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Navegando por Assunto "Nefelina Sienito Brejinho"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Geologia, petrografia e geocronologia do Plúton Alcalino Brejinho - nordeste do Piauí / noroeste do Ceará
    (Universidade Federal do Pará, 2001-06-25) BARBOSA, RITA DE CÁSSIA DE OLIVEIRA; GORAYEB, Paulo Sérgio de Sousa; http://lattes.cnpq.br/4309934026092502; https://orcid.org/0000-0003-1877-9756
    O presente trabalho relata dados geológicos, petrográficos e geocronológicos do plúton alcalino Nefelina Sienito Brejinho. O Nefelina Sienito Brejinho está inserido na porção noroeste da Província Borborema, situando-se geograficamente na fronteira dos estados do Piauí e Ceará, a aproximadamente 60 km a sudeste da cidade de Parnaíba. O plúton apresenta dimensões aproximadas de 16 km de comprimento por 8 km de largura e tem forma grosseiramente triangular, alongado na direção NNE. É um corpo tipicamente ígneo, onde foi evidenciado seu caráter intrusivo em gnaisses e anfibolitos do Complexo Granja, com bordas de resfriamento, xenólitos e pequenas zonas de hornfels. De um modo geral as rochas ao longo do corpo plutônico apresentam estruturas de aleitamento magmático definindo uma orientação preferencial na direção NNE-SSW marcada por cristais de feldspato alcalino tubulares, piroxênios prismáticos, biotitas lamelares e, em alguns casos, esta foliação é também evidenciada por anfibólios e titanita. Os estudos petrográficos e de campo permitiram individualizar internamente no plúton três fácies petrográficas: Piroxênio Microclima Sienito, Pirogênio Nefelina Sienito e Leucosienitos. As duas primeiras são dominantes, e a outra apresenta ocorrências restritas. Mineralogicamente o plúton apresenta uma variação, qualitativa e quantitativamente. As rochas em geral constituem-se essencialmente de microclima, nefelina e aegirina-augita como minerais essenciais. Em menores percentuais ocorrem biotita, anfibólio (arfvedsonita e riebeckita) e titanita. Acessoriamente ocorrem apatita, opacos e fluorita. Com relação aos aspectos texturais, dominantemente no plúton são marcantes as texturas traquitóides, definidas por cristais de feldspato alcalino, piroxênio, biotita, titanita e anfibólio. Subordinadamente estão presentes texturas de intercrescimento simplectítico entre feldspato alcalino e nefelina. Este aspecto textural sugere cristalização subsolvus para Nefelina Sienito Brejinho. Os estudos geocronológicos, realizados através da metodologia Rb-Sr em oito amostras de rochas, forneceram para o Nefelina Sienito Brejinho idade de 545 ± 11 Ma, com razão inicial de 0,7173 ± 0,0002 e MSWD de 1,32. Com base nesta idade, interpretada como idade mínima de cristalização, sugere-se que o plúton sienítico colocou-se no Cambriano Inferior, quando da tectônica distensiva que ocorreu nesta porção do NE do Brasil. Esta tectônica foi marcada pela implantação do Sistema Ubajara-Jaibaras e por plutonismo e vulcanismo, de tendência alcalina, como os granitos Meruoca, Mucambo, Pajé, Anil, Morrinhos e São Paulo entre outros; e o vulcanismo alcalino da Suite Parapuí.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Petrografia, geocronologia e significado tectônico do Nefelina Sienito Brejinho: extremo noroeste da Província Borborema
    (2011-09) GORAYEB, Paulo Sérgio de Sousa; BARBOSA, Rita de Cássia de Oliveira; MOURA, Candido Augusto Veloso; LEMOS, Ronaldo Lima
    No extremo noroeste da Província Borborema foi identificado um maciço alcalino subsaturado, o Nefelina Sienito Brejinho (NSB), alojado em gnaisses do Paleoproterozoico do Complexo Granja. As investigações envolveram mapeamento de detalhe do corpo, acompanhado de análises petrográficas e geocronológicas, que permitiram reconstruir a sua história evolutiva. Foram identificadas cinco fácies petrográficas, com a sua distribuição cartográfica, associações mineralógicas presentes e análises texturais/estruturais sugerindo a atuação de processos de cristalização fracionada, com forte controle da ação da gravidade e imiscibilidade de líquidos na história da cristalização magmática do maciço. Os estudos geocronológicos realizados pelo método Rb-Sr em rocha total revelaram valor de 554 ± 11 Ma, interpretado como a idade mínima para cristalização e emplacement do NSB, no final do Neoproterozoico. No contexto tectônico, esse magmatismo alcalino pode ser relacionado ao evento extensional responsável pela implantação do Gráben Jaibaras e seus correlatos no oeste do Ceará, assim como à granitogênese da região, cujas idades situam-se no intervalo entre 530 e 590 Ma. Situação semelhante é reconhecida na borda norte da Bacia do Amazonas, com o Complexo Alcalino-Ultramáfico-Carbonatítico Maicuru (589 Ma) alojado no embasamento gnáissico paleoproterozoico do Cráton Amazônico. A situação geológica e temporal do NSB permite situá-lo posteriormente à tectônica transcorrente representada na área pela Zona de Cisalhamento Santa Rosa, uma ramificação do Lineamento Transbrasiliano, e anterior à Bacia do Parnaíba. Disso resulta que esse magmatismo alcalino pode ser interpretado como um importante registro da fase rifte que prenunciou a instalação dessa bacia no início do Paleozoico. A sua caracterização, até então sem similar na Província Borborema, abre novas perspectivas de pesquisa em todo o embasamento da Bacia do Parnaíba, tendo em vista a importância tectônica e metalogenética desse tipo de magmatismo.
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