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Navegando por Assunto "Paragominas (PA)"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Da fronteira à sustentabilidade?: o caso de Paragominas-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2013-10-11) GALVÃO, Igor Maurício Freitas; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749
    Paragominas constituiu um pólo do avanço da fronteira na Amazônia, vivenciando ao longo de sua história, um modelo de desenvolvimento orientado pela busca do crescimento econômico. Este modelo foi caracterizado pelo avanço de frentes econômicas, notadamente, a da pecuária e do extrativismo madeireiro, que resultaram em crescimento econômico associado a problemas sociais e degradação ambiental. A partir da primeira década deste século, são verificadas mudanças neste cenário, com mudanças na base produtiva e avanços significativos na gestão dos recursos naturais do município. O Projeto Paragominas Município Verde, iniciado em 2008, é apontado como um fato histórico que marca a transição da economia de fronteira para um modelo de desenvolvimento sustentável. O presente estudo demonstra que as mudanças verificadas no município são anteriores a este fato histórico e foram orientadas por razões de alterações na viabilidade econômica das atividades desenvolvidas e/ou por questões relativas aos novos padrões de consumo da economia globalizada, como características de uma nova fase da fronteira na Amazônia. Na nova fase da fronteira em Paragominas, a par do avanço das dimensões ambiental e ecológica, ainda persistem os desafios da promoção de um acesso mais democrático aos recursos naturais, de uma maior distribuição das riquezas geradas e de uma melhor qualidade de vida para seus cidadãos, problemas afetos à dimensão social de um processo de desenvolvimento mais abrangente, que caracterize de fato, um modelo de sustentabilidade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Mineralogia e geoquímica dos perfis bauxíticos da mina Miltônia 3, região de Paragominas/PA
    (Universidade Federal do Pará, 2015-10-16) PEREIRA, Carla Braga; ANGÉLICA, Rômulo Simões; http://lattes.cnpq.br/7501959623721607
    A Província Bauxitífera de Paragominas situa-se na porção leste do estado do Pará e oeste do estado do Maranhão, ocupando a porção NW da Bacia do Grajaú e a parte meridional da plataforma Bragantina, com área em torno de 50.000 km2. Os importantes depósitos de bauxita dessa região foram originados a partir de intenso intemperismo químico sobre rochas siliciclásticas do Cretáceo. Este trabalho tem como foco o estudo mineralógico e geoquímico de perfis bauxíticos na área da mina de Bauxita pertencente à empresa Norsk Hydro, na mina Miltônia 3, município de Paragominas-PA. Visa contribuir para o entendimento da origem e desenvolvimento dos perfis. Foram amostrados dois perfis lateríticos representativos da mina Miltônia 3, atentando-se para as diferenças químicas, mineralógica e textural dos horizontes que estruturam os perfis em questão. Assim utilizou-se os seguintes procedimentos metodológicos e/ou técnicas instrumentais: Difração de Raios-X (DRX), Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), Petrologia e Análise Química. Os perfis lateríticos estudados neste trabalho foram descritos segundo a sua estruturação em horizontes, nomeados da base para o topo de: Bauxita Amorfa (BA), Bauxita Cristalizada-Bauxita Amorfa (BCBA), Bauxita Cristalizada (BC), Laterita Ferruginosa (LF), no perfil 1 o horizonte sobrejacente a LF é descrito como Bauxita Nodular (BN), entretanto no perfil 2, trata-se do Horizonte Bauxita Cristalizada Nodular (BNC). Ambos os perfis são cobertos por horizonte areno-argiloso inconsolidado, de coloração vermelho alaranjado, denominada por muitos autores de Argila de Belterra. Petrograficamente os horizontes apresentam os seguintes minerais típicos de um perfil bauxítico/lateríticos: gibbsita, caulinita, goethita, hematita e anatásio. Esta paragênese foi confirmada por meio da análise por DRX, cujo conteúdo varia para cada horizonte. Assim aliada a análise via MEV pode-se perceber o aspecto morfológico dos cristais de gibbsita e caulinita. Nota-se a presença de três gerações de gibbsita, a fase precoce faz parte da matriz, por vezes, associada com oxi-hidróxido de Fe, apresentando caráter criptocristalino. A segunda geração compreende cristais microcristalinos que preenchem parcialmente ou totalmente os poros. A geração mais tardia são cristais criptocristalinos que encontram-se preenchendo totalmente e/ou revestindo as paredes dos cutans. O comportamento geoquímico das fases residuais Al2O3, Fe2O3, SiO2 e TiO2 apresentam similaridade em ambos os perfis, assim como, os presentes teores de Al2O3_aproveitável e SiO2_reativa. Ao longo do perfil o teor de SiO2 e SiO2_reativa são mais expressivos nas camadas mais argilosas, e refletem o conteúdo de caulinita. O teor de Al2O3_aproveitável segue o mesmo comportamento de Al2O3: pois a primeira está relacionada à gibbsita, e os teores mais elevados estão no topo da BA, BCBA e BC, o último representa a nível economicamente explorável. Ao avaliar o grau de ordem e desordem da caulinita presente nos perfis estudados verificou-se um aumento dos resultados de FWHM (aumento do alargamento dos picos) da base em direção ao topo, mostrando a possibilidade de: 1) degradação das caulinitas com o processo de desenvolvimento do perfil laterítico; e/ou neoformação de novas gerações de caulinita de baixa cristalinidade. Os dados levantados durante as análises deram suporte para entendimento dos processos que favoreceram as diferenças e semelhanças mineralógicas, químicas e texturais existentes entre os horizontes bauxíticos, assim como a retomada do processo de bauxitização (Duas fases de bauxitização) que resultou na formação do horizonte Bauxita Nodular e Bauxita Nodular Cristalizada, levantando a hipótese da evolução complexa e polifásica dos perfis estudados, culminando na origem dos depósitos bauxíticos/lateríticos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Monitoramento das paisagens de Paragominas: uma abordagem geossistêmica
    (Universidade Federal do Pará, 2016-08-30) PIMENTEL, Gustavo Martinez; LOPES, Luis Otávio do Canto; http://lattes.cnpq.br/1013147545099173; SILVA, Christian Nunes da; http://lattes.cnpq.br/4284396736118279
    Na Amazônia, monitorar e prever dinâmicas de uso da terra, não ocorrem de maneira simples; a ocupação nessa região, iniciada a partir da abertura da BR-010 é baseada no desmatamento e inserção de pastagens para criação bovina, não proporcionou este gradiente de produtividade como em outras partes do país. Um grande exemplo é Paragominas/Pará, que mantinha na época a exploração florestal como principal atividade econômica. O município vivenciou a mudança de paradigma em 2008, fruto de uma ação conjunta entre sociedade civil, capital privado e instituições públicas; conseguiu se reciclar e reestruturar sua economia com atividades mais sustentáveis. Apesar do avanço, muito ainda pode ser feito para obter melhores produtividades e uso adequado dos recursos naturais no território. Dessa forma, entende-se que o território é o espaço onde são tomadas as decisões e onde a política se materializa, tendo influência direta sobre a gestão dos recursos naturais. Para isso, é importante identificar os elementos que compõem a paisagem, dentre eles a geomorfologia que se destaca por determinar os demais elementos, tais como: vegetação, solo, fauna, etc. Assim, considerando a base teórica e os SIGs como suporte, montou-se uma base de dados geográficos com informações primárias, secundárias e dados secundários adaptados. Esta base foi inserida em um sistema de grade celulares para as análises. A partir desta grade foi possível distinguir doze geofácies para Paragominas. A partir delas, afere-se que para o município de Paragominas, em sua maioria, apresentam áreas de Floresta com 10.788,74 km² (55,78%) e quando se trata de uso da terra, as pastagens somam 2.789,11 km² (14,47). No que concerne à taxa de estabilidade, as florestas se destacam com o maior percentual, cerca de 70%; os usos da terra apresentam valores intermediários (50%) e as Capoeiras Baixa e Alta apresentam os menores índices de estabilidade (15%). Quanto à dinâmica de evolução do uso da terra nas geofácies, a pecuária é a atividade que mais desmatou a floresta em Paragominas, com taxas de desmatamento que variam de 5% até 15% de cada geofácie. Na classe Agricultura, a dinâmica ocorre na conversão de pastagens para plantio de grãos, com valores fortemente concentrados nas áreas de Platôs, com taxas de conversão variando de 8% até 25%. Quanto a processos de regeneração de floresta, as geofácies de Depressão, Planícies e Vales apresentam maiores taxas dessas geofácies, entre 5% e 20%. Em contrapartida, as classes com maior regeneração florestal não apresentaram padrões entre as geofácies. Em uma análise geral, o estudo demonstrou que ocorreram as dinâmicas de inserção da agricultura mecanizada próximas às rodovias e que a pecuária ainda é vetor de desmatamento no município. Já a Plantação Florestal está em processo de consolidação na região e não é muito representativo em área. Com a base de dados foi possível definir os limites das geofácies e a partir delas verificar a dinâmica do uso da terra existente em Paragominas, reflexo das mesmas dinâmicas de uso da terra (transição agrícola, desmatamento, degradação florestal, dentre outras) que estão ocorrendo na Amazônia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O novo código florestal brasileiro e a gestão pública municipal na Amazônia: o caso de Paragominas
    (Universidade Federal do Pará, 2015-11-10) NUNES, Adriana; FARIAS, André Luís Assunção de; http://lattes.cnpq.br/5310171409459863; MORAES, Sérgio Cardoso de; http://lattes.cnpq.br/4568311568729454
    Três anos após a promulgação do novo Código Florestal Brasileiro, o horizonte, quanto à sua real contribuição, ainda não se encontra bem delineado. Principal instrumento que materializa a política pública de conservação de florestas particulares e alicerçado nos princípios do desenvolvimento sustentável, o novo Código apresenta uma série de controvérsias a serem esclarecidas e desafios vencidos. O significado dessa lei ultrapassa o momento atual, evidenciando conexões históricas com formas sociais conflituosas de apropriação dos recursos naturais e a luta constante de grupos dotados de poder para enfraquecer as normas ambientais. Tal contexto motivou este trabalho que teve como objetivo analisar a experiência prática da internalização do novo Código por meio do estudo de caso do município de Paragominas (PA), explicando de que maneira a flexibilização das disposições e a criação dos novos instrumentos do Código Florestal repercutem na gestão ambiental local, onde, por sua vez, as políticas se transformam em ações concretas. A despeito de a análise do processo de implementação de um instrumento de política pública não abranger os resultados finais, a mesma serve como avaliação processual, permitindo acompanhar e compreender como seus impactos são construídos. Para analisar as ações, interações e contradições do novo Código, o trabalho se alicerçou nas abordagens de Biologia da Conservação e da Ecologia Política, em consonância; na observação e reflexão das ações, processos e instrumentos, realizados pela gestão ambiental local em interseção com o novo Código; e na aplicação de entrevistas com gestores e lideranças municipais. Quanto aos resultados, registram-se, nas páginas seguintes, os meandros de um novo cenário, no qual a implementação do novo Código se mostra desafiadora e, em grande parte, solitária para os municípios brasileiros; mas, ainda assim, pode render algum avanço no controle e planejamento ambiental, devido aos novos instrumentos. Entretanto, viu-se um “novo”, repleto de contradições para a conservação dos recursos florestais e impregnado da insustentável luta pela ampliação da propriedade privada sobre os recursos naturais, onde se verificam dinâmicas sutis, mas intensas na capacidade de promover mudanças ambientais.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Programa Parâmetros em Ação – Meio Ambiente na escola: avaliação de sua efetividade na rede pública de ensino em quatro municípios no estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2006-05-31) KRAUSE, Hildegard Magdalena Klever; AZEVEDO-RAMOS, Claudia; http://lattes.cnpq.br/1968630321407619
    Está previsto em lei que a Educação Ambiental (EA) deve ser oferecida pelas escolas em todos os níveis de ensino numa abordagem interdisciplinar. Esta possibilidade deveria se estabelecer a partir de uma política de capacitação de professores, permitindo a inclusão do tema meio ambiente na rotina escolar, através de atividades intedisciplinares, transversais e inserção da temática no conteúdo de cada disciplina. Devido à conhecida complexidade do desenvolvimento da conscientização da população, é esperado que programas desta natureza possam contribuir substancialmente para a formação de uma sociedade que se relacione harmonicamente com o meio ambiente e que possa promover o uso sustentável dos recursos naturais. Cabe perguntar, então, se a proposta contida em um programa de formação continuada implementado em âmbito nacional - Programa Parâmetros em Ação – Meio Ambiente – está sendo alcançada. O estudo foi realizado junto aos diversos segmentos de educação da rede pública de ensino, em quatro municípios do Estado no Pará, sendo que um deles se caracterizou como nosso controle por não ter implementado o programa. O interesse deste estudo foi avaliar, através do detalhamento neste amplo e complexo processo de formação de professores, como e se professores e alunos de Paragominas, Ipixuna, Dom Eliseu e Ulianópolis no Estado do Pará praticam os pressupostos norteadores que são difundidos e veiculados através desta política pública de Educação Ambiental. Nossa expectativa era de que os municípios que desenvolveram por mais tempo esta experiência, apresentassem um desempenho geral mais aprimorado, além de que escolas, professores e alunos desenvolvessem um perfil de comportamento onde a autonomia de ação fosse evidente. No entanto, esse não foi o resultado encontrado no estudo desta tese. A diferença esperada entre o município controle e os demais municípios não se evidenciou, não foi expressivo o aumento do desempenho em função do tempo de exercício do programa, assim como as ações desenvolvidas remetem ao conservadorismo dinâmico. Desta forma a implementação do Programa mencionado não apresentou diferenças significativas na estrutura político-ideológica, social e pedagógica da Educação Ambiental nas escolas pesquisadas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O Projeto Município Verde de Paragominas - PA e a questão Social no discurso de sustentabilidade
    (Universidade Federal do Pará, 2024-03-12) TOURINHO, Luana Peixoto; FOLHES, Ricardo Theophilo; http://lattes.cnpq.br/5612208724254738
    O Projeto Município Verde é um plano de desenvolvimento implementado em Paragominas–PA para frear o desmatamento em seu território e fomentar práticas sustentáveis na formulação da matriz econômica municipal e nas atividades da sociedade local. O presente estudo tem como objetivo investigar a relação entre o Projeto Município Verde e os indicadores sociais de Paragominas–PA entre 2010– 2023 com propósito de compreender a sustentabilidade municipal. O estudo objetiva apresentar um panorama sobre o desenvolvimento sustentável e a sustentabilidade, bem como, compreender o Projeto Município Verde e a relação dele com a sustentabilidade, da mesma forma que, examinar os Indicadores sociais de Paragominas entre 2010–2023 e a relação destes com o Projeto Município Verde e, por fim, analisar os resultados da ausência de aplicação social no Projeto Município Verde de Paragominas–PA. Para tanto, foi utilizado como método de coleta de dados a pesquisa bibliográfica, através do estudo levantado no referencial teórico sobre a sustentabilidade e o projeto município verde, bem como, o levantamento dos indicadores sociais de Paragominas, entre os anos 2010–2023 presentes nas bases de dados públicos que possibilitaram análise qualitativa dos achados. Evidenciou-se que, para sustentabilidade do Projeto Município Verde a partir dos indicadores sociais de Paragominas entre 2010–2023 é necessário rever o modelo de desenvolvimento implementado para que, mais que um plano de desenvolvimento econômico, este seja um modelo de desenvolvimento local sustentável. Ainda, a lacuna de abordagem social no projeto repercutiu nos indicadores sociais do município e indica que o poder público local tem como desafio implementar medidas de desenvolvimento sustentável no Projeto Município Verde relacionadas às questões sociais. Enfim, por meio de todo o estudo realizado foi possível confirmar que o discurso de sustentabilidade em Paragominas a partir do projeto Município Verde ainda precisa enfrentar as questões sociais no município semelhante a conferir sustentabilidade a este modelo de desenvolvimento local.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Regeneração florestal associada a tamanhos de clareiras: implicações para o manejo florestal sustentável
    (Universidade Federal do Pará, 2006-05-30) PINTO, Andréia Cristina Brito; AZEVEDO-RAMOS, Claudia; http://lattes.cnpq.br/1968630321407619
    A crença na capacidade de regeneração florestal é um dos principais sustentáculos da concepção de manejo madeireiro sustentável em longo prazo. O desempenho do processo regenerativo, por sua vez, depende da intensidade dos danos causados pela atividade madeireira, os quais podem ser reduzidos desde que se disponha de dados sistemáticos que orientem critérios adequados ao bom manejo florestal. O presente estudo, realizado em Paragominas, Pará, tem como objetivo avaliar como o tamanho das clareiras afeta a regeneração florestal. Para efetivar essa avaliação, foram monitorados elos do processo regenerativo (e. g., herbívoros vertebrados, chuva de sementes, fatores físicos) e/ou vários atributos diretos da regeneração (e. g., densidade, riqueza, crescimento, recrutamento, mortalidade de plantas) em dois sítios do referido município. Na Fazenda Rio Capim, com exploração recente, quinze clareiras com idade de 1,3 ano foram selecionadas em cerca de 300 ha de floresta explorada sob impacto reduzido e monitoradas durante 15 meses. As clareiras compreenderam três categorias de tamanho: 05 pequenas (30-100 m2), 05 médias (500-800 m2) e 05 grandes (> 1.500 m2). Na Fazenda Cauaxi, com exploração antiga, somente os atributos diretos da regeneração foram avaliados em doze clareiras com 8,5 anos de idade, sendo quatro de cada categoria de tamanho acima mencionada, exceto as clareiras grandes que foram menores (1.000-1.400 m2). A hipótese geral deste estudo é que o comportamento dos diversos fatores analisados favorecerá maior riqueza de espécies em regime de distúrbios intermediários, neste caso, em clareiras médias (sensu Connell, 1978). De modo geral, essa hipótese não foi corroborada. Na Fazenda Rio Capim (1,3 ano pós-exploração), apesar das clareiras grandes terem sido significativamente mais pobres em espécies do que todos os demais ambientes, as clareiras médias não foram aquelas que apresentaram maior riqueza. Dentre os tamanhos de clareiras analisados, as clareiras grandes foram as que mais se diferenciaram da condição controle (floresta fechada), apresentando maiores temperaturas, maior densidade e crescimento da regeneração e maior taxa de crescimento de cipós. Nas clareiras médias, os cipós e espécies pioneiras também cresceram significativamente mais rápido do que nas clareiras pequenas e floresta fechada. As clareiras pequenas foram mais semelhantes à floresta fechada, diferindo apenas por sua maior densidade de indivíduos de espécies pioneiras e maior taxa de crescimento da regeneração (exceto cipós). A chuva de sementes e o impacto de mamíferos herbívoros sobre a regeneração foram indiferentes ao tamanho das clareiras, mas mostraram-se dependentes de características pontuais, como presença de fontes alimentares para atrair fauna e fornecer sementes. As clareiras antigas (8,5 anos) da Fazenda Cauaxi não apresentaram nenhuma divergência significativa entre si nem com a amostra controle. Comparativamente com as clareiras jovens, as clareiras antigas denotaram menor densidade e maior riqueza relativa. Considerando-se todas as diferenças observadas entre os diferentes tamanhos de clareiras e floresta fechada e suas potenciais implicações sobre o processo regenerativo, recomenda-se que grandes clareiras sejam evitadas. As clareiras pequenas e médias reúnem mais atributos favoráveis à sustentabilidade do manejo madeireiro.
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