Navegando por Assunto "Pediatria"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Acompanhamento farmacoterapêutico de pacientes pediátricos submetidos à sedoanalgesia em um hospital de alta complexidade em Belém-Pa(Universidade Federal do Pará, 2022-12-06) ELMESCANY, Sâmella Benoliel; RIBEIRO, Carolina Heitmann Mares Azevedo; http://lattes.cnpq.br/3848996822163999; https://orcid.org/0000-0002-9457-2733; FONTES JÚNIOR, Enéas de Andrade; http://lattes.cnpq.br/7056265073849866; https://orcid.org/0000-0002-6186-9581Introdução: A Unidade de Terapia Intensiva (UTI), é unidade de internação destinada à pacientes em estado crítico, que em sua maioria utiliza sedativos e analgésicos. Buscando minimizar eventos indesejáveis, é necessário o acompanhamento clínico de pacientes, especialmente pediátricos. Objetivo: Propor instrumento de acompanhamento farmacoterapêutico de pacientes submetidos à sedoanalgesia da UTI pediátrica. Método: Estudo retrospectivo, com dados coletados dos prontuários dos pacientes com idade de 0 a 14 anos, admitidos na UTI pediátrica no período do estudo, que utilizaram sedoanalgésicos. Resultados e discussão: Em 326 prescrições no recorte de 90 dias envolvendo 96 crianças, predominou a faixa etária de 07-09 anos, estando 49,2% com baixo peso e sendo predominante o sexo masculino. Dentre os medicamentos prescritos estavam os antimicrobianos, sedoanalgésicos, antitérmicos e inibidores da bomba de prótons. A média de tempo de internação 18,5 dias e cerca de 32,7% dos pacientes apresentaram Síndrome de Abstinência (SA), corroborando com a literatura, onde postula-se, quanto maior o tempo de uso desses fármacos, maior o risco de SA. Em 25% dos pacientes, 42,5%utilizavam antídotos fora do preconizado pelo Pediatrics e Pediatric & Neonatal Dosage Handbook. Como produto, foi elaborado um Manual de Uso de Sedoanalgésicos para orientações da equipe multiprofissional no cuidado a pacientes durante a terapia. Conclusão: Os dados desta pesquisa indicaram um público de baixo peso, a ocorrência de erros de medicação e síndrome de abstinência, dentre outros fatores que reforçam a necessidade da elaboração de um protocolo institucionalizado para a administração de sedoanalgésicos, visando garantir a segurança do paciente, prevenir a ocorrência de eventos adversos relacionados ao seu uso e direcionar a equipe multiprofissional sobre os cuidados a serem adotados.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Aspectos clínicos, epidemiológicos, microbiológicos e terapêuticos da candidemia nosocomial em unidades neonatal e pediátrica em um hospital geral em Belém/ Pará(Universidade Federal do Pará, 2006-06-13) PAES, Andréa Luzia Vaz; LEÃO, Raimundo Nonato Queiroz de; http://lattes.cnpq.br/2956764853618778; SOUZA, Rita Catarina Medeiros deAs infecções fúngicas têm emergido como responsáveis por infecções nosocomiais, particularmente quando associadas com co-morbidades como prematuridade, doenças hematológicas, permanência hospitalar por mais de 15 dias, entre outras. Com a finalidade de avaliar a ocorrência de candidemia em pacientes da neonatologia e da pediatria internados em hospital público em Belém do Pará, Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP), foi realizado um estudo retrospectivo tendo como base de investigação todas as culturas realizadas no hospital de janeiro de 1999 a dezembro de 2004. De um total de 2.622 culturas, apenas cinco com isolamento para C. albicans, de pacientes da pediatria e neonatologia. Vale ressaltar que não foi identificada nenhuma outra espécie de Candida. As crianças tinham entre 0 e 9 meses, e todas foram submetidas a procedimentos cirúrgicos. Ocorreram outras infecções hospitalares concomitantes às candidemias. Entre os sinais e sintomas apresentados no momento da colheita da hemocultura observamos que taquipnéia e febre foram os mais freqüentes. Anemia e leucocitose foram os achados laboratoriais predominantes. Alguns fatores de risco para o desenvolvimento de candidemia foram identificados como antibioticoterapia, cirurgias, transfusão de sangue, e uso de bloqueador de H2, cateter venoso central, sonda oro-gástrica. Dentre os antimicrobianos utilizados observamos que antibióticos de amplo espectro, como ceftazidima, imipenem, vancomicina, foram utilizados na maioria dos casos (4/5). O tempo médio de permanência hospitalar foi de 55 dias, e três pacientes permaneceram internados na UTI. Este trabalho reflete um isolamento baixo de Candida sp em crianças internadas na FSCMP, sugerindo uma melhoria nos testes empregados para culturas de fungos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A criança e o adolescente com problemas do desenvolvimento no ambulatório de pediatria(2003-06) MIRANDA, Luci Pfeiffer; RESEGUE, Rosa Miranda; FIGUEIRAS, Amira Consuêlo de MeloOBJETIVO: revisar a literatura e os princípios básicos sobre o atendimento ambulatorial da criança e do adolescente com alterações no desenvolvimento, salientando os aspectos da prevenção, detecção e intervenção precoce, inclusão e reabilitação. FONTE DE DADOS: pesquisa nas bases de dados Medline, Lilacs, nas publicações de comitês científicos, de instituições para portadores de necessidades especiais e protocolos sobre assistência ambulatorial em centros de referência para crianças e adolescentes portadores de deficiências. SÍNTESE DOS DADOS: esta população-alvo apresenta, além dos problemas de saúde típicos de sua faixa etária, os relacionados à sua patologia de base, ou às conseqüências dessas. Este artigo traz ao pediatra as principais causas de distúrbios de desenvolvimento e as características de cada forma de deficiência, ressaltando os cuidados necessários na sua abordagem nos ambulatórios de pediatria. CONCLUSÕES: o censo brasileiro de 2000 aponta que 14,5% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência, posicionando os problemas de desenvolvimento como um dos mais prevalentes agravos da infância e da adolescência. Assim sendo, todo pediatra há que estar atento ao desenvolvimento das crianças e adolescentes e aos fatores que possam influir sobre ele. Do pediatra depende a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento em tempo hábil, sendo insubstituível na coordenação da assistência multidisciplinar, bem como na inclusão desta clientela na assistência básica à saúde, fundamentais na definição do prognóstico e da qualidade de vida dos portadores de deficiências.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Frequency of acute myeloid leukemia in children attended in Belém, Pará from August 2005 to May 2009(2015-04) BRITO JUNIOR, Lacy Cardoso de; LEVY, Ian Eliezer; FRANCÊS, Larissa Tatiane Martins; WANDERLEY, Alayde Vieira; CARNEIRO, Rita de Cassia Matos; BENTES, Alessandra QuintoIntrodução: A leucemia mieloide aguda (LMA) tem incidência variável nas diferentes regiões do Brasil. Objetivos: Determinar a frequência dos subtipos de LMA em crianças entre 0-17 anos, atendidas em Belém, Pará, no período de agosto de 2005 a maio de 2009. Casuística e métodos: Estudo retrospectivo com 278 pacientes com diagnóstico de leucemias agudas ou crônicas com base nos critérios clínicos, morfológicos (classificação franco-americana-britânica [FAB]/Organização Mundial da Saúde [OMS]) e de perfil imunofenotípico por citometria de fluxo para determinação da frequência de subtipos de LMA. Resultados: Foram encontrados 70 (25,18%) casos de LMA; destes, 37 (52,9%) eram crianças entre 0-17 anos (idade mediana de 7 anos e 8 meses). Não houve diferença estatística em relação ao gênero. Observou-se maior frequência de LMA dos subtipos M2 (18/37 - 48,6%) e M0/M1 (10/37 - 27%), principalmente na primeira década de vida (16/28 [57,1%] LMA M2 e 9/28 [32,1%] LMA M0/M1). Conclusão: Na população pediátrica, os tipos de LMA M2, M0/M1 e M3 foram, respectivamente, as mais frequentes.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O que os pediatras conhecem sobre avaliação e tratamento da dor no recém-nascido?(2003-06) CHERMONT, Aurimery Gomes; GUINSBURG, Ruth; BALDA, Rita de Cássia Xavier; KOPELMAN, Benjamin IsraelOBJETIVO: analisar os conhecimentos dos pediatras que atuam com pacientes neonatais em relação à avaliação e o tratamento da dor do recém-nascido. MÉTODOS: estudo transversal com 104 pediatras (de um total de 110) que trabalhavam em 1999 a 2001, nas sete unidades de terapia intensiva e nos 14 berçários da cidade de Belém, e responderam a um questionário escrito com perguntas a respeito do seu perfil demográfico e do conhecimento de métodos de avaliação e de tratamento da dor no recém-nascido. RESULTADOS: cem por cento dos médicos referiram acreditar que o recém-nascido sente dor, mas apenas um terço deles conhecia alguma escala para avaliar a dor nessa faixa etária. A maioria dos entrevistados referia perceber a presença de dor no recém-nascido por meio de parâmetros comportamentais. O choro foi o preferido para avaliar a dor do bebê a termo; a mímica facial para o prematuro, e a freqüência cardíaca para o neonato em ventilação mecânica. Menos de 10% dos entrevistados diziam usar analgesia para punções venosas e capilares; 30 a 40% referiam empregar analgesia para punções lombares, dissecações venosas, drenagens de tórax e ventilação mecânica. Menos da metade dos entrevistados referiu aplicar medidas para o alívio da dor no pós-operatório de cirurgia abdominal em neonatos. O opióide foi o medicamento mais citado para a analgesia (60%), seguido pelo midazolam (30%). CONCLUSÃO: os pediatras demonstraram pouco conhecimento a respeito dos métodos de avaliação e tratamento da dor no período neonatal. Há necessidade de reciclagens e de atualização no tema para os profissionais de saúde que atuam com recém-nascidos doentes.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Severe visceral leishmaniasis in children: the relationship between cytokine patterns and clinical features(Universidade Federal do Pará, 2013-12) GAMA, Mônica Elinor Alves; GOMES, Claudia Maria de Castro; SILVEIRA, Fernando Tobias; AURENTI, Márcia Dalastra; GONÇALVES, Eloisa da Graça do Rosario; SILVA, Antônio Rafael da; CORBETT, Carlos Eduardo Pereira
