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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudos em ontologias do desenvolvimento
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09-17) CASTRO, Pedro Neves de; FERNANDES, Danilo Araújo; http://lattes.cnpq.br/2839366380149639
    Este trabalho procurar compreender a transformação na interpretação sobre a nação brasileira e sobre o Estado ao longo das décadas de 1920 a 1950. A transição de uma concepção antirregionalista para uma visão mais centrada no nacional-desenvolvimentismo marca um ponto crucial nesse período. O objetivo central é compreender processos e circunstâncias que deram origem a essa mudança, analisando as ontologias do desenvolvimento na formação do Estado republicano brasileiro. Composto por dois capítulos, busca-se compreender as ontologias da ideia de Brasil, de Estado e de desenvolvimento em um intento de iniciar um diálogo, mais do que fornecer respostas definitivas, em prol de uma reflexão multidisciplinar sobre o pensamento político e econômico. No primeiro capítulo, intitulado "Ontologias do Estado e da ideia de desenvolvimento", explora-se as raízes filosóficas da ontologia e analisa-se o contexto fenomenológico e as variáveis que influenciaram a construção de modelos de pensamento responsáveis pela reflexividade sobre o "ser" do Estado e seu um papel crucial na formação das ideias de desenvolvimento. No segundo capítulo, "Ontologias do pensamento político e social brasileiro", elabora-se um panorama sobre diferentes perspectivas sobre o Brasil como Estado gestor e espaço produtivo. Ao discutir o desenvolvimentismo no contexto brasileiro, procura-se pela emergência do conceito e pela influência das discussões econômicas e sociais prévias à década de 1950, momento em que se consolida a escola econômica e o desenvolvimentismo. Este trabalho procura introduzir a análise ontológica na compreensão do desenvolvimento, destacando a abordagem hermenêutica e interpretativa adotada para analisar as fontes que contribuíram para a construção social do conceito de desenvolvimento e de sua prática estatal.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Foucault leitor de Kant: da antropologia à aufklärung
    (Universidade Federal do Pará, 2015-11-30) AUGUSTO, Ricardo Pontieri; CHAVES, Ernani Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5741253213910825
    Acompanhamos três momentos de leituras de Foucault da obra de Kant centrando-as na questão “Quem somos nós neste momento?”. De 1961 a 1969. Foucault analisa arqueologicamente a relação entre o Projeto Crítico e a Antropologia de Kant, destacando o surgimento da abertura de possibilidade de confusão entre os campos empírico e transcendental, como ocorreu posteriormente com outros pensadores. A abertura teria surgido com a pergunta «O que é o homem?» do projeto antropológico kantiano. Com a confusão, o homem que era uma instância lógica no projeto crítico, passou a ser apresentado como um duplo empírico-transcendental, e princípio explicativo. De 1970 a 1978 Foucault investiga genealogicamente o deslocamento e articulação entre a Crítica e a Aufklärung realizados por Kant em “O que é a Aufklärung ?” que analisava a atualidade e a atitude crítica do homem à procura de tornar-se racionalmente autônomo. Foucault destaca em Kant tal concepção de atitude crítica, que seria próxima à que ele mesmo formula a partir de investigações genealógicas de resistências às transformações das relações de poder desde o século XVI, resultantes de processos de governamentalização do estado, quando o antigo direito de vida e de morte fora substituído pelo governo das condutas dos indivíduos em vários campos. A partir do final da década de 70, ainda investigando a Aufklärung de Kant, Foucault propõe ter ocorrido no pensamento daquele filósofo a inauguração de duas novas tradições filosóficas: – a “Analítica da Verdade” na esteira do projeto Crítico e a “Ontologia Crítica de nós mesmos” na da Aufklärung, à qual ele se alinha. Na segunda tradição, em conflito com a perspectiva tradicional da ontologia do ser, Kant teria proposto uma ontologia crítica ao deslocar a questão epistemológica-transcendental «O que posso saber?» para “O que é este acontecimento?”, abrindo ao campo filosófico questões histórico-ontológicas sobre a atualidade, o indivíduo e a atitude crítica dos homens. A nova ontologia crítica, como a denominou Foucault, constitui para ele o fundamento da atitude ético-político de franquear limites, contrariamente a Kant que a partir da mesma procurou estabelecer limites formais que os homens não poderiam ultrapassar por decisão individual.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Hacia una reflexion ontologica del arte moderno hondureño: una vision desde la filosofia de Arthur C. Danto
    (Universidade Federal do Pará, 2018-03-13) ZUNIGA MEJÍA, Rafael Antonio; SOUZA, Jovelina Maria Ramos de; http://lattes.cnpq.br/0475424515288539
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    As ontologias na perspectiva da teoria do conceito e da semiótica discursiva: aspectos teórico-conceituais
    (Universidade Federal do Pará, 2019-05-07) GOMES, Daniel Libonati; MORAES, João Batista Ernesto de; http://lattes.cnpq.br/5819951651545585; BARROS, Thiago Henrique Bragato; http://lattes.cnpq.br/0339496971217162
    Estudo teórico acerca de ontologias, relacionando sua estrutura (composta por classes, propriedades e instâncias) com o ferramental teórico da Teoria do Conceito de Ingetraut Dahlberg e da Semiótica Discursiva. A pesquisa partiu da premissa de que as ontologias podem ter na Teoria do Conceito uma base segura para serem construídas, de maneira que a informação é entendida por uma perspectiva semântica. No entanto, formulou-se a hipótese de que, caso as ontologias tomassem como fundamento o ferramental teórico da Semiótica Discursiva, seria possível obter maior subsídio teórico e, consequentemente, possibilitar a construção de ontologias mais eficazes, que possibilitassem uma melhoria tanto no uso das ontologias para representação do conhecimento quanto para a interoperabilidade entre sistemas diferentes, considerando que a abordagem da informação como discurso atua a partir dos fundamentos do fenômeno da significação, ou seja, é mais aprofundada que a abordagem semântica através da qual as ontologias são atualmente construídas. Assim, procurou-se responder à seguinte questão-foco: como a Semiótica Discursiva pode contribuir para a compreensão e construção de ontologias? Diante disso, a pesquisa, bibliográfica e descritiva, foi realizada em quatro fases: a primeira, de revisão bibliográfica; a segunda, cujo objetivo foi entender como a Teoria do Conceito se relaciona à estrutura e construção das ontologias e como essa mesma estrutura pode se adequar aos conceitos trazidos pela Semiótica Discursiva; a terceira, com o desenvolvimento de duas ontologias, uma com base na Teoria do Conceito e outra com base na Semiótica; e a quarta, em que foi realizada uma comparação entre as duas abordagens teóricas e as duas ontologias, procurando destacar as diferenças e similaridades existentes entre elas. Ao fim, concluiu-se que a hipótese formulada é válida, porém com algumas ressalvas: as ontologias fundamentadas na Semiótica Discursiva, apesar de poderem ser construídas e utilizadas, possuem como característica marcante elementos de nomeação arbitrária e pouco comum, de modo que podem não obedecer completamente aos critérios a que uma ontologia deve atender (possuindo reúso dificultado, por exemplo). No entanto, ainda assim, a Semiótica certamente contribui para entender melhor esses sistemas de organização em sua estrutura e no que concerne aos conceitos que são neles inseridos.
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