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Navegando por Assunto "Nomeação bidirecional"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Uma análise de procedimentos para a indução de nomeação bidirecional
    (Universidade Federal do Pará, 2020-10-06) SANTOS, Edson Luiz Nascimento dos; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201
    A presente tese é composta por uma revisão de literatura e um estudo experimental com o objetivo de analisar procedimentos que comumente são utilizados para a indução de Nomeação bidirecional (BiN). O estudo teórico realizou uma revisão sistemática de estudos experimentais sobre BiN com o objetivo de identificar e analisar, considerando a nova classificação proposta por Hawkins, Gautreaux e Chiesa (2018), o perfil dos participantes, os subtipos de BiN que os estudos buscaram avaliar e os procedimentos de ensino utilizados, os procedimentos utilizados para testar a emergência da BiN, e a BiN efetivamente avaliada. Observou-se que 16 estudos foram realizados com participantes com desenvolvimento atípico, e que a maioria utilizou (1) ensino de emparelhamento ao modelo por identidade com tato do estímulo modelo pelo experimentador (IDMTS+tato) e testes de tato e ouvinte na avaliação de Nomeação unidirecional de falante; e (2) ‘ensino por múltiplos exemplares’ (MEI) como procedimentos de indução de Nomeação unidirecional de falante. Já o estudo experimental teve o objetivo de verificar a efetividade de um procedimento de MEI para a indução de BiN e avaliar se apresentar Nomeação bidirecional conjunta é suficiente para a demonstração de Nomeação incidental bidirecional conjunta com quatro crianças com TEA. Um participante demonstrou Nomeação bidirecional conjunta após MEI e Nomeação incidental bidirecional conjunta com novos estímulos. O segundo participante passou nos testes de Nomeação unidirecional de ouvinte após MEI e outros dois, que apresentaram Nomeação bidirecional conjunta no pré-teste, também apresentaram Nomeação incidental bidirecional conjunta. Os resultados são discutidos à luz da literatura atual.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Ensino de Mandos para Autistas: Revisão Sistemática e Análise da Relação com Nomeação Bidirecional e Incidental após Ensino Intensivo de Tato
    (Universidade Federal do Pará, 2025-06-30) MARTINS, Jade Cristine Trindade; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201
    A Análise do Comportamento Aplicada tem buscado promover tecnologia de ensino de comportamento verbal, sendo o mando o operante mais estudado. O comportamento verbal pode estar ausente ou pouco desenvolvido no repertório de pessoas autistas, especialmente quando considerada a aprendizagem em ambiente natural. O treino de mando promove a comunicação funcional e reduz comportamentos interferentes, conforme as crescentes pesquisas sobre o tema. Apesar de pouco estudada, a emergência de mando generalizado pode estar relacionada ao estabelecimento da integração dos repertórios de ouvinte e falante, caracterizada como a relação comportamental bidirecional de nomeação. Considerando algumas lacunas nas revisões de ensino de mando e nas investigações sobre a emergência de mandos e sua relação com a integração ouvinte-falante, dois estudos independentes foram delineados. O Estudo 1 contém uma revisão sistemática de 176 pesquisas sobre ensino de mando para pessoas autistas, publicadas até 2020, buscando categorizar e relacionar perfis de participantes, componentes das intervenções e resultados. A maioria dos estudos foi conduzida em escolas, continha participantes até 10 anos e com repertório verbal pré-existente. As variáveis independentes (VIs) mais utilizadas foram reforçamento diferencial e ajuda para emissão da resposta, manipulação da operação motivadora, e treino de comunicação funcional. A variável dependente mais frequente foi mando por item. Estudos sobre a emergência de mandos sem treino direto foram escassos. Foram catalogados os tipos de procedimento de indução de mando, sendo a apresentação do reforçador o mais utilizado. A maioria dos estudos foi, pelo menos, parcialmente eficaz para aquisição dos mandos. Sugere-se análise mais detalhada da relação dos perfis de participantes e a efetividade das VIs. O Estudo 2 investigou os efeitos do ensino intensivo de tato (Intensive Tact Instruction – ITI) sobre a indução de mandos, nomeação bidirecional (NB- o ensino de resposta de ouvinte resulta na emergência de respostas de falante, e vice-versa) e nomeação bidirecional incidental (NBI – a exposição incidental aos nomes de objetos/eventos resulta na emergência de respostas de ouvinte e tato para os mesmos), buscando analisar possíveis relações entre esses repertórios. O ITI envolveu 100 tentativas de ensino por sessão, para três conjuntos de estímulos de cinco categorias, incluindo também imagens de itens de preferência. Os mandos e repertórios de NB e NBI foram testados antes e após o ensino ITI com cada conjunto. Todos os participantes apresentaram mandos, dois participantes apresentaram NB e NBI, e um apresentou NB e o componente de ouvinte da NBI. Discute-se a relação entre esses repertórios e a necessidade de estudos mais minuciosos sobre o tema.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ensino Intensivo de Tato: efeitos da redução da intensidade na indução de nomeação bidirecional e incidental em crianças com autismo
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09-12) BASTOS, Isabelly Costa; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201; LOBATO, Andréa Fonseca Farias; http://lattes.cnpq.br/7074169433113207
    A consolidação do repertório de Nomeação Bidirecional (NB) como a relação comportamental generalizada da Nomeação Bidirecional Incidental (NBI) é apontada como central para o desenvolvimento linguístico adequado. Um estudo anterior apontou que um procedimento de ensino intensivo de tato (ITI) com 100 tentativas de ensino por dia, implementado três vezes por semana, resultou na indução de NBI e NB em duas crianças autistas. O presente estudo avaliou os efeitos de um ITI com 50 tentativas de ensino por dia, implementadas três vezes por semana, na indução de NB e NBI em três crianças autistas. Os participantes foram expostos a: 1) pré-testes de NB e NBI; 2) ensino de ITI; 3) pós-testes de NB e NBI; 4) testes de generalização de NB e NBI e, 5) testes de manutenção de NB e NBI. Verificou-se que após a implementação do ITI com até três conjuntos de estímulos, apenas um participante apresentou emergência de NB e nenhum a emergência de NBI. Discute-se a necessidade de se prosseguir investigando variações paramétricas na implementação do ITI (ex. número de tentativas por dia ou por semana e de conjuntos de estímulo utilizados), considerando também aspectos como o repertório verbal inicial dos participantes, funções reforçadoras dos estímulos antecedentes e consequenciadores sociais utilizados e das respostas de observação aos estímulos, e o efeito de exigir ou bloquear a emissão de respostas ecoicas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ensino por múltiplos exemplares e a emergência de nomeação bidirecional e incidental em crianças autistas
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09-13) CARDUNER, Bernardo Serruya; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201
    A nomeação bidirecional (NB) é um repertório comportamental caracterizado pela emergência de respostas de ouvinte para objetos/eventos após o ensino de respostas de falante para esses objetos/eventos, e vice-versa. A consolidação desse repertório como uma relação comportamental generalizada implica na nomeação bidirecional incidental (NBI – emergência de respostas de falante e ouvinte para objetos/eventos após exposições aos nomes dos mesmos), que é apontada como um repertório pivotal para o desenvolvimento da linguagem. O ensino por múltiplos exemplares (multiple exemplar instruction – MEI) é um procedimento que tem sido apontado como capaz de induzir NBI em pessoas autistas. O atual estudo teve como objetivo avaliar o efeito de um MEI com rotação de tentativas ouvinte (discriminação auditivo- visual-DAV) e falante (tato intraverbal), sem exigência ecoica, na indução de NB e NBI em duas crianças autistas. Os participantes podiam ser expostos a até cinco etapas experimentais, dependendo de seu desempenho: 1) pré-testes de NB e NBI; 2) MEI 3) pós-testes de NB e NBI; 4) testes de generalização de NB e NBI; e 5) testes de manutenção de NB e NBI. Os resultados mostraram que o MEI não resultou na emergência de NB e NBI, com os participantes apresentando nomeação unidirecional de ouvinte desde os pré-testes. Discutem-se aspectos metodológicos a serem avaliados em futuros estudos sobre o papel do MEI na indução de NB e NBI, entre eles os efeitos da exigência ou bloqueio de ecoicos durante o MEI, e o estabelecimento da função reforçadora das consequências sociais utilizadas no ensino de DAV e tato intraverbal, e das respostas de observação dos estímulos. Palavras-chave: nomeação bidirecional; nomeação bidirecional incidental; ensino por múltiplos exemplares; crianças autistas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ensino por Múltiplos Exemplares: Revisão sistemática de estudos experimentais
    (Universidade Federal do Pará, 2020-08-28) LIMA, Lucas Cabral Aranha de; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201
    O procedimento de ensino por múltiplos exemplares (MEI) se caracteriza pela rotação rápida e randomizada de treino de diferentes repertórios verbais em tentativas consecutivas, e tem sido utilizado na investigação sobre indução de ‘nomeação bidirecional’ (BiN) e promoção de interdependência entre repertórios verbais (IRV). Este trabalho realizou uma revisão sistemática de estudos experimentais que têm utilizado o MEI nas condições mencionadas antes, com o objetivo de identificar e analisar o perfil dos participantes, a estrutura dos testes e os repertórios testados, o objetivo e a estrutura do treino de MEI, e os resultados obtidos. Uma busca nas bases de dados Wiley, PUBMED, SciELO, Web of Science e Scopus, utilizando o termo ‘multiple exemplar’, resultou em 24 artigos selecionados para análise (12 dos quais empregaram MEI para induzir BiN e 12 para promover IRV). De forma geral, observou-se que: (1) os participantes foram principalmente crianças com desenvolvimento atípico; (2) as estruturas de testes mais utilizadas foram: pré e pós-teste por meio de treino de emparelhamento ao modelo por identidade com tato do estímulo modelo pelo experimentador (IDMTS+tato) até critério de desempenho, seguido por testes de seleção por emparelhamento ao modelo auditivovisual (AVMTS), tato puro e impuro (para avaliar BiN), e pré/pós-teste dos repertórios treinados no MEI (e.g., tato, mando) e pré/pós-teste através de treino de um repertório com um conjunto e teste de outro repertório com mesmo conjunto, e vice-versa (para avaliar IRV); e os principais repertórios testados foram os de ‘nomeação unidirecional de falante’, mando e tato puro; (3) as estruturas de MEI mais utilizadas foram: a rotação de tentativas de IDMTS+tato, AVMTS, tatos puro e impuro (para indução de BiN), e rotação de tentativas de mando e tato puro (para IRV); (4) os resultados foram positivos para o estabelecimento IRV e de ‘nomeação unidirecional de falante’. Discute-se que não foram realizados testes adequados de ‘nomeação bidirecional conjunta’ ou ‘nomeação bidirecional incidental’, sendo sugeridas pesquisas para superar esta limitação e para avançar o conhecimento sobre a IRV.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Exigência de ecoicos no ensino por múltiplos exemplares: efeito na emergência de nomeação bidirecional em crianças com autismo
    (Universidade Federal do Pará, 2021-09-10) QUEIROZ, Adriane Gomes; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201
    A ‘nomeação’ (naming) pode ser caracterizada como uma relação comportamental bidirecional de ordem superior que integra as funções de falante e ouvinte através da aprendizagem de comportamentos de ouvinte, ecoico e tato que ocorrem ao longo da etapa inicial de desenvolvimento das crianças. Uma vez estabelecida, a ‘nomeação bidirecional’ permite a emergência de uma habilidade a partir do ensino direto da outra. O presente estudo investigou, através do delineamento de tratamento alternado, os efeitos do ensino por múltiplos exemplares (Multiple Exemplar Instruction-MEI), com e sem exigência de respostas ecoicas durante as tentativas de ouvinte do MEI, sobre a emergência de ‘nomeação bidirecional’ em três crianças com autismo. Os resultados mostraram que o MEI foi eficaz na indução de ‘nomeação bidirecional’ para duas crianças (P1 e P3), e que a condição com exigência de ecoico produziu respostas independentes de tato e ouvinte para duas crianças (P2 e P3) mais rapidamente durante o MEI. No entanto, P1 apresentou alta porcentagem de ecoicos mesmo na condição sem exigência. Discute-se a eficácia do MEI para cada participante, seus desempenhos nas condições com e sem exigência e a possível influência dessa manipulação para a emergência da ‘nomeação bidirecional’, assim como limitações e sugestões para estudos futuros.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Nomeação bidirecional e incidental em crianças com autismo: efeitos da exigência de ecoicos no ensino por múltiplos exemplares
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09-12) SOUSA, Camila de Oliveira; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201
    A nomeação bidirecional (NB) é um repertório comportamental que implica que o ensino de respostas de falante para objetos/eventos resultará na emergência de respostas de ouvinte para esses objetos/eventos, e vice-versa. O estabelecimento desse repertório como uma relação comportamental generalizada resulta na nomeação bidirecional incidental (NBI - emergê ncia de respostas de falante e ouvinte para objetos/eventos após a exposição incidental aos seus nomes), apontada como fundamental no desenvolvimento pleno da linguagem. O ensino por múltiplos exemplares (MEI) é um procedimento que tem sido apontado como eficaz para induzir NBI em pessoas autistas. O presente estudo avaliou o efeito de um MEI constituído por tentativas de emparelhamento ao modelo auditivo-visual (AVMTS) e tato intraverbal, com exigência ecoica (MEIce) e sem exigência ecoica (MEIse) nas tentativas de AVMTS, na indução de NB e NBI em quatro crianças autistas. Os participantes foram expostos a até cinco etapas experimentais: pré -testes de NB e NBI; MEI (ce e/ou se); pó s-testes de NB e NBI; e testes de generalizaçã o e manutenção de NB e NBI. Verificou-se que dois participantes que foram expostos ao MEIce, assim como uma que foi exposta ao MEIse, apresentaram NB e NBI nos pós-testes. Já outro participante, que foi exposto primeiro ao MEIse e depois ao MEIce, não apresentou NB e NBI nos pós-testes. Discute-se a necessidade de investigar o papel das funções reforçadoras sociais e das respostas de observação aos estímulos na ocorrência de respostas ecoicas e de ouvinte como moduladores do efeito do MEI na indução de NB e NBI.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Nomeação bidirecional em crianças com autismo: efeitos dos procedimentos de observação de pareamento de estímulos e instrução com múltiplos exemplares
    (Universidade Federal do Pará, 2019-04-05) LOBATO, Juliana Lima; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201
    Alguns estudos têm mostrado que os procedimentos de Instrução com Múltiplos Exemplares (MEI) e de Observação de Pareamento de Estímulos (SPOP) podem favorecer a indução de nomeação bidirecional (integração de respostas de falante e ouvinte) em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O presente estudo comparou a eficiência do MEI e do SPOP na indução de nomeação bidirecional em quatro crianças com TEA, avaliando também se a ocorrência de respostas ecoicas influenciaria na emergência desse repertório. Os resultados mostraram que apenas um participante demonstrou emergência de nomeação bidirecional completa, após ter passado pelos dois tratamentos experimentais (primeiro SPOP, depois o MEI). Dois participantes demonstraram emergência somente do componente de ouvinte, após passarem pelo tratamento SPOP. No teste final de nomeação dois participantes demonstraram emergência somente do componente de ouvinte da nomeação bidirecional e um participante apresentou aumento nos dois componentes em relação à linha de base. Não se observou relação entre a ocorrência de ecoico e o percentual de respostas corretas de tato e ouvinte seleção nas sondas de nomeação bidirecional, nem com a quantidade de sessões necessárias para atingir critério de aprendizagem em cada tratamento. Discute-se a eficiência dos tratamentos de maneira isolada e quando apresentados em sequência, além da importância do uso de estímulos reforçadores no processo de aquisição da nomeação bidirecional.
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