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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos clínicos e epidemiológicos da infecção pelo HTLV em usuários do Centro de Testagem e Aconselhamento do município de Santarém- Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2014) BARBOSA, Richelma de Fátima Miranda; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769
    INTRODUÇÃO: Os vírus linfotrópico humano de células T (HTLV I e II) são retrovírus que podem ocasionar manifestações neurológicas como a Paraparesia Espástica Tropical ou Mielopatia associada ao HTLV (PET/MAH). A prevalência de infecção pelo vírus é alta no Brasil (0,8 a 1,8%) principalmente na região amazônica, acometendo na sua maioria mulheres a partir dos 40 anos de idade. OBJETIVO: Determinar a prevalência da infecção por HTLV, aspectos clínicos em usuários do centro de testagem e aconselhamento do município de Santarém-Pará. MÉTODOS: Este estudo é caracterizado como transversal composto por uma amostra de 1318 pacientes do Centro de testagem e aconselhamento DST/AIDS-CTA de Santarém-Pará no período de Junho a Agosto de 2014. Foram submetidos à triagem epidemiológica baseando-se no inquérito de vulnerabilidade do ministério da saúde, e coletaram amostra de sangue para a sorologia para o HTLV. Os pacientes soro reativos ao HTLV foram encaminahdos a biologia molecular e avaliação clínica. RESULTADOS: Houve uma prevalência de 1.13% (15 casos) de infecção por HTLV na população estudada, destes houve três casos de gestantes soropositivas, oito usuários e quatro HIV positivos, com 14 casos de HTLV-I e um caso de HTLV-II. Destes, tivemos quatro sintomáticos, nove assintomáticos e um caso diagnosticado de PET/MAH. Os soropositivos ao HTLV possuem idade média de 30 anos, sexo feminino, em união estável, provenientes da zona urbana. O fator de risco relevante para a infecção por HTLV foi o número de parceiros sexuais em relação aos soropositivos. CONCLUSÃO: A prevalência da infecção pelo HLTV na população vulnerável atendida pelo CTA/STM é alta e coincide com a população geral brasileira predominando o tipo HTLV-1, com um perfil epidemiológico correspondente ao da população em geral.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Dor neuropática crônica hansenica: serie de casos clínicos com ênfase no diagnóstico e terapêutica com toxina botulínica tipo A
    (Universidade Federal do Pará, 2014) SOUSA, Emanuel de Jesus Soares de; XAVIER, Marília Brasil; http://lattes.cnpq.br/0548879430701901
    Dor neuropática é uma síndrome dolorosa crônica de difícil tratamento acomete com frequência, pacientes com hanseníase. O tratamento preconiza o uso de analgésicos, antinflamatório hormonal ou não, codeína, antidepressivos tricíclicos, neurolépticos, anticonvulsivantes e talidomida, porém sem resultados uniformes e plenamente satisfatórios. OBJETIVO: Descrever pacientes com dor neuropática crônica hansênica, formas clínicas, nervos acometidos, síndromes motoras e sensitivas, diagnóstico clinico, eletroneuromiográfico, e avaliação do WHOQOL-Bref, com ênfase no tratamento da dor neuropática crônica utilizando toxina botulínica tipo A (TxBA). METODOLOGIA: Serie de 15 pacientes, portadores de dor neuropática crônica. Utilizou-se protocolo específico incluindo dados clínicos, demográficos, protocolo DN4, escala analógica da dor (EVA), avaliação sensitiva, motora e eletroneuromiografia e avaliação do WHOQOL-Bref. Realizado intervenção terapêutica com toxina botulínica tipo A 100U da marca comercial BOTOX®, administrado por via subcutânea. Os pacientes foram avaliados nos dias de 0, 10 e 60, sendo realizado o WHOQOL-Bref nos dias 0 e 60. RESULTADOS: Os escores de DN4 variaram entre 5 e 9, Escala analógica da dor EVA entre 5 e 10, todos os pacientes apresentaram alterações sensoriais, motoras e eletroneuromiográficas Em 01 caso observou-se alívio completo da dor no período de 60 dias, os demais apresentaram melhora na primeira semana com retorno dos sintomas em menor intensidade após este período, o WHOQOL-Bref comparando os momentos antes e após o tratamento com TxBA, todos os domínios obtiveram um aumento na escala de QV, sendo significativo os domínios Qualidade de Vida e Físico. CONCLUSÃO: Os pacientes apresentavam dor neuropática de alta intensidade, contínua, persistente refratária ao tratamento habitual. O uso de TxBA mostrou-se como boa opção terapêutica no alívio do quadro doloroso, com melhora na qualidade de vida desses pacientes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Incapacidades funcionais dos pacientes sororeativos ao HTLV com manifestações neurológicas do Núcleo de Medicina Tropical/UFPA
    (Universidade Federal do Pará, 2010-03-23) BARBOSA, Richelma de Fátima Miranda; XAVIER, Marília Brasil; http://lattes.cnpq.br/0548879430701901
    INTRODUÇÃO: Os vírus linfotrópico humano de células T (HTLV I e II) são retrovírus que podem ocasionar manifestações neurológicas como a Paraparesia Espástica Tropical ou Mielopatia associada ao HTLV(PET/MAH). A prevalência de infecção pelo vírus é alta no Brasil (0,8 a 1,8%) principalmente na região amazônica, acometendo na sua maioria mulheres a partir dos 40 anos de idade. OBJETIVO: Descrever as incapacidades funcionais dos pacientes sororeativos ao HTLV-I com manifestações neurológicas atendidos no ambulatório do Núcleo de medicina Tropical da Universidade Federal do Pará- UFPa, em Belém-Pará. MÉTODOS: Este estudo é caracterizado como transversal composto por uma amostra de 33 pacientes sororeativos ao HTLV atendidos regularmente e cadastrados no ambulatório do Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará-UFPa. Sendo 15 pacientes sororeativos ao HTLV neurológicos sintomáticos e 18 sororeativos ao HTLV assintomáticos. Foram submetidos a uma avaliação neurofuncional a respeito do relato de queixas funcionais, exame neurológico, avaliação do tônus muscular pela Escala de Ashworth Modificada e avaliação funcional pela Medida de Independência Funcional. Considerou-se um p-valor < 0,05 para o índice de significância estatística. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Houve um predomínio de 66.6% da amostra composta por mulheres com média de idade de 51 anos bem como relevante infecção pelo HTLV do tipo I (p<0,05) nos pacientes sintomáticos e assintomáticos. Cerca de 86.7% dos pacientes sintomáticos foram diagnosticados como PET/MAH, apresentando como principais queixas funcionais a dificuldade de andar sem apoio(53.3%) e presença de dor lombar(60%) ao passo que os pacientes assintomáticos relataram fraqueza nos membros inferiores(50%) e dor lombar(44.4%). Os achados neurológicos foram Sinal de Babinski (86.7%), hiperrreflexia patelar e aquileu (73.3%). O exame do tônus muscular revelou hipertonia moderada em membros inferiores sem relevância estatística (p>0,05). As maiores médias de pontuação nos escores da Medida de Independência Funcional foram nos cuidados pessoais e mobilidade/comunicação com relevância estatística (p<0,05), as menores médias foram no Controle dos esfíncteres e Mobilidade/locomoção (p<0,05), a amostra obteve uma classificação geral de supervisão nas atividades funcionais sem haver correlação positiva com a idade dos pacientes. CONCLUSÃO: As manifestações neurológicas relacionadas à infecção por HTLV-I geram incapacidades funcionais importantes na população de pacientes sintomáticos, ao passo que os pacientes sororeativos assintomáticos estão apresentando sintomas iniciais da PET/MAH.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência de sintomas urinários em indivíduos portadores do Vírus Linfotrópico de Células T Humanas do tipo 1 (HTVL-1)
    (Universidade Federal do Pará, 2014) CONSTANTE, Caroline Santos; CRESCENTE, José Ângelo Barletta; http://lattes.cnpq.br/5243773796185944
    O vírus linfotrópico de células T humanas do tipo 1 (HTLV-1) infecta cerca de 20 milhões de pessoas em todo mundo. Ele está associado principalmente à leucemia/linfoma de células T do adulto (LLTA) e à doença neurológica paraparesia espástica tropical/mielopatia associada ao HTLV (PET/MAH). A PET/MAH provoca alterações motoras, fraqueza, rigidez nos membros inferiores, disfunções erétil e urinária. Alguns estudos demonstram que existe uma tendência de pacientes portadores de HTLV-1 apresentarem algum sintoma urinário não apenas em indivíduos com PET/MAH, mas também em indivíduos considerados como portadores assintomáticos, destacando a importância de estudos que abordem o universo dos sintomas urinários em indivíduos portadores de HTLV-1 a fim de aprofundar o conhecimento científico da evolução clínica dos indivíduos infectados pelo vírus, favorecer diagnósticos e intervenções mais precoces e melhorar a qualidade de vida e a saúde dos portadores de HTLV-1. A presente pesquisa teve por objetivo principal verificar a prevalência de sintomas urinários entre indivíduos portadores de HTLV-1 e, como objetivos específicos, descrever as características sócio-demográficas; identificar os sintomas urinários mais frequentes; verificar a associação da presença de sintomas urinários aos achados clínico-neurológicos e analisar o impacto na qualidade de vida dos sintomas urinários em indivíduos portadores de HTLV-1. Foi realizado um estudo transversal envolvendo 45 indivíduos portadores de HTLV-1 atendidos no ambulatório do NMT⁄UFPA, por meio de avaliação clínico-neurológica, avaliação quanto à presença de sintomas urinários e avaliação do impacto dos sintomas urinários sobre a qualidade de vida com a aplicação do King´s Health Questionnaire. A amostra apresentou média de 48,82 anos de idade, sendo a maioria assintomática (64,44%); do gênero feminino (64,44%); casada (64,44%), com ensino fundamental (53,33%); sem conhecimento do seu modo de infecção (53,33%). A prevalência de sintomas urinários foi de 73,33% sendo 69% entre portadores de HTVL-1 assintomáticos e 81,3% entre indivíduos com PET⁄MAH. Os sintomas urinários mais frequentes foram a noctúria (71,11%); urge-incontinência (44,44%) e urgência urinária (42,22%). Não houve associação entre os achados clínico-neurológicos e a presença de sintomas urinários e, a avaliação da qualidade de vida mostrou impacto negativo em sete dos nove domínios abordados pelo questionário. Foi encontrada alta prevalência de sintomas urinários em indivíduos portadores de HLTV-1, não somente em indivíduos com PET⁄MAH, mas também em portadores considerados assintomáticos. Sugere-a realização de novos estudos com amostras maiores e com exames de diagnóstico mais precisos para esclarecer melhor o surgimento desses sintomas entre os portadores assintomáticos do HTLV-1 e sua relação com o agravamento da mielopatia.
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