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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Um estudo descritivo-analítico sobre aprendizagem em pesquisas doutorais de neurociências (2007-2018)
    (Universidade Federal do Pará, 2020-05-15) OLIVEIRA, Valdete Leal de; MENDES, Iran Abreu; http://lattes.cnpq.br/4490674057492872; https://orcid.org/ 0000-0001-7910-1602
    Desenvolvemos um estudo documental em ambiente virtual, no qual se analisou pesquisas doutorais produzidas em Neurociências e em Educação no Brasil durante o período de 2007-2018, com o objetivo de identificar, catalogar, analisar e organizar dados dispersos para investigarmos quais as contribuições das pesquisas desenvolvidas no campo das Neurociências para as pesquisas desenvolvidas no campo da aprendizagem, bem como buscamos evidenciar se as perspectivas de Bear, Connors & Paradiso (2017), Kandel e colaboradores (2014), Lent (2010) sob a aprendizagem fazem-se presente nessas produções. Para tanto, recorremos ao Banco de Teses e Dissertações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A presente pesquisa constitui-se de quatro capítulos interligados entre si. O primeiro caracteriza-se por ser um capítulo histórico no qual objetivamos responder ao seguinte questionamento: Neurociências ou Neurociência? Para respondê-lo adotamos um enfoque multiferencial ao consultarmos livros, artigos e pesquisas doutorais. No segundo, desenvolvemos um estudo descritivo-analítico com o objetivo de evidenciar se as pesquisas doutorais desenvolvidas no Brasil entre 2007-2017 em Neurociências, Psicologia, Psicologia do Ensino e da Aprendizagem, Interdisciplinar, Educação, Ensino de Ciências e Matemática e no campo das Ciências Sociais e Humanas durante o período de 2007-2017 apresentam contribuições que possam migrar para o campo da aprendizagem, bem como buscamos saber como a Neuroeducação brasileira vem se delineando, a partir dessas pesquisas. Realizamos ainda o estudo descritivo-analítico de pesquisas doutorais produzidas no Brasil ao longo do período 2007-2018, porém, neste momento da pesquisa ampliamos as ‘Grandes áreas de Conhecimentos’, ‘Áreas de Conhecimentos’ e as ‘Áreas de Concentração’ investigadas. Ao passo que no terceiro capítulo investigamos especificamente treze (13) pesquisas doutorais desenvovidas na interlocução Neurociências e Educação, com o objetivo de revelar as possíveis contribuições dessas pesquisas para o campo da aprendizagem. No quarto capítulo, utilizamos o IRAMUTEQ (Interface de R pour les Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires), um software de processamento de dados textuais gratuito que oferece formas de processamento de dados textuais, tais como: lexicografia básica (cálculo de frequência de palavras) e processamento multivariado (Classificação Hierárquica Descendente, Grafo de Similitude, Nuvem de Palavras) (LABART & SALEM, 1994; DOISE, CLEMENCE & LORENZI-CIOLDI, 1992). Os resultados demonstram que as pesquisas doutorais produzidas em Neurociências no Brasil (2007-2018) apresentam contribuições que podem migrar para as pesquisas produzidas no campo da aprendizagem, porém, essas informações encontram-se compiladas, fundamentalmente, em pesquisa básica, sendo necessário o desenvolvimento de pesquisa futuras para aplicá-las com fins educacionais. Nenhuma das treze pesquisas recorreu a Bear, Connors & Paradiso (2017), Kandel e colaboradores (2014), Lent (2010 para discorrer sobre aprendizagem. Bem como se revelou também a diversidade temática existente nessas produções, e que a Neurociência desenvolvida no Brasil (2007-2018) configura-se como um movimento próprio do campo educacional.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    A neuroeducação e a teoria das situações didáticas: uma proposta de aproximação para atender à diversidade em sala de aula
    (Universidade Federal do Pará, 2020-05-12) FERREIRA, Hércio da Silva; LAMEIRÃO, Soraia Valéria de Oliveira Coelho; http://lattes.cnpq.br/1983712664061587; https://orcid.org/0000-0001-8449-3823; GONÇALVES, Tadeu Oliver; http://lattes.cnpq.br/6789250569319668; https://orcid.org/0000-0002-2704-5853
    Há várias décadas que a Neurociência vem se destacando no meio científico através de resultados auspiciosos para a Educação. Porém, levar esses resultados para a sala de aula está sendo a grande dificuldade a ser superada. Pensando nisso, vários pesquisadores propuseram modelos de pesquisa multi ou interdisciplinar na tentativa de resolver esse problema e, não apenas isto, alguns sugerem caminhos de mão dupla, isto é, que educadores possam também levar os resultados de pesquisa relativos ao processo ensino-aprendizagem à Neurociência. Com base nestes modelos, surgiram várias propostas de criação de uma nova área das ciências, cuja denominação apresenta vários rótulos, dentre os quais se destacam “Neuroeducação” e “Ciência da Mente, Cérebro e Educação”. Encontramos nesses modelos quase um consenso quanto às áreas das ciências que deverão compor este novo campo científico, a saber: Educação, Psicologia e Neurociência. Escolhemos usar a denominação Neuroeducação para nos referirmos a esse campo emergente. Nesta pesquisa, propomos uma aproximação entre a Neuroeducação e a Teoria das Situações Didáticas (TSD) de Guy Brousseau, através de um Modelo de Pesquisa Neuroeducacional Multidisciplinar. Este Modelo possibilitou a realização de discussões a respeito da viabilidade de inserção de resultados da Abordagem Neopiagetiana de Bidell e Fischer (2017) e da Neurociência Socioafetiva de Immordino-Yang na TSD. Acreditamos que uma das causas da dificuldade de aprendizagem em matemática escolar está no fato de o professor não considerar a diversidade encontrada em sala de aula, que nesta pesquisa está representada por fatores contextual (contexto de aprendizagem em sala de aula), socioeconômico (status socioeconômico dos alunos) e socioemocional (ansiedade matemática). As discussões nos levaram a refletir sobre estratégias de ensino que contemplem a mudança do contexto de aprendizagem em sala de aula (através de apoio contextual) e a criação de significado para o conhecimento matemático ( através de trabalhos extraclasses que proporcionem aos alunos oportunidade de aplicar os conhecimentos matemáticos adquiridos na escola em atividades cotidianas, tais como o esporte, as profissões, etc.). Essas estratégias podem ajudar na elevação do nível de desempenho matemático dos alunos, na adaptação de alunos menos favorecidos socioeconomicamente à matemática escolar e na identificação, remediação ou reversão da ansiedade matemática, além de atuarem como agentes motivacionais na aprendizagem matemática. A viabilidade de inserção dessas estratégias de ensino na TSD e as suas possíveis contribuições na aplicação dessa teoria são discutidas ao longo do texto e apresentadas ao final como uma Proposta Neuroeducacional de aplicação da TSD. Nesse sentido, nossa Proposta Neuroeducacional sugere complementações na atuação do professor em cada momento didático da TSD para que possamos refletir sobre a possibilidade de amenizarmos ou revertermos os casos de dificuldade de adaptação à matemática escolar e de ansiedade matemática.
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