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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Decomposição catalítica do glicerol em fase vapor usando a perovskita cecuxni1-xo3 (x=0;0.25) como precursor catalítico
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-09) ESTRADA, Marcial Antonio Fuentes; FRANÇA, Luiz Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/6545345391702172; RIBEIRO, Nielson Fernando da Paixão; http://lattes.cnpq.br/0755443458423442
    A utilização dos combustíveis fósseis como fonte principal de energia tem levado à geração de inúmeros problemas ambientais e econômicos, criando a necessidade de diversificação da matriz energética. No Brasil país com vasta extensão territorial e agroindústria bem estabelecida destaca-se a produção de biocombustíveis, tais como: etanol e biodiesel. Particularmente, a produção de biodiesel com os crescentes incentivos governamentais tem sua produção aumentada exponencialmente a cada ano, colocando o Brasil em destaque no cenário mundial de biocombustíveis. No processo de transesterificação de óleos vegetais com um álcool primário, além do biodiesel, é gerada a glicerina bruta numa proporção de 10% a 11% em volume. O biorrefino da glicerina oriunda da fabricação do biodiesel torna a produção do biodiesel economicamente mais viável, levando a formação de diferentes produtos, com elevado valor agregado. Por esse motivo, o presente trabalho tem como principal objetivo a valorização da cadeia de produção do biodiesel pela transformação do glicerol em produtos de maior valor através reação de decomposição catalítica utilizando perovskitas do tipo CeNi1-xCuxO3 (x=0 e 0,25) como catalisadores. Os resultados obtidos mostraram que a utilização de altas temperatura (500 oC) favorece a produção de gás de síntese com relação H2/CO próximo de 1. Isto ocorre pelo forte craqueamento da molécula do glicerol, visto que a temperaturas inferiores há tendência a formação de produtos líquidos oxigenados favorecidos pelas reações de desidratação e o moderado craqueamento do glicerol. A 410 °C e atmosfera reacional inerte, hidroxiacetona (acetol) foi o produto majoritário apresentando seletividade na faixa de 22-28% dependendo do catalisador utilizado. O efeito da adição de hidrogênio na carga reacional foi investigado e sua inserção promoveu a hidrogenação da hidroxiacetona, levando ao aumento da seletividade para o 1,2-propanodiol cuja seletividade variou na faixa de 4-9%, dependendo do catalisador.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Diversidade de inimigos naturais em cultivos de palma de óleo Elaeis guineensis implantados em sistemas agroflorestais para agricultura familiar
    (Universidade Federal do Pará, 2010-08-30) ESPIRITO SANTO, Lorena Nunes do; LEMOS, Walkymário de Paulo; http://lattes.cnpq.br/6841621785311887
    A cultura da palma de óleo ou dendezeiro (Elaeis guineensis Jacq.) é uma alternativa promissora para a recuperação de áreas degradadas na Amazônia brasileira, além de promover a fixação do homem no campo. Entretanto, quando estabelecida em sistemas de monocultivo apresenta condições favoráveis para o surgimento e a multiplicação de insetos-praga, particularmente broqueadores e desfolhadores. Desta forma, esta pesquisa objetivou conhecer e quantificar a diversidade de insetos-praga e seus inimigos naturais em três sistemas distintos de cultivo de palma de óleo no município de Tomé-Açu, Pará, entre maio de 2009 e janeiro de 2010. Duas propriedades cultivaram a palma de óleo, como cultura principal, em sistema agroflorestal (SAF) com diferentes combinações de preparo de área. A terceira área de estudo foi um monocultivo de palma de óleo, caracterizando o modelo atual de cultivo dessa palmácea na região Amazônica. Em todas as áreas estudadas as palmeiras de óleo apresentaram idades semelhantes e foram monitoradas nos meses de maio, junho, outubro, dezembro de 2009 e janeiro de 2010. Avaliou-se, nos diferentes sistemas, a diversidade de insetos-praga e inimigos naturais em dois extratos distintos: solo e copa das plantas. Armadilhas tipo “pitfall” foram utilizadas para as coletas de artrópodes do solo (particularmente predadores), enquanto armadilhas adesivas amarelas foram utilizadas para captura de insetos presentes na parte aérea das plantas. A precipitação pluviométrica foi registrada ao longo da pesquisa em todas as áreas estudadas. As ordens que apresentaram maior diversidade de espécies nos sistemas biodiversificados e monocultivo, independente do tipo de armadilha, foram Hymenoptera, Hemiptera, Araneae e Coleoptera, os quais possivelmente estão associados com a manutenção do equilíbrio das populações de herbívoros nesses ambientes. A similaridade de espécies coletadas em armadilhas de solo e adesivas entre as áreas estudadas sofreu influência do histórico de ocupação das áreas e dos meses de coleta, tendo a precipitação efeito sobre a diversidade de artrópodes coletados nos diferentes sistemas de cultivo de palmeira de óleo. Diferentes gêneros de formigas (p. ex., Solenopsis e Pheidole) coletados nesta pesquisa têm representantes predadores, fato que reforça a hipótese do potencial das mesmas para atuarem como inimigos naturais de pragas nesses sistemas. Os diferentes sistemas de cultivo de palmeira de óleo avaliados registraram grande diversidade de aranhas, possivelmente, por oferecerem disponibilidade de recursos alimentares diversificados (p. ex., insetos) para esses inimigos naturais generalistas. Esta pesquisa é a primeira a registrar a diversidade de aranhas de solo em cultivos de palmeira de óleo na Amazônia Oriental brasileira, fato que fornece subsídios para futuros estudos ecológicos sobre o grupo. Embora esta pesquisa apresente resultados dos primeiros dois anos de implantação do cultivo de palmeira de óleo em campo, os mesmos revelam a importância de estudos que objetivam avaliar a influência de ambientes biodiversificados na manutenção e multiplicação de inimigos naturais para atuarem no controle biológico de insetos-praga de diversos cultivos
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Modelagem da palma de óleo na Amazônia: redução da adequabilidade climática até o final do século
    (Universidade Federal do Pará, 2023-09-29) MENEZES, José Felipe Gazel; ARAÚJO, Alessandro Carioca de; http://lattes.cnpq.br/6188087583954899; https://orcid.org/0000-0002-7361-5087
    A Amazônia sofre historicamente com o desflorestamento. Desde o final da década de 1960 até os dias de hoje, o processo de ocupação sempre foi realizado de maneira desordenada. Adicionalmente a este fato, há problemas locais característicos da região amazônica, como grilagem e invasão de terras. Portanto, tais fatores ajudam a explicar o porquê de a região amazônica possuir extensas áreas desmatadas e abandonadas. O presente trabalho destaca o monocultivo de palma de óleo como alternativa para reintegrar e transformar áreas abandonadas em áreas produtivas. Adicionalmente, é apresentado a importância da produção de palma de óleo para o mercado global e local, e como as mudanças climáticas podem afetar a produção da palma de óleo em cenários futuros. É utilizado um modelo de superfície desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), para estimar a produção de palma de óleo. Este estudo foi conduzido em um monocultivo de palma de óleo com híbrido interespecífico (HIE), gerado a partir do cruzamento entre as espécies Elaeis guineensis Jacq (Africano) e Elaeis oleifera (Kunth) Cortés (Americano). Posteriormente, através da construção de um modelo de distribuição de espécies, estimamos como as áreas climaticamente adequadas ao cultivo de palma de óleo podem mudar no futuro, com base nos cenários de mudanças climáticas do IPCC.
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