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Navegando por Assunto "Paradigma urbano industrial na Amazônia"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O Descompasso do “modelo” na urbe amazônida: o caso de Porto Velho, Rondônia
    (Universidade Federal do Pará, 2021-09-30) MORELATO, Adriana Hiromi Nishida; CARDOSO, Ana Cláudia Duarte; http://lattes.cnpq.br/3138101153535395
    A company town Madeira Mamoré Railway Company constituiu a gênese da cidade de Porto Velho. Desde então, a sua expansão urbana foi marcada pela hegemonia da lógica funcionalista de produção, voltada para a exploração dos recursos naturais e a acumulação de capital, em contraste ao modo de vida pré-existente, estabelecido por comunidades diversas que tratavam o meio natural com a deferência necessária à convivência harmônica com ele. Assim, esta pesquisa tem por objetivo analisar os desdobramentos do modelo de cidade adotado na gênese de Porto Velho, baseado na matriz pragmática e funcional da company town MMR, para a qualidade de vida da população e para sua convivência com o meio natural. Para tanto, buscouse compreender os modelos de cidade da sociedade industrial no século XX, por meio da antologia do Urbanismo elaborada por Choay (1965), e demonstrar que a expansão do capital sobre o Sul Global se deu como uma reapresentação do colonialismo, porquanto esteve assentada na necessidade de dominação e domesticação de uma realidade local distinta. Recorreu-se a autores como Fanon (1952), Acosta (2009) e Cusicanqui (2015) para evidenciar a necessidade de uma visão holística e cosmopolita sobre a realidade das cidades do Sul Global, em especial, da Amazônia, em vistas a um verdadeiro desenvolvimento, na linha da concepção decolonial. O higienismo urbano (ordem-desordem), a industrialização (progresso-atraso) e a integração da Amazônia (ruptura-continuidade ou moderno-tradicional) foram assumidos como dicotomias estabelecidas no decorrer da implantação e difusão do paradigma urbano industrial no Brasil. Por isso, elas foram utilizadas para analisar a cidade de Porto Velho em sua gênese e na contemporaneidade, a partir das categorias de análise "agentes de produção do espaço", "provisão de infraestrutura", "malha viária", "organização socioespacial", "habitação" e "elementos naturais". Como resultado, restou comprovada a ineficiência das soluções exógenas que conduziram o processo de criação e expansão da cidade, impondo-se refletir, à luz das ideias decoloniais, acerca da premente necessidade de superação das concepções dominantes de progresso e civilização, para que sobrevenham proposições que acolham e conciliem a diversidade amazônica com as necessidades humanas, a partir de uma aliança entre os saberes ancestrais e as novas tecnologias, constituindo-se, enfim, alternativas inovadoras.
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