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Navegando por Assunto "Nimesulida"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Atividade antifúngica da nimesulida isolada ou em associação com a terbinafina contra fungos dermatófitos e seu provável mecanismo de ação in vitro
    (Universidade Federal do Pará, 2015) MATOS, Rafaelle Fonseca de; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390
    Os fungos dermatófitos tem apresentado resistência aos agentes antifúngicos atuais como a Terbinafina, e isso tem levado a estudo de novos compostos como alternativa terapêutica. Neste sentido, este estudo avaliou a ação do anti-inflamatório não esteroidal (AINE) Nimesulida isolada e combinada com a Terbinafina frente a fungos dermatófitos, a dependência de Prostaglandinas nesse mecanismo de ação e o efeito da Nimesulida na produção de urease e viabilidade fúngica. Os testes foram baseados na CLSI, clinical and laboratory standards institute – método de referência para teste de microdiluição em caldo para sensibilidade antifúngica frente a fungos filamentosos (Norma M38-A). Para os isolados clínicos das espécies Trichophyton mentagrophytes, Trichophyton rubrum, Epidermophyton floccosum e Microsporum canis, a concentração inibitória mínima (CIM) e a concentração fungicida mínima (CFM) variou na faixa >400 μg/mL - >0,112 μg/mL. Porém, os resultados mostraram que a concentração 0,002 μg/mL da Nimesulida foi capaz de inibir o crescimento de T. mentagrophytes ATCC 9533 e a concentração de 0,008 μg/mL foi fungicida para a mesma cepa. Os mesmos valores foram encontrados para a Terbinafina nesta cepa. A inibição do crescimento fúngico pela Nimesulida foi revertida com aplicação de Prostaglandina E2 exógena (PGE2). O teste de urease mostrou que T. mentagrophytes ATCC 9533 produz a enzima, porém não houve inibição da viabilidade fúngica. Já na associação Nimesulida/Terbinafina a inibição se deu na proporção 9:1, ou seja, 0.0002 μg/mL de Terbinafina e 0,0018 μg/mL de Nimesulida inibiu o crescimento fúngico porém esse resultado foi indiferente frente ao Índice de Inibição Fracionária. Nimesulida demonstrou ação antifúngica frente a dermatófitos em concentrações baixas, porém outros estudos devem ser realizados com auxílio da modelagem molecular para melhorar a especificidade do composto.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Inibição de ciclooxigenase-2 (COX-2) em camundongos infantis saudáveis: consequências sobre o comportamento e o perfil oxidativo
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-26) LIMA, Klinsmann Thiago; BASTOS, Gilmara de Nazareth Tavares; http://lattes.cnpq.br/2487879058181806
    No sistema nervoso central a ciclooxigenase 2 (COX-2) é uma enzima constitutiva, expressa por neurônios de diferentes regiões cerebrais, que atua na manutenção da homeostase neural, modulando a plasticidade sináptica e a geração de novos neurônios. Os Antiinflamatorios não esteroidais (AINEs) são fármacos de escolha que atuam na inibição das enzimas COXs, sendo a nimesulida (NMS) um fármaco desta classe. Diversos estudos vêm demonstrando o papel dessas enzimas em distúrbios neurológicos e neuropsiquiátricos como a Doença de Parkinson, Doença de Alzheimer, epilepsia, depressão e esquizofrenia. Desse modo, o objetivo do presente trabalho foi investigar os efeitos da inibição de COX-2 em camundongos infantis saudáveis sobre os critérios comportamentais e bioquímicos, utilizando a NMS como ferramenta de bloqueio farmacológico. Para isso, foram utilizados camundongos infantis Swiss, machos, com idades entre 21 e 34 dias. Os animais foram divididos aleatoriamente em quatro grupos: (1) Veículo, (2) NMS 2,5mg/kg, (3) NMS 5mg/kg e (4) NMS 10mg/kg. Duas injeções de NMS/Veículo foram administradas ao dia por via intraperitoneal. Ao longo do experimento, diariamente, foi registrada a massa corporal dos animais e eles foram submetidos aos testes comportamentais: Teste de campo aberto (TCA), labirinto em cruz elevado (LCE), teste da caixa claro/escuro (TCE) e reconhecimento de novo objeto (RNO). Além disso, as amostras dos encéfalos foram coletadas para as análises bioquímicas. Os resultados demonstraram a indução de estresse oxidativo com níveis aumentados de peroxidação lipídica no córtex e hipocampo, bem como a expressão de um comportamento ansiogênico, observado no LCE, possivelmente potencializado pelo medo. No RNO, os animais do grupo NMS 5mg/kg apresentaram um déficit na memória de reconhecimento de novos objetos, e consequentemente, na memória de curta duração. Dessa forma, nossos resultados demonstraram que a inibição in vivo de COX-2 em animais infantis induz um comportamento tipo-ansioso possivelmente potencializado pelo medo, porém não afeta a exploração e a locomoção desses animais. Ainda, a inibição de COX-2 induziu estresse oxidativo cortical e hipocampal. Portanto, a inibição de COX- 2 em animais infantis e não inflamados pode comprometer funções cognitivas como memória e aprendizado, bem como alterar o perfil oxidativo cerebral.
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