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Navegando por Assunto "Personal protective equipment"

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  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Intervenção em Segurança Comportamental para promoção do uso do capacete por ciclistas
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08-20) SANTOS, Filipe Natanael Conceição dos; RAMOS, Camila Carvalho; http://lattes.cnpq.br/4681656913940932; https://orcid.org/0000-0002-9801-9361; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X; BARTH, César Augusto; LUCA, Gabriel Gomes de; http://lattes.cnpq.br/2555642778620029; http://lattes.cnpq.br/6002306792202838; https://orcid.org/0000-0003-0495-1252
    Profissionais ciclo-entregadores, que têm parte essencial da sua atividade laboral envolvida no contexto da mobilidade urbana por meio de ciclismo, estão submetidos ao contexto de relação de trabalho denominado trabalho uberizado na qual, entre seus malefícios, está a falta de obrigação legal de fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) pelas empresas a seus contratados. Tanto ciclistas para fins laborais, quanto recreativos, estão submetidos aos riscos dessa prática no contexto urbano e necessitam de amparo quanto à promoção de comportamento seguro nesse ambiente. Embora o uso do capacete de ciclismo não seja obrigatório pela legislação brasileira, ele é altamente recomendado ao ciclista pela literatura sobre EPI. Diversos estudos buscam intervenções efetivas para promoção de uso desse EPI. O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos de uma intervenção sobre a frequência do uso do capacete em ciclo-entregadores cadastrados na cidade de Belém-PA (Estudo 1) e em estudantes universitários ciclistas em contexto de ciclismo recreativo (não-laboral) (Estudo 2). A intervenção consistiu em duas fases: (1) acesso ao EPI e (2) apresentação de prompts visuais por meio de banners digitais com feedback de desempenho. Foi utilizado um delineamento de linha de base múltipla entre os participantes. No Estudo 1, os dados demonstram que a intervenção proposta não foi efetiva para promover o uso do capacete em nenhum dos 3 participantes. No Estudo 2, a Fase 1 da intervenção foi suficiente para emissão do comportamento seguro por dois participantes. Para o terceiro participante, que já possuía o capacete, a Fase 2 foi eficaz para promoção do comportamento seguro. Dada a diferença de efetividade da intervenção entre os dois estudos, questões relativas a características do ambiente laboral dos participantes do Estudo 1 e barreiras para o uso do capacete podem ser discutidas são discutidas, e recomenda-se a replicação sistemática em estudos futuros.
  • TeseAcesso aberto (Open Access)
    Intervenções em Segurança Comportamental no Contexto de Trabalho de Cicloentregadores e de Empregados Terceirizados
    (Universidade Federal do Pará, 2025-02-20) QUARESMA, Cezar Romeu de Almeida; RAMOS, Camila Carvalho; https://lattes.cnpq.br/4681656913940932; https://orcid.org/0000-0002-9801-9361; BARROS, Romariz da Silva; https://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X; DELABRIDA, Zenith Nara Costa; HUZIWARA, Edson Massayuki; MENEZES, Aline Beckmann de Castro; SILVA, Álvaro Júnior Melo e; https://lattes.cnpq.br/2343748428978209; https://lattes.cnpq.br/4671775690334406; https://lattes.cnpq.br/8107199720875369; https://lattes.cnpq.br/8960291779730857; https://orcid.org/0000-0003-1878-6040; https://orcid.org/0000-0003-4313-5821; https://orcid.org/0000-0002-3136-3707
    A preocupação com a segurança e saúde no trabalho tem motivado inúmeros estudos ao redor do mundo e favorecem o desenvolvimento de estratégias de segurança que possam diminuir os prejuízos econômicos e morbimortalidade entre os trabalhadores. A Behavior Based- Safety (BBS), uma subárea da Organizational Behavior Management (OBM), tem oferecido dados empíricos de delineamentos experimentais bem-sucedidos no contexto do trabalho. Apesar disso, a aplicação dessas estratégias no mercado informal e precarizado ainda é incipiente. Nesta pesquisa objetivou-se investigar os efeitos de intervenções sobre a frequência do uso do capacete de ciclismo, enquanto equipamento de proteção individual – EPI, em duas amostras de participantes: em cicloentregadores de comida plataformizados (Estudo 1) e em empregados terceirizados (Estudo 2) que utilizam a bicicleta para se deslocarem para o trabalho. O delineamento experimental consistiu na implementação de um procedimento de Linha de Base Múltipla que envolvia as etapas de acesso ao capacete e envio de vídeos e banners com feedback (Estudo 1) e a adição de uma terceira etapa com a apresentação contingente de acessórios adicionais de segurança e estética (Estudo 2). O efeito da aplicação de um pacote de intervenção (VI) sobre o uso do capacete (VD) foi avaliado em um delineamento de linha de base múltipla entre os participantes. Resultados mostram que a segurança do trabalhador nesses contextos laborais pode ser promovida pela exigência que as empresas forneçam o EPI, acompanhada por programas de estimulação do uso a serem implementadas presencialmente ou por meio das próprias plataformas digitais. Os dados mostram diferenças interindividuais entre os participantes quanto à efetividade de intervenção nos dois estudos e apontam para a necessidade de maiores estudos na área com mais participantes.
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