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Navegando por Assunto "Peixe-boi"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise da ocorrência de peixes-boi com base no conhecimento ecológico local e nos parâmetros ambientais na costa leste da Ilha de Marajó, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2011-08-01) SOUSA, Maura Elisabeth Moraes de; FERNANDES, Marcus Emanuel Barroncas; http://lattes.cnpq.br/8943067124521530
    Atualmente, existem ao redor do mundo três espécies de peixes-boi: a) Trichechus manatus (Linnaeus, 1758); b) Trichechus senegalensis (Link, 1795) e c) Trichechus inunguis (Natterer, 1883), todas pertencentes à família Trichechidae. Algumas características ambientais parecem influenciar a presença dos peixes-boi em uma determinada área, tais como: i) temperatura da água – principalmente para áreas subtropicais, ii) profundidade dos corpos d’água, iii) salinidade e iv) ação das marés; v) disponibilidade de alimento e vi) baixa hidrodinamica. Apesar de as espécies de sirênios existentes no Brasil estarem protegidas pela Lei Federal de Proteção à Fauna (Lei nº 5.197, de 03-01-1967) e sua alteração (Lei nº 7.653, de 18-12- 1987) e pela Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98, de 12-02-98), o peixe-boi amazônico e o peixe-boi marinho ainda correm risco de desaparecimento em um futuro próximo, sendo por isso, considerados como vulnerável e muito ameaçado de extinção, respectivamente, pela Portaria IBAMA nº 1.522/89. O presente estudo tem como objetivo investigar a ocorrência de sirênios do gênero Trichechus com base no conhecimento ecológico local e nos parâmetros ambientais existentes na costa leste da Ilha do Marajó, no Estado do Pará. Para tanto foi avaliado o nível de conhecimento dos pescadores locais sobre os peixes-boi; mapeada as áreas de ocorrência dos peixes-boi com base no conhecimento ecológico local e determinou as áreas de maior ou menor probabilidade de ocorrência de peixes-boi com base em indicadores ambientais. Os pescadores locais possuem um excelente conhecimento sobre o peixe-boi, informando características morfológicas, hábito alimentar e preferências ambientais satisfatórias. As ameaças diretas (caça) para a região não estão evidentes devido à diminuição de mão de obra especializadas, havendo apenas captura oportuna. Foi registrado durante o estudo dois encalhes na região e segundo informações de mortalidade de Trichechus spp. na área, nos últimos 50 anos morrem no mínimo 43 animais, sendo estes principalmente usados na farmacologia e consumo. O município de Salvaterra é o com maior probabilidade de ocorrência de peixe-boi segundo as características ambientais (menor intensidade de correntes, baixa salinidade, abundancia de alimento, menor tráfego de embarcações motorizadas) corroborando com os dados do conhecimento ecológico local, que indica a mesma área como de uso pelos peixes-boi. Apesar do incremento nos últimos anos nos estudos dos peixes-boi para o estado do Pará, ainda se faz necessário o investimento maior na pesquisa acerca desses animais. A continuidade das ações relacionadas ao manejo e a conservação dos peixes-boi devem ser somadas a participação dos atores sociais para uma rede de informações mais eficiente a fim de minimizar a perda de hábitat, os encalhes e aperfeiçoar as ações de resgate e reabilitações dos sirênios no estado. A foz do rio Amazonas deve ser especialmente estudada, pois se trata de uma área de simpatia das duas espécies ocorrentes no Brasil que influencia diretamente na conservação dos peixes-boi do todo o país.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Conhecimento etnozoológico de estudantes de escolas públicas sobre os mamíferos aquáticos que ocorrem na Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2015-03-30) RODRIGUES, Angélica Lúcia Figueiredo; SILVA, Maria Luisa da; http://lattes.cnpq.br/2101884291102108
    Os mamíferos aquáticos são elementos funcionais importantes dos ecossistemas dos quais fazem parte. Ações visando à conservação das espécies não seriam eficientes sem informações acerca da ecologia e biologia, bem como as percepções que as comunidades locais possuem sobre essas espécies. As interações com as populações humanas ocorrem principalmente através de emalhes acidentais durante a pesca, eventos de encalhes ou pelo valor simbólico e mágico-religioso que estes animais representam, e desta forma estas interações podem resultar em percepções positivas ou negativas. Muitos estudos sobre a percepção dos cetáceos (botos e baleias) e sirênios (peixes-boi) foram conduzidos utilizando-se como principais interlocutores os pescadores, mas poucos relatam o que as crianças e jovens em idade escolar conhecem sobre estes animais e como se relacionam com estes. O objetivo desta tese foi investigar quais os conhecimentos etnozoológicos sobre os mamíferos aquáticos entre o público discente em diferentes locais do estado do Pará, na região amazônica e registrar as principais interações entre crianças e jovens com as espécies (botos, baleias e peixes-boi) em vida livre (N=15). Utilizamos para isso métodos quantitativos e qualitativos no campo da etnozoologia entre redações (N=374), entrevistas, questionários e pranchas topográficas (N=241). Os sujeitos da investigação são estudantes de escolas públicas do ensino fundamental II sediadas na região de Abaetetuba e Mocajuba no Baixo rio Tocantins, Ilha de Marajó, Santarém (Rio Tapajós) e região metropolitana de Belém. Os resultados demonstram uma prevalência de respostas afirmativas para o conhecimento das lendas relacionadas aos botos-vermelhos (Inia sp.) (66%, N=89) quando comparadas àquelas referentes aos botos Sotalia sp. (22%, N= 29), peixes-boi (7%, N=9) e baleias (7%, N= 5%). Vale ressaltar que sentimentos de indiferença (30%) juntamente com o medo (32%) foram os mais frequentes nas falas dos discentes. Os alunos possuem conhecimentos prévios etnozoológicos sobre características morfológicas, diversidade, lendas, comportamentos e ameaças à sobrevivência dos mamíferos aquáticos. Em locais onde se vive essencialmente dos recursos pesqueiros os jovens tendem a confirmar tais detalhes e parte dos saberes advém principalmente dos familiares e da mídia televisa. Através da lenda do Boto narrada pelos estudantes nas várias regiões pesquisadas pudemos identificar as variações das narrativas de acordo com os contextos sociais e comportamentos diversos dependendo da presença ou ausência de botos nas regiões pesquisadas. Apesar de uma parcela da amostra fazer parte de área considerada urbana, a crença na lenda do Boto é vastamente difundida, desta forma contribui para que o mito se mantenha vivo no imaginário popular amazônico e comprova que a tradição oral ainda se mantém presente na população urbana. As interações entre os botos e jovens e crianças nos rios próximos às feiras de Santarém e Mocajuba demonstram que os comportamentos mais evidentes são aqueles que envolvem alimentação induzida por parte dos meninos aos cetáceos e comportamento lúdico envolvendo grupo de jovens que nadam com botos-vermelhos nos rios. Percebemos que embora os mamíferos aquáticos que ocorrem na Amazônia sejam pouco conhecidos do ponto de vista biológico ou mesmo temidos por uma parte do público discente, poderão ser bem aceitos pelos estudantes através da articulação entre os saberes populares e científicos em programas conservacionistas. Estes programas devem garantir a manutenção do conhecimento local aliado à manutenção das espécies e do ecossistema do qual fazem parte. O público sensibilizado quanto à importância da manutenção da diversidade biológica e conservação ambiental pode auxiliar na divulgação das informações sobre os mamíferos aquáticos e dessa forma contribuir para a desconstrução gradativa dos valores negativos que permeiam este grupo de animais. Esta pesquisa fornece subsídios para realização de um projeto eficiente de iniciativas de sensibilização e informação para futuros estudos sobre este tema em outros locais de ocorrência de mamíferos aquáticos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Lá vem o cordão do peixe-boi, lá vem, pelas ruas de Belém
    (Universidade Federal do Pará, 2017-06) CONCEIÇÂO, Alexandra Castro; SILVA, Iomana Rocha de Araújo
    O Cordão do Peixe-Boi é um cortejo de cultura popular, realizado pelo Instituto Arraial do Pavulagem, que acontece no último domingo de março. Contudo, este do qual é este ensaio, foi realizado numa manhã ensolarada e quente do dia 7 de abril de 2013. O Cordão do Peixe-Boi tem como referência os antigos cordões de bichos, grupos folclóricos que se apresentam nas ruas, durante a época do carnaval, “que demonstravam um elo fortalecido de união do ser humano com a natureza e a representação ritual da morte e ressurreição, em consagração à vida”...
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O peixe boi da Amazônia no baixo Javari, AM - Brasil: conhecimento local, uso de habitat e conservação
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06-19) PANTOJA, Tatyanna Mariucha de Araujo; KENDALLl, Sarita; QUEIROZ, Helder Lima de; http://lattes.cnpq.br/3131281054700225
    O peixe-boi da Amazônia (Trichechus inunguis) desempenha um relevante papel nas cadeias tróficas e na dinâmica dos corpos aquáticos onde vive. Sua importância ecológica não impediu que a espécie sofresse intenso processo de caça, apesar da proteção legal desde a década de 60. A constatação da ocorrência da espécie em trechos dos rios Javari e Quixito, nas proximidades da cidade de Atalaia do Norte, e o registro de eventos de caça na região motivaram esta pesquisa. A investigação objetivou realizar um estudo sobre aspectos do conhecimento local, uso de hábitat e conservação de Trichechus inunguis, de forma a subsidiar a definição de estratégias para sua conservação na região do Baixo Javari, Amazonas, Brasil. O primeiro capítulo buscou comparar o conhecimento local sobre o peixe-boi da Amazônia e o conhecimento científico documentado sobre esta espécie. Para este fim, foram realizadas entrevistas com ribeirinhos residentes no município de Atalaia do Norte, e em comunidades e casas isoladas ao longo de trechos dos rios Javari, Itacoaí e Quixito. Foram realizadas 50 entrevistas abrangendo os temas morfologia, metabolismo e idade, respiração, alimentação e migração, reprodução e interações intraespecíficas. O teor das Tabelas de Cognição Comparada (TCC) resultou em um valor médio de aderência de 0,6. Este resultado demonstra que foi possível reconhecer nos relatos e verbalizações da população estudada, a existência de códigos cognitivos perfeitamente capazes de dialogar com o conhecimento científico, possibilitando a construção coletiva de medidas direcionadas à conservação da espécie. O segundo capítulo objetivou investigar o conhecimento local sobre os sítios de ocorrência da espécie. Foi conduzida, por um ano, uma amostragem em trechos dos rios Javari, Quixito e Itacoaí para investigar a adequação do uso deste tipo de conhecimento em medidas direcionadas ao estudo da espécie na natureza. Adicionalmente, o estudo se debruçou a investigar o efeito de variáveis ambientais relacionadas à ocorrência de T. inunguis na área de estudo. Para tanto, usamos modelos Lineares Generalizados (GLM) para modelar a distribuição de Trichechus inunguis usando dados de presença e ausência em sítios localizados dentro da área de estudo e sua relação com variáveis de ordem ambiental e antrópica. Reconhecemos, com base nos resultados observados, o potencial do conhecimento local acerca dos sítios de ocorrência (a taxa de sucesso de detecção de evidências de ocorrência nos sítios indicados como de ocorrência da espécie foi de 37,66%, em contrapartida a 1,43% em sítios indicados como de não ocorrência do peixe-boi). Portanto consideramos seus detentores como elementos-chave no desenvolvimento de estudos ecológicos com a espécie, e que devem ser incorporados em ações de proteção a estes animais. As variáveis componentes do modelo confeccionado (EVD ~ SIT + LARG + DIST.ATN + COM + EMB1 + FLOR.ALAG) validam sua base objetiva. Além disso, o modelo demonstra que a metodologia se faz apta a replicação em casos similares. Ainda assim, recomendações em relação à obtenção de dados em atenção às particularidades intrínsecas a aspectos como configuração geográfica dos rios amostrados, uso que os animais fazem da floresta alagável e efeito dos avistamentos próximos das comunidades são feitas – no sentido de maximizar a potencialidade do uso de modelos explanatórios da ocorrência da espécie –, consequentemente gerando resultados de maior confiabilidade biológica. O terceiro capítulo levantou dados de mortalidade da espécie e estudou a percepção dos ribeirinhos da região a respeito de sua conservação. Aos indivíduos contatados para o primeiro componente do estudo foram aplicadas questões a respeito dos animais, suas relações com outras espécies, o conjunto de conhecimentos míticos sobre a espécie, os seus usos, os riscos aos quais ela está sujeita, e sobre a ameaça de sua extinção. Foi realizado um levantamento (por observação direta, participante, ou não sobre a mortalidade de peixes-bois na área de estudo, e as diversas causas das mortes registradas. Para análise da percepção foi utilizado o método do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). Os dados de mortalidade foram registrados e analisados descritivamente. As impressões expressas previamente aos questionamentos foram majoritariamente positivas (73%), e mesmo as negativas (27%), podem embasar debates em ações de conservação regionalmente. Os resultados referentes aos riscos e mortalidade de T. inunguis trazem evidências de que a caça a estes animais ainda ocorre de forma relevante e localmente e este é um aspecto que requer estudos adicionais a este respeito. Recomendam-se estudos acerca da ecologia populacional e dinâmica de populações da espécie na área, sob a ação de uma fonte adicional de mortalidade, o fator caça.
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