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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Jogos de linguagem na alfabetização matemática
    (Universidade Federal do Pará, 2021-08-10) SILVA, Carlos Evaldo dos Santos; SILVEIRA, Marisa Rosâni Abreu da; http://lattes.cnpq.br/3588315106445865; http://orcid.org/0000-0002-3147-9478
    O objetivo desta tese foi compreender o funcionamento da linguagem, a partir do conceito de jogo de linguagem de Wittgenstein, o seu papel na aquisição do conhecimento e sua relevância para o ensino de número na alfabetização. Para isso, realizou-se uma investigação por meio das práticas de ensino de uma professora da alfabetização a respeito do conceito de número. Essa investigação foi baseada em pressupostos teórico-filosóficos apoiados nas reflexões do segundo Wittgenstein, mais precisamente sobre a terapia filosófica do próprio Wittgenstein e da Epistemologia do Uso de Moreno, também de inspiração wittgensteiniana. Assim, discorreu-se sobre o papel da linguagem na constituição do conceito de número e sobre as concepções epistemológicas de número em duas perspectivas, uma piagetiana e outra moreniana, e como elas podem modificar significativamente a prática da professora alfabetizadora. A pesquisa empírica, que forneceu os dados para as análises, foi realizada com uma professora alfabetizadora de uma escola pública municipal de Belém do Pará e consistiu em observações de uma aula sobre a escrita numérica no Sistema de Numeração Decimal Indo-Arábico. A conclusão a que se chegou e que se anuncia nesta tese é que a compreensão do funcionamento da linguagem, a partir do conceito de jogo de linguagem e de que as primeiras relações do sentido linguístico já são atividades epistêmicas, coloca a linguagem no centro do processo educativo e aponta para outras possibilidades, diferentes das hegemonicamente presentes no campo da Educação Matemática, de conceber o ensino da matemática, que podem ter desdobramentos importantes em relação às práticas de ensino do professor que ensina matemática e ao aprendizado dos alunos e das alunas, especialmente na alfabetização.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Práticas colaborativas de professores ribeirinhos: reflexões sobre a construção do conceito de número
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12-16) SANTOS, Batista Moraes dos; MANFREDO, Elizabeth Cardoso Gerhardt; http://lattes.cnpq.br/5159121717599196; https://orcid.org/0000-0002-5391-0097
    A pesquisa tratou da formação do professor frente ao conceito de número no primeiro ano do Ensino Fundamental em escolas ribeirinhas, com referência nas ações colaborativas do pesquisador e de dois professores escolares. Teve como objetivo compreender processos cognitivos na construção do conceito de número de alunos do 1º ano do Ensino Fundamental em escolas ribeirinhas, por meio de práticas docentes colaborativas, com reflexões e intervenções no ensino e em aprendizagens matemáticas. Caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa de caráter colaborativo da qual participaram o professor pesquisador, dois professores colaboradores, 20 alunos do 1˚ ano da Escola ‘A’ da rede municipal de ensino, e 24 alunos do 1º ano da Escola ‘B’ da rede estadual de ensino, ambas localizadas na Ilha de Cotijuba, área ribeirinha do município de Belém-PA. Durante o primeiro semestre letivo de 2018, foram realizadas observações participantes, momentos de estudos de textos e elaboração de atividades matemáticas, visando melhorar a formação pedagógica dos envolvidos para compreender e intervir nos processos de construção conceitual de número dos alunos. As bases teóricas e conceituais fundamentam-se nos estudos psicogenéticos de Jean Piaget e colaboradores, com ênfase no conceito de número e na construção dele pela criança. As análises e as ações colaborativas realizadas indicam que os alunos ao iniciarem o ensino fundamental apresentam noções de numeralização, visto que sabem o que é muito, o que é pouco, maior e menor e percebem o numeral como representante de quantidade. Todavia, ao final notamos ainda que poucos alunos apresentam a percepção relacional de número, pois ainda não realizam a igualdade e a conservação de quantidades descontínuas, embora tenham avançado com as atividades realizadas. Quanto ao contexto colaborativo, percebeu-se, ao longo da pesquisa, que o compartilhar de experiências e momentos de formação no ambiente de atuação geram possibilidades de desenvolvimento pessoal e profissional dos professores e dos alunos desses professores. A colaboração alicerça o pensar e o agir; e o agir e refletir em um movimento espiralado que perpassa a observação crítica da própria prática frente às ações do outro e a sua própria ação, intervindo diretamente no fazer pedagógico dos professores e na aprendizagem de seus alunos.
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