Navegando por Assunto "Natureza"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Arte e natureza na teoria estética de Theodor W. Adorno(Universidade Federal do Pará, 2019-08-30) SANTOS, Carlos Henrique Hildebrando dos; BURNETT JUNIOR, Henry MartinAo longo da trajetória dos escritos filosóficos de Theodor W. Adorno se torna perceptível as diferentes formas com a qual ele se lançava nas reflexões materialistas e dialéticas sobre a natureza. Destacamos a conferência: A ideia de história natural de 1932 e a obra intitulada Dialética do esclarecimento, escrita na década de 1940. Por sua vez, naquela que seria sua última obra escrita e publicada postumamente no começo dos anos de 1970, a Teoria estética, essas questões retornam enquanto uma forma de pensar a natureza como categoria estética indispensável para uma teoria das obras de arte, o refúgio do comportamento mimético. Deste modo, nosso objetivo se inscreve na perspectiva de analisar o belo natural e sua relação com as obras de arte, a partir de sua obra tardia. Uma vez que ele retoma não apenas discussões da sua fase de juventude, mas também as considerações do belo natural presente na tradição estética alemã da virada do século XVIII para o XIX nos laçamos na análise dessa tradição sempre tomando como ponto de partida o posicionamento de Adorno. Com essa leitura, somos possibilitados a entender como ele ressignifica o belo na natureza e assim podermos nos lançar em algumas obras literárias que o autor se manteve atento e de que modo elas nos possibilitam a entender a importância desta categoria estética. Por fim, entendemos que ele pôde conferir a essa concepção de belo um novo e mais importante significado, sobretudo, para o seu projeto filosófico inserido em uma teoria crítica da sociedade.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A cidade e os “bichos”: poder público, sociedade e animais em Belém (1892-1917)(Universidade Federal do Pará, 2015-01-09) VIEIRA, David Durval Jesus; MOURÃO, Leila; http://lattes.cnpq.br/5665064793338456Ao longo do século XIX, os governos municipais proibiram determinados usos, tais como a permanência e circulação de animais em Belém por meio de “Códigos de Posturas”. Mesmo após a Intendência de Antonio Lemos (1897-1911), período de apogeu da economia gomífera e consolidação do regime republicano, as proibições permaneceram, e a elas foram adicionadas medidas e ações práticas como a criação de uma Guarda Municipal. A presente dissertação investiga como o poder público queria disciplinar os moradores da capital paraense no uso de animais e resultados práticos disso, focando a análise em três tipos de proibições: maltratar os animais de carga, soltar animais de gado de qualquer espécie pelas ruas e praças, e ter cães sem licença municipal. Para tanto, eu investiguei fontes como os “Códigos de Posturas”, “Relatórios dos Intendentes Municipais”, jornais, literatura e imagens. Analisei esta documentação utilizando conceitos como o de natureza e de civilização, na perspectiva da História Ambiental.Tese Acesso aberto (Open Access) Conversa de pescador: história e cultura política na praia de Ajuruteua, Pará (1970- 2010)(Universidade Federal do Pará, 2022-12-09) OLIVEIRA, Marcus Vinicius Cunha; HENRIQUE, Márcio Couto; http://lattes.cnpq.br/9096024504515280Esta tese investiga a agência de pescadores e pescadoras frente aos impactos socioambientais da construção da rodovia PA-458 e às mudanças geográficas do processo de erosão e avanço do mar na ilha de Ajuruteua. Com base em documentos oficiais, jornais, fotografias, teses, dissertações e relatos orais foram analisadas as ações de moradores, lideranças locais e pescadores e pescadoras em relação às mudanças provocadas pela rodovia e às ameaças ao seu modo de vida. Conclui-se que os pescadores e pescadoras, ao contrário do que se costuma afirmar, estão atentos às transformações do seu tempo e da natureza, criam estratégias de adaptação, atualizando seus saberes, práticas e crenças, produzem cotidianamente novos conhecimentos ecológicos, aceitam ou rejeitam as inovações da “modernidade” de acordo com seus interesses, estabelecem relações complexas com a sociedade circundante e com a natureza, participam de redes de comércio nem sempre desfavoráveis, se apropriam de leis e linguagens fora do seu universo cultural e se organizam politicamente para defender seu território e seu modo de vida de acordo com a legislação vigente.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Encantados da “fortaleza” insular: D. Sebastião, natureza em uma história cultural na Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2007) SILVA, Gerson Santos e; RICCI, Magda Maria de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/4368326880097299Quando se fala em cultura popular, vem ao pensamento do censo comum, música, folclore, dança. Raramente se pensa em literatura, mas lembra-se da religiosidade que permeia todos esses primeiros. Nessas concepções não se lembram de colocar a história, ou melhor, as histórias que foram produzidas pelos sujeitos que construíram todas essas manifestações e ideias. Aqui se procurou fazer um esforço de pensar historicamente a formação de uma religiosidade constituída no meio da região amazônica, na perspectiva de um olhar do povo, aquele a que se refere quando se fala em cultura popular. De um espaço do interior dessa região, a cidade de São João de Pirabas, procuramos ver como essa religiosidade, representada na natureza e a partir dela, se liga a uma história mais ampla com a figura de um rei Português, D. Sebastião, religiões como a pajelança cabocla e afro-brasileiras. Além do esforço de intelectuais de, também, mostrar essas religiões a partir do pensamento dos sujeitos que a fizeram, tornando-a muitas vezes, uma resposta, uma alternativa e ao mesmo tempo parte da religião cristã imposta aos nossos antepassados que a reelaboraram, juntamente com a construção de suas histórias.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Entre o sertão e a floresta: natureza, cultura e experiências sociais de migrantes cearenses na Amazônia (1889-1916)(2006-06) LACERDA, Franciane GamaO entendimento da história dos muitos migrantes cearenses que, entre 1889 e 1916, deixaram sua terra natal e aportaram em terras paraenses parece-nos indissociável de uma leitura das compreensões construídas sobre o Ceará e sobre a Amazônia, no caso aqui específico, o estado do Pará. Perceber o que significavam o Pará e o Ceará desse período é fundamental para entendermos os múltiplos sentidos presentes no ato de migrar. Um caminho profícuo para esse entendimento é o de compreender os significados atribuídos aos elementos que compunham a natureza desses dois estados.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) História e natureza: memórias, sobrevivências, famílias e relações de poder no Manguezal (Bragança – PA, 1980 a 1990)(Universidade Federal do Pará, 2013-09) CAMPOS, Ipojucan DiasEste estudo concentrou esforços em entender as relações de poder e consequentemente os significados que os trabalhadores do manguezal (coletores de caranguejo) elaboram do seu local de trabalho, assim dentre várias possibilidades de análise foi necessário interpretar os sentidos históricos que a construção da estrada Bragança-Ajuruteua promoveu na vida dos coletores, uma vez que a mesma transformou formas de vivência, hábitos e maneiras de relacionamento com a natureza que há muito estavam estabelecidas. Assim sendo, o artigo reuniu esforços em compreender a vida cotidiana dessas pessoas como, por exemplo, as suas estratégias de sobrevivência no interior do ecossistema costeiro.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Infância e promessa: notas baseadas no pensamento de Theodor Adorno(Faculdade de Educação da Unicamp, 2018-12) SANTOS, Patrícia da SilvaCom base no pensamento de Theodor Adorno, o artigo busca relacionar a concepção de infância com as de processo civilizacional e educação. Tendo em vista o principal diagnóstico da assim chamada “teoria crítica” da sociedade – qual seja, aquele do entrelaçamento entre mito e esclarecimento ao longo do processo de desenvolvimento da civilização ocidental –, a intenção é demonstrar como a infância, por meio de suas dinâmicas específicas, pode ser vislumbrada como uma espécie de promessa que acena para a possibilidade de uma “vida certa” em meio à constatação de que “não existe vida certa na falsa”. Essa reflexão deve servir também para apontar algumas consequências da percepção da infância para a ideia adorniana de educação.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Memória e invenção(Universidade Federal do Pará, 2004-01) CRUZ, Benilton LobatoPropõe analisar a natureza e o "comportamento" da palavra em uma realidade atemporal, a partir da Teogonia de Hesídio. Questiona o "papel" mnemônico das Musas e a transferência dessa responsabilidade para a subjetividade poética. Analisa os procedimentos da criação no mito e no texto. Enfatiza a pesquisa sobre: palavra, mito, cosmologia, narrativa, poesia, criação e memória. A leitura, os fichamentos e o p ensamento sobre a imaginação como criação, a apartir de Fichte, foram decisivos para este trabalho.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A natureza como sujeito de direitos no sistema interamericano de direitos humanos(Universidade Federal do Pará, 2023-03-02) TEIXEIRA, Marcos Wagner Alves; BENATTI, José Heder; http://lattes.cnpq.br/6884704999022918O presente trabalho busca demonstrar a evolução da proteção da natureza, desde as primeiras cartas de direitos civis e políticos, chegando as decisões do Sistema Interamericano de Direitos Humanos, especialmente da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH), para verificar se na Jurisprudência mais recente do Sistema Interamericano dos Direitos Humanos a Natureza é considerada sujeito de direitos. Se utilizou para tanto a análise jurisprudencial de 9 (nove) casos julgados pela Corte IDH de 2001 à 2018, relacionados com comunidades tradicionais e proteção do meio ambiente. A metodologia empregada foi a qualitativa-quantitativa, por meio de revisão de literatura e documental, bem como estudo empírico da jurisprudência Corte IDH. Inicialmente buscamos realizar uma análise sobre a ética da Natureza, assim, aportando a mesma sob a perspectiva antropocêntrica, biocêntrica e ecocêntrica, e os pontos de contato entre as várias teorias. Na sequência, passamos a estudar a evolução do constitucionalismo da América Latina, com destaque para as constituições do Equador e Bolívia, colocando a Natureza em outro patamar ao protegê-la constitucional e legalmente como sujeito de direito. Ao investigar a proteção do meio ambiente no cenário internacional, mais especificamente no Sistema Interamericano de Direitos Humanos, analisamos a Opinião Consultiva nº 23/2017, uma vez que a mesma estabelece parâmetros para o Sistema na proteção ambiental. Verificamos que de certa forma a proteção da natureza também está presente nas próprias decisões da Corte Interamericana, não à-toa, a preservação ambiental, mesmo de forma reflexa, passou a ter guarida no Sistema, na proteção dos territórios indígenas e de comunidades tradicionais. Diante da interrelação desses com os bens corpóreos e incorpóreos, para se concluir, que em que pese na Opinião Consultiva nº 23/2017 tenha se estabelecido que o caminho natural seria a Natureza ter reconhecido o status de sujeito de direitos, as decisões não concluem dessa forma, aproximando a mesma mais da de uma visão antropocêntrica com preocupações socioambientais.Dissertação Acesso aberto (Open Access) “No meu sangue corre as águas desse mar”: o movimento do bloco Pretinhos do Mangue, Curuçá-PA, Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2020-06-07) FERREIRA, Marcus dos Reis; FURTADO, Lourdes de Fátima Gonçalves; http://lattes.cnpq.br/1828475659148260; https://orcid.org/0000-0002-5243-4607; VILLACORTA, Gisela Macambira; http://lattes.cnpq.br/4673875521234184Esta pesquisa busca discutir sobre a ideia de natureza produzida pelos brincantes-curuçaenses do bloco “Pretinhos do Mangue”, no Município de Curuçá – Região do Salgado Paraense. Para realizar essa discussão, parto das orientações teóricas da História Ambiental (ARNOLD, 2000; PÁDUA, 2010; WORSTER, 2015) e da Antropologia (CSORDAS, 2008; INGOLD, 2015). E, nessa perspectiva, a etnografia foi utilizada como caminho para experimentar as formas de habitar o ambiente, que estão presentes no desfile do bloco, no Carnaval (FABIAN, 2013; SALDI; WAGNER, 2013; PEIRANO, 2014; INGOLD, 2015). Nesse período, os interlocutores buscam apresentar os principais não humanos que habitam o ambiente da cidade e, também, enunciar o dia-a-dia do pescador artesanal. E essas experiênciasperceptivas do “salgado” paraense são materializadas por meio das suas alegorias: o “Caranguejo”, o “Guará”, a “Ostra” e a “Barraca do Avoado”. Contudo, é o uso da “lama” (“tijuco”e “tabatinga”) que tem chamado mais atenção dos “brincantes”, já que para eles a lama-no-corpo manifesta a experiência “ecológica” e a ideia de “preservação da natureza”. Nesse contexto, os meios de comunicação começaram a divulgar essa experiência com o manguezal que, por sua vez, passou a fomentar cada vez mais o deslocamento de turistas para participar do bloco. Com isso, nota-se que os brincantes-curuçaenses buscam levar a vida do “salgado” paraense para o seu desfile, a fim de “mostrar” essa experiência para “todos” que visitam o Carnaval de Curuçá. Assim, a lama do manguezal e as alegorias não são simples acessórios utilizados pelos brincantes-curuçaenses, uma vez que eles apresentam as suas ideias de natureza, no desfile do Pretinhos do Mangue.Tese Acesso aberto (Open Access) Percepção visual da cidade: iconografias da natureza urbana de Belém (1808 – 1908)(Universidade Federal do Pará, 2015-01-07) PEREIRA, Rosa Claudia Cerqueira; KOSSOY, Boris; http://lattes.cnpq.br/0725242773358250; SARGES, Maria de Nazaré dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2076421409418420Este estudo propõe uma análise das iconografias urbanas de Belém, produzidas no decorrer do século XIX e início do XX. A tese tem por objetivo, então, analisar a representação da natureza em Belém, especificamente nos anos de 1808 a 1908. O compromisso inicial desse estudo se concentrou em pesquisar os diversos tipos de iconografias sobre Belém no decorrer dos Oitocentos. As questões que se procurou evidenciar tratam sobre a forma como os viajantes apreenderam a cidade, em sua passagem por Belém, tanto sob o ponto de vista narrativo quanto o visual, até os anos de 1890. A partir de então, também identificar como os governantes promoveram a cidade para além da região Amazônica. Observa-se que a natureza brasileira passou a ser representada, a partir do século XIX, por meio de linguagem escrita e iconográfica, isto graças à influência do cientificismo e da sensibilidade artística romântica, que perpassaram pelo conhecimento do país. A sensibilidade romântica realizou a aproximação entre ciência e estética ao apreender e representar a natureza, numa visão totalizante, inaugurando uma nova concepção de paisagem e a tentativa de “inventar” e visualizar uma natureza urbana, a qual é tema principal desse estudo; representa o fenômeno da urbanização que foi registrado, especialmente, por meio da fotografia. Nesse tipo de fotografias, a natureza aparece domesticada, adaptada ao desenho urbano, sua forma artificiosa e geométrica é valorizada. A fotografia urbana do final do século XIX reintroduz o “belo ideal” nas imagens da natureza ordenada segundo o modelo dos jardins franceses, ingleses e italianos. Parto do pressuposto de que a contemplação da natureza é adaptada para a realidade da região Amazônica, embora estivessem presentes modelos provenientes da Europa, mas encontram as suas especificidades a partir de uma natureza exuberante da Amazônia A percepção de natureza na Amazônia da segunda metade do século XIX e a influência de novas formas de conceber a natureza foram projetadas para as cidades na reformulação dos espaços para constituir a área verde, especialmente de Belém. Pensar historicamente a representação da natureza é refletir sobre a sua apropriação pela ação humana ao mesmo tempo em que diferentes indivíduos e grupos sociais circularam e deixaram suas marcas específicas nos lugares construídos a partir de uma natureza domesticada na paisagem urbana.Dissertação Acesso aberto (Open Access) “Selo verde” da pecuária paraense: o socioambientalismo como uma possível alternativa de combate ao trabalho escravo e às mudanças climáticas(Universidade Federal do Pará, 2024-02-21) SOARES, Pollyana Esteves; CHAVES , Valena Jacob; http://lattes.cnpq.br/2222933055414567; https://orcid.org/0000-0003-4955-1949; SÁ, João Daniel Macedo; http://lattes.cnpq.br/9744534971209709Ainda que essencial à economia brasileira, encontram-se na pecuária graves mazelas sociais e ambientais. Dado esse panorama, a busca por uma maior sustentabilidade não deve negligenciar o fator humano desse contexto, pois, além de ser um dos maiores agentes para as mudanças climáticas, é o setor que mais utiliza o trabalho análogo ao de escravo no Brasil. Diante disso, políticas públicas que incentivam boas práticas neste setor, como a plataforma de rastreio de fornecedores “Selo Verde”, implantada no Pará em 2021, apresentam-se como importantes mecanismos de eixo socioambiental. Portanto, questiona-se em que medida os critérios socioambientais do Selo Verde contribuem ou podem contribuir para o combate às mudanças climáticas e erradicação do trabalho análogo ao de escravo na cadeia produtiva da pecuária no Pará. De modo geral, objetiva-se determinar, a partir de um prisma socioambiental, a eficácia do Selo Verde como política de rastreamento da cadeia produtiva da pecuária paraense e forma de combate às mudanças climáticas oriundas do desmatamento ilegal e da utilização de trabalho análogo ao de escravo. Especificamente, pretende-se compreender como a escravidão contemporânea e as mudanças climáticas se relacionam ao desenvolvimento imposto à Amazônia para o alcance de uma via alternativa à exploração e dependência; delimitar os aspectos conceituais dos selos de qualidade e sua importância para cadeias produtivas, como no caso do Selo Verde na cadeia produtiva da carne no Pará; por fim, verificar a eficácia do Selo Verde para o controle das mudanças climáticas e para a erradicação do trabalho análogo ao de escravo na pecuária paraense. Para isso, utiliza-se do método hipotético-dedutivo e do levantamento bibliográfico de obras do Direito Ambiental, Direito do Trabalho, sociologia e economia política, bem como a coleta de dados secundários. Conclui-se que o Selo Verde é uma plataforma de rastreamento recente e, consequentemente, dotada de fragilidades, mas que podem ser superadas com adaptações e aperfeiçoamentos, devendo ser acolhida pelas redes de combate ao trabalho escravo contemporâneo e de reivindicação pela justiça ambiental, uma vez que é mais uma ferramenta aliada à ratificação dos Direitos Humanos e da proteção natureza.
