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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Correlação entre ângulo de fase e coordenação motora em adultos com síndrome de Down
    (Universidade Federal do Pará, 2025-01-30) GOMES, Elenir Campelo; CRISP, Alex Harley; SILVA, Anselmo de Athayde Costa e; http://lattes.cnpq.br/4794918582092514; https://orcid.org/0000-0001-5265-619X; GOMES, Daniela Lopes; COSWIG, Victor Silveira; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569; http://lattes.cnpq.br/0097939661129545; https://orcid.org/0000-0001-5461-7119
    A Síndrome de Down (SD) é uma condição genética resultante da trissomia do cromossomo 21, que afeta diversos aspectos do desenvolvimento físico e cognitivo das pessoas que a possuem. Pessoas com SD apresentam menor tônus e força muscular em comparação com seus pares com desenvolvimento típico. Isto pode afetar sua coordenação motora, tornando mais desafiadora a realização de determinados movimentos e atividades de vida diária. Objetivo: Analisar a correlação entre os parâmetros da bioimpedância (ângulo de fase, capacitância, resistência e reactância) e coordenação motora em adultos com SD. Materiais e métodos: Foram avaliados 42 adultos, divididos em GSD (atendidos pela APAE – Belém) e grupo de referência (GR), discentes da UFPA - Belém, de ambos os sexos, com idades entre 18 e 40 anos. A coordenação motora foi avaliada através da bateria de Teste de Coordenação Corporal, Körperkoordinations test Für Kinder (KTK), composta por 4 testes cujo objetivo é avaliar as capacidades que integram o construto denominado coordenação motora. A avaliação da composição corporal foi realizada a partir da coleta de peso, altura, seguida da análise de bioimpedância. Os dados foram tabulados em planilha de Excel. As variáveis foram analisadas utilizando linguagem R. A normalidade foi testada utilizando o teste de Shapiro-Wilk. Para as correlações foi utilizado o coeficiente de correlação de Pearson (r) e o nível de significância adotado foi p ≤ 0,05. Posteriormente foram produzidos modelos de regressão linear para avaliar a associação entre as variáveis. Resultados: Os valores encontrados de ângulo de fase foram de 6,21 ± 0,58o para GSD e 7,42 ± 0,91o (p < 0,001) para o GR. Não observamos correlação entre ângulo de fase e scores brutos das tarefas do KTK no GSD e GR. Houve correlação entre ângulo de fase e scores brutos do KTK quando analisados os dados coletados de todos os voluntários (n = 42). Nos modelos de regressão foi observada associação significativa entre ângulo de fase e a tarefa de saltos monopedais (R 2 ajustado = 0,88) e ângulo de fase e a tarefa de saltos laterais (R 2 ajustado = 0,87), ajustados para grupo. Conclusão: Os resultados deste estudo sugerem correlação entre ângulo de fase e coordenação motora, no entanto, esta relação foi observada apenas no grupo como um todo e não especificamente em adultos com SD.
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