Navegando por Assunto "Pilocarpina"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Ativação microglial, perda neuronal e astrocitose em um modelo experimental de epilepsia do lobo temporal(Universidade Federal do Pará, 2011-05-12) FERREIRA, Elane de Nazaré Magno; LEAL, Walace Gomes; http://lattes.cnpq.br/2085871005197072A epilepsia é uma condições neurológicas crônicas graves mais prevalentes no mundo inteiro. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em cada 100.000 habitantes, 45 a 50 apresentam a doença em países desenvolvidos, subindo para 122 a 190, nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Não há fatores de risco em relação a sexo, raça ou idade, mas acredita-se que algumas mutações gênicas estejam relacionadas com o aumento do risco de se apresentar a doença. A fisiopatologia da epilepsia envolve fatores complexos, como perda de inibição e aumento da excitabilidade neuronal em diversas regiões encefálicas, principalmente o hipocampo. Defeitos de canais iônicos e transportadores e receptores para neurotransmissores podem contribuir para a patogênese da doença. A resposta inflamatória possui um papel importante na fisiopatologia da epilepsia. Evidências recentes sugerem um papel fundamental da ativação microglial para a exacerbação das crises convulsivas. Nesta dissertação, descrevemos os padrões gerais de ativação microglial, astrocitária e perda neuronal nas regiões CA1, CA3 e hilo do giro denteado do hipocampo e nos córtices motor, peririnal, entorrinal lateral e complexo amigdaloide na primeira semana após Status Epilépticus (SE) induzido por injeção de pilocarpina. Inibiu-se a ativação microglial com minociclina. Realizou-se imunohistoquímica para a marcação de neurônios (anti-NeuN), micróglia em geral (anti-Iba1), micróglia/macrófagos ativados (anti-ED1), astrócitos (anti-GFAP). Quantificou-se o número de neurônios e micróglia ativada em regiões hipocampais. Houve intensa ativação microglial e astrocitária nas diversas regiões motoras e límbicas estudadas, principalmente entre 3 e 7 dias após a indução de SE. O tratamento com a minociclina diminui significativamente ativação microglial no hipocampo nos tempos acima citados (p<0,05), mas não influenciou a astrocitose. A inflamação foi considerável nas regiões extrahipocampais, onde teve o ápice nos tempos de sobrevida precoces. Não houve perda de neurônios hipocampais na primeira semana após SE, apesar de alterações neuronais esporádicas terem sido observadas. Estes resultados sugerem que a resposta inflamatória é um evento generalizado e precoce, afetando diversas áreas motoras e límbicas, após SE induzido injeções de pilocarpina, mesmo na ausência de perda célular evidente. Os padrões de ativação microglial e astrocitária podem ser usados como marcadores do comprometimento tecidual progressivo em modelos experimentais de epilepsia.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Teor de pilocarpina em extratos das folhas de jaborandi (pilocarpus microphyllus stapf ex wardleworth) obtidos via extração supercrítica(Universidade Federal do Pará, 2019-07-04) BEZERRA, Priscila do Nascimento; FERREIRA, Gracialda Costa; http://lattes.cnpq.br/4250668524181387; CARVALHO JÚNIOR, Raul Nunes de; http://lattes.cnpq.br/5544305606838748; ttps://orcid.org/0000-0002-4433-6580O Pilocarpus microphyllus Stapf ex Wardleworth, conhecido como jaborandi, é uma das poucas fontes naturais do alcalóide pilocarpina, que é obtido através de metodologias agressivas ao meio ambiente. Desta forma, existe a necessidade da realização de pesquisas científicas voltadas para obtenção deste composto utilizando tecnologias que não agridam ao meio ambiente, como a extração com fluido supercrítico (SFE). No desenvolvimento desta pesquisa, a SFE foi realizada com CO2 e CO2 + EtOH, os quais foram realizados com 40 e 60 ºC a 200, 290 e 420 bar de pressão. O uso do cossolvente e o aumento da pressão e da temperatura aumentaram o rendimento em massa e o conteúdo dos compostos polares, como a pilocarpina e os compostos fenólicos totais. Os maiores valores de massa de rendimento (4,78±0,38%), conteúdo de pilocarpina (2,37±0,02% de pilocarpina/extrato x 100) e teor de compostos fenólicos (173,67±1,5 mg GAE/g de extrato) foram obtidos na mesma condição (60 ºC/420 bar com CO2 + 10% EtOH). A única diferença foi encontrada na atividade antioxidante, que alcançou seu melhor desempenho a 40 ºC/200 bar com CO2 + 10% EtOH, no entanto, alcançou seus resultados mais promissores nas amostras obtidas com o cossolvente, assim como os melhores resultados em massa de rendimento, teor de pilocarpina e teor de compostos fenólicos totais. A condição de extração com maior teor de pilocarpina foi utilizada para realizar a cinética e a curva obtida foi ajustada no modelo de Sovová (2012), mostrando um bom ajuste
