorre por meio de relatos memorialísticos evocadas a partir de fotografias, de pessoas que viveram o CCIUFPA em épocas diversas. Para análise das falas e imagens, faço uso de elementos teóricos pertinentes e que me auxiliam no levantamento de informações e na construção de dados. Busco aporte teórico antropológico no pensamento de teóricos como Geertz, Campos, Bourdieu, Kossoy, assim como Hine e Turkle para discutir antropologia virtual. Como esta é uma pesquisa qualitativa na modalidade narrativa, assumo a perspectiva teórica de Clandinin e Connelly. Para o movimento analítico, faço uso da análise textual discursiva de Moraes e Galiazzi. Como a pesquisa transcorreu durante a pandemia de Covid-19, causada pelo coronavírus de Sars-Cov 2, parte das entrevistas realizadas foram feitas de modo virtual, e para respeitar os limites científicos, faço uso de teóricos que me auxiliam neste processo. O movimento analítico possibilitou construir duas categorias tratando de Iniciação Científica e de Comunicação Científica na trajetória histórica do ensino de ciências no CCIUFPA.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Clube de ciências de Cametá: histórias (re)escritas para a educação científica e formação docente
    (Universidade Federal do Pará, 2020-10-28) PINA, Eridete Arnaud de; GONÇALVES, Terezinha Valim Oliver; http://lattes.cnpq.br/0496932429575513; https://orcid.org/0000-0001-8285-3274
    Nesta pesquisa qualitativa, de abordagem narrativa, investigo experiências vivenciadas por participantes do Clube de Ciências de Cametá criado, no início da década de 90. Esta opção epistemológica de pesquisa me deu condições teóricas e metodológicas para investigar as experiências vivenciadas nesse espaço educativo, as quais analiso por meio da Análise Textual Discursiva, que me permite, por meio de similaridades e recorrências, analisar sentidos e significados das experiências vividas e relatadas pelos colaboradores da pesquisa. Busco investigar, para compreender em que termos experiências formativas vivenciadas em um Clube de Ciências podem contribuir para a educação científica, para formação docente e para impulsionar a (re)nucleação de um espaço educativo com essas finalidades. Analiso experiências relatadas e suas contribuições para a educação científica e para a formação docente, com vistas a impulsionar a (re)nucleação de um espaço de iniciação científica infanto-juvenil e de formação docente em Ciências. Os relatos memorialísticos propiciam, também, reconstruir/sistematizar a história do Clube de Ciências de Cametá e discutir analiticamente cinco categorias emergentes: i) Nova/outra visão de ensino; ii) Movimentos de Formação Docente; iii) Formação continuada de Professores da Educação Básica para além dos muros do Clube; iv) Ensino com Pesquisa: rumo à iniciação científica; v) Experiências de ensino que podem ser reconfiguradas/reconstruídas para a Escola Contemporânea. Pela análise realizada, concluo que das experiências do Clube podem ser evidenciados princípios de formação docente e de educação cientifica, voltados para o desenvolvimento do pensamento crítico como facilitador da alfabetização científica, e que essas experiências, podem servir de base para um trabalho de re(nucleação) de um espaço formativo para alunos e professores de ciências. Encartado a esta dissertação, está o Produto Educacional “O Clube de Ciências de Cametá: história e sugestões de docência na escola”, um e-book no qual relato brevemente a história do Clube de Ciências de Cametá, apresento exemplos de atividades de ensino com pesquisa, desenvolvidas pelo Clube e pelas escolas, que podem servir de modelo e incentivo para realização de pesquisa em aula no espaço escolar nos dias de hoje e dou encaminhamentos e sugestões para criação de Clubes de Ciências em Escolas da Educação Básica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Formação inicial de licenciandos em biologia e o processo de (auto)formação docente: reflexões sobre experiências vividas e relatadas
    (Universidade Federal do Pará, 2020-07-20) MIRANDA, Jaíne Fernanda Jaques; CONTENTE, Ariadne da Costa Peres; http://lattes.cnpq.br/5424406285707749; https://orcid.org/0000-0001-9228-3690
    Esta é uma pesquisa qualitativa na modalidade narrativa, na qual procuro compreender em que termos licenciandos em Biologia desenvolvem processos autoformativos e evidenciam aspectos e princípios que podem subsidiar novas propostas de formação inicial de professores de Biologia/Ciências, no contexto da disciplina (Auto)formação e Prática Docente, ao narrar e refletir sobre suas histórias de formação. A investigação ocorreu no âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas – Campus Bragança da Universidade Federal do Pará (UFPA) e participaram efetivamente da pesquisa oito licenciandos. Para tal, utilizo como textos de campo os relatos orais obtidos a partir de gravações em áudio dos encontros, as narrativas escritas e as narrativas orais por intermédio dos álbuns biográficos e meu diário de campo. Para a análise dos relatos obtidos, lanço mão da Análise Textual discursiva. A partir do movimento de análise, emergem das narrativas dois eixos analíticos, o primeiro intitulado “Memórias de Escola: marcas de um percurso”, no qual apresento os sentidos e significados que os participantes atribuem à escola, explicitando representações e relações estabelecidas entre o processo de escolarização e a formação pessoal e profissional dos licenciandos. E o segundo, Ensino e Docência: o ser e o fazer docente, em que analiso concepções de ensino interligadas às concepções sobre docência, dentre elas, o objetivo de ensino/educação, visões sobre o professor, prática docente, metodologias e o processo de ensinoaprendizagem. Concluo que, à medida que acontecem os movimentos formativos, onde os próprios licenciandos ao narrarem e refletirem sobre suas experiências, desenvolvem um movimento de caminhar para si, apresentam nuances de uma tomada de consciência não apenas em um contexto social, mas uma tomada de consciência de si sobre/no ensino de Ciências/Biologia, uma vez que processos autoformativos são desencadeados a partir do momento que os licenciandos passam a refletir sobre suas próprias experiências e aprendem com elas, tornando-se sujeitos de seu próprio processo formativo.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Histórias de vida de professores formadores de professores de ciências em Angola
    (Universidade Federal do Pará, 2018-05-11) BUZA, Ruth Gabriel Canga; GONÇALVES, Terezinha Valim Oliver; http://lattes.cnpq.br/4490674057492872; https://orcid.org/0000-0001-7910-1602
    Nesta tese, abordo questões relacionadas ao ensino de Ciências e à formação de professores formadores de professores de Ciências em Angola, tendo como principal estratégia de pesquisa as histórias de vida pessoal e profissional dos sujeitos pesquisados, todos formadores de professores. Tenho, como objetivo geral, pesquisar as histórias de formação docente em Angola, buscando relatos que expressem o modo como esses formadores se constituíram e como essas histórias contribuem para a formação de professores de Ciências no país. Como objetivos específicos, investigo a relação existente entre a história do país e a constituição da educação em Angola; caracterizo os desafios, as aventuras, desventuras e superações pessoais e profissionais que contribuíram para a sua formação, reverberando na prática em sala de aula; investigo as ambições/utopias dos professores formadores, em busca de soluções para aperfeiçoar a formação de professores de Ciências em Angola. Realizei a busca de informações em duas etapas: o primeiro momento deu-se com a aplicação de questionários, para os professores que se encontravam distribuídos em diferentes províncias, totalizando 58 questionários. Desse universo, tive o retorno de 21 questionários, dos quais 6 foram usados na pesquisa. Em um segundo momento. Acrescentei 3 professores que não haviam preenchido o questionário, mas que se dispuseram a colaborar e foram, então, entrevistados. Assumo a pesquisa qualitativa na abordagem narrativa, cujos relatos dos sujeitos constituem o material empírico central. Contudo, vali-me, também de informações históricas sobre o país e sua educação, bem como documentação oficial. A pesquisa possui três seções de análise, denominadas: “Nada além do B-A-BA”, onde é apresentada a história de formação dos professores no período colonial; “Ensinando e aprendendo a ensinar”, sessão constituída pelas memórias de formação no período de transição (final da colonização e início da independência); e “Do caos a paz”, seção constituída pelas memórias de formação do período da guerra civil aos dias atuais. Como conclusão, considero que as falas dos professores formadores trazem informações não oficiais que podem vir a ser utilizadas com cunho organizacional da formação de professores de Ciências no país, constituindo-se como um arcabouço essencial para a construção de novos caminhos na organização educacional em Angola.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Inovar, criar e narrar: ensino e aprendizagem intercultural Warao
    (Universidade Federal do Pará, 2023-08-25) LAMEIRA, Natália Conceição; LUCIO, Elizabeth Orofino; http://lattes.cnpq.br/9802121543478378; https://orcid.org/0000-0002-3446-5530
    Encontros, afetos, biografias, experiência e criatividade, por meio do ensino da língua Warao, espanhola e portuguesa, reunidas marcam o propósito e o início de uma grande e nova narrativa. No rio de vivências, com a intenção de cumprir com o que havia proposto, decidiu que a dissertação navegaria através de uma metodologia inovadora - a narrativa, de LUCIO (2020) por essa razão o percurso desta investigação ocorreu em uma dimensão composta pelo entrelaçamento da água, personagem ficcional que é o fio condutor e elo, entre a narrativa ficcional e autoral desenvolvida com a discussão proposta a fim de narrar o processo de autobiográfica e de formação, e dentro destas encontram-se a discussão e o diálogo sobre o papel da universidade nas lutas sociais, sua importância na criação de políticas afirmativas, também, o que seria universidade na Pan-amazônia, ensino de línguas, ensino e aprendizagem em ambientes de formação, o que é, para que e como utilizar do ensino intercultural para uma formação que quebra correntes, e se coloca como uma resistência ao apagamento cultural. Um compilado de narrativas de sujeitos, corpos e histórias que ocupam e constituem o espaço universitário e que constituíram com a proposta descrita, mais especificamente na área da linguagem no ensino superior. A pesquisa foi desenvolvida durante o curso de mestrado profissional em Criatividade e Inovação em Metodologias de Ensino Superior (PPGCIMES), situando-se na área de pesquisa Inovações Metodológicas do Ensino Superior (INOVAMES). A dissertação contou com o aporte teórico de Viñas (2004) o que é cultura e patrimônio cultural imaterial, experiência de Larrosa (2014), experiência e transformação, e pesquisa narrativa de Clandinin e Connelly (2011). Além de criatividade de Mihaly Csikssentmihalyi (1999) e de Pascale (2005), de educação libertadora de Paulo Freire (1997), gêneros discursivos Bakhtin (1997) linguagem de Bakhtin (1997) e Geraldi (1996), formação de professores no ciberespaço Lévy (2000) entre outros que complementam a narrativa teórica e metodológica desta dissertação. A pesquisadora apenas abriu-se à experiência que a pesquisa narrativa proporciona, e evidenciou o sentimento e as impressões de quem se permitiu tocar e se transformar por meio do processo criativo descrito. Como resultado surgiram produto e subprodutos educacionais que podem auxiliar o processo de ensino e aprendizagem intercultural Warao.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Narrativa, testemunho e memória do CCIUFPA: uma formação para identidade e profissionalidade docente
    (Universidade Federal do Pará, 2023-06-27) MAGNO, Cleide Maria Velasco; GONÇALVES, Terezinha Valim Oliver; http://lattes.cnpq.br/0496932429575513; https://orcid.org/0000-0001-8285-3274
    Com o propósito de escrever uma narrativa sobre o Clube de Ciências da Universidade Federal do Pará (CCIUFPA) que é vinculado ao Instituto de Educação Matemática e Científica. Por tratar-se de um Clube formalmente ligado a programas de formação de professores e iniciação científica que transcende o espaço físico onde se localiza, experimenta e aprende com os mais variados domínios dos saberes ao longo de sua história, torna-se uma densa fonte de experiências formativas para o Brasil. Na Região Norte foi o primeiro ponto da pesquisa para melhoria do ensino de Ciências e Matemática. É o espaço da religação entre o sujeito professor-pesquisador com a oportunidade de fazer ciência com prazer, partilha e paixão. Como pesquisadora-narrativa, assumo o lugar de testemunha para abraçar um conjunto de experiências que estão na base da formação realizada nesse espaço. Para tanto, busquei nos autores Jean-Philippe Pierron, Martins Júnior, Edgar Morin, Jacques Le Goff, Diniz-Pereira, Antônio Nóvoa, Clandinin e Connelly, Gonçalves, Moraes e Galiazzi dentre outros, os argumentos para falar sobre testemunho, narrativa e memória que se fazem história e ciência, assim como, em obras produzidas sobre o CCIUFPA procurei pistas para a construção da presente narrativa. Para compor o corpus da pesquisa, além de documentos, contei com oito testemunhos de professores que fizeram ali uma trajetória de formação, os quais foram obtidos por um Dispositivo Ativador de Memória (DAM). No tratamento e análise das informações obtidas fiz uso do software IRAMUTEQ associado à Análise Textual Discursiva (ATD), elencando categorias emergentes (Vórtices I, II e III) a partir das quais ficou explicitado que o envolvimento pessoal, protagonismo na aprendizagem, ambiente democrático e aprender fazer fazendo, emergiram como princípios formativos que se mantiveram ao longo do tempo, constituindo um modelo de formação integral que possibilita ao professor compreender sua identidade e sua prática em uma dinâmica que o impulsiona a ampliar sua consciência, sua cosmovisão e suas ações práticas e valorativas, elevando a si mesmo, os professores, o próprio CCIUFPA e a Amazônia brasileira. Tais argumentos me fazem defender a tese de que o olhar sistêmico baseado em testemunhos, registra, como uma espiral, o movimento evolutivo de formação, identidade e profissionalidade docente empreendido no CCIUFPA, expressando princípios formativos de professores para ensinar Ciências na contemporaneidade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Narrativas de indução pedagógica na alfabetização e o podcast Vozes Docentes: uma conversa entre a ilha do Marajó e Belém do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2024-06-14) SILVA, Jessika de Assiz da; LUCIO, Elizabeth Orofino; http://lattes.cnpq.br/9802121543478378; https://orcid.org/0000-0002-3446-5530
    O narrar formativo de si durante a indução pedagógica dentro do campo da alfabetização significa perceber-se no entremeio do eu, dos outros e da formação. Experenciar os caminhos formativos com autoria docente, base teórica e imersão na realidade escolar é desafiador nessa trajetória de vida-pesquisa-formação. Um mergulho subjetivo, coletivo e irrepetível no viver a experiência de maneira autobiográfica, narrativa e larrosiana. Assim, teci essa conversa entre a Ilha do Marajó (Salvaterra) e Belém do Pará por meio de uma narrativa amazônida, vivenciada no processo de indução pedagógica na alfabetização. Esta viagem seguiu o curso do rio da metodologia de escrita da pesquisa narrativa criativa (Lucio, 2020) que conflui em sua nascente a dimensão autobiográfica, na sua foz a dimensão ficcional e na sua margem a dimensão autoformativa. Enredei este trabalho com a minha autobiografia marajoara, a ficcional de uma menina e uma alfabetizadora da década de 60 e a autoformativa na pesquisa sobre indução pedagógica. Um transfluir da narradora, alfabetizadora e pesquisadora que se encontra com a formação dentro de um campo ainda pouco estudado que é a indução docente e o podcast como recurso pedagógico que potencializou a formação dos graduandos de Pedagogia. Meu objetivo com esta viagem foi construir um podcast como produto educacional formativo da indução pedagógica na alfabetização. Para navegar pela Baía do Guajará às margens da Universidade Federal do Pará, nas águas da Amazônia, alicercei-me, como metodologia, na pesquisa narrativa (Clandinin; Connely, 2015). Nesse navegar, sobem ao navio importantes tripulantes: na proa, estão nossas referências teóricas com Clandinin e Connelly (2015), Lucio (2016, 2020), Nogaro, Kuhn e Moreira (2021), Larrosa (2002), Suarez (2017), Smolka (2012) e Santos (2014). Na cabine, estão os autores sujeitos da pesquisa: estudantes do curso de Pedagogia da Universidade Federal do Pará na imersão dentro da Escola de Aplicação da UFPA, situada em Belém-PA. Para construção dos dados que abasteceram este navio temos: a bombordo uma Revisão Sistemática da Literatura de 10 anos em 10 diretórios, a estibordo temos a elaboração de um projeto piloto de indução, no porão temos a análise de cartas como documentação pedagógica narrativa e na escotilha o podcast Vozes Docentes. Diante disso, o casco desse navio (nossas considerações) mostram que ao mediar um processo formativo na indução pedagógica, por meio do podcast, tenho que assumir uma postura política, epistemológica e metodológica em que considero os sujeitos como autores inventivos da sua história cultural a partir de suas próprias vozes. Não é falar de ou para, é falar com. Durante todo o processo de indução pedagógica implicado na realidade social dos amazônidas que está alicerçado na experiência como aquilo que nos toca e nos atravessa, são ressaltadas, por meio da voz escrita nas cartas – as quais transpasso para as vozes ditas no podcast –a experiência, a alteridade, a afetividade e a relação estudante docente-estudante como premissas substânciais para o formar do estudante dentro da indução pedagógica na alfabetização.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Portfólio reflexivo: narrativas de formação inicial de professores de ciências biológicas
    (Universidade Federal do Pará, 2022-06-24) NEVES, Maria Aparecida; GABRIEL, Gilvete de Lima; http://lattes.cnpq.br/7285092318547702; https://orcid.org/0000-0002-5187-8353; FREITAS, Nádia Magalhães da Silva; http://lattes.cnpq.br/2982253212145468; https://orcid.org/0000-0003-0042-8640
    Esta pesquisa foi motivada pelas inquietações que acompanham a minha prática, no âmbito da formação de professores. Ela objetivou compreender em que termos o portfólio reflexivo, desenvolvido pelos discentes, durante o seu percurso formativo no curso de Licenciatura em ciências Biológicas da Universidade Federal de Roraima, se configura como um dispositivo de formação e constituição identitária docente. Com o intuito de compreender os significados daquilo que os sujeitos narram, este estudo assenta-se em uma abordagem qualitativa, de pesquisa narrativa, em conjunto com o método (auto)biográfico; compreendido aqui, não apenas como uma estratégia de conhecimento ou de pesquisa, mas, antes, um meio de articulação entre a reflexão e o conhecimento de Si associado à pesquisa narrativa. Com uma postura da hermenêutica interpretativa crítica, para análise e tratamento dos dados biográficos, seguiu-se a metodologia baseada na análise reflexiva, referendada no paradigma do texto, proposto por Ricoeur (2002), utilizando o arco hermenêutico. Para este estudo estabeleceu-se um recorte temporal de cinco anos (2014 a 2018) e o corpus de análise foi composto pelos portfólios cedidos por cinco egressas do curso de Licenciatura em ciências Biológicas da Universidade Federal de Roraima, cuja seleção se deu, obedecendo aos seguintes critérios de inclusão/exclusão: ter concluído a licenciatura no período do recorte temporal e, ter atuado ou estar atuando como docente há pelo menos seis meses. Este critério foi estabelecido em razão do elevado número de egressos no período. A análise determinou a relevância dos portfólios das egressas como dispositivo de formação reflexiva e, tornou possível definir três grandes eixos, para melhor compreensão, fundamentados na concepção de experiência formadora de Josso (2004) a saber: Eixo i; que aborda as experiências formadoras da/para a docência; Eixo ii, que versa sobre as experiências formadoras para o Ensino de Ciências e; Eixo iii, que trata das experiências formadoras da identidade profissional. Contribuindo assim, com base nos pressupostos teóricos epistemológicos abraçados neste estudo, para a defesa da Tese de que o sujeito aprendente, durante o seu percurso formativo, no movimento da escrita dos portfólios, consegue (re)significar as suas vivências, por processos de reflexão sobre si, transformando as em experiências formadoras, redesenhando, nesse processo, sua formabilidade e constituindo sua identidade profissional docente.
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