Navegando por Assunto "Patologia clínica"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Hematological and morphometric differences of blood cells from rheas, Rhea americana (Struthioniformes: Rheidae) on two conservation farms(Universidade Federal do Pará, 2017-01) GALLO, Samira Salim Mello; EDERLI, Nicole Brand; OLIVEIRA, Francisco Carlos Rodrigues deAtualmente exames de sangue são ferramentas indispensáveis na medicina aviária. Este estudo teve como objetivo descrever e comparar valores hematológicos e morfométricos de eritrócitos, leucócitos e trombócitos de emas, Rhea americana. Para isso, foram selecionadas 58 emas de ambos os sexos de dois criatórios, um em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo (ES) e o outro em São Carlos, São Paulo (SP). Amostras de sangue foram coletadas e realizadas a hematimetria, Hto e dosagem de Hb que foram utilizados nos cálculos dos índices hematimétricos. Também foram efetuadas as contagens total e diferencial de leucócitos, além da dosagem de proteínas total e do fibrinogênio séricos. Os resultados referentes às duas propriedades analisadas foram comparados pelo Teste t. Ocorreram diferenças nos parâmetros da série vermelha entre as aves dos dois criatórios devido a um processo de anemia macrocítica hipocrômica observado nas emas do ES. Os valores para a série vermelha e índices hematimétricos como: hematimetria, 2,81±0,15 x106/μl; Hto, 44,20±2,86%; Hb, 12,12±0,74 g/dL; VCM, 15,75±0,89 fL; HCM, 43,18±1,82 pg; CHCM, 27,44±0,80, além dos valores da série branca como: leucometria total, 12.072±4.116/μL, heterofilo, 64,10±9,90%, eosinófilo, 2,05±2,06%, monócito, 6,40±2,99%, linfócito, 26,93±9,62%, basófilo, 0,52±1,27% foram sugeridos como os de referência para as emas criadas no Brasil. Diferenças estatísticas foram observadas no comprimento de eritrócitos, o qual estava maior nas emas de SP do que aquelas do ES. Em relação à largura, os heterófilos, linfócitos e monócitos das aves do ES foram estatisticamente maior do que aquelas das aves de SP. Concluiu-se que emas podem apresentar alterações morfométricas de células sanguíneas e diferenças nos elementos do sangue de acordo com o tipo de manejo a que são submetidos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Hematological, morphological and morphometric characteristics of blood cells from rhea, Rhea Americana (Struthioniformes: Rheidae): a standard for Brazilian birds(Universidade Federal do Pará, 2015-11) GALLO, Samira Salim Mello; EDERLI, Nicole Brand; BÔA-MORTE, Murilo de Oliveira; OLIVEIRA, Francisco Carlos Rodrigues deExames de sangue são uma ferramenta indispensável na medicina de aves. Este estudo teve como objetivo descrever valores e aspectos da hematologia de emas, Rhea americana, bem como analisar a morfologia e morfometria de todas as células sanguíneas. Cinquenta e oito emas adultas de ambos os sexos de dois criatórios, um em Cachoeiro do Itapemirim, ES e o outro em São Carlos, SP foram selecionadas. Amostras de sangue foram coletadas e CTH, Ht e níveis de Hb foram mensurados e usados para o cálculo dos índices hematimétricos. A contagem total e diferencial de leucócitos, assim como, PPT e fibrinogênio foram determinados. Eritrócitos, leucócitos e trombócitos foram identificados e caracterizados morfologicamente. Os valores para série vermelha e índices hematimétricos foram: CTH (2,81±0,15×106/μL), Ht (44,20±2,86%), Hb (12,12±0,74 g/dL), VCM (15,75±0,89 fL), HCM (43,18±1,82 pg), CHCM (27,44±0,80 g/dL); os valores da série branca foram: CTL (12,072±4116/μL), heterófilos (64,10±9,90%), eosinófilos (2,05±2,06%), monócitos (6,40±2,99%), linfócitos (26,93±9,62%), basófilos (0,52±1,27%). Pode-se concluir que, na média, células sanguíneas de emas são maiores que as de outras aves, porém, não é possível diferenciar estas células em esfregaços somente pelo seu tamanho. Além disso, leucócitos de emas possuem diferentes componentes e coloração como acontece em outras espécies de aves, no entanto, não há nenhum componente ou aspectos tintoriais exclusivo para a espécie.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Intervalos de referência sanguíneos e a influência da idade e sexo sobre parâmetros hematológicos e bioquímicos de ovinos da raça Santa Inês criados na Amazônia Oriental(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2015-09) LIMA, Misael Brito de; MONTEIRO, Maria Vivina Barros; JORGE, Ediene Moura; CAMPELLO, Claudio Cabral; RODRIGUES, Luiz Fernando Souza; VIANA, Rinaldo Batista; MONTEIRO, Frederico Ozanan Barros; COSTA, Cícero Temístocles CoutinhoO hemograma e o perfil bioquímico são usados para diagnosticar doenças em animais domésticos. Esses exames podem ser influenciados pela idade, sexo, nutrição, raça, espécie e condições ambientais. Portanto, dados de uma região não podem ser totalmente extrapolados para animais criados em regiões geograficamente distintas. Isso se aplica a ovinos criados no Bioma Amazônico. O objetivo deste estudo foi determinar os valores hematológicos e bioquímicos de ovinos Santa Inês, de diferentes idades e gêneros criados na Amazônia oriental. Foram examinados 91 ovinos divididos em três grupos: G1 (3-6 meses de idade, n = 31); G2 (7 a 24 meses de idade, n = 30) e G3 (mais de 24 meses de idade, n = 30). O hemograma e as determinações bioquímicas foram realizados com um contador automático e um analisador semi-automático, respectivamente. Os resultados foram comparados pelo teste de Tukey. O número de eritrócitos, índices eritrocitários, plaquetograma, número de eosinófilos, teor de proteína total, de ureia e de creatinina foram influenciados pela idade dos animais. O coeficiente de variação dos eritrócitos e a concentração de creatinina foram influenciados pelo sexo, sendo maiores nos machos. A relação neutrófilos:linfócitos (N:L) foi maior que um para todos os grupos etários. Neste estudo foram determinados valores de referência para ovinos criados na Amazônia Oriental. Além disso, demonstrou-se que ao interpretar exames hematológicos e bioquímicos de ovinos, a idade e o sexo devem ser considerados.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Perfil hematológico e bioquímico de búfalos ( Bubalus bubalis ) na Amazônia Oriental(Universidade Federal do Pará, 2014-12) FONTES, Deiseane Gaia; MONTEIRO, Maria Vivina Barros; JORGE, Ediene Moura; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; RITTER, Rhuan Amorim; BARBOSA NETO, José Diomedes; SILVA FILHO, Ednaldo da; MONTEIRO, Frederico Ozanan BarrosO hemograma e as dosagens bioquímicas são exames rotineiramente utilizados na avaliação da saúde dos animais domésticos, incluindo os búfalos. Na região Amazônica pesquisas nessa temática ainda são escassas. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi estabelecer intervalos de referência para hematologia e bioquímica sanguínea de Bubalus bubalis criados na Amazônia Oriental e avaliar os efeitos da idade e do sexo sobre os valores bioquímicos e hematológicos obtidos. Foram utilizados 73 animais da raça Murrah, divididos em três grupos, o grupo 1 (G1, n=22) com animais de dois a oito meses, grupo 2 (G2, n=23) com animais de nove a dois anos e o grupo 3 (G3, n=28) com animais com mais de dois anos. Os hemogramas e as análises bioquímicas foram realizados em equipamentos automatizados. Os intervalos de referência foram estabelecidos conforme as recomendações do Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI). Para avaliar o efeito do sexo e da idade foram utilizados os testes de Tukey, e Kruskal-Wallis, sendo as diferenças consideradas significativas quando P<0,05. Houve influencia da idade sobre os valores de hemácias (He), hematócrito (Ht), hemoglobina (Hb), leucócitos, linfócitos, eosinófilos, neutrófilos, plaquetas, volume plaquetário médio (VPM), índices hematimétricos (Volume Globular Média - VGM, Hemoglobina Corpuscular Média - HCM, e Coeficiente de variação eritrocitário - RDW) e relação neutrófilo:linfócito (N:L). O sexo influenciou o valor do VGM e do índice de amplitude de distribuição do tamanho da plaqueta (PDW) que foram maiores (P<0,05) nas fêmeas, enquanto o RDW foi maior nos machos. Na comparação dos parâmetros bioquímicos entre as faixas etárias, verificou-se que a idade influenciou a atividade das enzimas aspartato aminotransferase (AST) e fosfatase alcalina (FA) e as concentrações de creatinina, proteínas totais e bilirrubina direta. As concentrações de creatinina e bilirrubina direta foram significativamente maiores nos animais da maior faixa etária. O sexo influenciou a atividade da AST e a concentração de bilirrubina direta, que foram maiores (P<0.05) nos machos. Os valores hematológicos e bioquímicos estabelecidos podem ser utilizados como referência para búfalos criados na Amazônia Oriental.
