Navegando por Assunto "Parentesco"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) De retirantes a aldeias urbanas: parentesco, poder e educação entre os Mundurukú das Praias do Índio e do Mangue em Itaituba - PA(Universidade Federal do Pará, 2008-04) SOUSA, Walter Lopes de; CUNHA, Manoel Alexandre Ferreira da; http://lattes.cnpq.br/3672393814496872Este trabalho é um estudo que trata de duas aldeias Mundurukú, Praia do Índio e Praia do Mangue, que estão situadas na área urbana de Itaituba – PA, Brasil. O contato entre a sociedade indígena e a sociedade nacional fez surgir muitos problemas que prejudicam a própria reprodução desse grupo social. Entretanto essas aldeias esforçam-se para resgatar sua identidade Mundurukú através do ensino de seu idioma nativo nas escolas indígenas de suas aldeias. Este estudo foi realizado durante o curso de mestrado em Antropologia, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal do Pará, de março de 2006 a março de 2008. A pesquisa foi dividida em duas partes. Uma delas foi através de pesquisas de textos específicos de antropologia em bibliotecas, livrarias e internet. A segunda parte foi no trabalho de campo em Itaituba, onde se situam as aldeias. Fui duas vezes ao campo no intervalo das aulas (“férias”) do Programa. Porém eu estive por quatro meses em campo, antes do inicio do curso de Mestrado. Ocasião onde foram entrevistados membros de doze famílias de um total de duzentas e cinqüenta e oito pessoas. O resultado da pesquisa mostrou que nestes grupos em situação urbana é possível perceber a adaptação das instituições tradicionais Mundurukú. E que a interação e contato com a sociedade nacional fez surgir uma nova ordem social. Essa nova ordem social formada, guarda tanto elementos da sociedade nacional quanto características tradicionais Mundurukú. E nesse contexto urbano verificamos que as instituições tradicionais Mundurukú, apesar de tudo, continuam marcando bem os espaços sobretudo de poder que ainda são regulados pelo parentesco, pelos clãs e pelo ‘cacicado’.Tese Acesso aberto (Open Access) DIVINA CASA: Arte, ancestralidade e pertencimento nos espaços sagrados da Festa do Divino de Dona Benedita no Quilombo Urbano Liberdade(Universidade Federal do Pará, 2025-04-04) SILVA, Adriana Tobias; LEAO, Ana Claudia do Amaral; http://lattes.cnpq.br/3091200390689592“DIVINA CASA: arte, ancestralidade e pertencimento nos espaços sagrados da Festa do Divino de Dona Benedita no Quilombo Urbano Liberdade” é uma pesquisa realizada a partir das possibilidades de interpretar e imagens da Festa do Divino Espírito Santo em análise dos espaços e de suas hierarquias de acordo com os rituais que ali acontecem. Neste sentido tento o que seja além de mera análise de imagens, mas uma autoescrita, do meu eu, minha tia-avó a partir do lugar que fazem esse rito. É uma escrita que parte de uma ausência que venho preenchendo com imagens não vividas enquanto minha avó estava viva e que, agora, as vivencio por meio do meu olhar atravessado por uma pandemia. Escrevo pelas minhas ancestrais, em especial minha tia-avó, caixeira da Festa, por mim e por outras mulheres que não puderam dar continuidade em seus ofícios para uma nova geração, por conta do racismo religioso. Neste trabalho, parto da escrevivência da escritora Conceição Evaristo e faço das minhas fotografias um diálogo entre minha tia-avó e eu dos espaços imaginários, físicos e aqueles que são redesenhados com propósitos ritualísticos. É uma tese sobre ancestralidade e pertencimento de exaltação da história de uma mulher negra, mineira e avó de todos. Reescrevo vozes que não puderam se expressar a partir de um ensaio fotográfico, com base em meu olhar e falas dos participantes e realizadores da Festa do Divino no Bairro da Liberdade, o maior Quilombo urbano do Brasil.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Vila Braba: território e parentesco em uma sociedade camponesa no Baixo Tocantins (PA)(Universidade Federal do Pará, 2018-07-12) GONÇALVES, Arleth de Jesus Fiel; SANTOS, Sônia Maria Simões Barbosa Magalhães; http://lattes.cnpq.br/2136454393021407O presente estudo analisa o território de um grupo camponês conhecido como Pereirada, morador de uma localidade chamada Vila Braba. Localizada no município de Cametá/Pará, essa comunidade amazônida nasceu de um longo processo de deslocamento beirando os cursos d´água do grande Rio Tocantins. Para alcançar o que foi pretendido era necessária uma aproximação particularizada, o que foi permitido pela etnografia e suas ferramentas operacionais. A esta se agregou o uso de conceitos teóricos acreditados como chaves para o intento, como o de parentesco e território, uma vez que era de interesse desvendar nuances da produção e reprodução social do grupo, aspectos que passam pela forma como fazem uso do território, que por sua vez é moldado pelas relações de parentesco. Neste uso diversas unidades sociais se compõem e decompõem, preservando a indivisibilidade da terra adquirida por via mercantil associada ao uso comum dos campos de natureza, dos igarapés e da mata. Uma territorialidade alicerçada nas relações de parentesco, com predomínio do que chamamos de endogamia territorial, e fragilizada pelo contínuo processo de apropriação privada das terras e pelo empobrecimento biológico das áreas de caça e coleta. Ameaças a sua territorialidade, e ao seu território, implicam no desaparecimento deste grupo específico, uma vez que as condições necessárias à sua reprodução social não mais existiriam. É preciso, portanto, garantir seu território a fim de garantir a reprodução e existência deste seguimento do campesinato amazônida e baixo-tocantinoTese Acesso aberto (Open Access) “Você vê aquele bichinho ali, não tem noção do trabalho que dá”: estudo da organização social e ambiente na pesca de curral em São Caetano de Odivelas(Universidade Federal do Pará, 2023-02-16) PALHETA, Marllen Karine da Silva; CAÑETE, Voyner Ravena; http://lattes.cnpq.br/9961199993740323; https://orcid.org/0000-0001-8528-3086
