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Navegando por Assunto "Palatalization"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    À Guisa de uma explicação sociolinguística para a acentuada palatalização de /L/ em Itaituba-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2010) OLIVEIRA, Marilucia Barros de
    O presente trabalho toma como base resultados estatísticos para a avaliação da acentuada palatalização de /l/ em Itaituba-PA. Estuda-se a realização variável da lateral prevocálica /l/, diante de /i j/, como em inteligente e família, a partir do falar de Itaituba-PA. A pesquisa seguiu os pressupostos teórico-metodológicos da Sociolinguística. Ao todo, foram coletados 36 relatos de experiência narrados por 36 falantes nativos de Itaituba que são filhos de pessoas nascidas também na mesma localidade. Os dados coletados receberam um enfoque quantitativo e qualitativo. Passaram por um tratamento estatístico e foram interpretados à luz da sociolinguística laboviana. Os resultados referentes às variáveis sociais consideradas na pesquisa foram interpretados sociolinguisticamente tomando-se, para isso, a análise das atitudes linguísticas, avaliação que os falantes de Itaituba manifestam durante seus relatos. Os resultados indicam que a palatalização de /l/, diretamente ligada ao falar belenense, é a tendência no falar itaitubense e que essa tendência está relacionada à história de migração da cidade.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Tendência tipológicas de harmonia nasais e palatização em línguas indígenas brasileiras
    (Universidade Federal do Pará, 2020-07-31) BARAÚNA, Fabíola Azevedo; PICANÇO, Gessiane Lobato; http://lattes.cnpq.br/8504849027565119; https://orcid.org/0000-0001-5699-1470
    Este trabalho trata do processo de assimilação fonológica de harmonia nasal e palatalização em línguas indígenas. A assimilação de traços, de acordo com Odden (2005), constitui-se como o processo fonológico mais comum de ocorrer nas línguas e, dentre os processos assimilatórios, a harmonia nasal e palatalização figuram como os mais frequentes nas línguas do mundo (KRAMER E UREK, 2016). Por essa razão, nesta tese, apresentam-se algumas tendências observadas nesses dois processos em línguas indígenas brasileiras. Objetiva-se definir padrões ou singularidades nos processos de assimilação nasal e palatal em 31 línguas indígenas brasileiras, pertencentes a grupos linguísticos diferentes, sendo provenientes de dois troncos (Tupí e Macro-Jê), três famílias maiores (Aruák, Pano e Karib); três famílias médias (Nadahup, Yanomami e Nambikwara); e duas famílias menores (Katukina e Chiquitano). Essa diversificação permitiu delimitar padrões e singularidades linguísticas observados em cada processo, além de verificar como se manifestam nessas línguas e quais são suas semelhanças e diferenças em relação aos principais parâmetros que definem processos fonológicos: gatilhos, alvos, direcionalidade e natureza (fonética, fonológica ou morfofonológica). O estudo foi realizado seguindo a abordagem tipológica e o material de análise para esta pesquisa é composto por teses, dissertações e artigos divulgados no meio científico. Os dados pertencentes a essas línguas foram compilados e organizados em planilha, evidenciando a família linguística a qual a língua pertence, o local onde é falada, as informações dos gatilhos, alvos, segmentos resultantes e direção dos processos. Além disso, são realizadas exemplificações fonéticas e fonológicas das palavras das línguas analisadas para comprovação dos parâmetros de assimilação. Como fundamentação teórica básica utilizou-se, para a análise do processo de harmonia nasal, o trabalho de Walker (1998, 2011) e, para a palatalização, os estudos de McCarthy e Smith (2003), além de Bateman (2007). Ao longo da tese, discute-se, inicialmente, sobre a tipologia linguística, de maneira geral, e tipologia fonológica, de modo mais específico. Em seguida, são apresentadas as famílias e troncos aos quais as línguas analisadas pertencem. Por fim, realiza-se uma explanação dos processos assimilatórios, descrição e análise das línguas. Os resultados desta pesquisa apontam que, embora alguns parâmetros estejam em conformidade com os tipos e tendências já atestados sobre esses processos, há outros que divergem ou estão interligados entre si (tipos de gatilhos x grupos de alvos; natureza x direcionalidade). Em relação à harmonia nasal, as cosoantes nasais tendem a ser o gatilho do processo, enquanto as vogais tendem a ser os alvos. Em relação à palatalização, o gatilho tende a ser de vogal alta anterior e os alvos tendem a ser consoantes coronais. Nos dois processos, a natureza e direção do processo se relacionam, de modo que se a natureza é fonológica, o espalhamento tem tendência a ser regressivo; se a natureza é morfofonológica ou fonética, o espalhamento tem tendência a ser progressivo.
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