Navegando por Assunto "Petiveria alliacea"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação antifungica, farmacognóstica e toxicológica sazonal de Petiveria alliacea L. (Phytolaccaceae)(Universidade Federal do Pará, 2012-12-20) OLIVEIRA, Fábio Rodrigues de; GONÇALVES, Ana Cristina Baetas; http://lattes.cnpq.br/6886126078022769; ANDRADE, Marcieni Ataíde de; http://lattes.cnpq.br/8514584872100128O estudo das plantas medicinais desperta grande interesse científico, principalmente devido às mesmas serem consideradas fontes potenciais de moléculas bioativas com estrutura diferenciada e mecanismo de ação inovador. A importância de pesquisas voltadas para a descoberta e produção de novos fitoterápicos deve-se a grande contribuição que estes vêm apresentando diante de diversas patologias. A espécie Petiveria alliacea é uma planta medicinal utilizada amplamente pela população da região amazônica e destaca-se por apresentar diversas alegações de uso e ainda algumas classes de metabólitos com comprovadas ações terapêuticas. O presente trabalho teve o objetivo de avaliar os parâmetros farmacognósticos sazonais da espécie, o potencial antifúngico dos extratos produzidos em diferentes períodos de coleta sobre espécies de Aspergillus e a toxicidade dos mesmos in vitro e in vivo. Na avaliação farmacognóstica sazonal de P. alliacea, utilizando métodos descritos na Farmacopéia Brasileira, os resultados demonstraram parâmetros reprodutíveis para o controle de qualidade da droga vegetal, não havendo diferença na presença dos constituintes químicos do pó e do extrato hidroalcoólico, sendo observada a presença de saponinas, acúcares e alcaloides em toda a planta e nos extratos da raiz apenas sesquiterpenolactonas e depsídeos/depsidonas. Os resultados do método da microdiluição realizadas com extratos das raízes de dois períodos, evidenciaram fraca atividade antifúngica in vitro, porém não foi observado nenhum efeito dos extratos das partes aéreas. A atividade citotóxica, avaliada pelo método colorimétrico MTT, demonstrou que o extrato hidroalcóolico da raiz dos dois períodos não reduz a viabilidade celular em nenhuma das concentrações testadas. Também não foram detectados sinais de toxicidade aguda do extrato na dose de 5000mg/kg em camundongos. Estes dados são considerados relevantes e o estudo em questão evidenciou que P. alliacea é uma espécie medicinal promissora, porém investigações mais detalhadas são necessárias para que sejam confirmadas suas várias alegações de uso e para que a planta seja utilizada no desenvolvimento de um novo agente fitoterápico.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação dos efeitos no sistema nervoso central e estresse oxidativo do extrato hidroalcoólico de Petiveria alliacea L. (Phytolacaceae)(Universidade Federal do Pará, 2011) ANDRADE, Thaís Montenegro de; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390; MAIA, Cristiane do Socorro Ferraz; http://lattes.cnpq.br/4835820645258101Introdução: Petiveria alliacea L., conhecida popularmente como Mucuracaá, pertencente à família Phytolacaceae. Preparações desta planta têm sido amplamente utilizadas na medicina popular como sedativo, no tratamento da“memória fraca”, entre outros. Devido as suas características sedativas, procurou-se avaliar a atividade ansiolítica a partir dos efeitos comportamentais e de estresse oxidativo após a administração do extrato hidroalcoólico (EHA) em ratos adultos. Métodos: A planta foi coletada no município de Acará/Pa e suas folhas, talos e raízes foram tratados, depois macerados com etanol 70% e obtido o extrato. Ratos Wistar machos e fêmeas (n=5-10 por grupo) foram tratados com água e comida ad libitum e divididos em grupos: Controle, que recebeu solução salina; P. alliacea L., que receberam 900mg/Kg; diazepam (DZP) 1mg/Kg, como controle positivo para a atividade ansiolítica; fluoxetina (FXT) 10mg/Kg, como controle positivo para avaliar a atividade antidepressiva e cafeína(CAF) 10mg/Kg, como controle positivo para efeito mnemônico. Os testes comportamentais foram: campo aberto para a atividade ansiolítica e estimulatória, nado forçado para atividade antidepressiva, LTE para efeito mnemônico. Os testes de estresse oxidativo foram: TEAC para a dosagem de antioxidante total, dosagem do malondialdeído, dosagem de nitritos e nitratos e dosagem de metemoglobina. Resultados/Discussão: O tratamento com P. alliacea L. aumentou a atividade locomotora central e total dos ratos sugerindo atividade ansiolítica e estimulante; reduziu o tempo de imobilidade conferindo atividade antidepressiva e aumento na latência nos braços fechados na fase de teste do LTE demonstrando atividade mnemônica positiva. Nos parâmetros de estresse oxidativo, a espécie apresentou redução na capacidade antioxidante total e aumento das taxas de metemoglobina, sugerindo atividade pró-oxidante. Conclusão: Podemos concluir que o extrato possui atividade ansiolítica, atividade antidepressiva e atividade pró-oxidante. Entretanto, outros estudos são necessários para confirmar essas atividades.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Petiveria alliacea L.: etnobotânica, fitoquímica efeitos neurofarmacológicos e cognitivos(Universidade Federal do Pará, 2016-10-16) LUZ, Diandra Araújo da; MAIA, Cristiane do Socorro Ferraz; http://lattes.cnpq.br/4835820645258101Petiveria alliacea L., é uma planta arbustiva, nativa de regiões tropicas, utilizada para tratar memória fraca e melhorar a aprendizagem. No presente estudo avaliou-se os efeitos do extrato hidroalcoólico das folhas de P. alliacea (EHFPa, 900 mg/Kg) sobre a memória e aprendizado de ratos adultos, submetidos aos testes comportamentais esquiva inibitória e labirinto aquático de Morris. Adicionalmente, foi feita uma cromatografia em camada delgada (CCD) para a detecção de compostos de enxofre, a fim de tentar correlacioná-los com as respostas investigadas. Frações diclorometano, obtidas a partir de extratos aquosos de Alllium sativum e Allium cepa serviram como padrões de detecção. P. alliacea apresenta também ações controversas sobre o sistema nervoso central (SNC). Por esta razão, foi feita uma revisão bibliográfica sobre a etnobotânica, fitoquímica e efeitos neurofarmacológicos desta planta em bases indexadas, livros, dissertações, teses e fontes científicas similares. De acordo com os resultados o EHFPa promoveu melhora da memória de curta e de longa duração, memória espacial e aprendizagem. Na CCD, o EHFPa produziu pontos de retenção semelhantes as amostras padrão, indicando que há compostos de enxofre no extrato, sendo possível que eles participem das respostas observadas. Quanto a revisão, P. alliacea é utilizada popularmente no tratamento da epilepsia, ansiedade, memória fraca, como sedativo, etc. Tais propriedades foram demonstradas experimentalmente e variam em função da dose, parte da planta e preparação utilizada. Estudos fitoquímicos detectaram diversos metabólitos na P. alliacea, dos quais os compostos de enxofre, flavonóides e derivados são as classes com maior número de compostos isolados.
