Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Neonatologia"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 4 de 4
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos clínicos, epidemiológicos, microbiológicos e terapêuticos da candidemia nosocomial em unidades neonatal e pediátrica em um hospital geral em Belém/ Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2006-06-13) PAES, Andréa Luzia Vaz; LEÃO, Raimundo Nonato Queiroz de; http://lattes.cnpq.br/2956764853618778; SOUZA, Rita Catarina Medeiros de
    As infecções fúngicas têm emergido como responsáveis por infecções nosocomiais, particularmente quando associadas com co-morbidades como prematuridade, doenças hematológicas, permanência hospitalar por mais de 15 dias, entre outras. Com a finalidade de avaliar a ocorrência de candidemia em pacientes da neonatologia e da pediatria internados em hospital público em Belém do Pará, Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP), foi realizado um estudo retrospectivo tendo como base de investigação todas as culturas realizadas no hospital de janeiro de 1999 a dezembro de 2004. De um total de 2.622 culturas, apenas cinco com isolamento para C. albicans, de pacientes da pediatria e neonatologia. Vale ressaltar que não foi identificada nenhuma outra espécie de Candida. As crianças tinham entre 0 e 9 meses, e todas foram submetidas a procedimentos cirúrgicos. Ocorreram outras infecções hospitalares concomitantes às candidemias. Entre os sinais e sintomas apresentados no momento da colheita da hemocultura observamos que taquipnéia e febre foram os mais freqüentes. Anemia e leucocitose foram os achados laboratoriais predominantes. Alguns fatores de risco para o desenvolvimento de candidemia foram identificados como antibioticoterapia, cirurgias, transfusão de sangue, e uso de bloqueador de H2, cateter venoso central, sonda oro-gástrica. Dentre os antimicrobianos utilizados observamos que antibióticos de amplo espectro, como ceftazidima, imipenem, vancomicina, foram utilizados na maioria dos casos (4/5). O tempo médio de permanência hospitalar foi de 55 dias, e três pacientes permaneceram internados na UTI. Este trabalho reflete um isolamento baixo de Candida sp em crianças internadas na FSCMP, sugerindo uma melhoria nos testes empregados para culturas de fungos.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Epidemiologia das infecções de corrente sanguínea por enterobactérias produtoras de betalactamase de espectro expandido: estudo caso-controle em Unidade Neonatal do Norte do Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2012) SILVA, Danille Lima da; CARNEIRO, Irna Carla do Rosário Souza; http://lattes.cnpq.br/4389330944043163
    Bacilos gram-negativos, em especial enterobactérias, estão entre os agentes mais comuns de sepse neonatal. O objetivo desta pesquisa foi estudar as infecções de corrente sanguínea (ICS) por enterobactérias produtoras de betalactamase de espectro expandido (ESBL) em pacientes internados em unidade neonatal da região norte do Brasil. Estudo retrospectivo, caso-controle de neonatos admitidos em unidade neonatal, entre 01 janeiro de 2007 e 31 de dezembro de 2011, com ICS tardia com hemoculturas positivas para Klebsiella sp., Serratia sp., Enterobacter sp. ou E. coli, isoladas, segundo os critérios do National Committee for Clinical Laboratory Standards. Foram identificados 153 neonatos com ICS por enterobactéria, dos quais 87 (56,8%) estavam infectados por enterobactéria produtora de ESBL, com incidência de 8,6 casos para cada 1000 recém-nascidos admitidos. Foram estudados 132 pacientes, divididos em casos (ESBL +) e controles (ESBL -), com 66 em cada (1:1). A maioria dos casos foi acometida nos primeiros dias de vida (34,8% vs. 9,1%, p=0,001), principalmente em 2007 (19,7%) e fez uso de dois antibióticos (59,1% vs. 33,3%, p=0,01). O grupo controle fez mais uso de cateter venoso central (62,1% vs. 45,4%, p= 0,037) e de nutrição parenteral (75,7% vs. 48,5%). A curva de distribuição de enterobactérias de acordo com a produção de ESBL evidenciou maior número de casos em 2007 e 2008 (56%), com uma maior chance de aquisição de enterobactéria ESBL (+) nestes anos (78% e 72%, respectivamente), e maior número de isolados ESBL negativo em 2010 e 2011 (72,7%). A evolução a óbito foi maior entre os casos (40,9% vs. 24,2%, p= 0,031) e a maioria morreu até 30 dias após o episódio de ICS (92,6% vs. 50,0%, p= 0,002). Na análise multivariada, a evolução a óbito por ESBL positivo permaneceu como variável independente (OR=3,47 IC 1,33 – 9,06). Concluiu-se que houve uma maior incidência de ICS por enterobactéria produtora de ESBL nos dois primeiros anos do estudo (2007 – 2008), com probabilidade de aquisição deste tipo de infecção de até 78%. A mortalidade neonatal foi elevada, sendo três vezes maior quando comparada a infecções por enterobactérias sensíveis. A mudança do perfil de resistência das enterobactérias, com redução do número de casos de infecção por ESBL ao longo do tempo foi resultado da implementação de medidas de controle de disseminação e seleção de resistência bacteriana na unidade neonatal, e coincidiu com a revisão dos protocolos assistenciais, como maior utilização de cateter central de inserção percutânea e protocolo de nutrição parenteral no período de 2010 e 2011.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fatores associados a letalidade na fungemia neonatal em UTI de hospital de ensino na Região Norte do Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2011) MATTOS, Wardie Atallah de; BICHARA, Cléa Nazaré Carneiro; http://lattes.cnpq.br/2161704040280760; CARNEIRO, Irna Carla do Rosário Souza; http://lattes.cnpq.br/4389330944043163
    Candidemia é uma das infecções nosocomiais mais comuns nas unidades de cuidados intensivos. Em neonatos, principalmente os prematuros de muito baixo peso (1500g<) e de extremo baixo peso (1000g<) a candidemia representa importante causa de morbidade e mortalidade. Este estudo teve como objetivos avaliar os fatores de risco para candidemia relacionados à letalidade, definir a mortalidade geral e a letalidade atribuída à candidemia nos recém-nascidos internados em hospital de referência materno-infantil da região norte do Brasil durante período de observação de janeiro de 2008 a dezembro de 2010. De modo retrospectivo, foi realizado estudo do tipo caso-controle aninhado para o estudo dos fatores de risco associados ao óbito e tipo caso-controle para análise da letalidade atribuída, através da revisão da microbiologia e registros clínicos correspondentes dos neonatos com diagnóstico confirmado de candidemia através de hemocultura. A Infecção da Corrente Sanguínea por Candida spp ocorreu em 34 neonatos, sendo cerca de 58,8% com peso igual ou abaixo de 1500g e 41,2% acima de 1500g. A idade gestacional foi igual ou abaixo de 32 semanas em 38,2% dos recém-nascidos e cerca de 61,8% acima de 32 semanas. Candida albicans foi identificada em 9 pacientes (26,5%), Candida parapsilosis em 9 pacientes (26,5%), Candida glabrata em 1 paciente (2,9%) e em 15 pacientes (44,1%) não houve a identificação da espécie de Candida. Como fator de risco associado à letalidade a dissecção venosa esteve presente em 8 pacientes (23,5%) p=0,0331. Os pacientes com fungemia apresentaram uma chance de aproximadamente 12 vezes maior de evoluir pra óbito em relação aos controles sem fungemia. A letalidade atribuída a fungemia foi de 26,4% dos casos e a mortalidade global por candidemia foi de 52,9%. Os dados obtidos demonstraram que a dissecção venosa foi um fator de risco significante para a letalidade nos neonatos com candidemia. Os demais fatores de risco não estiveram associados à letalidade. A ocorrência da fungemia aumenta significativamente a chance de um recém-nascido prematuro internado em unidade de terapia intensiva evoluir a óbito independente de qualquer outra variável clínica.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Tendências epidemiológicas em nascimentos prematuros moderados a tardios na Região Norte do Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2019-03-29) RIBEIRO, Silvia Carolinne Pereira; GOMES, Bruno Duarte; http://lattes.cnpq.br/4932238030330851; PEREIRA JÚNIOR, Antônio; http://lattes.cnpq.br/1402289786010170
    O nascimento prematuro caracteriza-se como aquele que ocorre antes das 37 semanas de gestação ou menos de 259 dias desde o primeiro dia da última menstruação. O Brasil está entre os 10 países com a maior taxa de nascimentos prematuros, em que aproximadamente 10% dos bebês nascem antes do tempo. A região norte do país, por sua vez, tem uma das maiores taxas de nascimentos prematuros do país. A prematuridade é um problema de saúde pública que pode acarretar problemas em todos os sistemas, bem como transtorno sensoriais e cognitivos. O objetivo deste trabalho foi analisar as tendências epidemiológicas em partos prematuros moderados a tardios na Região Norte do Brasil. Trata-se de um estudo ecológico de séries temporais de nascimentos registrados no Sistema de Informação de Nascimento Vivo (SINASC) para residentes da Região Norte do Brasil entre 2011 e 2016. Um total de 3.549.525 de nascimentos foi analisado, dos quais 433.907 (12,22%) foram prematuros, sendo utilizado o modelo de regressão polinomial para análise de tendências de nascimentos prematuros: <37 (y = -9.6 + 36.19x – 21.43x² + 6.01x³ - 0.81x4 +0.04x5); 32 a <37 (y = -9.5 + 34.18x – 20.81x² + 6.01x³ - 0.83x4 +0.04x5). A análise de tendências revelou aumento de 36,19% de nascimentos prematuros ao ano (r² = 1, p = <0,05) e a prematuridade moderada a tardia, de 32 a <37 semanas, cresceu 34,18% (r² = 1; p <0,05). Observou-se que houve crescimento da tendência da prematuridade na região norte do Brasil, principalmente da prematuridade moderada a tardia (de 32 a <37 semanas), fazendo-se necessária maior atenção para a prevenção dos mesmos, tendo em vista que a prematuridade é a maior causa de mortalidade no primeiro mês de vida e acrescentam custos consideráveis aos cofres públicos.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA