Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Paratletas"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Associação entre recuperação, comportamento de sono e as dimensões da síndrome de Burnout em paratletas: um estudo transversal
    (Universidade Federal do Pará, 2024-04-30) FERREIRA, Verônica Moreira Souto; PIRES, Daniel Alvarez; http://lattes.cnpq.br/4487383675643868; https://orcid.org/0000-0003-2163-5606; SILVA, Marília Passos Magno e; SIMIM, Mário Antônio de Moura; http://lattes.cnpq.br/9123524811984821; http://lattes.cnpq.br/2506744061310311; https://orcid.org/0000-0002-7322-6364; https://orcid.org/0000-0002-4659-8357
    INTRODUÇÃO: As investigações sobre a síndrome de burnout em atletas suscitam debates acerca dos aspectos psicológicos no esporte. Essa síndrome, de origem multifatorial, se manifesta em dimensões: exaustão física e emocional (EFE), reduzido senso de realização esportiva (RSR) e desvalorização esportiva (DES). No esporte, as demandas pressupõem a necessidade de recuperação para restaurar os recursos esgotados, sendo a ausência ou insuficiência desse processo apontada como precursora da síndrome de burnout. No paradesporto existem desafios adicionais, como altas taxas de lesões, distúrbios do sono e questões de saúde mental. Nesse sentido, aprofundar os conhecimentos referentes à psicologia do esporte no contexto do paradesporto se faz necessário, como a identificação de indicadores de burnout em paratletas, concomitantemente às estratégias de recuperação e comportamento do sono desses indivíduos. OBJETIVOS: Investigar a associação entre as dimensões de recuperação e as dimensões da síndrome de burnout em paratletas; Investigar a associação entre o comportamento de sono e as dimensões da síndrome de burnout em paratletas. MATERIAIS E MÉTODO: Trata-se de um estudo observacional de recorte transversal e abordagem quantitativa. Participaram do estudo 55 paratletas do sexo masculino, com média de idade de 37 ± 9 anos, praticantes das modalidades voleibol sentado (65,45%) e rugby em cadeira de rodas (34,54%). Os participantes preencheram um questionário sociodemográfico e os seguintes instrumentos: Questionário de Burnout para Atletas (QBA), Questionário de Estresse e Recuperação para Atletas (RESTQ-Sport) e Questionário de Comportamento de Sono do Atleta. A análise de regressão linear foi empregada para avaliar a associação entre os componentes do RESTQ-Sport, o comportamento de sono e as dimensões de burnout. As análises foram realizadas no software SPSS Versão 27.0 e a significância adotada foi de p<0,05. RESULTADOS: Ao analisar a associação entre as dimensões do RESTQ-Sport e as dimensões do burnout, os resultados apresentaram associações significativas nos modelos de EFE (F[4, 50]= 3,648, p= 0,01; R2ajustado= 0,16), DES (F[4, 50]= 4,135, p< 0,00; R2= 0,18) e burnout total (F[4, 50]= 4,943, p< 0,00; R2= 0,22), porém não houve significância em relação ao RSR (F[4, 50]= 1,695, p= 0,16; R2= 0,04). Adicionalmente, os resultados da associação entre o comportamento de sono e o burnout indicaram que o comportamento de sono explicou 10% da variação na EFE (F[1, 53]= 7.547; p= 0.008; R2ajustado= 0.108), já as dimensões DES (F[1, 53]= 0,445; p= 0,508; R2ajustado= -0,01), RSR (F[1, 53]= 0,469; p= 0,497; R2ajustado= -0,01) e burnout total (F[1, 53]= 3,148; p= 0,082; R2ajustado= 0,038) não apresentaram significância. CONCLUSÃO: Esses achados ressaltam a importância do manejo adequado do estresse, dos processos de recuperação e do sono na prevenção do burnout em paratletas, sugerindo que estratégias de intervenção que visam melhorar o bem-estar geral e promover um sono adequado podem ser eficazes na redução do risco de burnout e na melhoria do desempenho esportivo desses atletas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Lesões esportivas em paratletas brasileiros de paraesgrima: estudo epidemiológico durante um campeonato nacional no Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2025-03-28) SILVA NETO, Carlos Aguiar Ferreira da; SILVA , Marília Passos Magno e; http://lattes.cnpq.br/9123524811984821; https://orcid.org/0000-0002-7322-6364; MORAES , Suellen Alessandra Soares de; DUARTE, Edison; http://lattes.cnpq.br/6278397231382779; http://lattes.cnpq.br/9024804718504149; https://orcid.org/; https://orcid.org/0000-0003-4337-8065
    Com o desenvolvimento da paraesgrima ao longo dos últimos anos, a modalidade tem evoluído rumo ao esporte de alto rendimento. Esse progresso intensificou a demanda por treinamento dos paratletas, o que pode resultar em um aumento na incidência de lesões esportivas. No entanto, há poucos estudos sobre as lesões esportivas específicas em paratletas de paraesgrima. Este estudo teve como objetivo analisar a epidemiologia das lesões esportivas em paratletas brasileiros de paraesgrima durante os campeonatos nacionais da temporada 2024. Foi realizada uma pesquisa epidemiológica descritiva e observacional, com abordagem transversal e quantitativa. Participaram do estudo 74 paratletas, de ambos os sexos, durante uma temporada nacional. A coleta de dados foi feita por meio de um formulário eletrônico baseado no Protocolo de Lesão Esportiva no Esporte Paralímpico (PLEEP), contendo informações sobre o perfil do paratleta e o registro das lesões ocorridas durante os eventos esportivos da temporada nacional. Os dados foram analisados por estatística descritiva. A maioria dos paratletas era do sexo masculino (59,46%) e pertencia à categoria A (64,86%). A média de idade dos paratletas foi de 34,37 ± 10,87 anos, com tempo médio de prática na modalidade de 5,56 ± 6,09 anos. A maioria dos paratletas era das regiões Sul (33,78%) e Sudeste (33,78%). Em relação à origem da deficiência, 60,80% apresentavam deficiência adquirida, principalmente decorrente de acidentes de trânsito (40%), enquanto 39,30% possuíam deficiência congênita. Quanto ao tipo de deficiência, 71,60% eram de base neurológica, com diagnósticos relacionados a distúrbios na medula espinhal (20,70%). As deficiências de base musculoesquelética acometeram 28,40% do grupo, com o principal diagnóstico clínico de deficiência em membro (25,68%). Quanto ao treinamento, os paratletas realizaram, em média 2,78 ± 1,01 sessões semanais de paraesgrima, com duração de 2,22 ±0,80 horas por sessão. O treinamento físico e/ou outras modalidades ocorria 2,96 ± 1,32 vezes por semana, com duração de 1,46 ± 0,64 horas. Durante a temporada nacional, foram registradas 52 lesões esportivas. Das lesões registradas 30,13% foram novas lesões. A lesão mais comum foi distúrbio muscular induzido pelo esforço (53,86%), relacionado, principalmente, a movimentos repetitivos (44,73%). Os mecanismos mais frequentes foram movimento repetitivo - início súbito - sem contato (48,08%). O membro superior (84,62%) foi a região mais acometida, com os ombros (38,46%) sendo a área mais afetada. A prevalência de lesões durante a temporada foi de 26,24%, com uma incidência de 0,34 e uma taxa de prevalência de 113,17 por 1.000 atleta-dias. Os resultados demonstraram elevadas taxas de incidência e prevalência de lesões em paratletas de paraesgrima durante a temporada nacional, evidenciando a necessidade de ações de diferentes níveis de prevenção. Essas ações devem envolver confederações, entidades esportivas, comissões técnicas e paratletas, com objetivo de reduzir riscos e garantir um ambiente esportivo mais seguro.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência de sintomas de incontinência urinária em atletas do esporte paralímpico
    (Universidade Federal do Pará, 2023-10-03) BARBOSA, Pedro Renan Nascimento; SILVA, Marília Passos Magno e; http://lattes.cnpq.br/9123524811984821; https://orcid.org/0000-0002-7322-6364
    Introdução: O esporte paralímpico é a prática esportiva adaptada para incluir pessoas com deficiências. Nos esportes em geral, devido às características do nível de rendimento, problemas de saúde são prevalentes e a incontinência urinária pode ser um deles. Contudo, a literatura é escassa de dados epidemiológicos sobre tais alterações em paratletas. Objetivo: Verificar a prevalência de sintomas de incontinência urinária em atletas do esporte paralímpico. Material e Métodos: Trata-se de uma pesquisa epidemiológica observacional de caráter transversal quantitativa e descritiva, com atletas do esporte paralímpico de todas as modalidades. A coleta de dados foi realizada através de um formulário eletrônico que reuniu TCLE, dados sociodemográficos, International Consultation on Incontinence Questionnaire (ICIQ-UI Short Form) e International Consultation on Incontinence Questionnaire Overactive Bladder (ICIQ OAB). Resultados: A prevalência da incontinência urinária na amostra (n=95) foi de 47,36%, com seve
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA