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Navegando por Assunto "Parasitologia veterinária"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Distribuição espacial de anticorpos IgG para Toxoplasma gondii em um estudo soroepidemiológico realizado em bovídeos no estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2014) OLIVEIRA, Jefferson Pinto de; CASSEB, Alexandre do Rosário; http://lattes.cnpq.br/6525374874057337; FREITAS, José de Arimatéa; http://lattes.cnpq.br/2382745365421156
    O presente trabalho objetiva determinar a soroprevalência de anticorpos imunoglobulina da Classe G (IgG) específicos desta parasitose em bovídeos criados, contribuíndo para o conhecimento da epidemiologia desta zoonose no Estado do Pará. O estudo foi realizado em todas as mesorregiões paraenses, em que foram colhidas amostras de sangue de 2070 animais, sendo 1750 e 320 da espécie bovina e bubalina, respectivamente, procedentes de 52 municípios e 100 propriedades, com levantamento dos seus aspectos epidemiológicos que influenciam o aparecimento do agente infeccioso. Os soros dos animais foram submetidos ao teste do Kit de ELISA - Ensaio Imunoenzimático e de Reação de Imunofluorescência Indireta – RIFI, para a detecção de anticorpos IgG específicos para T. gondii bovino e bubalino da empresa Imunodot®. Os animais foram considerados positivos no teste de RIFI a partir da diluição de 1:64. Considerou-se diferença estatística p 0,005. Os bubalinos apresentaram maior soropositividade que os bovídeos, assim como o teste de RIFI foi superior ao teste de ELISA, e a Mesorregião com mais sororreagentes foi o Baixo Amazonas. Não houve diferenças significativas na frequência do T. gondii, com relação ao sexo, tipo de exploração, porém observou associação significativa, para a faixa etária, tamanho da propriedade, quantidade de animais existentes na propriedade, ciclo de criação, e as propriedades que apresentaram maior quantidade de gatos e cães foram as que tiveram maior sororreagência a anticorpos anti - T. gondii.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Fauna microparasitária de Brachyplatystoma rousseauxii e Mugil curema desembarcados na Amazônia oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2013-11-29) DIAS, Lilian de Nazaré Santos; MATOS, Edilson Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/7895814591867510; PAIVA, Rosildo Santos; http://lattes.cnpq.br/0510818763187669; FREITAS, José de Arimatéa; http://lattes.cnpq.br/2382745365421156
    A dourada Brachyplatystoma rousseauxii e a pratiqueira Mugil curema são espécies de peixes de considerável consumo e valor comercial encontrados na costa estuarina do estado do Pará. Os microparasitos dos filos Apicomplexa, Microspora e Myxozoa são organismos que podem ser encontrados parasitando vertebrados e invertebrados, entre eles os peixes, alguns com potencial patogênico, zoonótico podendo acarretar impactos econômicos. Para conhecer a fauna microparasitária que acomente peixes, 62 exemplares de B. rousseauxii e 58 de M. curema capturados na costa estuarina do município de Vigia de Nazaré e do Distrito de Mosqueiro, município de Belém, estado do Pará foram examinados conforme métodos e técnicas de análise morfológica (microscopa de luz), ultraestrutural (microscopia eletrônica de transmissão) e de biologia molecular (análise filogenética). Foi observada a ocorrência de três filos (três em B. rousseauxii e dois em M. curema) nos hospedeiros capturados nas duas localidades, mais o maior índice parasitário foi determinado nos exemplares das duas espécies capturados na costa estuarina do município de Vigia de Nazaré, com maior ocorrência de microparasitos dos filos Apicomplexa e Myxozoa, além do multiparasitismo em B. rousseauxii, a análise morfológica revelou a presença de Calyptospora sp. (Apicomplexa), Ellipsomyxa sp., Henneguya sp., Myxobolus sp. e Meglishcha sp. (Myxozoa) e Kabatana sp. (Microspora) em B. rousseauxii e Ellipsomyxa sp., Myxobolus sp. e um microparasito do filo Microspora em M. curema. Os dados das análises morfológicas e ultraestruturais dos Myxospora encontrados em B. rousseauxii e M. curema são sugestivos de novas espécies de microparasitos nesses dois hospedeiros. Os dados da análise filogenética não forneceram resultados que permitiram a classificação de Kabatana sp. (Microspora) e Henneguya sp. (Myxozoa) encontrados parasitando B. rousseauxii como novas espécies de microparasitos nesse hospedeiro devido ao baixo valor de bootstrap, mas pela análise da distância p foi possível sugerir que se tratam de novas espécies. Estudos a respeito de microparasitos em peixes amazônicos são necessários para o conhecimento das ocorrências, caracterização de novas espécies, potencial patogênico nos hospedeiros e eventual risco para o consumidor.
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