Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Place"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Desterritorialização e reterritorialização das famílias da comunidade Deus é Amor com a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte em Vitória do Xingu
    (Universidade Federal do Pará, 2021-08-20) AMORIM, Edilane Bezerra; HERRERA, José Antônio; http://lattes.cnpq.br/3490178082968263; https://orcid.org/0000-0001-8249-5024
    Esta dissertação discorre a respeito das transformações ocorridas na comunidade Deus é Amor, município de Vitória do Xingu, com a construção da Usina hidrelétrico de Belo Monte, que ao aportar no território desestruturou a organização socioespacial das famílias, além de provocar a ruptura com o lugar e alterar os modos de vidas historicamente estabelecidos pelos sujeitos, contribuindo para o movimento geográfico Territorialização-Desterritorialização-Reterritorialização (T-D-R) na Amazônia. A comunidade em estudo faz parte do que foi demarcado pelo empreendimento hidrelétrico através dos estudos do EIA- Rima (2009) como Área Diretamente Afetada rural, localizada no setor referente ao Reservatório dos Canais. Esta área, começou a ser ocupada por famílias no início da década de 1980, até 2011 contava com 59 famílias, e após a chegada da UHE Belo Monte restaram apenas 5 famílias remanescentes. O desenvolvimento da pesquisa possibilitou a análise de três pontos centrais sobre o objeto, o primeiro com o entendimento das ações que possibilitou a territorialidade dos sujeitos na Amazônia (1970-2012), o segundo com a saída dos sujeitos de seus lugares historicamente construído, a desterritorialização (2011-2016), e por fim, o processo atual em que as famílias se encontram inseridas com a experiência da reterritorialização progressiva.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O espaço-vivido como lugar de projeto: reflexões a partir de um assentamento rural do Sudeste Paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2011) SANTOS, Clarissa Vieira dos; SIMÕES, Aquiles Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/0471255070027912; https://orcid.org/0000-0003-2194-6594
    O presente trabalho consiste na reflexão acerca de como se dá a construção do espaço-vivido e a consolidação deste como lugar de projeto em um assentamento rural da região do sudeste paraense. Nessa perspectiva entende-se que, a partir da década de 90, os agricultores familiares do sudeste paraense emergem como atores sociais fundamentais no que se refere em influir sobre as dinâmicas territoriais locais, em virtude, basicamente, de sua crescente capacidade de organização e do relativo investimento Federal em políticas públicas ditas de desenvolvimento.Um novo campo de possibilidades se abre para a esfera doméstica daqueles que percebem o campo como lugar de trabalho e morada. Nessa conjuntura fortalece-se o discurso da existência de uma possível imbricação entre as duas esferas de ação (governamental e doméstica). Diante disso acreditamos ser de extrema relevância a compreensão das múltiplas lógicas de ação que direcionam as tomadas de decisão dos indivíduos que constroem cotidianamente o seu espaço-vivido e elaboram estratégias que o consolidem como lugar de projeto. Defende-se, então, que independente da existência da articulação entre a esfera governamental e a doméstica, os agricultores em seu cotidiano constroem estratégias para o fortalecimento do espaço-vivido como lugar de projeto. Acredita-se que nesse processo há a emergência de uma categoria social que aqui denominamos como sujeito-lugar, pois a partir de um movimento de ressignificação das deliberações externas e de seu quadro de possibilidades, o indivíduo constrói condições favoráveis para a sua reprodução social e de sua família. Dessa forma entendemos que o caminho para a construção de políticas de desenvolvimento que realmente sejam transformadoras para situação social a qual se encontram os agricultores do sudeste paraense é o da construção de ações que partam de uma perspectiva endógena que possibilite a emergência de sujeitos autônomos capazes de refletir a respeito da posição que ocupam na dinâmica do desenvolvimento de seu espaço-vivido.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O lugar do corpo no corpo do lugar: uma etnografia da panha do açaí entre jovens da Ilha das Onças - Pa
    (Universidade Federal do Pará, 2020-07-27) BASSALO, Terezinha de Fátima Ribeiro; SILVEIRA, Flávio Leonel Abreu da; http://lattes.cnpq.br/1972975269922101
    A relação entre corpos e lugares nas atividades cotidianas é o tema deste estudo que objetiva apresentar e ao mesmo tempo compreender, as formas e significados atribuídos a tais relações na prática da coleta do açaí. A pesquisa desenvolvida na Ilha das Onças – região insular próxima à Belém, capital do estado do Pará, região norte do Brasil – se deu a partir da entrada nos açaizais pertencentes a sete jovens interlocutores e interlocutoras – dois do sexo feminino e cinco do sexo masculino – e permitiu acompanhar o universo da “panha” do açaí, através de vivências e narrativas. A “panha” – nome dado pelos moradores/moradoras da Ilha das Onças à atividade de coletar o açaí – é aqui entendida como ação relacional entre humanos e plantas, que se expressa enquanto técnica e ao mesmo tempo enquanto habilidade individual porque conforma um jeito próprio de realização, cujo intuito é colher os frutos sem magoá-los, envolvendo riscos, alturas e muitos cuidados. Revela o quão imbricados estão os corpos das pessoas com os seus lugares de moradia, que também são lugares de trabalho. A coleta do açaí, dentre o conjunto de técnicas corporais praticadas nas ilhas próximas de Belém, é uma atividade secular, ancestral e, por isso, tradicional, sendo que o produto coletado é fonte de alimento e base econômica de quem vive na Ilha das Onças. A vivência nos açaizais acompanhando pessoas que coletam o açaí, resultou numa etnografia da “panha”, baseada em três movimentos corporais com ritmos distintos: a subida, a chegada na copa, a descida e outras percepções. Depois da “panha” vem a “dibulha” e o acondicionamento dos frutos em rasas de um jeito artesanal, porque belo e útil, preparando o momento em que o produto será exposto, tocado, degustado e comercializado. A “panha” também deixa marcas nos corpos das pessoas coletoras, revelando vestígios da agência da planta, estigmas e atribuição de masculinidade. Ela é “serviço de homem”, mas é de mulher também. Mulheres “panham” o “bébi” e “panham” o açaí. Em suma, as corporalidades de coletores e coletoras são constituídas por um imbricamento interagencial permanente e atualizado entre ambiente, sociedade e indivíduo que fica impresso nelas, como em um palimpsesto. A relação homem/mulher e planta/açaizeira configura um trançado nas paisagens da ilha.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA