Navegando por Assunto "Oral health"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Fluoretação da água no Brasil: distribuição regional e acurácia das informações sobre vigilância em municípios com mais de 50 mil habitantes(Fundação Oswaldo Cruz, 2019-07) COSTA, Angelo Giuseppe Roncalli da; NORO, Luiz Roberto Augusto; CURY, Jaime Aparecido; ZILBOVICIUS, Celso; PINHEIRO, Helder Henrique Costa; ELY, Helenita Corrêa; FRAZÃO, PauloDados de saneamento para 2008 indicavam que 74,4% dos municípios com mais de 50 mil habitantes recebiam água fluoretada, entretanto, critérios para a validação desta informação não foram adotados. O estudo objetivou verificar a acurácia da informação sobre a fluoretação da água, tomando-se por referência dados de vigilância da água em municípios com mais de 50 mil habitantes no ano de 2008 e no período de 2010-2015. Dados de diferentes fontes foram empregados comparando-se as informações relativas ao período. Amostras da água foram coletadas e a concentração de fluoreto foi obtida pelo método eletrométrico. O processo de verificação ocorreu pela confrontação dos dados obtidos por diferentes fontes. Seiscentos e um municípios (97,9%) tiveram os dados confrontados. A taxa de municípios que realizam vigilância com base no heterocontrole passou de 39,4% para 48,5%. Observou-se elevada taxa de falsos positivos ou negativos (15,1%) em relação aos dados de 2008. A cobertura municipal foi de 70,2%, 4,2 pontos abaixo da estimativa (74,4%) divulgada para 2008. Registros da prática da vigilância foram observados em 54,3% dos municípios fluoretados, cuja cobertura populacional alcança 50% ou mais da população que recebe água tratada. Houve sensível melhoria nos dados de vigilância em relação ao fluoreto, embora com porcentual importante de falsos positivos e negativos. Ainda são largas as diferenças inter-regionais relacionadas tanto à provisão da fluoretação da água quanto à implementação da vigilância nos municípios pesquisados, trazendo importantes desafios para a saúde pública.Tese Acesso aberto (Open Access) Metodologia de preparação de enxaguante bucal à base de acmella oleracea com o uso de tecnologia supercrítica(Universidade Federal do Pará, 2025-07-04) ARAÚJO, Andréia de Fátima Souza; CARVALHO JÚNIOR, Raul Nunes de; http://lattes.cnpq.br/5544305606838748; MACHADO, Nélio Teixeira; PINTO, Rafael Henrique Holanda; ORTIZ, Eduardo Gama; CARNEIRO JÚNIOR, José Thiers; http://lattes.cnpq.br/5698208558551065; http://lattes.cnpq.br/9988464786582853; http://lattes.cnpq.br/5269983873909181; http://lattes.cnpq.br/4964530958369814A Acmella oleracea é uma planta medicinal da Amazônia, popularmente conhecida como jambu, foi utilizada nesta tese como matéria prima para o desenvolvimento de um produto destinado à saúde bucal ainda pouco relatado na literatura e em publicações científicas e de propriedade intelectual. A forma farmacêutica líquida denominada como enxaguante bucal é um modo de administração terapêutico destinado a manter um biofilme compatível com a saúde oral. Extratos ricos em espilantol apresentam propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias e analgésicas. A tese destaca a utilização de um processo de extração com fluido supercrítico para obter extratos de Acmella oleracea com grau de pureza elevado através de um processo de produção eficiente e sustentável. Diante disso, o presente trabalho compreende a elaboração de um enxaguante bucal derivado de uma planta do bioma amazônico como uma alternativa terapêutica de baixo custo através do processo de tecnologia supercrítica, apresentando uma solução sustentável e eficaz para os cuidados orais, destacando-se pelas suas vantagens terapêuticas significativas já destacadas na literatura científica como, atividades antimicrobiana, antibióticas e analgésicas, em relação aos produtos disponíveis no mercado.
