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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Democracia, totalitarismo e analfabetismo em "O Leitor", de Bernhard schlink
    (Universidade Federal Fluminense, 2018-04) SARAIVA, Luis Junior Costa; CARVALHO, Elanir França; LOPES, Raquel da Silva; SOUZA, César Martins de
    A literatura possibilita dialogar sobre momentos importantes da História, trazendo as memórias, os diálogos e o olhar de protagonistas e de outras pessoas que vivenciaram o período. Os anos entre as duas Guerras Mundiais, bem como os massacres perpetrados durante a Segunda Guerra Mundial, são tema de diversas obras de ficção que propõem refletir sobre um período em que pessoas eram colocadas como servidores de um estado totalitário em detrimento dos direitos coletivos e da cidadania. Em O Leitor, Hanna toma decisões que muitas vezes parecem prejudicá-la, na busca por ocultar um grande segredo: não ser alfabetizada. A vergonha de ser analfabeta é tão forte que Hanna renuncia à ascensão profissional optando por ser vista como carrasco nazista para não ter seu segredo revelado. A obra de Bernhard Schlink nos permite descortinar as memórias de um momento da História em que as pessoas foram transformadas em peças de um Estado, agindo não como sujeitos autônomos, com valores ético-morais, mas supostamente em nome de um bem coletivo maior, que seria a construção de uma nação forte.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Guimarães Rosa e Martin Heidegger: duas visões sobre o Nazismo
    (Universidade Federal do Pará, 2014-01-14) SILVA, Leonardo Castro da; SOUZA JÚNIOR, Nelson; http://lattes.cnpq.br/7150345624593204; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278
    No ano de 1970 houve a publicação da obra póstuma Ave, palavra de Guimarães Rosa (1908-1967) que reúne alguns textos do autor, desta coletânea de textos se faz a escolha das crônicas “O mau humor de Wotan”, “A velha” e “A senhora dos segredos”, que giram em torno do contexto do Nazismo alemão e expõem uma posição contraria ao Nacional Socialismo. Num primeiro momento o trabalho busca mostrar como Benedito Nunes (1929-2011) se guiou por uma tendência interpretativa concebida por comentadores heideggerianos antes das obras completas [Gesamtausgabe] (2001), tal tendência postula que não há na Filosofia de Martin Heidegger (1889-1976) um vínculo entre o pensamento político e o filosófico. O passo seguinte expõe a noção heideggeriana em Ser e Verdade (2001) em que o filósofo alemão propõe uma fundamentação ideológica para o Nazismo, sendo favorável a este com certas ressalvas. Assim, mostra-se como as obras completas expõem argumentos que apontam uma limitação em relação aos comentadores que produziram antes de sua publicação sobre a Política e a Filosofia em Heidegger. No subcapítulo sobre O local da diferença (2005), trata-se do trauma e do testemunho como conceitos centrais que o autor coloca para teorizar as Literaturas do século XX nos contextos de guerra e de regimes autoritários. Após, faz-se uma leitura crítica com base na premissa do pensamento político filosófico em Heidegger nas crônicas rosianas, pois estas expõem imagens do período da Alemanha nazista que o escritor mineiro esteve como diplomata. A segunda crítica das crônicas de guerra será feita com base nos conceitos de trauma e de testemunho formulados por Seligmann-Silva (1964), pois, as obras rosianas tratadas demonstram o teor de autoritarismo do partido nazista. Por fim, será feita uma definição do conceito de recepção de Hans Robert Jauss (1921-1997) para em seguida discutir os autores que fizeram a recepção críticas das crônicas rosianas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O nazismo nos livros didáticos de História brasileiros: contribuições para uma história do tempo presente
    (Universidade Federal do Pará, 2019-01-29) CONCEIÇÃO, Carlos Eduardo Miranda da; FONTES, Edilza Joana Oliveira; http://lattes.cnpq.br/9447513031256372
    Este trabalho tem por objetivo averiguar de que maneira o nazismo, enquanto conteúdo curricular, pode contribuir para o ensino de história tendo em vista determinadas demandas do tempo presente. Partindo de pressupostos teóricos que abrangem as ideias de presentismo, função social do livro didático e consciência histórica, as abordagens sobre o tema feitas nas obras didáticas de história, em particular do Ensino Médio aprovadas pelo Programa Nacional do Livro Didático 2018, passam a ser o foco de investigação, tendo como finalidade última a proposta de um ensino reflexivo que ajude o aluno a orientar-se para a vida prática. Assim, o diálogo proposto entre o saber histórico acadêmico e o escolar são complementares e possibilitam discutir o totalitarismo alemão, tema erroneamente dado como encerrado no passado histórico, a partir de problemas da realidade em que a escola e seus sujeitos estão inseridos, direta ou indiretamente, tais como racismo, intolerância, xenofobia e participação política. Posteriormente, então, será possível concretizar a proposta pedagógica de produção de uma revista eletrônica na qual o tema “nazismo” seja analisado dentro dessa relação com o mundo vivido, a fim de que o aluno compreenda o assunto a partir de seu próprio tempo.
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